História Varanda - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Uraraka Ochako
Tags Bakugo, Iida, Kaminari, Katsudeku, Kirishima, Midoriya, Todoroki, Uraraka
Visualizações 305
Palavras 2.853
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiolaa, gente bonita!

YEAAAH, CHEGAMOS AO ULTIMO CAPÍTULO!
Foi extremamente divertido escrever essa pequena fanfic, cara! Gostei bastante de interpretar esses personagens de uma maneira tão... Normal... E adulta! Porq né, aí eles são adultos e não crianças chatas que estudam kkkkkkkkkkk
Enfim, também quero agradecer quem comentou e quem favoritou a fanfic. Obrigada a todos <3

Chega de falatório e vamos ao capítulo que adorei escrever, afinal, tudo se resolve aqui :D

Bjs na bunda e boua leitchura -D

Capítulo 5 - "hm?"


“Eu fiz uma grande merda”

                Essa talvez seja a frase que Bakugo mais repetiu a si mesmo em sua mente.

                Passou-se uns dois dias desde aquele dia onde teve o desprazer de ver Midoriya ir embora chorando. Nunca gostou de vê-lo chorar, era algo incômodo para si.

                Talvez seja por isso que não o encarou assim o esverdeado foi embora.

                Desde então, não teve noticias do rapaz sardento, o que fez se sentir bastante solitário nos últimos dias. Seus amigos e parentes eram ocupados demais para virem o visitar durante o dia ou passar as tardes com ele, ao contrário de Midoriya, que parecia passar todos os dias ao seu lado, inclusive nas noites.

                Agora, sozinho, a televisão velha que ficava na parede parecia uma péssima companhia com a programação horrível que os canais insistiam em passar. O vento batendo na cortina branca não o entretinha mais, e as enfermeiras que ora ou outra faziam a visita para dar medicamento e trocar curativos passavam tão rápido que não era o suficiente para preencher o vazio.

                Talvez seja por isso, essa onda de solidão e culpa, que ficava repetindo tal frase tantas e tantas vezes em sua mente, como se fosse um mantra.

                -Eu fiz uma grande merda... –mais uma vez, murmurou, esparramando-se um pouco mais na cama hospitalar, passando a encarar o teto.

                Não era todos os dias que Bakugo se sentia culpado, na realidade, quase nunca havia momento que se culpava, porém, estava odiando esse novo sentimento que sentia...

 

VARANDA – Final

 

               

                No final de semana seguinte, Kirishima resolvera fazer uma visita á si.

                -Nossa, cara, está com olheiras –comentou o ruivo, que estava sentado numa poltrona próxima a cama –Não está dormindo direito?

                -Não consigo... Nesses últimos dias que passou, Deku não veio mais aqui.

                -Está preocupado com ele? Mesmo depois de tudo o que aconteceu, ainda se importa com ele? –Arqueou uma de suas sobrancelhas.

                -Em partes, a culpa foi minha, na realidade... –Murmurou, como se dizer aquilo fosse totalmente incômodo, e que de fato, era. Não era muito bom em admitir erros –Quem subiu em cima daquela varanda e se jogou fui eu.

                -Mas por culpa de quem?

                -Já disse, Kirishima, Deku não teve culpa de nada... Quer dizer, teve sim, ele me irritou, mas... Mas aposto que ele não quis que nada disso tivesse acontecido –Juntou as sobrancelhas em descontentamento.

                -O que está havendo com você, Bakugo? O que aconteceu para você estar dizendo essas coisa? Você não é disso!

                -Ficar sozinho nesse hospital todos esses dias sem ter ninguém meio que me deu tempo para pensar nas coisas que Deku disse pra mim.

                -E o que ele disse?

                -Muita coisa –Poupou em entrar em detalhes –Só sei que me fez enxergar que ele se importa comigo.

                -Sabe que o relacionamento dos dois não é saudável, não é?

                -Não está ajudando...

                -Você passou mais de dois meses depressivo!

                -Não importa mais, eu mereci!

                -Está me dizendo que agora vai mudar? É isso? Que irá todos os dias dizer que o ama, que entregará flores em seu serviço e fará “amor” –Fez aspas com os dedos – de uma forma romântica e sentimental?

                -Que horror, isso é coisa de viado! –Disse com escárnio, exagerando na expressão de nojo, sentindo-se arrepiado só de imaginar-se fazendo uma daquelas coisas –Não farei nada disso, não é de meu feitio, mas... Tentarei ser alguém melhor para o maldito do Deku! Porra, eu me senti péssimo quando ele saiu daqui, ta bom? Ele estava chorando, Kirishima, e nem se quer tive coragem de olhar na sua cara, porque ver ele chorando me incomoda pra caralho!

                -Então está me dizendo que se arrepende de tudo que fez para ele?

                Balançou a cabeça positivamente, em resposta.

                -E que vai se desculpar com ele.

                -Vou –Disse com convicção.

                -Deus, esse Midoriya te fez uma lavagem cerebral.

                -Ah, vai tomar no cu... –Revirou os olhos –Mas de qualquer forma, eu preciso da sua ajuda.

                -O que foi agora?

                -Quero que me tire daqui e me leve de volta pra casa. Vou para o apartamento do Deku.

                -... Eu posso fazer isso depois que você receber alta!

                -Vai demorar demais, eu não tenho tempo!

                -Te tirar do hospital sem permissão do médico é crime, posso ser preso!

                -Que se foda, eu pago tua fiança.

                -Não fale de uma maneira como se isso fosse algo normal! Por que quer tanto fazer isso agora?

                -Por que Deku vai se mudar... Ele disse pra mim que vai sair de lá!

                -Porra, Bakugo... –Resmungou, botando as mãos nos cabelos espetados, impaciente –Olha, se eu não for preso e der tudo certo, eu quero a sua coleção dos filmes do Tarantino.

                -Aí não, cara, que isso, quer me foder, me beija!

                -Então fica aí e eu não te levo a lugar nenhum –Cruzou os braços.

                -Você se quer já ouviu falar na troca equivalente para me fazer uma proposta absurda dessa!?

 

xXx

 

                Depois de quase uma semana sem visitar Bakugo ou ter qualquer noticias do mesmo, Midoriya tomou a difícil decisão de abandoná-lo. Naquele dia, entendera algo que insistia a si mesmo ser errado acreditar: Os dois nunca iriam dar certo.

                Mesmo depois de anos de namoro. Mesmo depois de tudo.

                Empacotar todas aquelas caixas que rediziam seus pertences era um tanto doloroso, pois mostrava sua derrota. Havia perdido.

                Naquele final de semana, naquela tarde, resolvera já começar arrumar suas coisas. Várias caixas grandes espalhavam-se pela sala, todas lacradas. Assim que terminasse, iria envolver os móveis em plásticos, e no dia seguinte iria ligar e contratar homens para o ajudar a desmontar tudo, e assim, sair dali.

                Fez uma pesquisa, resolvera vender seus móveis assim como o apartamento. Guardaria o dinheiro e passaria a ficar um tempo com a mãe. Precisava descansar, precisava esquecer um pouco dos últimos acontecimentos, e o melhor, precisava pensar em si mesmo.

                Mas ainda assim, era tudo tão cansativo...

                Algum tempo depois, quando resolvera dar um tempo no empacotamento das coisas, escutara a campainha soar. Achou estranho, pois não estava esperando ninguém.

                Perguntando-se quem era, saiu da cozinha e foi até a porta, olhando no olho mágico.

                Levou um grande susto quando viu aquela cabeleira loira espetada e olhos rubros lhe encararem curiosos, como se estivesse se perguntando se havia alguém dentro do apartamento.

                Sem pensar duas vezes, abriu a porta depressa, um tanto afobado. Com os olhos grande e expressivos bem abertos, mostrando sua surpresa, encarava aquele rosto como se vira um fantasma.

                Bakugo, por outro lado, parecia não estar surpreso ou qualquer tipo de coisa. Sua expressão, por incrível que pareça, era calma.

                -E aí? –Disse o loiro, acabando com aquele silêncio.

                -O que faz aqui? –Perguntou, rapidamente.

                -Posso entrar?

                -Que roupas são essas? –Encarou a camiseta rança, básica, e... Samba canção? Ele estava de samba canção na frente da sua porta. Eventualmente havia ignorado a sacolinha que Katsuki carregava, mas no momento, aquilo era o menos estranho –Cadê suas roupas de hospital!?

                -Eu perguntei se posso entrar, posso ou não posso, cacete?  -Frisou as sobrancelhas levemente irritado.

                Midoriya protestar mais, porém, conteve-se, comprimindo os lábios. Por fim, deu espaço para o loiro adentrar o apartamento.

                Assim que fechou a porta, voltou-se ao mesmo, e agora, com uma expressão séria, Midoriya queria explicações do que estava fazendo.

                -Agora me diga o que diabos está fazendo aqui! O médico não iria te dar alta tão cedo!

                Bakugo parecia não ter prestado atenção no que o esverdeado havia dito, pois estava ocupado demais em passear com os olhos toda aquela bagunça de caixas que estava ali. Não era algo que esperava ver.

                -Então você está de mudanças mesmo...

                -Escutou o que falei pra você? –Perguntou com uma voz mais dura, fechando os punhos, irritado –Era para estar preocupado em se curar, Bakugo Katsuki!

                “Ok, ele me chamou pelo nome inteiro... Deve estar falando sério, mesmo.”  Pensou o loiro.

                -OE, BAKUGO! –Gritou.

                O loiro, insistindo em não lhe dar a devida atenção, deu meia volta e passou a andar em direção ao pequeno corredor que dava para os quartos.

                Antes que Midoriya o alcançasse e o impedisse de seguir adiante para tirar satisfações, Bakugo ligou a luz do quarto, vendo o mesmo intacto, sem qualquer caixa.

                “Pelo menos a cama ainda está aqui...”  

                De repente, sentiu uma das mãos de Midoriya apertar seu braço, e antes que o esverdeado começasse a gritar novamente, o loiro o agarrou pelo braço e o empurrou para dentro do quarto, jogando-o contra a cama.

                Subiu em cima do mesmo, agarrando-o pelo colarinho e o encarando nos olhos expressivos um tanto assustados, surpreendidos pelo movimento repentino.

                -Escuta aqui, Deku... Você não ouse se mudar, entendeu?

                -O-o qu-

                -Não vai se afastar de mim, não tão cedo!

                -O que diabos está dizendo!?

                -Estou dizendo para ficar aqui comigo, merda!

                E Midoriya sentiu o coração apertar, falhando uma batida, sentindo o corpo estremecer. Como se estivesse duvidando daquelas palavras ditas pelo loiro, insistiu:

                -M-mas você disse para que eu-

                A expressão intimidadora se desfez.

-Esqueça disso, Deku –Disse. Relaxou os ombros e desceu o corpo até encostar no tronco do esverdeado. Com os rostos tão próximos, podia sentir a respiração alheia contra a sua –Eu fui um bosta, ta bom? Ter me deixado naquele hospital sozinho talvez tenha sido a melhor coisa que você tenha feito por mim...

-O que quer dizer com isso?

-Que me fez acordar para algumas coisas...

-É inacreditável escutar você dizendo essas coisas, Kacchan... –Sua voz parecia embargar-se, enfraquecida. O rosto virou-se, encostando no colchão, tentando evitar contato visual, transparecendo o nervosismo.

Vendo o pescoço alheio amostra, sem dizer nada, Bakugo aproximou o rosto para beijar a pele alva, sentindo o cheiro que a muito não sentia. Os lábios encostaram no pescoço de forma gentil, esfregando o nariz contra o mesmo, acarretando um arrepio ao esverdeado que encolheu os ombros.

-N-não, Kacchan! –O repreendeu, com o rosto levemente corado. As mãos posicionadas no peitoral alheio, incitava afastá-lo –Você precisa voltar pro hospital...

-Deku, não ouse me recusar, quando tomei coragem de abrir mão de meus dois DVDs de Kill Bill para estar aqui com você!

-E-eh?

-Exatamente, perceba de uma vez o quão importante você é para mim! Porra, eles vieram de um Box de luxo, não é qualquer merda –Transparecendo uma falca irritação, aproximou-se do rosto de Midoriya sem aviso, pressionando seus lábios num selinho pouco bruto, afastando-se num estalo –Se eu realmente não te amasse, acha mesmo que eu estaria fazendo tudo isso?

-Ka-kacchan! –Engoliu o choro, prendendo a respiração, tamanha a emoção em escutar tudo aquilo. Afobado e um tanto desesperado, Midoriya abraçou seu pescoço e o trouxe para mais perto de si imediatamente, juntando seus lábios num beijo afoito e cheio de emoções.

Se afastaram, respirando fundo com os rostos corados. Encostaram suas testas, ficando alguns segundos em silêncio, aproveitando aquele momento calmo que um proporcionava ao outro.

Midoriya então, passeou suas mãos espalmadas pelas costas de Bakugo, sentindo aqueles músculos por cima do tecido até chegar na barra da camisa, puxando-a para cima e fazendo o loiro tirá-la. O loiro levantou o tronco, já encaixado no meio das pernas de Midoriya, um encarando o outro com expressões desejosas e determinadas.

De cima, o loiro encarava com os olhos rubros todos aqueles fios verdes desgrenhados esparramados pelo colchão. A boca carnuda entre aberta soltando a respiração calma, mas que ainda assim, ansiosa.

Sem esperar mais, Bakugo colocou suas mãos na barra da camisa de Midoriya, puxando-a para cima até tirá-la com a ajuda do mesmo. Vendo o peitoral a mostra, tratou de aproximar o rosto contra o pescoço, investindo beijos naquela região enquanto passeava com as mãos ao redor do tronco, acariciando a pele bem cuidada.

Suspiros de Midoriya davam para se escutar, incitando-o a continuar com as caricias, até senti-lo abaixar-se um pouco mais, até a região no peitoral. A língua ágil tratou de dar atenção aos mamilos macios. O arrepio que causou no sardento o fez apertar os dedos contra os fios loiros de Bakugo, sentindo o mesmo começar a chupá-los com vontade, fazendo-os ficarem avermelhados e inchados.

Murmúrios escapavam da boca, deixando-os mais excitados. O momento íntimo se intensificava com o passar nos minutos, apaixonados, um se preocupava em satisfazer o outro. Com as bocas juntas mais uma vez, agora, beijavam-se intensamente, afastando-se rapidamente para puxar ar, e voltando para o ósculo.

Não demorou muito para que finalmente ambos estivessem completamente nus, preparados para unirem-se e saciar a ansiedade e excitação que sentiam.

Brevemente esquecido da tal sacola que o loiro carregava, viu o mesmo puxá-la para perto, derrubando sobre a cama camisinha e lubrificante.

-Ah, então era isso... –Comentou Midoriya, soltando uma risada nasal.

-Tem que estar preparado para tudo.

-Eu interpreto isso como confiança em excesso –Sorriu .

-Também.

De joelhos, mantinha-se no meio das pernas de Midoriya. Agilmente, abriu e colocou a camisinha, esparramando lubrificante sobre o pênis e entrada do esverdeado.

Posicionou-se, e sem esperar muito, começou a penetrar lentamente.

Fazia tempo que não faziam aquilo, e por conta disso, estavam mais sensíveis do que nunca. De certa forma, incomodava Bakugo, pois, pareciam virgens.

-Mexa-se, Kacchan~

-Você fala demais, Deku –Respirou fundo, retirando o pênis praticamente todo de dentro de Midoriya, e o enfiando novamente, fazendo tal movimento repetidas vezes até que finalmente começasse a escutar claramente os gemidos do esverdeado de pura excitação.

Não podia descrever em palavras o sentimento que sentia naquele momento, pois Midoriya estava com muitas saudades de Bakugo, e pegar-se num momento tão intimo como o sexo com ele, era maravilhoso. Sentia falta de fazê-lo, de tocar, de beijar, de amar... E de certa forma, Bakugo compartilhava da mesma sensação.

As pernas que circundavam sua cintura o traziam mais para perto com força, como se temessem o afastamento do mesmo, o que de fato, seria impossível. Bakugo não sairia dali, não o abandonaria jamais, e da mesma forma, esperava de Midoriya.

Os gemidos de ambos aos poucos dominava o quarto fechado, cujo o ambiente estava quente e abafado, logo começando a cheirar a sexo. Estocava rápido, com movimentos sensuais e excitantes, escutando os sons que Midoriya fazia e observava as lindas expressões de seu rosto.

Mais uma vez, com as respirações afobadas, aproximaram-se para um beijo apaixonante, meio bruto, meio desajeitado. Os braços se envolviam, um abraçando o outro, sentindo os corpos quentes e soados. O ranger da cama, a bagunça dos lençóis, dos músculos tensos ao revirar de olhos, logo logo chegariam lá.

Não demorou muito, não mesmo...

Num ápice de prazer, ambos gemem extasiados, parando os movimentos aos poucos, sentindo os corpos tremerem, soados...

Ainda assim, arranjaram disposição para um distribuir beijos cansados ao outro, trocando caricias lentas, satisfeitos.

-Eu te amo tanto, Kacchan... –Disse Midoriya com a voz rouca, abraçado ao loiro, com o rosto escondido na curva do pescoço.

-Não ouse sair de perto de mim, Deku. Nunca mais... –Beijou-lhe a testa, num gesto extremamente carinhoso.

Tal expressão sentimental era tão rara que Midoriya tratou de considerar aquilo com extremo amor e carinho. Poupou qualquer comentário que pudesse estragar o momento doce pós orgasmo, permanecendo ali com um sorriso meigo, satisfeito, no rosto.

-Uhum...

 

 

xXx

 

Na manhã seguinte, Bakugo acordara com o corpo todo dolorido, reclamando para Deku que fora culpa da noite passada.

Abri mão da minha saúde para lhe garantir uma boa foda!” Dizia.

Todavia, as dores não o impediu de levantar da cama. Vestido na camiseta básica e samba canção que usava, foi até a cozinha, encontrando Midoriya preparando um café da manhã para ambos, e pegou uma xícara de café, indo para apoiar-se na sacada.

Estava um bom tempo, dando para sentir uma brisa acariciar os cabelos e refrescar o ambiente que tornava-se quente com o inicio do verão.

Não demorou muito para Midoriya se aproximar de si, segurando também uma xícara de café.

-Eu até agora me pergunto como teve coragem de vir para minha casa vestido numa samba canção –Riu, bebendo o café.

-Fui até meu apartamento para tomar banho e trocar de roupa, e bem, por que não já lhe visitar com roupas apropriadas?

-Um morador podia o denunciar por tentado ao pudor. Poderia o confundir com um pervertido.

-Tudo pelo amor.

-Traduz transa, você quer dizer.

-Você me conhece...

O esverdeado mais uma vez ri.

-Você não tem limites, Kacchan, hahaha. Mas escuta, hoje mesmo você vai voltar para o hospital, ok? Vai ficar lá até que o médico te dê alta!

-Que seja –Deu de ombros, tomando o café –O que vai fazer com o apartamento? Não vai se mudar, não é?

-Não tenho porque mudar –Sorriu, o encarando –Afinal, já nos resolvemos, não é?

-Completamente, mas... Vai continuar morando aqui?

-Por que? Quer que voltemos a dividir o mesmo teto?

-Por que não?

-Ok, então... –Deu de ombros –Botarei este aqui para alugar, que tal? Ganharemos dinheiro todo o mês.

-Empreendedorismo.

-Sim. Ah, Kacchan!

-Hm?

Sem qualquer preocupação, Midoriya e Bakugo continuaram conversando como se nada tivesse acontecido. Como se nunca houvessem brigado, como se nunca houvessem se separado...

Naquela manhã, se preocuparam em apenas um ficar ao lado do outro, ali, na varanda. 


Notas Finais


E é isso, heh

Gostou? Gostou.
Não gostou? Não gostou.
COMENTE!
Me ajuda demais da conta :D


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...