História Veela - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
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Palavras 2.357
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Planos


         10 horas e 45 minutos, quinta-feira.

                   (Tiger High School)

        

         Havia terminado a quarta aula do dia e os alunos saiam das salas e enchiam dos corredores. Ashley até esse aquele momento não havia visto Justin. Já ele estava a procura dela, e não achava.

         Ashley foi caminhando até seu armário, e como sempre, carregava em suas mãos uma montoeira de livros e cadernos. Por conta disso caminhava com um pouco de dificuldade tentando desviar das pessoas que estavam nos corredores andando de um lado para o outro.

         Quando chegou ao seu armário, apoiou os livros no outro armário e colocou a senha no seu com um pouco de dificuldade. Depois de um curto período de tempo conseguiu abri-lo e colocou tudo dentro do mesmo. Mas quando fechou a porta deu de cara com três garotas. Três garotas que ela não queria ver em nenhum momento de sua vida ou  morte.

         ― Olá, ratinha. ― Kimberly falou arqueando as sobrancelhas.

         ― o que você quer, Kimberly. ― falou em um tom de insatisfação.

         ― eu vim aqui te dar um aviso. ― falou apontando um dedo para o peito da garota.

         ― e que aviso seria? ― falou sem se intimidar.

         ― Fica. Longe. Do. Meu. Namorado. ― falou pausadamente.

         ― ficar longe? ― se fez de desentendida. ― mas eu não estou vendo ele por perto. ― olhou para os lados como se procurasse alguém. ― calma, eu não estou vendo ele aqui.

          

         ― você está achando que eu estou de brincadeira? ― fez um movimento circular com o dedo indicador.

         Ashley bufou e revirou os olhos.

         ― eu? Imagina.

         Kimberly riu fraco e forçado. E como de costume, suas escudeiras a acompanharam.

         ― você deve está se achando muita coisa só por que beijou o meu namorado. Não é garota? ― falou em tom de deboche.

         ― o que? ela e o Justin se beijaram? ― Cindy falou colocando a mão na boca.

         ― sobre isso você não nos contou Kim. ― Brooklyn falou olhando para Kimberly.

         ― cala a boca. ― Kimberly respondeu entre os dentes e com raiva na voz. 

         Ashley tapou a boca discretamente para abafar o riso.

    —  e você, sua ratinha de laboratório. — virou para Ashley apontando o dedo para a mesma.

    — ué, não era rata da biblioteca? — ironizou.

    — argh! — Kim grunhiu de ódio. — eu não sei que tipo de brincadeira  o Justin está fazendo. Não sei se é aposta. Mas isso vai acabar. Escute o que eu estou lhe dizendo. — falou séria. — ele não gosta de você, com certeza ele e os garotos têm alguma aposta.

    Lançou as palavras com rigidez e logo depois virou de costas ajeitando seus longos cabelos loiros e saiu andando. Sendo seguida por suas duas escudeiras.

      Ashley encostou-se na porta do armário e respirou fundo. Passou as mãos por entre os cabelos.

      “ Aposta.” Essa palavra dominou completamente os pensamento da garota. Que temia que fosse verdade.

     Respirou fundo mais uma vez e sentiu seu celular vibrar em seu bolso.

     Quando o pegou nas mãos viu que havia uma mensagem. A mesma era de Justin Bieber. Respirou fundo antes de abri-la.

      “  encontre-me na biblioteca. Tenho uma coisa para lhe mostras.”

     Retorceu os lábios decidindo em sua mente se respondia ou não. Por fim decidiu não responder e nem ir até a biblioteca.

    A hora vaga era para que os alunos fizessem suas  alimentações. Então, Ashley resolveu ir para a cantina.

    Chegando lá a mesma estava lotada, como de costume. Caminhou até aonde comprava as  refeições. No caminho evitou o máximo olhar para as mesas, e mais ainda para a mesa das líderes de torcida. Na qual Kimberly se encontrava.

    Quando chegou ao balcão sentou em um nos bancos que havia em frente a ele.

                      — o que deseja? — uma das mulheres que trabalhavam na cantina perguntou.

     — um sanduíche natural e um suco de laranja. — respondeu olhando para o grande quadro com as opções  que haviam.

     — ok! — a mulher falou terminando de escrever no bloquinho. — trarei seu em poucos minutos. — falou antes de sair.

     — obrigada. — agradeceu meigamente.

       A mulher assentiu e retirou-se.

        Ashley ficou ali, para olhando para os lados de forma distraída. Quando de repente sentiu duas mãos fortes envolverem sua cintura e uma voz roca soar pelos seus ouvidos.

       — por que você não foi a biblioteca? — Justin disse. — eu fiquei te esperando.

      Deu um beijo rápido no pescoço da garota. Ela se arrepiou, mas se manteve firme. Ele se afastou e sentou no banco ao lado.

        — Justin, eu já falei a respeito dessa proximidade. — falou olhando para os lados. — será que alguém viu? — perguntou para si mesma.

     O garoto revirou os olhos e bufou.

      — você se preocupa demais. — falou.

      — não é preocupação. É cautela, prudência. — respondeu olhando nos olhos do garoto.

      — cautela.  Prudência. — Justin imitou a voz da garota. — affs. Essas são palavras que não se aplicam a mim.

      — pois deveria ser  aplicada. — rebateu.

     — vamos deixar esse papo de lado. Agora o assunto principal. Por que você não foi a biblioteca?

    — estou com fome. Ta legal? Preciso comer. — mentiu.

      — se você comer rápido ainda da tempo. — Justin falou olhando para o relógio em seu pulso.

      — tempo para que? Posso saber? — o encarou.

     Antes que Bieber pudesse responder a mulher chegou com o lanche e o colocou sobre a mesa.

    — obrigada. —agradeceu já pegando o sanduíche.

     — vamos até lá e você vai ver.— riu de lado.

     Ela o olhou desconfiada.

     — por que eu acho que isso não é uma boa ideia? — falou e logo depois mordeu um pedaço do sanduíche.

     — você disse a mesma coisa quando eu para você ir ao meu treino. E no final de tudo eu só lhe ensinei a jogar basquete.

      — mas você viu o que aconteceu depois disso. — falou pegando p suco e dando um gole.

     — esquece a Kimberly. — ele falou.

       

      Está difícil esquece-la. Já que ela não para de me persegui. Ashley pensou.

      — não vai dar. — ela olhou para seu relógio. — tenho aula de robótica daqui a dez minutos.

     — então nos veremos depois da escola?  Podemos sair para algum lugar. — sugeriu.

     — também não vai dar. — comeu mais um pedaço do sanduíche.

     — está tentando me evitar, Ashley? — Justin perguntou arqueando a sobrancelha.

      Ela negou com cá cabeça enquanto bebia mais um gole de suco.

      — não é isso. — finalmente terminou. — vou para a casa do Chaz depois da escola.

    — casa do Chaz? — perguntou incrédulo. — o que você vai fazer lá? Posso saber?

    — temos um projeto para a feira de robótica que haverá na cidade. Temos que terminar nosso projeto.

    — HM, sei. — falou desconfiado.

   — Vão escolher o melhor projeto para representar a escola. E bom, eu quero que o meu. Ou melhor. O nosso. Vença .

       — essa vaga já é sua. E você sabe disso. — levantou do banco e deu um beijo na garota.

     — Justin, aqui não. — sussurrou.

     — aqui sim. — falou com voz baixa.

     Ele passou a mão pela nuca da garota e a beijou novamente com delicadeza. Ela não demorou em corresponder e entregar-se ao beijo.

     — vejo você há noite? — Justin perguntou afastando-se lentamente.

      — Talvez não. — falou em um sussurro.

    — talvez não? — riu fraco.

    — é, trabalhar com nesse projeto sempre me deixa exausta. Cansa a mente e o corpo. — respondeu cansada.

    — eu posso te fazer relaxar. Se fosse quiser, é claro. — falou ao pé do ouvido da garota.

    — eu tenho que ir.  — falou.

  

                                      ***

 

                      14 horas e 20 minutos

                            (casa do Chaz)

 

                      Chaz estava sentado no sofá da sala quando ouviu o interfone tocar. Levantou de onde estava e foi até o monitor, na qual dava para ver quem estava no portão. Sorriu ao ver quer era Ashley.

                      Ela estava aparentemente impaciente. Ele se aproximou do microfone que fazia a comunicação.

                      ― quem é? ― perguntou como se não estivesse vendo a pessoa.

                      ― sou eu. Ashley. ― chegou perto do interfone e respondeu.

                      ― eu já sabia. ― falou rindo e liberando o portão para que ela pudesse entrar.

                      O portão se abriu e ela entrou na propriedade. Logo que passou por ele, o mesmo se fechou. Com os livros na mão e mochila em um dos ombros foi caminhando até a porta da casa. quando chegou não precisou nem de tocar a campainha ou bater na porta. Pois Chaz a abriu com um sorriso no rosto.

                      ― pensei que não vinha mais. ― a cumprimentou com um beijo no rosto.

                      ― não ia deixar você na mão. ― falou e sorriu.

                      ― então entre. ― deu passagem e apontou para o interior da casa. ― temos muito o que fazer ainda.

                      Ela assentiu e entrou.

                      ― trouxe ou cálculos? ― perguntou enquanto andavam até a oficina.

                      ―sim. Estão todos aqui. ― respondeu.

 

                      17 horas e 5 minutos.

                     

                      Eles já estavam a horas trabalhando duro no projeto. Solda. Cálculos. Desenhos. Não tinha como não ficar com corpo e mente cansados.

                      ― eu acho que por hoje é só. ― Chaz falou se jogando no sofá.

                      ― cheguei no meu limite. ― Ashley se pronunciou cansada.

                      A mesma sentou-se em um banco alto tirando logo em seguida os óculos e coçando os olhos com a palma da mão.

                      ― planos para hoje a noite? ― ele perguntou tentando quebrar o silencio que havia se formado.

                      ― estudar e quem sabe descansar. ― respondeu rindo.

                      ― você um dia ainda vai pirar. ― respondeu rindo. ― você estuda demais.

                      ― discordo. ― falou rindo. ― se fosse para pirar. Já tinha pirado.

                      ― vai que o efeito é em longo prazo. ―levantou de onde estava e se aproximou.

                      ― não. ― balançou a cabeça e riu.

                      ― pensei que fosse sair com o Justin. ― jogou logo o verde.

                      Ele odiava admitir. Mas estava interessado a que pé estava indo o relacionamento do amigo com sua mais nova amiga. Interesse nela? Não. O assunto que o preocupava era o ser que dentro de seu amigo. O tempo estava passando. E a marcação e consumação deveria ser feita.   

                      ―não. Vou ficar só estudando mesmo.

                      ― hm. ― retorceu os lábios.

                      ― bom. Eu já vou indo. ― falou levantando da cadeira.

                      ― te conduzo até a porta. ― falou enquanto tirava o jaleco que usava por cima da roupa.

                      Ela assentiu terminando de colocar o casaco.

 

                      19 horas e 46 minutos.

 

                      Chaz ouviu o interfone tocar. Como estava em seu quarto olhou pela janela do mesmo e avistou o carro do amigo parado em frente a sua casa.

                      Correu até o telefone do seu quarto e teclou o numero da discagem rápida para chamar uma das empregadas.

                      ― sim, senhor Somers.

                      ―Julie, você poderia liberar a entrada do Justin?

                      ― claro senhor.

                      ― obrigado.

                      Colocou o telefone no gancho novamente e terminou de vesti sua roupa rapidamente. Porem não precisou de descer, pois o amigo apareceu em seu quarto.

                      ― fala. Garanhão. ― cumprimentou Justin com o velho toque de infância. ― já tem tudo nos esquemas?

                      ― mais ou menos. ― se espojou na poltrona que havia próximo a porta que dava acesso a sacada.

                      ― tempo é uma coisa que você não tem. você sabe disso.

                      Chaz sentou na cadeira do computador.

                      ―você pesquisou sobre com tem que ser a marcação? ― encarou o amigo.

                      ― sim. ― confirmou.

                      ― então o que está esperando para explicar? ― perguntou.

                      ― o negocio é o seguinte. A marcação nada mais é que a veela colocar uma parte dela em sua companheira.

                      ― ah. Explica isso direito. ― Justin fez uma cara de quem não estava entendendo nada.

                      ― como se fosse um “veneno”. Entende?

                      ― veneno? Isso pode ser fatal para ela? ― perguntou preocupado.

                      ― não. Tem algumas reações. Mas nada grave.

                      ― como assim reações? ― arqueou a sobrancelha.

                      Justin já não estava gostando nada da ideia. Colocar a vida de Ashley em risco era a ultima coisa que queria.

                      ― logo após o veneno está no corpo dela. Por ser uma mortal comum, como todos nós, e por ser frágil também. ela pode ficar inconsciente por algumas horas, ou dias. Não sei. Depende da pessoa.

                      ― e se ela não voltar? ― perguntou assustado.

                      ― fica calma. Ela vai voltar. E se não voltar. As lagrimas de veela tem poder curativo. Você a cura. Simples.

                      ― vou confiar em você. ― Justin falou. ― mas agora como se coloca esse veneno no corpo dela? Ela terá que ingerir ou injetar?

                      ― não. Tipo, mais ou menos isso.

                      ― Chaz. Não gosto desses seus mais ou menos.

                      ― relaxa. O veneno fica em sua presa.

                      ― presa? Eu não sou vampiro.

                      ―ah. ― Chaz revirou os olhos. ― elas apareceram na hora ato. Importante que você deixe a veela no controle.

                      ― isso é óbvio. Mas aonde eu vou injetar, e como tirar esse veneno da presa?

                      ― você vai fazer igual vampiro. Vai morder. ― foi direto.

                      Justin o encarou e deu um gargalhada.

                      ― agora só falta você dizer que eu vou ter que morder o pescoço dela.

                      ― sim. ― falou serio. ― no pescoço passam veias importantes. Isso facilita na hora do  veneno espalhar-se.

                      O sorriso dos lábios de Justin desapareceu.

                      ― isso é muita viagem. ― bufou.

                      ― é a sua realidade. ― Chaz se espojou na cadeira. ― e agora a pergunta que não quer calar. Você já contou para ela sobre a veela? Se não, quando pretende contar? espero que seja antes de você colocar veneno de veela nela.

                      ― eu vou contar. só preciso de uma oportunidade.

                      ― o baile beneficente promovido pela escola está próximo. É uma ótima oportunidade.

                      ― como eu não tinha pensado nisso antes. O baile é uma ótima oportunidade.

                      ― mas será que depois de saber essa loucura toda. Ela vai aceitar? Tipo, até eu ainda não acredito nisso tudo.

                      ― não vou dar tempo. Vou contar e logo marcar.

                      ― isso vai dar certo?

                      ― tem que dar. No final do baile eu conto tudo.

                      ― boa sorte. Amigo. ― levantou da cadeira. ― agora só falta ela aceitar ir ao baile com você. ― deu dois tapinhas de leve nos ombros do amigo.

                      ―é claro que ela vai aceitar. ― riu. ― quem vai me recusar?


Notas Finais


espero que tenham gostado
bjs
até o proximo capitulo #comentem


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