História Vecinos - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~JonayFanfics

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Lutteo, Romance, Sou Luna
Exibições 103
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Serias Mi Novio?


 Três dias depois...

Já se passaram três dias desde que Matteo e eu nos beijamos no hospital, e desde então não tocamos nesse assunto. Até porque eu evito, não quero ouvir ele se desculpando, dizendo que foi um maldito impulso. Não foi! Ninguém beija outra pessoa sem querer ou porque foi impulsionado a fazer aquilo, ele quis e o fez, ponto.

Chego em frente a porta da casa de Matteo e pego o meu chaveiro, procurando a cópia que ele me deu. Abro a porta e entro, chamando por ele.

Reynaldo eu não sei onde se meteu, já faz dois dias que não aparece em casa e, segundo Matteo, com certeza deve estar na casa de uma amiga de trabalho, cuja, Matteo cisma, que é namorada dele.

—  Luninha, que bom que você chegou. —  ele aparece saindo da cozinha. —  Eu preciso muito da sua ajuda, sou um desastre na cozinha. Ei, o que é isso? —  aponta para um pote que seguro apenas com a mão esquerda.

—  Ah, torta de frango. Trouxe pra você. —  encolho os ombros, corando

—  Ah!  —  é tudo que ele diz, parece envergonhado. —  Obrigado. Você é muito gentil comigo, tenho que retribuir de alguma forma.

—  Não tem que retribuir nada, Matteo. —  coloco as chaves e a torta em cima da bancada que separa a cozinha da sala de jantar. –—  Eu faço isso porque gosto de você, porque é um bom amigo.

 É bom que ele seja meu amigo, mas queria que ele fosse mais que apenas isso. Não um namorado, talvez, mas um ficante. Acho difícil isso acontecer, mas vai saber, ele me beijou, talvez goste o mínimo que seja de mim e talvez queira ficar comigo. Nunca irá saber se não perguntar, a maldita vozinha surge em minha mente, mas ela tem razão. Eu apenas fico criando expectativas, cogitando coisas, mas é algo tão simples, preciso apenas perguntar para ele. E precisa de coragem, sua tola. Algo que você não tem!

Solto um longo suspiro e abaixo o rosto, então sinto Matteo me chacoalhando de leve, tirando-me de meus devaneios. Você precisa deixar de ser tão tímida, tenha coragem. Pergunte!

—  Luna, terra chamando! Em que planeta você vive? Na Lua?

—  Me desculpa. Estava pensando em algo, esqueça. O que falava?

—  Nada demais. Em que pensava, se me permite saber?

Respiro fundo, olhando bem nos olhos dele e vendo, novamente, aquele brilho misterioso. Estranhamente, sinto a coragem me invadir e pergunto de uma vez:

—  Você namoraria comigo?

Ele demora um pouco para responder, passa as mãos pelos cabelos e respira fundo.

—  Sim. —  não hesita na resposta. —  Se saíssemos para encontros e nos conhecêssemos mais e eu me apaixonasse por você, com certeza namoraria com você. Ou nem precisaria disso, simplesmente namoraria.

—  Namoraria só por gostar de mim ou por... sexo? —  minha voz sai baixa.

—  Por sexo, obviamente. – o olho horrorizada, sentindo-me como se fosse um brinquedo sexual ambulante. Ele ri. —  Estou brincando, Luna. Se for pra mim te namorar, será porque gosto de você do jeito que tu é e não pelo prazer que você pode me proporcionar.  —  diz, olhando no fundo de meus olhos.

Estou sem palavras e meu coração está a mil, pelo menos agora sei que ele namoraria comigo e não me usaria só para satisfazê-lo 

—  Ér... eu vou colocar essa torta em um prato para você e obrigada por ser sincero.

Pego a torta em cima da bancada e entro na cozinha, pego um prato no armário.

—  Sexo não é tudo na vida, Lu. De fato, é muito gostoso, mas eu não ficaria com você só por isso. Não sou como esses outros rapazes, sou de respeito.

—  Eu sei, Matt. Eu não penso assim, era só uma curiosidade minha. —  coloco a torta no prato. —  É que já conheci muitos garotos e todos com um jeito igual ao seu, mas no final eu acabei quebrando a cara, pois eles só queriam transar comigo. Eu perguntei isso pra no caso de, algum dia, acontecer de ficarmos juntos, eu saber suas reais intenções.

—  Se acontecer de namorarmos, saiba que eu vou te cuidar, te levarei ao cinema, parque, onde quer que seja. Te presentearei e te farei feliz. E tenha certeza que me apaixonarei por você todos os dias como se fosse a primeira vez. —  estou de costas para ele, mas sinto seu olhar sobre mim e sei que ele está sendo sincero. Muito sincero. E suas palavras me causam borboletas no estômago, me iludem mais ainda. —  Terá sexo sim, mas no momento certo, quando você disser que quer.

Ele é perfeito! Pelo menos aparenta ser, não posso me iludir tanto assim, posso acabar me machucando e tenho que escutar os conselhos de meu pai. Será melhor eu conhecê-lo realmente, saber quem é o verdadeiro Matteo e não o Matteo que eu sempre via da janela e ficava imaginando. Vou deixar as coisas irem acontecendo naturalmente, se for pra acontecer, acontecerá, senão tentarei seguir em frente. 

 



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