História Veela - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
Exibições 467
Palavras 6.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui de novo, antes de Novembro! Bom, foi milagre eu consegui escrever com a rotina que eu estou tento, mas eu necessito adiantar essa fic.
Bom, nesse capitulo vocês conhecerão a verdadeira face de uma veela

BOA LEITURA!

Capítulo 38 - A verdadeira face de uma veela


 21 horas e 45 minutos, segunda-feira

( Casa do Chris)

 

Justin estaciona seu carro em frente a residência dos Beadles  e caminha até o portão principal, onde pressiona o botão do interfone e espera alguém atender.

Quem é? ― A voz de Chris soa do outro lado do aparelho.

― Sou eu, babaca, vim pegar o negocio que combinamos. ― Justin falou com indiferença.

― Pode subir direto, cuzão. ― o amigo falou divertido.

O portão abriu-se automaticamente e Justin entrou. O animo do garoto não estava dos melhores, desde que Ashley disse tal coisa a ele, tudo perdeu a graça. Quando chegou a porta logo entrou, atravessou a sala, subiu as escadas e caminhou até o quarto do amigo, que já estava a sua espera.

― O que devo a honra de sua ilustre presença. ― Chris saiu do banheiro balançando os cabelos.

― Não se faça de besta, Beadles, você sabe muito bem o motivo da minha visita. ― Justin se jogou em uma poltrona que havia perto da janela.

― Ei! ― o mesmo levantou as mãos em sinal de rendição. ― eu só estava querendo descontrair. ― vestiu uma blusa que estava jogada em cima da cama. ― o negocio ficou pronto  hoje... ― o garoto caminhou até a mesa, onde ficava o computador, e pegou um pequeno envelope. ― os caras fizeram um bom trabalho. ― entregou o envelope para Justin.

Justin abriu para verificar o conteúdo. O mesmo era uma identidade falsa, a qual, supostamente, pertenceria a Ashley. O garoto sorriu com desanimo.

― Com essa identidade e a transformação que ela passou, será quase impossível alguém barra-la. ― Chris sorriu. ― eles fizeram um ótimo trabalho.

― É! ― Justin respondeu com desanimo.

― UÉ? O que aconteceu? ―Chris encarou Justin com o cenho franzido e uma expressão de confusão.

―   Eu não sei o que será de nós. ― Justin passou as mãos pelo rosto, bagunçando os cabelos.

― Como assim?

― Ashley falou que depois da formatura vai para New York, estuda em Columbia. ― respondeu frustrado.

― Que merda! ― o amigo exclamou. ― e como vai ser? Como vocês vão se ver?

― Eu não sei. Ela disse que viria aqui nas férias e feriados, trabalharia em um restaurante qualquer para se manter e moraria em uma republica.

― Vish.. republicas? ― me encarou, assenti. ― Sabe muito bem que a maioria das republicas tem garotos, não saber? E você sabe muito bem como são as festas da faculdade.

― Você está querendo dizer que....

― Mano, confiar na Ashley é fácil, ela é uma menina direita e tals, mas o difícil é confiar nas festas, sabe muito bem o que acontece quando Ashley bebe, e nessas festas costumam colocar drogas nas bebidas. Aí ferrou tudo!

Na cabeça de Justin começou a passar vários flashes de festas, garotos e a cena de Ashley dançando loucamente em cima de uma mesa. Isso tudo o enlouqueceu.

― Muito obrigado, você acabou de ferrar com minha vida. ― Justin bufou.

― Por que do grilo, irmãozinho. ― Chris o encarou e riu. ― Você pode ir para New York também. Simples!

― Não é tão simples assim, meu mano. Esqueceu que  já tenho tudo nos esquemas para morar em Toronto e jogar nos Raptors? Eu não posso jogar tudo para o ar e ir para New York, não tenho nada lá. ― bufou, altamente frustrado.

― Tinha me esquecido disso. ― Chris coçou a cabeça. ― então porque ela não vai estudar em Toronto? Assim vocês ficam juntos.  

― Eu também propus a mesma coisa, querido amigo, mas ela disse que tal coisa seria impossível. Ela enviou as notas dela só para lá, e a essa altura do campeonato não teria como enviar para nenhuma outra universidade. O ano termina em, praticamente, dois meses, e eu só tenho esse tempo para ficar ao lado dela todos os dias. ― Justin passou mais uma vez as mãos pelos seus cabelos. ― um pouco mais de um mês para tudo isso acabar.

― Que isso, mano. O amor de vocês é forte, vai sobreviver. ― Chris tentou anima-lo.

― Eu sei e acredito nisso, mas como eu vou sair de Toronto para ir a New York, toda semana, se eu vou está jogando? ― encarou o amigo. ― Por que eu  não consigo ficar uma semana sem vê-la. ― bufou. ― Isso está me matando, o jeito é aproveitar cada dia que nos resta.

 

7 horas  e 5 minutos, terça-feira

( Tiger High School)

 

― Então foi isso mesmo que você ouviu? ― Kimberly perguntou, ainda desacreditada, para Cindy.

― Sim, ele disse que a ratinha vai para New York e ele para Toronto. ― Cindy reafirmou o fato contado por ela mesma.

Justin não sabia, mas Cindy escutou a conversa toda, pois a mesma estava no banheiro do quarto de Christian enquanto ambos conversavam. O motivo dela está em tal lugar era mais do que óbvio, Chris e ela tinham um rolo, e era comum a mesma ir para a casa dele para terem relações sexuais.

― Você não podia ter me dado noticia melhor. ― Kimberly falou dando pulinhos de alegria.

―  O caminho estará livra para você, Kim. ― Brooklyn se pronunciou. ― Pois até onde eu saiba você irá para Toronto. ― encarou a amiga com um sorriso malicioso nos lábios.

― Exatamente! ― a loira encarou seu reflexo no grande espelho do banheiro feminino. ― Ai, Ai, Justin! ― suspirou. ― não adianta fugir, você sempre volta para mim. ― mordeu o lábio inferior e deu uma risadinha fraca.

 

***

Ashley estava sentada na terceira cadeira da fileira encostada na parede, a mesma se encontrava de cabeça baixa e fitava sua aliança. A mesma levantou a cabeça quando sentiu uma pessoa ao seu lado, olhou e viu que era seu amigo Malk, mas ele estava diferente.

― Malk? ― o encarou surpresa. ― você está diferente. ― colocou uma mecha atrás da orelha. O garoto riu sem graça.

Malk estava bem diferente do que ela estava habituada ver, seus cabelos não estavam presos ao coro cabeludo, pela quantidade de creme e gel que o mesmo usava, para deixar os fios bem alinhados, os cabelos dele estavam revoltos, os cachos castanhos, nunca antes revelados pelo fato anterior, o mesmo havia trocado de óculos, o mesmo foi substituído por uma armação estilo óculos aviador, o que o deixava mais descolado. Porém, as roupas continuavam as mesmas, só que agora não tão estranhas.

― Você gostou? ― o garoto perguntou enquanto coçava a nuca e encarava a garota.

― Você está.... muito bonito. ― as bochechas de Malk esquentaram.

― Ah.... obrigado! ― sorriu fraco. ― fico feliz que tenha gostado. ― sorriu mais uma vez.

― Muito bem pessoal, o que temos para hoje é um trabalho em dupla. ― o professor entrou na sala anunciando com empolgação. Os alunos resmungaram. ― que isso pessoal? Pensem nisso como uma coisa boa. ― o homem de camisa xadrez colocou alguns livros em cima da mesa que se encontrava perto do quadro. ― nossa jornada já esta terminando... o semestre está acabando e vocês precisam de notas. ― ele sorriu fraco, analisando todos que tinha uma expressão desgostosa. ― o tema do trabalho será propagação das ondas, tema lindo, não? ― encarou todos. ― vamos, se arrumem em duplas.

Começou a movimentação na sala,  os alunos iam para perto de seus colegas, formando as duplas.

― Posso fazer com você? ― Malk perguntou.

― É lógico que pode. ― Ashley concordou com um sorriso. ― chegue mais perto.

A aula de física passou voando, os trabalhos foram entregues e o sinal soou, indicando o termino da aula. Os alunos começaram a guardar seus materiais e ir para os corredores, para assim direcionar-se a suas próximas aulas.

― Qual sua próxima aula? ― Malk perguntou, enquanto antava ao lado de Ashley.

― Inglês, e a sua?

― Biologia. ― sorriu fraco. ― ah... sua carta já chegou?

― Carta? ― ela o encarou e olhou confusa. ― qual carta?

― A da faculdade. ― eles pararam em seus armários, que era um ao lado do outro. ― a minha chegou ontem. ― ele sorriu. ― fui aprovado com bolsa integral. ― falou empolgado. ― ano que vem...Washington aí vou eu. ― a encarou. ― você ainda não recebeu a sua?

―Não. ― Ashley  respondeu cabisbaixa.

― Não fica assim, com toda certeza a sua vai chegar. ― ele  tentou anima-la, mas mal ele sabia que o motivo de tal desanimo era outro.

― Bom, eu estou atrasada para minha aula. ― a garota fechou o armário e ajeitou seu livro no braço. ― vou indo... tchau.

 

***

 

15 horas e 48 minutos

( Casa da Ashley)

 

Ashley estava em seu quarto, estudando para as provas finais, que já estavam próximas, quando ouve sua mãe gritando seu nome no andar debaixo. A garota não pestanejou, deixou tudo o que estava fazendo e desceu rapidamente para ver o que estava acontecendo. Chegando a sala ela encontrou sua mãe com um sorriso de resgar o rosto e um envelope na mão.

― Acabou de chegar para você. ― clara falou empolgada. Ashley caminhou até ela e pegou o envelope de suas mãos. ― abra! – a mãe da garota falou ansiosa.

No envelope havia o brasão da Universidade Columbia, então ela já sabia do que se tratava, e um sentimento a dividiu. A garota, com as mãos tremulas, abriu o envelope e tirou de dentro um papel branco. A mesma começou a ler o que estava escrito em silencio, deixando sua mãe mais curiosa ainda. Quando terminou de ler olhou para a mãe, que tinha um sorriso esperançoso nos lábios.

― Eu passei. ― Ashley falou aérea. ― EU PASSEI! ― gritou, feliz, e abraçou a mãe, ambas pulavam de alegria.

A garota parou com a empolgação ao lembrar do que isso significava em relação ao seu namoro com Justin, distancia. O sorriso saiu de seus lábios e seus olhos encararam o de sua mãe, que por sua vez a olhou sem entender.

― O que aconteceu? ― perguntou sem entender. ― há algo de errado?

Ashley não respondeu, somente se jogou no sofá e começou a fitar o teto, sua mãe sentou ao seu lado e a encarou.

― O que aconteceu, filha? ― Clara perguntou com voz suave.

― Mãe, Justin e eu vamos ter que no separar depois da escola. ― Ashley encarou sua mãe, que a encarou confusa.

A garota explicou tudo, desde a oportunidade do Justin em jogar nos Raptors, até a proposta que ele fez dela largar tudo e ir viver em Toronto com ele. Claro ouviu tudo calada, e só quando a filha terminou de contar, resolveu se pronunciar.

― E o que você sente em relação a isso? ― Clara fez a cruel pergunta.

― Sinto-me dividia. ― Ashley bufou. ― um lado meu sonho, e o outro Justin. Por que eu não posso ter os dois? ― fez biquinho e olhou para Clara.

―Olha, se for para vocês permanecerem juntos o destino vai mexer os pausinhos e tudo dará certo. ― puxou a filha par um abraço. ― você vai ver.

 

***

Depois de alguns minutos conversando com sua mãe Ashley voltou para o quarto e pegou seu celular, ela o encarou e respirou fundo, tomando coragem para discar o nome de Justin. Depois de cinco minutos a coragem veio e ela discou o numero do namorado e colocou o aparelho no ouvido, esperando ele atender, o que não demorou acontecer.

― Alô? ― Ashley falou com voz falha.

Amor? Alguma coisa aconteceu? ― Justin perguntou um pouco preocupado.

― Não, é que.... a carta chegou.

Carta? Que carta? ― o garoto perguntou confuso.

Ela respirou fundo.

― A carta da Universidade Columbia..... eu fui aprovada. ― um silencio se instalou entre os dois.

Meus parabéns .... eu acho. ― e foi a única coisa que ele disse, antes de outro silencio ser instalado. ― desculpa... ― ele disse depois de um tempo. ― eu deveria está feliz por você, mas eu não consigo... e você sabe o porquê. ― ambos suspiraram.

― Eu sei, e também não consigo ficar feliz por completo...

Vamos para Toronto comigo, Ashley. Tudo seria tão mais fácil lá...

― Já falamos sobre isso, Justin... ― ela fechou os olhos e respirou fundo. ― mamãe disse que tudo dará certo, se nosso amor é de verdade nós iremos ficar juntos, e o próprio destino vai se incumbir de fazer isso. ― suspirou mais uma vez. ―  é de verdade, Justin?

Sim, Ashley, por mim é. ― ele respondeu convicto.

― Então tudo dará certo. ― ela sorriu fraco.

 

***

      Uma semana depois....

 

6 horas da manhã, terça feira.

( Casa da Ashley)

 

Ashley engolia o último pedaço do pão e colocou o prato na pia, passou na bancada rapidamente, pegou sua mochila e foi caminhando em direção a porta, mas antes de atravessar a mesma sua mãe a chamou.

― Ashley, onde você vai? ― Clara perguntou enquanto descia as escadas ajeitando sua bolsa no ombro.

― Para a escola. ― Ashley virou e encarou a mãe. ― Não é obvio?

― Você esqueceu que vamos a ao médico hoje? ― A mãe da garota falou assim que chegou perto da mesma.

― Médico? Mas eu não estou doente! ― a garota falou ainda mais confusa.

― Não é por isso, bobinha. ― ela apertou a bochecha da filha. ― vamos, antes que nos atrasemos mais. ― Clara passou na frente de Ashley e foi na direção do carro. Ashley deu de ombros e a seguiu.

― Onde vamos? ― a garota perguntou assim que entrou no carro.

― No ginecologista, Ashley. ― Ligou o carro e deu partida. ― você é está tendo relações sexuais e tem que se cuidar, tem que fazer controle e essas coisas. ― a olhou rápido  e voltou sua atenção para a estrada.

― HÃ? Vou ter que contar tudo para ela? ― encarou a mãe.

― Não precisa contar com detalhes, e além do mais, ela não vai querer saber coisas intimas de vocês, serão apenas perguntas necessárias. ― Clara deu um sorriso confortante para a filha.

Não demorou muito e Clara estacionou em frente a uma clinica, ambas desceram no carro e entraram, logo na recepção Clara perguntou em qual andar ficava o ginecologista, e a recepcionista falou quarto andar, as duas caminharam até o elevador. Demorou apenas dois minutos para as duas chegaram ao quarto andar, na recepção havia poucas pessoas.

― Eu tenho uma consulta marcada. ― Clara disse para uma das garotas da recepção. ― o nome é Ashley Johnny.

― É só esperar, ela será a próxima. ―A recepcionista apontou para a esquerda, onde havia uma sala de espera.

― Obrigada. ― Clara agradeceu, e Ashley e ela seguiram até a sala, onde sentaram e ficaram esperando o atendimento.

Ashley olhava tudo a sua volta  com nervosismo, a garota não gostava de consultório, muito menos médicos, e nem pensar, médicos de partes tão intimas. Só de pensar a garota sentiu-se constrangida. Demorou cerca de quinze minutos torturantes até ela ser chamada. Uma moça de cabelos longos e loiros, olhos claros e óculos apareceu na porta.

―Ashley Johnny? ― chamou pelo nome da garota.

―Aqui! ― Clara respondeu levantando, assim como Ashley e indo de encontro a moça, que abriu passagem para as duas passarem.

―Bom, podem sentar. ― a loira apontou para duas cadeiras em frente a mesa. ― esperem um pouco, Charles já vem.

Quando a moça pronunciou o nome do médico Ashley abriu sua boca em sinal de espanto. Como assim é um homem?  A garota logo encarou sua mãe, com a mesma expressão de espanto. Um barulho foi ouvido e uma pessoa saiu de dentro de uma salinha, e para o alivio da garota era uma mulher, invés de um homem. A mesma tinha cabelos ruivos e compridos, olhos azuis e também usava óculos.

― Bom dia, bela moça. ― A medica sorriu meigamente para Ashley. ― sua primeira vez?

― Na verdade não. ― Clara respondeu para a garota. Mães! ― já trouxe algumas vezes, mas faz um tempinho.

― Hm, ok! ― olhou para os papeis em sua mesa. ― Ashley, não? ― encarou a garota  e a mesma assentiu. ― o que devo a honra da visita? ― olhou para Clara. ― algum problema?

― Não. Não. ― A garota negou rapidamente.

― É que ela perdeu a virgindade, e está tendo relações sexuais constantes com o namorado. ― Ashley corava cada vez mais, enquanto sua mãe falava. ― então a trouxe, para começar a tomar anticoncepcional, essas coisas.

― Hm... ok! ― olhou para Ashley. ―Há quanto tempo você mantem relações sexuais?

― Um pouco mais de um mês, se não me engano. ― abaixou a cabeça e respondeu.

― Hm.. e vocês já fizeram sexo alguma vez sem camisinha?

―Sim... mas foi só uma vez e eu tomei a pílula do dia seguinte. ― respondeu ainda constrangida.

― Hm.. sim. ― anotou algo no papel. ― vá até aquela sala, vista aquela camisola e me espere lá. ― Ashley assentiu e levantou-se.

 

***

13 horas e 45 minutos.

 

Ashley já havia chegado em casa, depois de passar na farmácia e comprar o anticoncepcional que a médica havia receitado. A garota estava deitada em sua cama quando ouviu seu celular vibrar.

“ Por que não foi na aula hoje? “ ― Justin

“ Te enviei varias mensagens, te liguei varias vezes e nada :/  O que aconteceu?” ― Justin

 

“ Desculpa, fui ao medico” ― Ashley

 

“Médico? Por quê? “ ― Justin

“ Esta doente? Quer que eu te leve ao médico, ou leve algum remédio para você” ― Justin

 

“ Não, consulta de rotina” ― Ashley

“ Fui ao ginecologista” ― Ashley

 

“ Homem ou mulher?” ―Justin

 

“ Faz alguma diferença?” ―Ashley.

 

“ Se for homem, sim” ― Justin

 

“ Era mulher” ―Ashley.

 

“ Ainda bem! O que ela disse?” ―Justin

 

“ Fez algumas perguntar e passou um anticoncepcional para eu tomar.” ― Ashley

 

“ Já comprou? “ ―Justin

 

“ Sim” ― Ashley.

 

“ Agora podemos transar sem camisinha” ― Justin

“ HAHAHAHAH” ―JUSTIN

 

“ Justin... você só pensa nisso? Affs” ― Ashley

 

“ É porque com você é muito bom, sabe? Então quero fazer” ― Justin

“Admiti que sem nada é melhor. Eu nunca tive uma foda como a nossa primeira vez. “ ―Justin

 

“ Inesquecível” ― Ashley.

“ Podemos repetir a dose, estou com saudades de você.  Ah, quanto tempo não fazemos isso?” ― Ashley

 

“ Três dias. Três torturantes dias” ― Justin.

“ Podemos nos encontrar amanha, depois da escola, na minha casa. O que acha?” ―Justin.

 

“ Ótimo! “ ― Ashley

 

“ Ok, avisa sua mãe que você vem pra cá, e não esqueça de tomar seu remédio. “ ― Justin.

 

“ Ok! Te amo! “ ― Ashley.

 

“ Também te amo” ― Justin  

    

***

 12 horas e 20 minutos, quarta-feira.

( Tiger High School)

 

Nos corredores, já vazios, de Tiger High School a única coisa que se ouvia era os passos apressados de Ashley, que ia na direção do vestiário, já que tinha combinado de ir com Justin para a casa do mesmo. Ao chegar em frente a porta do vestuário parou, e hesitou em chamar, porém não foi preciso já que três garotos, do time de basquete, saíram.

― Desculpa! ― Ashley chamou atenção dos três, que conversavam distraídos. ― Você pode dizer ao Justin que eu estou esperando?

― Pode entrar Johnny. ― Um moreno, alto de olhos escuros respondeu com um sorriso torto nos lábios.

―Será que devo? ― a garota fez a pergunta para si proria enquanto olhava para a porta.

― Claro. ― um outro garoto respondeu. ― o máximo que você pode encontrar aí é um homem pelado. ― os três riram.

― Eles estão brincando. ― o terceiro falou. ― pode entrar, Justin está aí dentro... somente ele.

― Ok! ― Ashley respondeu com os lábios  entreabertos. ― Muito obrigada. ― falou e entrou. Os garotos foram embora.

Agarota caminhava cuidadosamente pelo vestiário, tudo estava em um completo silencio, nada se ouvia, até que ela chegou uma parte na qual dava para ouvir um barulho de água, provavelmente seria do chuveiro.

―Justin, é você? ― perguntou receosa. Não obteve resposta, então foi se aproximando dos armários, parou e olhou para os lados. ― Onde ele está? ― olhou para os lados.

― Está procurando por alguém, Ashley. ― uma voz rouca soou pelos seus ouvidos, assustando a garota, que tentou andar, mas foi segurada pela pessoa. ― onde vai com tanta presa?

― ME SOLTA! ― ela gritou.

― SHIIIII! ― a pessoa tapou a boca da garota. ― Não grita, amor. ― o falar da pessoa era sujo, e chegava a dar repulsa na garota. Ela não conseguia ver quem era, mas sábia de uma coisa, era um garoto e lhe era familiar. ― Bieber tem sorte. ― o homem roçou os lábios no pescoço de Ashley e aspirou a pele da mesma. ― Gostosa. ― desceu sua mão livre pelo corpo dela apertando os peitos e glúteos.

― ME SOLTA! ― gritou, porém o som saiu abafado. Ela se debateu.

― Shiiii! Quieta, babe! ― a pessoa a encostou contra um dos armários de alumino, causando um barulho alto e fazendo-a gemer de dor.

― Toddy? ― a garota perguntou assustada quando viu o rosto do garoto. Em resposta o mesmo somente sorriu e aperou sua mão contra a boca dela, assim como seu corpo contra o dela.

― Sabe, Ashley... ― ele apertou a cintura da garota. ― eu sempre tive a curiosidade de saber como é transar com você. ― sussurrou enquanto suas mãos subiam por baixo da blusa da garota, e a mesma se debatia, para sair das mãos dele, ou pelo menos,  que ele tirasse suas mãos de debaixo de sua blusa. ― como são seus seios. ― subiu mais suas mãos por baixo da blusa da garota chegando a tocar o sutiã e apetar os seios da garota. Ashley fechou os olhos e deixou uma lágrima cair. ― Não chora, baby. ― ele lambeu a lágrima que caiu do olho de Ashley, a garota sentiu seu estomago revirar e uma vontade imensa de vomitar. ― que isso bebê, vai me negar? ― tentou subir a blusa dela, mas a mesma se debateu e começou a tentar se soltar dos braços dele.

― TIRE SUAS MÃOS IMUNDAS DELA! ― uma voz forte e raivosa soou atrás do garoto, o jogando rapidamente ao chão. ― COM QUE DIREITO TOCASTE NELA? ― ele avançou em Toddy com fúria.

Ashley no momento quem que o garoto foi ao chão ela foi também, pois Toddy eram quem a sustentava. Ainda meio atordoada ela olhou para Justin, que batia com  ira em Toddy, que gritava por socorro. Da sombra refletida no armário dava para perceber que Justin estava transformado, suas unhas enormes e arranhavam Toddy, que tentava se defender, inutilmente.

―Justin.. ―Ashley tentou chamar pelo namorado, mas de nada adiantava, então levantou-se com dificuldade e caminhou até ele, quando viu o rosto do namorado se assustou, Justin estava se transfigurando.

O rosto de Justin estava com algumas veias escuras, e a pele ao redor dos olhos começava a escurecer, seus olhos completamente negros e  os lábios arroxeados. Ashley abriu a boca em sinal de espanto e se manteve imóvel, enquanto Justin batia em Toddy.  As unhas de Justin estavam grandes, mais pareciam garras.

— Oh, meu Deus. — Ashley sussurrou. — Justin, para. — a garota encostou-se ao braço do namorado, para tentar impedi-lo de bater em Toddy.

— NÃO, SAI! — ele rosnou e com um dos braços afastou a garota, fazendo com que ela batesse no armário.

Ashley gemeu de dor, por mais que o gesto foi leve o impacto no corpo da garota foi forte, o suficiente para arremessa-la longe.  Ela encarou o namorado, que emitiu um som parecido com de ave de rapina, isso a assustou. Uma elevação começou a  se formar nas costas de Justin, a pele inflava, a ponto de parecer que iria rasgar, e foi isso que aconteceu, a pele começou a rasgar e de dentro sair penas escuras. Justin sentia-se incomodado e se sacudia, enquanto elas saiam ainda mais formando um par de asas.

Quando as mesmas  saíram por completo, o garoto deu um grito, semelhante ao das aves de rapina, quando estão  atrás de uma presa. As asas eram enormes, as penas eram marrom escuro, com reflexos claros, e brilhavam. Por mais magnífico e surpreendente  que a cena fosse, agora não era hora para comtemplar, Ashley precisava fazer algo o maios rápido possível, antes que o pior acontecesse.

― SOCORRO, ALGUEM ME AJUDE! ― ela gritou o mais alto que pode. ―SOCORRO! ― gritou mais uma vez, mas não obteve resposta.

Com muita dificuldade ela foi se arrastando até onde Justin estava, não adiantava chamar, não adiantava segurar, e nem tentar impedir, a única solução que a garota via era se por na frente de Toddy e deixar ser atingida pelo namorado em fúria. Tal atitude não foi tomada por causa de Toddy, não, não mesmo, mas sim para parar Justin, antes que ele matasse uma pessoa, por mais que uma bruta fera estivesse apossada do corpo dele, o garoto não era um monstro, e muito menos um assassino. Então ela estava decidida a não deixar o namorado tirar a vida do uma pessoa, por mais inescrupulosa que ela fosse.

Ashley quando chegou perto deles não pensou duas vezes e se pôs na frente de Toddy e recebeu as garras de Justin em seu braço, que começou a sangrar no mesmo instante. A garota não pode reprimir o grito de dor que vinha do fundo de sua garganta. O grito foi alto a ponto de fazer Justin parar e a encarar, vendo lágrimas escorrerem dos olhos da garota.  As asas de Justin abaixaram e ele se reprimiu, tentou tocar em Ashley, mas ela recusou, por mais que ela soubesse que o motivo de tal ferimento tinha sido de uma atitude, voluntaria, dela, a garota se reprimiu por causa da dor.

― Ash... ― Justin falou com uma  voz distorcida, bem diferente da natural. ― o que eu fiz com você? ― a tocou. ― amor, olha o que eu fiz. ― ameaçou  colocar mão no ferimento, mas ela recuou antes. ― deixa eu cuidar de você, por favor.  ― Ashley somente assentiu.

O garoto a pegou no colo e levou até  perto dos armário, onde a encostou e pegou o braço ferido, mais uma vez ela gemeu de dor.

― Mas o que aconteceu aqui? ― uma voz, espantada, porém familiar soou pelo vestiário, fazendo Justin e Ashley olhar na direção da mesma. Era Chaz, acompanhado de Ryan e Chris, que intercalavam seus olhares entre Justin e Ashley, as assas de Justin e o corpo de Toddy todo ensanguentado.  ― O que você fez? ― foi até Justin.

― Não o culpe. ― Ashley falou cansada. ― ele só quis me proteger, agora salvem o Toddy, não quero que Justin seja responsável por uma morte. ― a garota pediu.

― Ok! ― Chaz falou confuso. ― mas o que vamos fazer? ―olhou para os lados.

― Me ajuda! ― Justin se pronunciou. ― ela está ferida. ― olhou para o braço de Ashley.

― Cara, você está com asas, Justin! ― Chris exclamou deslumbrado e assustado.

― Ele ainda está vivo, mas muito ferido. ― Ryan disse, enquanto verificava os batimentos cardíacos de Toddy.

― Menos mal. Temos que da um jeito nisso e rápido. ― Chaz falou pensativo. ― Chris e Ryan, tranquem o vestiário, ninguém pode entrar aqui. ― os dois assentiram e foram fazer o que o amigo havia pedido. ―Justin... ― ele se aproximou do casal. ― Lágrimas de veela tem poderes curativos, lembra? Tente derramar lágrimas em cima do ferimento de Ashley, então veremos como funciona.

O garoto assentiu e levou o braço de Ashley para mais perto de seus olhos. Não precisou nem de fazer esforço, bastou ele pensar na namorada ferida que as lágrimas vieram. Uma. Duas. Três. Quatro  lágrimas foram necessárias para o machucado cicatrizar de uma maneira instantânea, deixando a pele totalmente reconstruída. Ele viu o resultado, sorriu e abraçou a amada com força.

― Bom, agora você tem que fazer isso com o Toddy. ― Chaz falou, os fazendo afastar.

― Eu não vou fazer isso para esse cretino. ― olhou para Toddy com indiferença.

― Você precisa, amor. ― Ashley acariciou o rosto do garoto. ― eu não quero que você seja responsável por uma morte. ― falou com calma. ― Faça isso por mim, por favor.

Mesmo relutante Justin  cedeu. Levantou de onde estava e caminhou até perto de Toddy, que gemia, agonizando, no chão.

― Tente pensar na coisa mais triste que te aconteceu. ― Chaz falou. ― o estrago nele é grande, vai precisar de muita lágrima.

Justin bufou alto e encarou o indigesto no chão. O garoto fechou os olhos e começou e vascular em sua memorias os momentos mais tristes pelo qual ele já havia passado. Não foi difícil encontrar, todos eles estavam relacionados a falta de Ashley. A noite do baile beneficente, a indiferença dela para com ele, as noites em claro que ele passou, todas as lágrimas derramadas, e com isso ele foi vivenciando tudo de novo, as lágrimas escorriam pelas suas bochechas e caiam sobre o corpo de Toddy.

― Isso, Justin. Continua chorando. ― Chaz falou.

Foram necessário cinco minutos de lágrimas para o estrago ser reparado. As lágrimas de Justin eram poderosas, mas não tanto quanto a de uma veela pura, coisa que o garoto não era.

― O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COMIGO? ― Toddy perguntou assustado, olhou para Justin e se assustou mais ainda. ― SAI DE PERTO DE MIM, SAI! ― o garoto gritava enquanto se afastava de Justin.           

Não teve como não rir da cara de espanto de Toddy.

― Como vamos fazer com ele agora? ― Chris perguntou, enquanto ria.

― Vamos desmaia-lo. ― Chaz falou.

― É para Já´. ― Ryan respondeu acertando um soco, de punho bem fechado, no nariz de Toddy, o fazendo cair no chão com o nariz sangrando e já desacordado.

― É muito fraco mesmo. ― Chris falou, enquanto ria. Todos riram. ― o que vamos fazer com ele? Vamos deixar aqui?

― Não, levem ele paro auditório e o deixe em lima das cadeiras, quando ele acordar, provavelmente não se lembrara de nada, e mesmo se lembrar, ninguém acreditara no que ele disser, afinal, isso tudo é muito surreal para a compreensão de qualquer um. ― olhou para Justin e sorriu de lado.  ― leve-o, e eu tirarei o Justin daqui.  

― Ok! ― Chris e Ryan concordaram e foram saindo com Toddy.

― Vamos embora? ― Chaz levantou do chão, assim como Justin e Ashley.

― Me diz como eu vou fazer para sair daqui com essas asas? ― Justin perguntou.

― Acho que tem um jeito. Não há quase ninguém na escola, dá para sair sem ser notado.

Eles assentiram e caminharam para fora do vestiário, passaram pela quadra, que tinha uma saída que levava direto ao lado externo da escola. Não tiveram dificuldade em chegar até o estacionamento.

― Como eu vou ir dirigindo com essas asas? ―Justin questionou.

― Vamos fazer o seguinte, você veio de picape, o que é bom, pois assim você pode ir na carroceria.

― E ser visto por todos? Não, nem pensar. ― Justin negou.

― Nós pegaremos uma rota alternativa, vai demorar mais, porém miguem vai te ver. ― Chaz falou, Justin resmungou, mas cedeu. Tirou a lona que cobria a carroceria e pulou na mesma, sentando desconfortavelmente, por causa das ases. Ashley entrou junto com Chaz. ― Justin, segure firme. ― Chaz gritou lá de dentro. 

 

***

( Casa do Justin)

 

Chaz estacionou o carro bem próximo da casa e saiu, seguido de Ashley, Justin pulou da carroceria.

― Pronto, está entregue. ― Chaz disse. ― quer que eu ajude a entrar em casa?

― Não será preciso. ― Ashley falou. ― deixa que eu cuido dele agora. ― sorriu fraco.

―Ok! ― deu de ombros. ― então.. tchau, qualquer coisa me liga. ― e então Chaz se foi.

― Vamos entrar? ― Ashley perguntou para Justin, que apenas assentiu.

Eles entraram na casa e a mesma estava silenciosa, provavelmente só quem deveria está eram os empregados. Subiram as escadas com dificuldade, pois as asas de Justin esparravam nos movem e quase os derrubava, Ashley sofreu para tentar deixar tudo em pé.

― Como eu vou fazer com essas asas? ― Justin reclamou olhando para Ashley. Ela respirou fundo e bufou.

― Elas vão desaparecer, basta ter calma. ― a garota tentou consola-lo. ― deixa eu ver seus dedos. ― Ashley pediu e Justin os estendeu, os mesmo não estava com unhas gigantescas, mas sim machucados, causados pelas garras. ― vou no banheiro pegar algo para limpar isso, fiquei aqui. ― ele assentiu.

Justin sentou no chão e ficou esperando pela namorada, que não demorou e voltou com uma caixinha de primeiros socorros, que encontrou no banheiro. Ela começou a limpar os ferimentos, Justin reclamava, e quanto isso acontecia suas asas se oiriçavam. Depois de quinze minutos os dedos deles estavam todo com curativos.

― Elas ainda são sumiram. ― Justin mais uma vez reclamou.

― Fica calmo, amor. ― Ashley pediu. ― elas vão sumir, basta ter calma. ― ele assentiu. ― faz assim, vamos dormir e quanto acordarmos ela já vai ter sumido, tá legal?

― Ok!

Ashley e Justin deitaram não chão e adormeceram, enquanto acariciavam o rosto um do outro.

 

***

17 horas e 45 minutos

 

Ashley acordou desconfortável e sentou no chão, quando olhou para Justin viu que as asas não estavam mais lá.

― Justin.  ― Ela o chamou. ― Justin! ― o sacudiu.

― O que aconteceu? ― o garoto acordou assustado.

― Suas asas... ― ela apontou. ― sumiram.

― Oh Deus! ― ele exclamou surpreso. ― ainda bem. ― falou aliviado. ― mas minhas costas estão doendo. ― reclamou.

― Me deixa ver. ― pediu. ― nossa, está machucada. ― falou olhando os dois ferimentos que tinham nas costas do garoto. ― acho que isso não vai sarar com pomada. ― falou pensativa. ― acho que você vai ter que chorar.

― Não quero chorar de novo. ― o garoto resmungou.

― Quer que eu te bata? ― a garota ameaçou.

― Que agressividade amorzinho. ― falou rindo. ― tá bom, eu choro, mas você vai ter que cuidar de mim, de outro jeito.  ― sorriu de lado.

― Fechado. ― Ashley concordou. ― agora chora no algodão. ― o entregou um pedaço de algodão.

Justin fez da mesma forma que horas atrás , e não demorou para o algodão ficar encharcado. Ashley passou o mesmo no ferimento de Justin, que foi cicatrizando na mesma rapidez que o de Toddy e o dela. Foi questão de cinco minutos, até está tudo perfeito.

― Acho que vai ter que ficar para a próxima. ― Ashley olhou para o relógio. ― está na hora de ir para casa.

― Nem uma rapidinha? ― Justin resmungou. ― temos que comemorar, amor. ― a puxou e abraçou a cintura da garota.

― Não vai dar mesmo, amor. ― ela o beijo com rapidez.

― Ok! ― Justin bufou e cedeu. ― seu aniversario está chegando e o seu presente já está comprado. ― falou antes soltar cintura da garota.

― Me conta o que é. ―Ashley pediu com curiosidade.

― Não! ― ele riu. ― seu aniversario está chegando, e os seus presentes estão aguardando por você. ― beijou o umbigo da garota. ― vai ser tão prazeroso. ― ele falou.

― O que você está aprontando? ― ela arqueou uma das sobrancelhas.

― Eu te amo. ― ele disse sorrindo abertamente. ― agora vamos, tenho que te levar para casa.

― Justin... ― ela reclamou.

― Vamos resmungona. Prometo que no carro eu te mostro o que é. ― ele sorriu de lado.

― Promete?

Ele a puxou pela cintura e a beijou de forma urgente, a fazendo perder o folego.

― Prometo! ― respondeu assim que afastou seus lábios dos dela. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, no proximo capitulo eu vou adiantar as coisas, pois preciso colocar essa fanfic na reta final , ela tá ficando maior do que eu esperava. é isso.
proximo capitulo teremos uma passagem de tempo e o aniversario da Ashley, e junto é claro, algumas badalaçoes.
Para os que querem ver a Ash descobrindo sobre as fotos do dia da Pool Party, no proximo cap já teremos o desenrolar dessa história.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...