História Veela - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
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Palavras 3.494
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Fall


Justin atravessou a porta e caminhou pelo jardim até chegar ao seu carro. Ele estava decidido a se explicar, ele não a deixaria sem uma explicação. Entrou em seu carro, manobrou e saiu em alta velocidade.

Quando chegou ao final da rua fez o retorno rápido e voltou  dirigindo  vagarosamente perto do meio fio. Parou debaixo de uma arvore e desligou o farol. Ele estava decidido a ficar esperando ali até quando fosse preciso.

                   ***

Três horas depois...

 

Justin ainda estava ali, parado esperando Ashley passar. E até aquele momento nada. Mas não demorou muito para a silhueta de uma garota de vestido longo, assim como os seus cabelos. Ele abriu a porta do carro rapidamente e atravessou parando em frente a garota. A mesma levou um susto.

―Por favor, eu preciso falar com você. ― implorou.

―Sai da minha frente. ― falou com voz firme.

―NÃO! ― retrucou autoritário.

―Então eu serei obrigada a gritar.

Ela abriu a boca e antes que o som estridente saísse da mesma, Justin a tapou.

―Shiu! ― sussurrou. ― Não faz isso.

Em resposta ela mordeu a mão do garoto o fazendo tira-la de sua boca. Ele gemeu de dor.

―Não encosta em mim. ―apontou o dedo para ele. ― se você não sair da minha frente eu vou gritar e falar que você está tentando me violentar.

―Você não seria capaz. ― serrou os olhos.

―Você quer ver? ― falou desafiadora. ―SOCORRO! SOCORRO! SOLTE-ME SEU PERVERTIDO.

Justin tapou a boca de Ashley outra vez fazendo a voz da garota sair abafada. As luzes dos vizinhos já estavam acessas e ouvia barulho de latidos.

―Você está louca? ― perguntou ainda com a mão na boca dela.

―Não. ― respondeu com voz abafada.

―Ashley. ― tirou a mão da boca dela. ― Eu preciso te contar uma coisa. ― suspirou cansado.

―Que você me iludiu? Me fez de trouxa? ― cruzou os braços. ― Não precisa, eu já descobri. Aliais, todos descobriram.

―Eu não te fiz de trouxa, caralho. ― alterou o tom de voz. ― quantas vezes vou ter que falar a mesma coisa?

―Nenhuma.

―Então você entendeu? ― respirou aliviado. ― você me perdoa? ― aproximou-se.

―Você não precisa explicar mais nada. ― suspirou. ― Por que nada que você disser vai apagar o que está dentro de mim.

―O que?

―Já ouviu o ditado que é mais fácil conquistar uma cidade do que um coração magoado? Então você pode dar suas explicações para todas as pessoas da escola. Todas as pessoas do mundo, se você for capaz. Mas nada vai apagar o que está aqui dentro.

Ela apontou para seu peito.

―Você me magoou, Justin. ― segurou as lagrimas. ― Magoou muito.

E essas foram as ultimas palavras ditas por ela. Logo depois se foi deixando o jovem sozinho. Sem reação. Sem palavras. Sem atos.

         ***

         10 horas e 30 minutos, domingo.

                   (casa dos Butler)

Justin estacionou seu carro muito mal perto do meio fio em frente a casa de seu amigo. A única coisa que ela queria era tirar satisfações com Kimberly.

Ele caminhou até a porta pisando firme e começou a apartar a campainha freneticamente. A raiva no rosto do garoto era visível. A porta abriu e o garoto adentrou a casa como um furação.

Justin caminhou até a escada batendo os pés.

―Eae, mano. ― Ryan cumprimentou o amigo.

―Sai da frente. ― rosnou empurrando o amigo o fazendo bater na parede com força.

Ele caminhou até a porta do quarto de Kimberly e a esmurrou.

―KIMBERLY! ― gritou.

Não demorou muito e a porta abriu-se revelando Kimberly apenas enrolada em uma toalha. Ela lançou um sorriso safado para ele. Mas não foi retribuído.

―QUEM VOCÊ ACHA QUE É? ― gritou segurando com força os braços da garota a empurrando para o interior do quarto.

―JUSTIN, VOCÊ ESTÁ ME MACHUCANDO. ―gritou entre os dentes.

Justin a jogou com brutalidade em cima da cama. O garoto andava de um lado para o outro passando as mãos pelos cabelos. Enquanto ela o fitava confusa e assustada.

―Você vai desmentir tudo o que você disse no baile. Você vai até a casa da Ashley e vai contar que tudo isso não passou de uma provocação barata.

―Eu não vou fazer isso. ― rebateu. ― Vamos falar a verdade, Justin. Deixa essa mascara de bom moço cair. Eu sei que você só estava com ela para poder foder, e depois disso daria um pé na bunda dela. Só a salvei de uma decepção maior. 

Quando terminou de pronunciar tais palavras sentiu a ardência em seu rosto.

―Você está louco? ― falou entre os dentes.

―Estou. Estou louco para te matar. ― segurou o pescoço da garota com força.

Justin começou a apertar aquele local com força fazendo a tonalidade da pele de Kimberly mudar para um vermelho intenso.

         Os olhos do garoto estavam negros. A veela estava totalmente no controle.

         ―Você está me sufocando. ― Kimberly falou em um tom de voz fraco enquanto se debatia.

         O garoto não dava ouvido. A coloração da pele dela já estava atingindo um tom de roxo, o oxigênio já estava quase zero no corpo da garota. Ela já estava quase desfalecendo.

         ―Mano, solta ela. ― Ryan entrou no quarto e tentou tirar as mãos de Justin do pescoço de sua irmã.

         Mas essa tentativa estava difícil de ser bem sucedida. O garoto estava irredutível e o amigo sabia que seria difícil. Kimberly já começava a desfalecer.

         Ryan quando percebeu que sua irmã estava praticamente desfalecida entre as mãos do garoto, o desespero  tomou conta de si. Por mais que Kimberly tivesse vacilado feio fazendo isso, ela era sua irmã.

         Com o desespero tomando completamente seu corpo ele reuniu toda a força que tinha e a que não tinha, e empurrou o amigo que caiu no chão meio desnorteado.

         ―Kimberly. ― Ryan sacudiu sua irmã que estava desacordada. ―KIMBERLY. ― gritou, pois ela não estava correspondendo.

         Os olhos de Justin começaram a sua corpo normal, assim como sua  consciência. Ele levantou do chão com a cabeça meio rodando e viu seu amigo sacudindo a irmã desesperada.

         ―Oh, Não. ― sussurrou.

         Ele não estava acreditando no que havia feito. Não. Não. Não. Isso não poderia acontecer, ele não podia ter matado Kimberly. A veela não poderia ter feito isso. Ele era muitas coisas, mas assassino não.

         Justin aproximou-se da cama lentamente olhando a garota ainda desacordada.

         ―KIMBERLY! ― começou a chama-la junto com seu amigo.

         Aos poucos ela foi abrindo os olhos de começou a tossir. Tanto Justin quanto Ryan respiraram mais aliviados. O pior não havia acontecido.

         Kimberly quando bateu os olhos em Justin se assustou e acolheu-se nos braços de Ryan.

         ―Desculpe-me. ― Justin sussurrou.

         ―SAI DAQUI! ― ela gritou.

         Justin recuou um passo e olhou para seu amigo.

         ―Pode ir, mano. Ela vai ficar bem.

         Justin assentiu. Se a primeira tentativa não havia dado certo, estava na hora de pular para o plano B.

                   ***

          12 horas e 52 minutos

         ( casa da Ashley)

         Justin estacionou em frente a casa da Ashley. Suas mãos estavam tremulas e sua cabeça a um bilhão, fervilhando de pensamentos. Abriu a porta do carro e pegou o buque de rosas vermelhas que estava no banco do carona.

         Sai do carro e caminhou até a porta da casa, tocou a campainha. Suas mãos ficaram ainda mais tremulas. Não demorou muito para ouvir passos aproximando-se da porta. Pelo cheiro não era Ashley.

         A porta abriu-se e detrás da mesma apareceu Clara, a mãe de Ashley.

         ―Justin, que surpresa você por aqui. ― falou surpresa.

         ―Posso falar com a Ashley? ―foi direto.

         ―Bom, ela está dormindo ainda. ― Clara falou tentando desviar a conversa.

         ―Até essa hora? Ashley não dorme até essa hora. ― Justin bufou. ― Eu preciso falar com ela. ― tentou entrar na casa.

         ―Justin, Ashley não quer falar com você. ― Clara se pôs em frente o garoto.

         ―Como assim?

         ―Ela não me falou o porquê, mas deixou bem claro que não quer falar com você.

         Ele bufou cansado.

         ―Você poderia me explicar o porquê disso? Vocês estavam tão felizes juntos. O que acontecer?

         ― Você disse muito bem , Clara. Estávamos felizes. Até que veio uma pessoa e estragou tudo. ― abaixou o olhar. ― Você faz um favor para mim? ― ela assentiu. ― Entrega essas flores para ela. E diz que eu a amo. ― entregou o buquê de flores e deu as costas.

         Justin saiu pelo jardim indo na direção do seu carro. Mas ele não iria embora. Ele ameaçou abrir a porta do carro, mas virou para trás constatando que Clara já não mais estava na porta.

         Se Ashley não queria ouvi-lo por bem, iria ouvi-lo a força.

         De onde estava vasculhou a casa com os olhos e parou em uma das janelas. Se não lhe falhava a memoria, aquela era a janela do quarto de Ashley. Ele observou que perto da mesma havia uma arvore. Aquele era o sinal que ele precisava.

         Adentrou novamente ao jardim e foi caminhando até a tal arvore. Para veelas escalar nunca foi um problema, e no caso de Justin não seria exceção. Ele começou a subir na arvore com uma rapidez absurda, e dentro de pouco tempo já estava nos galhos perto da janela da garota.

         A janela estava entreaberta, denunciando que a garota estava acordada. Ashley não costumava dormir de janelas abertas. Justin pulou  no beiral da mesma e rapidamente adentrou ao quarto. O mesmo estava silencioso, o a única coisa que dava para ouvir era o barulho de agua bem lá no fundo.

         Ele já tinha uma ideia de onde estava vindo o barulho. Caminhou vagarosamente até a porta do banheiro, a mesma estava entreaberta. Em meio o barulho d’agua dava para ouvir um choro sufocado, e do vidro embasado do box a silhueta da garota com as mãos tapando o rosto.

         Justin recuou e voltou para o quarto, aonde sentou na cama e esperou pela garota.

         Depois de aproximadamente dez minutos a porta se abriu por completo e Ashley saiu enrolada em uma toalha. Justin não perdeu a oportunidade, levantou de onde estava e foi até ela caminhando. Quando estavam próximos ele a agarrou com força fazendo a mesma levar um susto.

         ―O que você está fazendo aqui? ― perguntou assustada.

         ―Você vai ter que me escutar. ― foi andando até encosta-la na parede.

         ―Eu não quero ouvi nada do que  venha de você. ― debateu-se.

         ―Não quer, mas vai. Você lembra que no baile eu tinha uma coisa para te contar? Então lá vai. ― respirou fundo. ― Eu sou uma Veela.

         ―QUE? ― perguntou confusa.

         ―Eu sou uma veela, Ashley. E uma veela amante. Você é minha alma gemia, você tem que ser minha. Se você não for eu morro. ― descarrego tudo de uma só.

         A garota estava sem o que responder.

         ―Fala alguma coisa. ― Justin falou impaciente.

         ―Você está louco. ― respondeu. ― A que ponto você chegou, Justin. Inventar que é uma veela. Que eu nem sei o que é.  Você é impressionante. ―balançou a cabeça.

         ―Você não esta acreditando? Então eu vou te provar.

         Afastou-se, fechou os olhos e deixou que a veela tomasse conta de seu corpo.

         ―está vendo. Meus olhos mudaram de cor. ―  ele falou abrindo os olhos revelando um preto intenso e assustador.

         ―Isso é assustador. ― exclamou com os olhos fixos nele.

         ―Eu sei. ― fechou os olhos e tentou fazer com que o ser desaparecesse.

         ―Mas isso não prova nada. ― Ashley rebateu.

         ―Então me deixe marca-la e você verá. ― começou a aproximar-se.

         ―Não! Sai! ― esquivou-se. ― Você não entende? A coisa mais sensata  a fazer nesse momento é você ir embora e me deixar em paz. ― falou enquanto andava de um lado para o outro.

         ―Não, Ashley.  A coisa mais sensata nesse momento é você e eu nessa cama fazendo as passes e eu te mostrando todo a carinho que eu tenho por você. Isso poderia está acontecendo, mas você não colabora.

         ―Justin, vai embora agora! ― exigiu.

         ―Eu vou, mas eu volto. ― roubou um selinho da garota e foi na direção da janela.

                            ***

         10 horas e 30 minutos, segunda-feira

                   (Tigh High School)

         Os corredores da escola estavam abarrotado, e a maioria dos alunos estavam andando no sentido da cantina. Mas Justin e seus amigos, Chaz, Chris e Ryan estavam encostados em seus armários.

         ―Eai, mano? Ashley te ouviu? ― Ryan perguntou.

         ―Não. ― Justin respondeu cabisbaixo. ― Fui na casa dela ontem, mas ela não quis me atender. Fui obrigado a pular a janela.

         ―Serio? ― Chris perguntou rindo.

         ―Não ri. ― Justin o repreendeu.

         ―Mas você não ligou para ela? ―Chaz perguntou.

         ―Sim. Mandei mensagens e liguei. Mas ela ignorou todas. ― respirou cansado.

         ―Ashley não veio na aula hoje. ― Chris comentou.

         ―Como assim não veio?  ― Justin olhou para Chris.

         ―Ela faz parte da minha turma de matemática. Esqueceu? ― Chris questionou.

         ―Com certeza ela não veio para evitar de me ver.

         ―Eu tenho toda a certeza disso. ― Ryan rebateu.

                                      ***

                   13 horas e 45 minutos

                   (casa da Ashley)

         Ouve-se dois toques na porta e rapidamente ela é aberta por Clara.

         ―Justin! ― ela exclama surpresa. ―O que veio fazer aqui.

         ―Vim saber o por que a Ashley não foi a escola hoje. ― perguntou tentando ver o interior da casa..

         ―Ela esta indisposta. ― sorriu forçado. ― Por isso não foi hoje.

         ― Posso falar com ela?

         ―Acho melhor não. Ela está passando mal e não seria legal receber visitas de garotos.

         Justin percebia a mentira em cada palavra. Ashley não estava passando mal. Ela não queria era vê-lo.

         ―Ok! ― Justin retorceu os lábios. ― Diz para ela que eu estive aqui. E diz também que eu ainda não desisti.

         Ele sorriu sem animo e deu as costas.

         A cada hora que passava aquela sensação ruim estava aumentando. Quando mais ele tentava se explicar, mais as coisas pioravam.

         Antes de entrar em seu carro ele olhou mais uma vez para a janela do quarto da garota, e poderia jurar que tinha visto o vulto dela na mesma. Mas logo o vento bateu  fazendo as cortinas balançarem e não revelando ninguém atrás delas.

                   ***

                   7 horas e 30 minutos, Terça-feira.

                            (Tigh High School ― laboratório)

         Todos estavam no laboratório de biologia somete a espera do professor. Justin estava sentado em uma das bancadas Junto com Ryan e olhava tudo a sua volta. Mas nada de Ashley.

         De repente ela entra de cabeça baixa e segue rapidamente para uma das bancadas livres que se localizava na frente. Não deu para ignorar os múrmuros que foram ouvidos. Mas Justin não deu importância e foi até ela.

         ―Ashley. ― a chamou com voz mansa.

         ―É melhor você se afastar de mim. Pode ser ruim para a sua reputação. ― falou entre os dentes e ainda de cabeça baixa.

         Ele respirou fundo.

         ―Eu fiquei preocupado. Você não apareceu na aula ontem. ― tentou tocar nas mãos dela. Mas não conseguiu, pois a mesma esquivou-se.

         ―Com licença.  ― ela levantou e foi sentar junto com Malk, que agora também fazia parte da classe.

         Justin bufou e voltou para o seu lugar. Seu interior estava destroçado com tal rejeição.

                            ***

         A aula corria bem, apesar de Justin não está dando a mínima importância para o que o professor falava. Tudo o que ele prestava atenção era em Ashley, que estava de cabeça baixa.

         “ Foi aqui que aconteceu nosso primeiro beijo. Você lembra? “

         Justin enviou a mensagem e rapidamente recebeu a notificação que a mesma foi visualizada. Mas não obteve resposta.

         “ Eu estou sentindo saudade do seu beijo. Estou sentindo falta do seu cheiro, pele. Estou sentindo falta de você. :( “

         Outra mensagem enviada, lida e sem resposta. Aquilo era frustrante.

         “ Ashley, não é justo o que você está fazendo comigo, com você, com nós. Estávamos tão felizes, íamos dar um passo importante e agora tudo se desfez. Isso é frustrante :(“

         Outra mensagem enviada, mas essa não foi entregue. Na notificação avisava que não dava para ser entregue. Com toda a certeza ela o bloqueou.

         ―Bom pessoal por hoje é só. ― O professou chamando a atenção até de quem estava em um universo paralelo. ―Podem dirigir para a saída e até a próxima aula.

         Os alunos começaram a levantar-se e sair de sala, mas Justin ainda permanecia imóvel mantendo seu foco em um ponto especifico, Ashley.

         Todos já haviam saído da sala, excerto os dois. Ashley guardava seus matérias com calma,  enquanto o garoto a fitava  vidrado. Assim que ela começou a caminhar na direção da porta, Justin levantou e foi até ela.

         ―Quero te fazer uma pergunta.

         ―Outro pedido de desculpa? Não perca seu tempo. ― Sorriu amarelo e tentou passar. O garoto a impediu.

         ―Não é isso. A pergunta vai ser mais objetiva.

         Ela olhou em seus olhos.

         ―Você me ama?

         A pergunta a pegou de surpresa e ela não tinha uma resposta concreta em sua mente. Que seus sentimentos estavam confusos ela estava sabem, mas como organiza-los para dar uma resposta verdadeira?  Essa era a duvida que pairava pela menta da garota naquele momento.

         Era um mix de sentimentos. Ele era influente em sua vida, foi o protagonista de seu primeiro beijo. Mas também foi o antagonista da historia, a ferindo gravemente.

         ―Eu só preciso de uma resposta. Pode ser sim ou não. ― O garoto implorou.

         ―Eu não sei. ― respondeu. ― Não sei se te amo ou não. Só sei que o sentimento mais forte nesse momento é a decepção.

         Sem uma resposta favorável para ambos os lados a garota saiu da sala, deixando Justin confuso e decepcionado. A cada conversa mais uma decepção. Isso estava  o corroendo cada vez mais.

                  ***

         Ashley andava pelos corredores a procura de uma só pessoa. Chaz.

         Depois de andar uns cinco minutos encontrou o garoto andando com os outros dois amigos, Chris e Ryan. Respirou fundo e o chamou.

         ―CHAZ. ― gritou.

Ele virou para trás e parou de andar. Assim como os outros dois.  Ashley aproximou-se deles.

―Preciso lhe entregar uma coisa. ― falou enquanto procurava algo em meio aos seus livros. ― Toma. ― entregou algumas folhas.

―O que é isso? ― perguntou olhando as folhas.

―Os cálculos do nosso projeto de robótica. ― retorceu os lábios. ― Pode ficar eu não vou cobrar mérito meu se você vencer.

―Como assim? ― a encarou.

―Tô fora do projeto. Mas te desejo sorte.

―Como assim ta fora? Esse projeto é nosso, Ashley. Você não me deixar na mão.

―É melhor assim. ― sorriu forçado. ― Desculpa. Mas agora eu tenho que ir ao gabinete do diretor. Tenho que ver se meu novo horário está pronto. Tchau, meninos.

Despediu-se e foi embora deixando os garotos confusos. Não demorou muito e Justin chegou cabisbaixo perto dos amigos.

―Muito obrigado, Justin. ― Chaz falou irritado.

Justin o olhou confuso.

―Você faz as merdas e eu que me ferro junto. Você é uma ótima pessoa. ― falou e saiu deixando Justin confuso.

                            ***

         14 horas e 30 minutos, quarta-feira

         (Tigh High School― Vestiário)

 

Todos os jogadores do time da escola estavam no vestiário trocando-se. Justin e seus amigos estavam em uma parte conversando enquanto trocavam-se como os outros. Mas pela expressão de Justin as coisas não estavam nada boas.

―Mano, você não pode ficar assim. Esse jogo é importante. ― Ryan falou.

―Eu não consigo não ficar assim, Ryan. ― falou cabisbaixo. ―Ela não olha nem para a minha cara.

―Mas você tem que manter o foco. ― Chris falou.

―Não vou consegui. ― levantou de onde estava. ― Vou falar com o treinador e falar que estou doente.

―Tá louco. Você é o capitão. ― Chaz o repreendeu.  

―Mas não dá para entrar em quadra desse jeito. Vou prejudicar todo o time. ― levantou de onde estava. ― Vou falar com ele.

Justin respirou fundo e caminhou até o diretor que falava com os outros jogadores do time.

―Bieber, meu astro. Está preparado? ― falou com empolgação.

―Não poderei jogar. ― foi direto.

―Como assim? ― retrucou confuso.

―Não estou me sentindo bem. ― falou. ― Coloca o Toddy na minha posição esse jogo. No próximo eu prometo que estarei em forma.

                   ***

Justin chegou a sua casa arrastado, seu corpo parecia esta carregando uma tonelada nas costas. Com um pouco de força ele se arrastou até seu quarto. O ambiente escuro, por causa das cortinas, refletia sem interior.

O ser interior estava se corroendo e o corroendo. Tudo o que a veela queria era dar um basta nessa dor, nesse sofrimento da forma mais fácil. Tirando a própria vida. Mas Justin não tinha essa coragem, era contra seus preceitos cometer suicídio.

Mas uma coisa  os dois seres haviam em comum. Ambos estavam sofrendo. Ambos estariam despostos  a definhar sem sua amada. Essa era o termo. Essa era a única solução.


Notas Finais


eu prometo, no proximo capitulo não teremos sofrência kkkkkk par ao proximo cap teremos marcação.
bjs #comentem


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