História Veela - Drastoria - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Personagens Originais, Vincent Crabbe
Tags Drastoria
Exibições 52
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Novo Capítulo! <3
Enjoy it!

Capítulo 4 - Recordações


POV Astoria Greengrass

Me viro, reviro na minha cama, era já de madrugada, tinha acordado com um maldito pesadelo.

Não conseguia voltar a dormir.

Decido me levantar … não estava fazendo mesmo nada naquela cama maldita.

Pego minha varinha, fazendo a lareira acender. Me dirijo até ao espelho de corpo inteiro do meu quarto, me olhando de alto a baixo. Tinha mesmo um corpo maravilhoso agora, até eu reconhecia.

Suspiro forte, mas tinha sido a muito custo. Tinha me convencido que não iria ser chamada de gorda de novo…

A raiva subia-me sempre que recordava aquele amaldiçoado dia.

“ Era meu segundo dia em Hogwarts, estava no primeiro ano.

Tinha a carta de meus pais na mão, estavam contentes por eu estar em Ravenclaw mesmo que não tenho ido para Slytherin, diziam que era preferível a estar em Gryffindor por exemplo.

Ria da carta, minha mãe era mais rígida nesse aspecto, meu pai brincava bastante com isso.

Estava me dirigindo para o salão principal para tomar o café da manhã.

Levanto o olhar da carta, olho na mesa de Slytherin, minha irmã acena sorridente, falava com alguém que ela ainda não conhecia.

Gostava muito dela, pena que não estávamos juntas na mesma casa, mas ao cumprimentá-la distraída, embato em alguém., derramando na sua camisa, o pão com doce que ele levava na mão.

Olho em frente, Draco Malfoy, o que eu achava super bonito, ele ia na minha casa de vez em quando, me ignorava sempre, mas agora me encarava furioso, gritando no meio do salão principal:

– Sua gorda azul, vê por onde anda…

Sai do pé de mim, mais de metade do salão principal, riu da situação apontando-me, outra parte segurava o riso.

Só tenho o impulso de sair dali o mais rápido possível, ignorando os gritos de minha irmã com aquele maldito Malfoy.

Tinha ido para a sala comum de Ravenclaw, indo na direcção do meu dormitório, me olho no espelho de alto a baixo, estava meio gorda, desfiro um murro no espelho, mas a dor que tinha na mão não superava a dor que tinha no meu coração.

Nunca na minha curta vida tinha sido tão humilhada…

Jurei naquela altura, me tornar linda e elegante.

Se um dia tivesse aquele desgraçado do Malfoy aos pés o pisaria sem dó nem piedade…”

 

Já a muito tempo que não tinha aquele sonho, mas desde esse tempo, modifiquei muito minha forma de ser.

Ninguém me voltaria a humilhar! A doce e fofa Astoria Greengrass, tinha-se tornado uma mulher dura até eu reconhecia…

O dinheiro não me satisfazia…festas não me deixavam feliz…trabalho, gostava mas estava farta daquilo, não era o que me instigava a ficar feliz, tinha outros sonhos…homens, uns grandes imbecis, nunca nenhum era o bastante para mim, faltava sempre algo…

Penso na aposta que aquelas malucas me fizeram fazer, já estava me preparando para perder, não suportaria mesmo o Draco Malfoy muito tempo sem me irritar…

Abro a porta do meu quarto, saindo, me distraindo destes pensamentos, vou até na cozinha. O meu elfo doméstico acorda logo.

– Senhora, precisar de algo…

– Tenha calma…Vilk...é só copo de leite, eu vou buscar…

– Não precisa … Vilk ir buscar…

Suspiro, eu bem tento que ele não me faça tudo, mas ele vai e faz. Enfim.

Bebo o leite quente, me dirijo a cama tentando dormir. Se bem que minha noite tinha certeza que seria longa…

POV Draco Malfoy

Aqui estou eu, sentado na poltrona em frente da lareira.

Meus pais já haviam ido dormir a muito, eu estava com insónia, era o cúmulo.

Todos os problemas na minha cabeça, não me faziam dormir.

Tudo porque voltei a me lembrar daquela desgraçada, ordinária, traidora… da Violet Sky Crouch…mais eu queria esquecer a maldita, mais ela voltava aos seus pensamentos.

E sempre recordava-me do inevitável dia que meu Mundo havia desmoronado.

“ Era um noite já alta, há mais de um ano e meio atrás, tinha chegado de surpresa, para vê-la, Violet Sky, sua noiva já a cerca de um mês.

Só ainda não tinha dito aos meus pais, mas estava ansioso para anunciar a minha felicidade para o Mundo.

Mas barulhos me chamam a atenção no andar de cima, com as suas flores favoritas nas minhas mãos.

Subo lá em cima, entro no meu quarto e me deparo com um visão dos infernos.

Minha Violet na cama com Vincent Crabbe…meu amigo..ou pelo menos era.

Ele por cima dela, fazendo sexo na minha cama, as flores cairam de minha mão nessa hora, conforme eu ia acordando para a realidade do que ali acontecia.

– QUE MERDA É ESSA…

Violet se vira na minha direcção , ainda ofegando e Crabbe em seguida,ainda movendo-se em cima dela,  pareciam chocados e muito envergonhados, ainda enroscados um no outro. Só seguro na minha varinha, dizendo:

– Têm menos de cinco minutos para desaparecerem daqui…agora…- dizendo isso me viro, fecho a porta, ouvindo os gritos daquela que um dia posso dizer que amei…”

 

Desde dessa altura, mulheres eram mesquinhas, não as queria, não as suportava, no mínimo só para, com desculpa da expressão amigo, fodê-las e nem lembrar nem da sua cara no dia seguinte.

Normalmente resultava, com uns choros aqui, outros choros ali…mas no geral resultava.

Andei uns meses nisto, mas de um ano para cá, isso perdeu o interesse, não me interessava nenhuma, me perdi no trabalho.

E minha vida agora era…um tédio…Aquela Greengrass desgraçada tinha razão.

E meus pais agoram amolavam minha paciência para eu me casar.

Não queria me casar…credo só de pensar em ter herdeiros com algumas das que conheci na festa de meu aniversario me fazia querer fazer uma vasectomia.

Agora tinha aquela maldita aposta, mas ela comeria na minha mão. Ninguém chama Draco Malfoy de tédio, só eu me posso chamar.

O maldito do Blaise,  ele conseguiu tocar no meu tendão de Aquiles.

Realmente eu não estava agindo como eu agiria…por isso, não faria mal nenhum tentar conquistar a Greengrass.

Podia tirar minha vida desse tédio não é mesmo…?

E ela era tudo menos um tédio, digo me recordando dela na festa, desbocada, rebelde, sarcástica, ele amava ver uma sangue puro diferente da nata normal da sociedade.

Por Merlin, seria interessante…e teria um mês inteirinho com ela, por causa do casamento do Blaise, seria por demais…

E isso me distrairia dos pensamentos que mais queria fugir.


Notas Finais


<3


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