História Veela - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
Visualizações 1.578
Palavras 1.709
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Começo


03horas e  11 minutos, domingo.

                        (Casa do Bieber)

 

            Os gritos agonizantes do garoto poderiam ser ouvidos por qualquer um em um raio de um quilometro de distancia, de tão alto que eram. Justin se contorcia na cama, seu corpo doía, parecia que ele estava sendo chicoteado com algum silício quente, a dor era incalculável.

            Para completar a “merda”, a essa hora não havia mais ninguém em sua casa, os “colegas” que estavam na festa já tinham ido embora,  e os funcionários que trabalharam na festa também, dessa vez ele estava sem quem recorrer.

            Com muita dificuldade ele levantou e com muita dificuldade foi se arrastando até a cômoda, onde estava seu celular. Apertou o botão para desbloquear e a luz forte da tela quase o cegou, o que fez sua cabeça doer ainda mais. Fui até a agenda telefônica e ligou para Chaz. O garoto ficou esperando até seu amigo atender.

            ― Alô, Justin? O que está pegando? ― perguntou com voz de sono.

            ― Chaz, você precisa vir até aqui. ― falou com dificuldade.

            ― o que esta pegando, irmão? ― começou a ficar preocupado.

            ― eu não sei explicar, só sei que não estou bem. ― deu um berro de dor.

            ― Justin...

            ― vem rápido, Chaz. ― falou trincando os dentes.

            E essas foram as ultimas palavras que conseguiu pronunciar antes de desmaiar.

                        00 horas e 30 minutos, domingo.

                                   (Casa do Chaz)

 

                        Chaz levantou rapidamente da cama vestindo a primeira calça que viu pela frente. Pegou seu celular e discou o numero de Ryan, o garoto não demorou a atender.

            ― Ryan?

            ― o que foi, viado? ― respondeu com voz de sono. ― você me acordou, sabia?

            ― precisamos ir a casa do Justin agora. ― falou enquanto pegava uma blusa qualquer em seu imenso closet.

            ― mas nós saímos da casa dele não tem muito tempo. ― retrucou.

            ― cara, é serio. O Justin me ligou gritando de dor. ― vestiu a camisa. ― ele não esta bem.

            ― eita porra! ― exclamou. ― Liga pra ambulância e eu ligo pro Chris. Nos encontramos lá.

            ― ok! ― confirmou.

            Demorou muito e o garoto ligou pra ambulância, passou todas as coordenadas, acabou de se arrumar e desceu sem fazer muito barulho até a garagem. Pegou o carro do seu pai que já estava pelo lado de fora da garagem e entrou no mesmo. Deu partida e saiu cantando pneu.

                        00 hora e 50 minutos, domingo.

                        (Casa do Bieber)

            O barulho das sirenes da ambulância já poderia ser ouvidas, assim como os motores dos carros dos garotos. Todos estacionaram e saíram rapidamente de seus respectivos carros, eles adentraram aos portões da mansão Bieber e caminharam juntos com os paramédicos até a casa principal.

            Entraram na casa sem dificuldade, pois a porta estava aberta. Subiram direto para o quarto de Justin, acenderam a luz e tomaram um susto ao ver o amigo jogado no chão tremendo e suando rios.

            ― deixa com a gente. ― os paramédicos disseram. Eles recuaram.

            Rapidamente eles pegaram Justin e o colocou em uma maca. O imobilizaram e colocaram no oxigênio.

            Os garotos ficaram no quarto enquanto os paramédicos levavam seu amigo. Eles se entreolharam e olharam o quarto, o mesmo estava um perfeito caos.

         — o que aconteceu com o Justin? — Chris pergunta.

         — eu não sei, ele me ligou de madrugada gritando de dor e pedindo ajuda. — Chaz respondeu.

         — Mas se ficarmos aqui não iremos descobrir nunca. Temos que ir para o hospital. — Ryan se pronunciou.

         — tem razão. — Chaz concordou. — vocês vão na frente, enquanto eu procuro os documentos dele.

         — ok! — confirmaram. — nos vemos no hospital então. — o garoto assentiu.

         Os dois caminharam para fora do quarto deixando do garoto sozinho no mesmo. Ele não perdeu tempo e começou a procurar nas gavetas do amigo, ate que em uma delas achou uma carteira.

      Por necessidade do momento ele  abriu para verificar se os documentos estavam realmente ali, e estava. Colocou a mesma no bolso e saiu do quarto rapidamente, desceu as escadas correndo e deslizando a mão pelo corrimão de metal.    

     Quando chegou a sala, analisou ao seu redor e correu para a saída. Chegou a área externa da casa e de lá foi correndo até seu carro, aonde entrou e deu partida.

            4 horas e 40 minutos, domingo

                  ( hospital de Stratford)

     

      Todos já estavam no hospital e Bieber estava consciente. O mesmo estava deitado em um dos leitos que eram divididos por uma cortina. Bieber  estava um pouco sonolento.

       — cara, você deu um susto e tanto na gente. — Chris falou rindo.

      — pode acreditar, até eu me assustei. —sentou com dificuldade na cama. — foi uma coisa muito estranha, parecia que havia uma coisa dentro de mim que  queria se destruir ou coisa assim.

       —nossa, que bizarro. — Ryan apoiou os braços no pé da cama.

       —mas agora está tudo bem, o médico falou que você vai passar o restante da noite aqui, em observação. — Chaz contou.

      — isso é tudo o que eu mais quero. — falou com ironia.

      — olha pelo lado bom, irmão. Tem algumas enfermeiras gatas nessa ala. — Chris falou rindo.  Todos riram.

      

       Todos pararam de rir quando ouviram um alvoroço do outro lado da cortina. Dava para ouvir perfeitamente uma mulher gritando dizendo que queria ver seu filho.

       — Katherine. — Justin sussurrou ao reconhecer a voz.

       A mulher entrou esbaforida afastando as cortinas e logo agarrou o garoto que estava deitado no leito e o apertou em seus braços.

        — assim você vai quebrar todos os meus ossos, Kath. — reclamou.

       — o que aconteceu com você? Está machucado? Está bem? Diz pra mamãe, diz bebê. — afrouxou seus braços.

        — precisa usar esse palavreado na frente dos outros? — amarrou a cara.

       Ele simplesmente detestava que Katherine falasse assim com ele, afinal, ele já era um homem. Ainda mais na frente de seus amigos.

     Ah, falando nos amigos, os mesmos estavam sufocando o riso com as mãos para não gargalhar na hora. Justin os fuzilou com os olhos.

       — sua mãe só está preocupada com você. Que mal a nisso? — James, seu pai, entrou  já repreendendo o garoto.

       Bufou e revirou os olhos.

       — mas precisa me chamar bebê? — falou cruzando os braços.

        —quando você vai sair daqui? —  Katherine perguntou olhando para o garoto.

       — o médico falou que não foi nada de grave, mas por precaução ele vai passar a noite aqui em observação. — Chaz passou a informação.

      — você vai ficar bem? — Katherine  perguntou preocupada  para Justin, o garoto assentiu. — tem certeza?

      — sim. ―revirou os olhos

 

           11 horas e 05 minutos, domingo.

                      ( Casa do Bieber)

    

           — tem certeza que você não vai precisar de nada? 

         Katherine perguntou pela milésima vez ajeitando os travesseiros da cama do garoto.

         — sim. — confirmou pela milésima vez. — eu só quero descansar um pouco.  — passou as mãos pelo rosto.

        — então, está bem. — parou de ajeitar os travesseiros. — vou deixar você descansar. — depositou um beijo nos cabelos do garoto.

       Assentiu. Ela caminhou até a porta e a fechou.

       O garoto analisou seu quarto e bufou. O mesmo estava um perfeito caos, estava tudo revirado. Mas o motivo da frustração não era esse e sim não saber o que levou aquilo tudo  aconteceu.

      Passou as mãos pelo rosto e cabelos com frustração. Jogou o corpo para trás e afundou a cabeça no travesseiro macio de plumas e fechou os olhos.

      Não demorou muito e o sono veio. Seu corpo estava exausto, o mesmo implorava  por descanso.

 

         12 horas e 20 minutos, domingo.

     

        “ Justin se viu em um grande salão, o mesmo era repleto de portas em suas extremidades. Ele girou em torno de si mesmo para tentar se localizar, mas ficava difícil, pôs parecia que tudo a sua volta era exatamente igual .

       De repente um cheiro bom de flores do campo invadiu suas narinas de uma formar arrebatadora. O garoto se sentiu hipnotizado por aquele cheiro.  Olhou ao seu redor novamente para tentar encontrar a origem de tal cheiro, mas não teve sucesso.

        Uma das portas se abriu e junto com ela  uma brisa, que espalhou o delicioso cheiro por todo o ambiente. Aos poucos a silhueta de uma garota foi aparecendo. Ela trajava um vestido rosa claro e seus cabelos estavam ao vento.

        Ela  era a dona do cheiro. Ele começou a caminhar ao encontro da garota, mas quanto mais andava mais distante ficava, e aquilo o irritava.

       A garota, de pele clara e cabelos longos da cor castanho chocolate, percorri toda a sala espalhando ainda mais seu cheiro. Justin a seguia com os olhos para tentar ver seu rosto, mas era impossível. O mesmo era tampado por seus cabelos esvoaçantes.

         ― deixa eu te ver. ― pediu encarecidamente.

         A garota parou de costas e a brisa sessou.

 — vem, vem até a mim. —  a garota  falou com uma voz doce.

         —  eu não consigo. —  falou indignado tentando andar.

         — claro que consegue. — soltou uma risada. ― vem, vem ficar comigo.

         Ela caminhou até uma das portas e pela mesma entrou. Justin se viu desesperado, pois pensou que não veria a garota nunca mais. Com uma força descomunal ele conseguiu se desprender do lugar e correu ao encontro da garota. 

         Antes que a porta se fechasse ele entrou. Nada, isso era o que havia do outro lado da porta, nada além de um vazio branco. Justin se sentiu frustrado, ele havia perdido a garota de vista.

         Respirou fundo para ver se sentia o cheiro dela, mas aos poucos o mesmo foi se dissipando. “

       

         O garoto se debatia de um lado para outro enquanto dormia. Parecia que ele estava aprisionado dentro do próprio corpo. Ele tremia e resmungava coisas que não dava para compreender.

         Por muito custo ele conseguiu abrir os olhos e sentou na cama rapidamente e ofegante. Sua respiração estava ofegante e descontrolada, suas pupilas estavam dilatada. Ele olhou para  si mesmo e percebeu que seu corpo pingava suor.

         Resolveu levantar e tomar uma ducha bem gelada. Caminhou com dificuldade, pois estava um pouco sonolento. Despiu-se rapidamente e entrou no box, ligou o chuveiro e deixou a agua gelada cair sobre seu corpo. Sua respiração foi se normalizando, mas seus pensamentos não. Os mesmos ainda estavam na garota do sonho, o cheiro dela ainda estava em suas narinas. Aquilo foi tão intenso que o garoto não conseguia acreditar que havia sido somente um sonho.   


Notas Finais


então, quem é a garota? rs
#comentem


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...