História Veela - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
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Palavras 2.499
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Party, oh shit


 

 — Desse jeito eu não vou deixar você sair de casa sozinha. — o pai da garota brincou.

— Estou tão diferente assim? — a garota questiona, olhando para si mesma. Assentiram

— Bom, eu vou indo. Já passou da hora. ― ela olhou no relógio e já eram quase nove da noite. Ashley se despediu de seus pais e caminhou até a porta.

 A garota caminhou com cuidado  até o portão, pois não queria tropeçar com os saltos, quando chegou a calçada caminhou pela mesma até avistar o taxi  vindo em sua direção ― a garota o chamara, com medo de perde-se no caminho até a casa de Bieber, afinal, ela nunca havia ido aquele bairro. ― Assim que o taxi encostou no meio fio a garota entrou e logo deu o endereço para o taxista, para que assim pudesse leva-la até o lugar desejado.

      

21 horas e 30 minutos, sábado

(Casa do Bieber)

 

 — Eai, Jay! ― As pessoas cumprimentavam  Justin , que  por sua vez só apertava a mão de algumas e para outras dava apenas um sorriso forçado, não dando a mínima.

 A musica estava alta e a mesma invadia todos os cômodos da casa, a sala e a área da piscina estavam lotadas de jovens, que dançavam e bebiam loucamente. Não demorou muito e Ashley chegou ao portão da mansão Bieber, e logo de cara deslumbrou-se, pois o lugar era muito grande. Como o acesso ao interior da casa estava liberado, resolveu entrar.

Tudo era muito novo para a jovem, que nunca frequentará festas assim. Como não tinha intimidade com ninguém presente na festa, resolveu ficar onde havia pessoas, mas não necessariamente para interagir, mas sim para se esconder, pois uma pessoa sozinha em um lugar onde não havia ninguém era bem mais chamativo do que uma pessoa sozinha no meio de uma multidão.

Passando pela área da piscina ela adentrou a sala, que estava abarrotada de jovens pulando, gritando, dançando e bebendo, além de que o ambiente estava abafado, o que a deixava ainda mais desnorteada. A locomoção era difícil, a cada passo que você dava esbarrava em no mínimo duas pessoas.  Enquanto tentava atravessar a sala foi surpreendida por um par de mãos que agarraram sua cintura.

   ― Eai, gatinha. Vamos dançar? ― uma voz, embriagada, falou bem próximo ao seu ouvido.

Como reflexo a garota virou-se para ver de quem se tratava, pois aquela voz lhe era familiar.  Assim que ficou cara a cara coma pessoa a mesma tentou beija-la, em outro reflexo rápido ela deu um  desferiu um tapa na face do garoto, o mesmo se afastou com a mão no rosto e a encarou. Olhando um pouco e longe ela reconheceu o garoto. Seu nome era Toddy e fazia parte do time de basquete. 

   ― Me larga, Toddy. ― a garota exigiu, assim que as mão do  garoto voltaram para seu corpo.

― Ah, qual foi? Vamos nos divertir. ― ele ria debilmente, por conta da bebida, e abraçava Ashley ainda mais.

― Eu não quero nada com você. Me solta! ― debateu-se até soltar-se dos braços do garoto.

― Eu hein! Garota mimizenta! ― tirou as mãos do corpo de Ashley e foi embora, sumindo em meio a multidão.

Assim que viu o garoto tomando mais distancia a mesma respirou mais aliviada, aquele lugar não era para ela― acabara de constatar. ― a garota saiu da casa e foi para a área da piscina, que estava com muitas pessoas, mas menos abafado do que lá dentro. Enquanto tentava se recompor foi interrogada por um garçom.

― Aceita? ― ele segurava uma bandeja na qual continha varias bebidas, desconhecidas pela garota.

― Você teria algum suco? É por que eu não bebo bebidas alcoólicas. ― retrucou.

Antes de dar uma resposta o garçom a encarou com uma expressão como quem diz “é serio isso?”  

― Está bem! ― ele bufou. ― vou ver se consigo arranjar algum suco para você. ― sorriu amarelo. ― quer que eu traga em um daqueles copinhos com tampa? ― debochou.

Ouvindo tal coisa a garota se irritou, e não aceitaria servir de chacota até para o garçom.

― Quer saber? ― falou, irritada. ― eu vou querer uma. ― pegou um dos copos cheios, que havia na bandeja, e bebeu um gole generoso, que desceu queimando por sua garganta.

Ela fechou os olhos, fez careta e abriu os olhos encarando o garçom, que tinha uma expressão divertida em seu rosto.  

― Vamos fazer o seguinte. ― ele começou. ― se não aquenta beber, beba água.  ― sorriu de lado e se afastou, sumindo em meio a multidão.

Ashley bufou, mais uma vez, irritada, e resolveu andar um pouco a procura de um lugar mais calmo, afinal, a cabeça da garota não parava de rodar. Andando ainda meio desnorteada Ashley esbarrou em alguém, que logo retrucou.

— Ei, Olha por onde anda. — uma voz irritante e conhecida fez a garota olhar pra cima.

Droga! Pensou a garota. A menina na qual ela tinha esbarrado era ninguém menos do que Kimberly, e o pior, a mesma estava acompanhada de suas fieis escudeiras.

― O que você está fazendo aqui? ― perguntou de forma arrogante.

― A mesma coisa que você. ― estufou o peito e rebateu.

― Não, eu estou aqui por que eu fui convidada. ― apontou para si mesma. ― e você está aqui para caridade. ― apontou para a garota.

― Escuta aqui. ― apontou o dedo indicador pra Kimberly. ― eu estou cansada de você fazer esse tipo de coisa comigo, eu estou aqui porque o próprio Bieber me convidou. ― foi se aproximando ainda mais de Kimberly apontando o dedo  indicador na face da garota.

― Ui, a ratinha resolveu sair da toca. ― Brooklyn falou, em um tom de deboche.

Ao redor delas já haviam algumas pessoas observando a discursão que se formava, e algumas já se pegavam o celular para gravar, afinal, aquilo tinha tudo para resultar em uma grande confusão.

―Queridinha, se você está de cabeça quente eu acho melhor você refresca-la. ― Kimberly falou, dando um sorrisinho maldoso.

Ashley a olhou sem entender o motivo de tal frase, porem a compreensão veio logo depois, quando a mesma sentiu um solavanco em seu peito, seu corpo foi arremessado para trás e só parar quando entrou em contato com a água gelada da piscina. Todos que estavam naquela área começaram a rir, e aquilo se tornou a atração principal da festa.

― Espero que isso tenha resolvido seu problema. ― Kimberly falou, dando um leve sorriso.

As três mandaram um beijinho para a piscina, fizeram o toque das lideres de torcida e riram junto com os outros da situação. Ashley se debatia dentro da piscina pelo fato de não saber nadar, o corpo dela imergia e submergia enquanto ela debatia os pés e as mãos.

― O que esta acontecendo aqui, Kim? ― Chaz chegou correndo perto de Kimberly, fazendo a mesma parar de rir.

― Eu sei lá. ― deu de ombro. ― é só aquela nerd que escorregou e caiu na piscina. ― riu, colocando a mão na barriga.

― Você não vale nada. ― Chaz respondeu, balançando a cabeça de leve.

― Nunca vali. ― deu uma piscadela.

O garoto bufou, tirou a blusa e pulou na piscina. Rapidamente ele pegou Ashley pelos braços e a trouxe para fora da piscina.

― Você está bem? ― perguntou enquanto ela tossia. Assentiu. ― Vamos, eu vou te levar para secar essa roupa.

Estendeu as mãos para garota e a mesma  segurou e fez de apoio para levantar.

― EI, EI, acabou o show. Podem voltar a fazer o que estavam fazendo.

O aglomerado foi se desfazendo até que não restou ninguém. Chaz levou Ashley para um lugar que não tinha muita gente, para ser mais especifico na lavanderia da casa dos Bieber.

― Aqui deve ter algumas toalhas. ― Chaz falou, enquanto procurava toalha em uma  das prateleira. ― aqui está. ― pegou uma toalha roxa. ― toma. ― entregou a mesma para a garota.

Ashley estava ensopada. Seus cabelos grudados no rosto, vestido em um tom mais escuro e colado no corpo e tremia. Ela pegou a toalha da mão de Chaz  e jogou sobre suas costas.

― Por que está me ajudando? ― perguntou, com os lábios trêmulos.

― Sei lá. ― deu de ombro e encostou-se a uma das maquinas de lavar. ― eu não sou igual a elas. ― riu.

Ashley retorceu os lábios. Depois daquela resposta o silencio pairou no ambiente, mas o garoto incomodado com aquilo decidiu falar.

― Eu acho que aqui não a roupas para você. ― falou olhando para as prateleiras aonde havia varias roupas dobradas.

― São será preciso, eu só quero sair daqui e voltar para minha casa, sem que ninguém me veja. ― respondeu, acabando de secar os cabelos.

―Quer que  eu te  leve para casa? ― perguntou olhando para a garota.

― Não será preciso. Eu vou pegar um taxi, isso se o dinheiro não tiver molhado. ― olhou para baixo e torceu os lábios.

― Faço questão de te levar em casa. ― cruzou os braços e sorriu. ― vem. ― pegou as mãos da garota e sai puxando-a.

Como a garota havia pedido Chaz passou por um lugar aonde os outros não pudessem vê-la. Eles pegaram um atalho bem conhecido pelo garoto que era por trás da casa, Justin, ele e os outros amigos costumavam usar esse caminho para brincar quando crianças.

Mas a tentativa não foi muito sucedida, pois em partes da passagem havia casais se pegando, o que assustou a pequena Ashley, mas para Chaz achou aquilo normal, pois também fazia isso, e os mesmos não estavam preocupados em quem passava ou deixava de passar por ali. Depois de um tempo saíram pelo portão principal da casa dos Bieber. Eles caminharam pela calçada, aonde havia muitos carros a beira da mesma, até que pararam em frente de um carro que fez o queixo de Ashley cair. Era uma  lamborghini da cor laranja.

― WOW! ― exclamou boquiaberta. ― é sua? ― perguntou apontando para o carro.

― Não. ― o garoto riu. ― é do meu pai, mas vou ganhar uma de presente.

― Seu pai gosta muito de você. ― comentou surpresa.

― Que nada, ele faz isso para tentar suprir a ausência que seu papel de pai causou. ― falou abrindo a porta para que Ashley entrasse.

― Foi mal... ― se desculpou.

― Não é nada. ― apontou para o interior do carro.

Ashley entrou com cuidado no carro e quando viu seu interior ficou ainda mais chocada, por dentro ele era todo de couro e cheirava a novo.  Chaz entrou no carro e se acomodou no banco do motorista, logo depois colocou o cinto de segurança. A garota imitou os gestos dele e ficou imóvel.

 ― Vamos lá. ― o garoto falou, dando partida.

―   Você está lúcido? ― perguntou encarando o garoto.

― Eu acho que sim. ― sorriu e deu de ombro. Ela  olhou assustada. ― estou brincando, eu estou lucido.

Ele arrancou com o carro o que fez Ashley agarrar o banco fortemente e um frio subir em seu estomago.

― Dá pra ir mais devagar? ― perguntou, ainda agarrando o banco.

― Ok! ― falou rindo. ― você me guia até sua casa, ok?

― Sim! ― falou um pouco assustada.

― Você é da turma de robótica, não é? ― perguntou tentado puxar assunto.

― Estou por quê? ― olhou para o garoto.

― Eu também estou. ― falou com sua atenção voltada para a estrada. ― fiquei com raiva de você, sabia? ― olhou de relance para garota.

― De mim? Por quê? ― perguntou receosa.

― seu projeto foi melhor do que o meu. ― riu. ― eu pensei que com aquele braço hidráulico não ia ter pra ninguém. Aí você chega com aquela mão mecânica e vence todo mundo. ― ela riu fraco. ― como você conseguiu fazer aquilo?

― Não foi nada, eu já tinha alguns projetos no papel, e ela já estava quase pronta. ― explicou.

― Você é incrível. ― freio o carro em frente a casa de Ashley.

Ela olhou pela janela e esperou a porta ser destravada, quando a mesma ameaçou abri-la foi impedida.

― Não se mova. ― Ashley tirou a mão da porta e olhou para Chaz. ― deixa que eu abro. ― o garoto sorriu.

Ele saiu do carro e deu a volta, em instantes abriu a porta para que a garota saísse.

― Obrigada. ―  a garota agradeceu.

― Não há de que. ― sorriu e bateu a porta. ― qualquer dia você pode ir a minha casa. ― falou e encostando-se ao carro.

Ashley fechou a cara, aquilo era inacreditável, ele já estava com segundas intenções?

― Ei, calma. ― riu. ― não é nada que você está pensando, é para você ver minha oficina. Tenho vários projetos.

― Ata. ― falou sem graça. ― bom, eu vou entrar. ― sorriu fraco.  ― tchau. ― deu um aceno fraco.

― Tchau. ―  Chaz se desencostou do carro e se aproximou da garota. Tocou seu queixo lentamente e depositou um beijo casto na bochecha da garota.

Como de involuntário seu rosto  esquentou e assumiu uma cor rosada.

― Nos vemos na escola? ― perguntou, quando se afastou.

― Nos vemos na escola. ― confirmou.

 

00 hora e 30 minutos, domingo.

(Casa do Bieber)

 

Bieber subiu as escadas que dava acesso ao segundo andar e caminhou até seu quarto, praticamente se arrastando, pois sua cabeça latejava  como se pregos estivesse sendo enfiados na mesma e para piorar a música alta só piorava as coisas.  Ele entrou em seu quarto se arrastando, caminhou no escuro tropeçando em algumas coisas que ele não conseguia definir e jogou-se em algo que parecia ser a cama.

― Pensei que ia demorar muito. ― uma voz sensual foi ouvida.

Kimberly foi engatinhando na cama até chegar a Bieber, passou as mãos pelas suas costas do garoto, lentamente, até chegar a seus ombros.

 ― O que você está fazendo aqui? ― perguntou trancando os dentes de tanta dor.

― Como o que? Eu estou aqui para te dar seu presente. ― sentou no colo de Bieber, depositando um beijo em seu pescoço.

― Sai daqui, Kimberly. Eu não estou para isso hoje. ― falou, tentando ficar calmo para ver se a dor passava.

― Hã? Como assim? ― parou o que estava fazendo e o encarou. ― você está brochando, é isso?

― Eu não estou brochando, eu só quero te comer ― foi rude. ― SAI DAQUI! ― gritou. Mas se arrependeu, não por ter gritado com a garota, mas sim por sua cabeça doer mais.

Kimberly levantou do colo de Bieber e saiu catando suas roupas que estavam pelo chão, enquanto resmungava coisas.  Depois de tudo está em suas mãos saiu e bateu a porta deixando Bieber sozinho no quarto.

 



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