História Veela - Capítulo 45


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
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Palavras 6.616
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, babes. Então, eu quero pedir desculpas pela enorme demora. Eu deveria ter portado esse capitulo a semanas atrás, mas não consegui.

Agora vamos ao meu surto. CARALHA ESTAMOS NO PENÚLTIMO CAPITULO. eu não acredito que meu amorzinho está chegando ao fim. Ai ai.

Primeiro quero pedir desculpas pelo Hot, eu não achei ele bom, refiz umas três vezes, mas ainda sim não ficou como eu queria., :( ..

Mas nada a declarar.

BOA LEITURA.

Capítulo 45 - Big Day


 

Todos já estavam preparados para entrar em quadra, o treinador chamou todos para passar as últimas instruções, incentivar e desejar boa sorte.

UM. DOIS.TRÊS. TIGER HIGH — eles gritaram em uníssono e foram na direção a quadra.

A cada passo estavam mais perto da quadra e assim como da euforia de todos. As portas foram abertas e ouviram as ovações. O mascote do time estava  em quadra junto das líderes de torcida. Todos cantam o coro de incentivo ao time.

O árbitro chamou os capitães dos times para decidir quem começaria, como cortesia Justin permitiu que o time adversário desse início. Assim foi feito, todos em suas posições, o apito foi soado e a partida teve início.

Os adversários não eram fáceis, eles tinham jogadas sincronizadas, um bloqueio bom, mas os garotos de Tiger High não ficavam para trás, eles haviam se dedicado, treinado e estavam dando o melhor de si. Aquele era o jogo decisivo, não só para o campeonato, como para a vida de muitos deles.

O primeiro tempo terminou com o time da casa na frente, mas isso não era motivo de comemorar, era uma vantagem muito pequena, e um arremesso poderia virar o jogo contra eles. Todo cuidado era pouco, eles tinham que entrar lá e arrebentar.

Cinco minutos de intervalo, as líderes de torcida entram em quadra novamente para fazer suas apresentações, enquanto os jogadores vão para o vestiário. Não era momento para relaxar, o treinador botava pressão para que dessem tudo de si, aquilo mudaria vidas. Como incentivo o treinador contou que havia olheiros de dois grandes times. Justin estranhou, pois já sabia que o olheiro dos Raptors estaria lá, mas quem seria o outro?

O intervalo teve fim e era hora de voltar para quadra. Logo de início o adversário marcou ponto saindo na frente, os garotos não se abalaram, afinal, o jogo não estava terminando. Começaram a fazer passes, aumentar os bloqueios e fazer mais cestas. Isso foi indo e foi indo até chegar nos minutos finais. O placar não estava favorável para ninguém. Empate.

Faltava poucos minutos, todos corriam pela quadra com um único intuito, fazer a última cesta. A bola estava no domínio do adversário, Justin estava próximo a cesta adversária, mas conquistar a bola estava sendo tarefa difícil para a equipe de Tiger High. Ryan, juntamente e Tony foram ao encontro do que possuía a bola e a tomou, agora era correr e marcar. Passando para Toddy, Chris, Chaz, até chegar em Justin.

A distância de Justin e Chaz era grande, bloqueado o garoto tinham dois, mas agora era arriscar. Faltavam segundos para o término. Chaz deu impulso e arremessou a bola para Justin. O garoto por sua vez virou rapidamente para trás e começou a correr em direção a cesta, e antes de perder a posse da bola ele saltou arremessando-a consigo.

Tudo pareceu passar em câmera lenta naquele momento, todos com os olhos vidrados na bola, tanto os jogadores, como a torcida. Tudo só foi voltar ao normal quando o barulho indicando o término do jogo foi ouvido.

Era comemoração, a bola tinha entrado na cesta e a equipe de Tigh High era a mais nova campeã. Os jogadores do time vencedor foram todos ao encontro de Justin, abraça-lo e comemorar a vitória, na arquibancada todos comemoravam.

Passados poucos minutos trouxeram o troféu dos campeões e entregaram a Justin, o capitão do time. Chaz e Ryan o carregaram nos ombros pela quadra, sendo acompanhados pelo resto do time, o mascote, as lideres de torcida e mais alguns. Era só comemoração e flashes.

Depois das coisas um pouco mais calmas os jogadores foram para as arquibancadas receberem os abraços dos familiares, amigos e colegas. A felicidade era imensa. Logo que chegou perto da arquibancada Justin foi recebido com o abraço caloroso de Katherine e James, o pai logo quis puxa-lo para outro canto, só que Justin se manteve firme, ele estava a procura de uma pessoa, Ashley.

Olhando para os lados Justin procurava a garota, só que em meio a  tanta gente ficava até difícil, mas ele não desistiu. Mesmo com as pessoas chamando por ele, o mesmo continuou a procurar a garota, e foi perto de uma das estruturas auxiliares, que haviam colocado, que ele encontrou-a. A mesma estava com o olhar perdido, como se procurasse por alguém. Justin sorriu e foi de encontro a ela.

Passando por vários obstáculos vivos ele chegou e ficou cara a cara. Não tiveram tempo de trocar nenhuma palavra antes do ato por parte do garoto, ele envolveu seus braços pela cintura dela, colou os corpos e a beijou. Ashley não teve tempo de assimilar as coisas, mas sabia de uma coisa, o gosto do beijo era inconfundível, era Justin. Não se importando com o fato do corpo do garoto está lavado em suor ela o agarrou e o beijou com afinco. Depois de todo aquele tempo a sintonia era perfeita, corpo correspondia aos estímulos um do outro, a famosa corrente elétrica percorria o corpo de uma inexplicável.

A garota já sentia a falta de ar, mas não se desconectou, pois Justin não se deixava afastar. Depois de alguns  segundos eles se soltaram, Justin ia dizer algo, mas foi puxado por alguém, a última coisa que ele mandou para Ashley foi um beijo e um sorriso verdadeiro.

— O que está acontecendo? — Justin perguntou.

— Tem um pessoal querendo falar com você. — um dos preparadores físicos respondeu.

Não demorou muito e dois homens, de terno, corrente de ouro e posse de manda chuva o cercou.

— Então essa é nossa estrela? — um deles falou.

— Desculpa, mas quem são vocês? — o garoto os questionou.

— Estamos aqui para fazer uma proposta a você. — o mais claro respondeu.

— Queremos te convidar para jogar no….

Antes que ele pudesse completar a frase Justin o interrompeu dizendo:

— Não, muito obrigado. Eu já recebi uma proposta dos Raptors e eu não posso aceitar.

— Bem, será uma pena não ter você no Knicks. — o homem lamentou.

— Perai! — Justin chamou a atenção dos dois. — vocês são do New York Knicks? — eles assentiram. — o Knicks , Knicks?

— Claro, ou você conhece mais algum?— o outro brincou.

— Cara, não acredito. — o garoto riu. — esquece o que eu disse. Eu aceito.

Os dois caras comemoraram.

— Você fez uma ótima escolha, garoto. Nós faremos de você um grande jogador. 

— Eu não tenho dúvidas. — o outro completou.

— Quando nós podemos tratar de negócios? — Justin perguntou empolgado.

— Vejo que está realmente muito empolgado para jogar. — um deles falou.

Era notório a empolgação de Justin, mas não pelo fato do  New York Knicks ser um dos times mais considerados dos Estados Unidos, e nem por serem um dos mais valiosos da NBA, a empolgação do garoto era outra, totalmente diferente. Ashley, esse era o nome que causou tamanha empolgação. Jogando nos Knicks ele poderia ficar mais perto de Ashley, uma aproximação poderia melhorar a relação dos dois é não esfriar mais ainda.

— Podemos tratar de negócios amanhã, se você quiser. — um dos olheiros disse.

— Pra mim tudo bem, eu vou falar com meu pai, ele é advogado. — Justin completou. — PAI. PAI. — ele o chamou.

James logo ouviu e foi de encontro ao filho.

— Eu estava te procurando mesmo, o Caio, dos Raptors está querendo falar com você, ele vai te levar. — James falava super empolgado.

— Esquece isso, eu não vou. — Justin falou sorrindo, fazendo o sorriso do rosto de seu pai desaparecer.

— Como assim não vai? É uma ótima oportunidade e…

— Eu fui convidado para jogar no Knicks de New York.. de NEW YORK. — a empolgação do garoto era visível.

— Os Knicks, aquele famoso? — James perguntou ainda sem acreditar.

— Sim, velho. — Justin respondeu.

James o abraçou forte e o parabenizou. Justin falou para o pai que arrumasse a papelada e conversasse tudo com os olheiros. Se afastando um pouco o garoto foi abordado mais uma vez, só que desta vez foi pelos olheiros dos Raptors.

— Grande Bieber, esse é meu garoto. — Caio bateu nas costas de Justin com uma empolgação notória. — não vejo a hora de te ver em ação junto com o time.

— É… Caio… precisamos conversar.

— Que tal conversámos quando estivermos assinando as papeladas, hein?

— Eu não vou jogar nos Raptors. — Justin jogou tudo na lata, não podia segurar mais.

Caio o olhou confuso, ele tinha a certeza de que Justin seria de seu time e aquilo foi um balde de água fria.

— Como assim não vai mais fazer parte da nossa equipe ?

— Desculpa, mas os caras do Knicks acabaram de me fazer uma proposta  e eu não tive como recusar.

O homem o encarou por alguns segundos tentando processar todas as informações.

— Sei que o Knicks é um time muito bem conceituado e tudo mais, mas creio que podemos oferecer mais a você, dobramos até o valor de oferta, você vale muito.

— Desculpa, Caio, mas nem pelo o triplo eu vou para os Raptors. Não é nada contra o time e nem o desmerecendo, se fosse a outras circunstâncias eu aceitaria ir para o Raptors de boa, mas eu não quero ficar longe da minha namorada. Ela vai morar em New York e assim posso ficar próximo a ela. Nada e nem dinheiro no mundo pode comprar isso. — ele sorriu. — obrigado pela oportunidade. — abraçou Caio. — mas há mais estrelas aqui, como Ryan já vai, leve o Toddy, ele é um grande jogador.

Justin sorriu e se afastou. Ele voltou a procurar por Ashley, só que não a encontrou.

 

***

 

Dia seguinte….

 

Depois do jogo Justin saiu com o restante do time para comemorar, o que importava nesse momento era comemorar. Tudo estava dando certo. Todos foram para um bar e beberam e depois a maioria foi para uma boate, terminar a noite, já Justin decidiu ir para casa descansar.

Na manhã seguinte o garoto acordou com o barulho de alguém batendo na porta. Ainda sonolento o garoto abre os olhos e olha ao seu redor. Mais uma vez a pessoa bate na porta.  Justin aperta os olhos e encara a porta.

—  Quem é? — questiona um pouco desgostoso.

— Seu pai. — James responde do outro lado da porta. — é melhor se aprontar temos reunião com os pessoas dos Knicks daqui a uma hora e meia, eles já estão com o contrato, e precisam voltar para New York ainda hoje.

Justin levantou rapidamente e foi em direção ao banheiro, despiu suas poucas peças de roupa e entrou no box. Com a água na temperatura fria ele tomou um banho rápido, o suficiente para despertar, quando acabou saiu do banheiro já enxugando o corpo com a toalha e caminhando até o closet.

Procurou rapidamente uma roupa apresentável, pegou uma calça jeans, uma camiseta preta e uma jaqueta de um time de futebol americano. Ainda dentro do closet Justin vestiu uma boxer e levou o resto da roupa para o quarto. Assim que deixou as peças de roupa em cima da cama seu celular começou a vibrar. Era uma ligação de Chris.

―Alô? ― falou assim que pôs o celular no ouvido.

Fala, filho da puta. ― Chris respondeu empolgado do outro lado da linha. ― vai vir na festa hoje, né viado?

― Vou não, cara. ― falou com desanimo enquanto vestia a calça.

O QUE? ― gritou o outro lado da linha. ― COMO ASSIM VOCÊ NÃO VAI VIR NA FESTA? É A ÚLTIMA ANTES DA FORMATURA, VÉI.

― Eu não estou afim, tá legal. ― abotoou a calça. ― não tem nada que me faça ir. ― bufou.

Nem se eu disser que sua mulher vai vir?

― O QUE? ASHLEY VAI NA FESTA?

― É ué? Ou você tem outra mulher? ― riu. ― ela falou que vem. Até o nerd do Malk vai vir.

― Que horas essa porra vai começar? ― Justin falou animado, enquanto vestia a camisa.

Hoje às oito e meia da noite, na minha casa.

― Sua mãe liberou?

A velha não tá em casa, mano. ― o amigo gargalhou. ― eu tô no comando.

― Então pode avisar para meus súditos que o rei vai festejar. ― ambos riram.

Te espero então, cuzão.

 

Justin desligou o celular com um sorriso no rosto. Então Ashley iria a festa? Essa seria a oportunidade perfeita!

Ele acabou de se arrumar rapidamente e desceu até a sala, aonde encontrou seu pai com uma pasta preta, que ele costumava usar para trabalhar.

― Pensei que teria que te arrancar daquele quarto. ― James falou impaciente.

― Relaxa, meu velho. ― Justin falou sorridente. ― está tudo nos conformes.

― Já estamos quase atrasados, Justin. ― alertou o filho, quando o mesmo foi em direção a cozinha.

Justin pegou uma bisnaquinha e passou geleia na mesma, comeu e tomou um gole de suco. Isso foi o suficiente para o garoto, que voltou para a sala e seguiu o pai até o carro.

 

***

James estacionou o carro em frente o restaurante em que os caras dos Knicks estavam a espera dos dois. Ambos saíram do carro e entraram no restaurante, olharam para os lados, até  que viram um homem de terno preto acenar. Os dois foram de encontro a eles.

― Grande Bieber. ― um deles levantou e abraçou Justin. ― pensei que não viriam mais. ― disse sorrindo.

― Teve um certo alguém que demorou sair da cama. ― James disse enquanto puxava a cadeira para sentar-se.

― Mas vamos ao que interessa. ― o outro chamou atenção. ― temos que voltar para New York e queremos nosso garoto treinando já no começo do ano. Não podemos perder tempo. ― sorriu.

― Opa. Estou aqui para isso. ― Justin respondeu animado.

 

A conversa foi um pouco longa, conversaram sobre os contratos, sobre data de ida para New York, aonde ele deveria ficar, como eram o teste para entrar no time oficial, como eram as seleções, enfim, todas aquelas burocracias. Justin teria que arrumar seu  visto, passagens e tudo mais.

Por fim Justin assinou o contrato e os caras foram embora. James e o filho ficaram para almoçar, ligaram para Katherine, para que assim todos almoçassem juntos.

O almoço rendeu uma conversa e quando os três saíram restaurante o relógio marcava duas e quarenta e cinco da tarde. Justin pediu o carro da mãe, dizendo que necessitava ir a casa de Chaz, Katherine sem pestanejar entregou as chaves ao filho e retornou para casa junto com o marido.

 

***

 

Justin estacionou em frente a casa de Chaz, saiu do carro e tocou a campainha. Não demorou muito e alguém falar pelo interfone.

Quem é? ― era a voz de Chaz.

― O papai Noel. ― Justin disse sarcástico.

― Entra, Justin. ― Chaz riu e liberou a entrada do amigo.

 

Justin adentrou a residência andando e caminhou até a porta da grande casa. Chaz já estava a sua espera e quando estavam frente a frente fizeram um velho toque.

 ― O que você? ― Chaz logo falou.

― Ashley vai à festa do Chris hoje. ― logo falou.

― Eu sei. ― deu de ombros.

― Preciso tê-la nessa festa. ― Justin encarou o amigo.

― E como pretende fazer isso?

― É por isso que eu estou aqui. ― arqueou a sobrancelha. 

 

***

 

20 horas e 10 minutos

(Casa do Justin)

 

Justin acabara de tomar seu banho, desligou o chuveiro e pegou a toalha, secando o corpo rapidamente e a enrolando na cintura. O garoto foi para o quarto, aonde pegou sua boxer que estava em cima da cama e vestiu. Deu uma ajeitada no elástico da boxer e foi até o closet, olhou e olhou até que decidiu com que roupa iria. Pegou uma calça jeans da cor bege claro, um moletom com toca da cor preto e uma jaqueta marrom claro. Para calçar pegou um tênis de cano baixo branco , que não necessitava de usar meia.

Equilibrando tudo aquilo nos braços ele retornou para o quarto e jogou tudo em cima da cama. Uma das coisas que Justin odiava no inverno era isso, muitas roupas. Se fosse em outras épocas ele iria só com uma blusa de frio bem fina e já estava de bom tamanho, porem, agora que assinara o contrato com os Knicks não poderia se dar o luxo de pegar qualquer tipo de resfriado.

Ainda contrariado ele começa a vestir as peças de roupa. Vestiu primeiro a calça, que era justa ao corpo e logo depois o tênis, foi para o banheiro, passou desodorante e perfume, voltou e vestiu o moletom seguido da jaqueta.

Primeira olhada no espelho e o que refletia era de agrado aos olhos do garoto. Mais uma vez caminhou até o banheiro, dessa vez escovou os dentes, passou enxaguante  bucal e começou a pentear. Seus cabelos estavam um pouco grande, deixou mais ou menos bagunçado e analisou sua imagem no espelho. Sorriu.

O relógio marcava oito e meia,  Justin pegou os óculos que eram para ser de gral, mas as lentes eram normais, colocou no rosto, pegou celular e chave do carro e seguiu para o exterior da casa.

A neve caia deixando o carro parcialmente coberto. Como a estrada estaria escorregadia optou por pegar o carro de sua mãe, que já estava com os pneus para neve e também estava do lado de fora. Assim que entrou sentiu o conforto do carro, o interior estava quente, ao contrario do exterior. Sem mais demora deu partida e seguiu para seu destino.

***

21 horas e cinco minutos

(Casa do Chris)

 

O som alto poderia ser ouvido de longe, tanto o interior como o exterior da casa estavam lotado de pessoas dançado. Algumas garotas desfilavam ao redor da piscina  com mini saia e top, não se importando com a neve caindo.

Como diria os garotos. “ Desde quando vadia sente frio?”

Todos dançavam ao som de  Lean On do  Major Lazer & DJ Snake. Os corpos balançavam ao som do hit, enquanto outros se pegavam não se importando com quem estivesse ao redor.

Justin adentrou a sala, a mesma estava lotada de jovens, a  temperatura do ambiente era bem diferente do que a que estava do lado de fora, além da casa ser equipada com aquecedor, o calor humano tornava as coisas ainda mais.. como podemos dizer?  Calorosas. Sim, essa era uma boa palavra para definir.

O garoto correu os olhos pela multidão a procura de Ashley, porem não encontrou. Mas foi encontrado por alguém.

― Justin. ― a voz meio embargada e alegre de Chris tirou o garoto de sua busca. ― Pensei que não viria mais, irmãozinho. ― apoiou nos ombros do amigo. ― olha como  ta animado.

― Porra, Chris, já está bêbado? ― Justin questionou rindo.

― Bêbado? Eu? ― se afastou e encarou o amigo. ― affs, claro que não. ― riu debilmente.

Justin só balançou a cabeça e seguiu para a cozinha, aonde pegaria algo para beber. Chegando lá a mesma estava vazia, mas completamente bagunçada. A bancada estava cheia de copos e garrafas de cerveja já vazias.  Procurou por um copo limpo e se serviu com uma dose de whisky.  Enquanto dava o primeiro gole foi surpreendido pela presença de uma pessoa.

― Que susto Kimberly. ― ele a encarou.

― Nossa. ― ela riu. ― parece que viu uma assombração.

― Não vou nem responder. ― falou em um tom brincalhão.

― Ashley está aí.

― Serio? ― assentiu. ― Aonde você a viu.

― Da ultima vez que eu a vi estava na área de piscina conversando com o Cole. ― o encarou.

Justin logo mudou seu semblante para o de raiva.

― Ei, calma aí. ― Kimberly tentou o calmar. ― não vai fazer besteira, hoje é noite de comemoração, todos estão felizes e não queremos confusão. ― o garoto assentiu. ― além do mais Ashley não vai querer saber de você se estiver arrumando encrenca.

― Você tem razão. ― concordou e colocou o copo não balcão. ― essa noite nada pode dar errado.

― Isso aí. ― a garota sorriu. ― hoje é sua grande chance de reconquistar a sua garota. ― Kimberly chegou um pouco mais perto e sorriu. ― tudo vai dar certo, você vai ver. ― sorriu e ajeitou os cabelos revoltos de Justin.

― Por que você não mudou antes? ― ele questionou num tom irônico, fazendo a garota rir. ― sério, você poderia ter me dado vários conselhos. ― Justin riu.

― Tudo tem seu tempo. ― sorriu.

― Me dá um abraço aqui, baixinha. ―ele abriu os braços para abraça-la e ela aceitou. ― obrigado. ― sussurrou enquanto estavam abraçados.

― Não  tem de que. ― ela respondeu e se afastou.

Justin foi pegar seu copo no balcão e se deparou com uma garota totalmente paralisada na entrada da cozinha. Ele não sabia desde quanto Ashley estava ali, mas por sua expressão desconfiava que estivesse tempo o suficiente para entender tudo da maneira mais erronia possível.

― Ashley, não é nada do que você está pensando. ― Foi a única coisa que Justin conseguiu falar.

― Não, eu que peço desculpas por está atrapalhando. ― ela respondeu saindo da cozinha deixando os dois a sós.

― Ashley. ― Justin a chamou, mas a mesma já  havia se misturado a multidão.

―Vai atrás dela. ― Kimberly falou, de forma preocupada, e pegou o copo das mãos de Justin, para que o mesmo pudesse correr.

E foi isso que ele fez, saiu correndo a procura de Ashley. Enquanto andava na multidão que dançava freneticamente ele a chamava, mas era em vão, pois ela não o ouvia e continuava se afastando. Quando cruzou a porta ele viu Ashley indo em direção o portão, mas foi mais rápido e conseguiu segurar o braço.

―  ME SOLTA. ― ela gritou dando um tranco no braço, fazendo com que ele a soltasse.

― Vamos conversar. ― Justin fala.

― Não. Eu não tenho nada para falar com você. ― responde rude.

― Claro que temos. ― ele a encara.

A neve caia,  deixando flocos depositados nas roupas e cabelos dos dois.

― Eu te amo tanto. ― foi a única coisa que Justin conseguiu dizer.

Ashley abriu a boca diversas vezes para dar uma resposta bem mal educada, mas não conseguiu. Por fim soltou um longo suspiro e o encarou.

― No fundo você sabe que eu estou arrependido e quero voltar, sabe disso porque você também quer. ― ele deu um passo a frente. ― você me ama e eu te amo. Amo muito. ― tocou com o polegar o rosto da garota.

Ashley suspirou pesadamente, só que nada disse. No momento ela preferia se calar, pois não tinha o que falar.

― Eu sei que você está magoada, sei que foi errado o que eu fiz. ― se aproximou mais. ― mas eu estou arrependido, e você sabe disso, eu sei que sabe.

Justin inclinou sua cabeça para perto do rosto de Ashley e a beijou. O beijo iniciou calmo, delicado, o garoto segurava de leve a cintura dela, enquanto ela permanecia estática. Ele pediu passagem com a língua e ela entreabriu a boca um pouco, cedendo, o beijo agora era mais intenso e desfrutado por ambos. Ela segurava a nuca dele e ele agarrava com força a cintura dela.

Aos poucos eles se afastaram e Ashley olhou ao redor, para ver se alguém os observava, mas não, todos dançavam despreocupados.

― Vamos para o meu carro conversar melhor. ― Justin sugeriu.

― Não, melhor não. ― Ashley logo recuou.

― Então vamos entrar, aqui fora está frio e não dá para conversar direito.

Ela só assentiu, mesmo sem entender como conversariam no interior de uma  casa com musica ensurdecedora, e pessoas loucas bebendo e dançando. Mas seguiu Justin, que segurava em suas mãos de maneira firme. Eles adentraram a sala repleta de gente, caminharam até as escadas com dificuldade e começaram a subir, havia vários casais se pegando nos degraus, o que atrapalhava a passagem, mas conseguiram.

Chegaram a um corredor cheio de portas, e Justin já sabia em qual entrar. Ele caminhou até a porta do quarto do amigo, verificou a porta e estava aberta, abriu, puxou Ashley para dentro, entrou e trancou a porta, para que ninguém os atrapalhasse. O interior do quarto estava quente e aconchegante, o barulho ali era o mínimo, pois as janelas estavam fechadas, o máximo que se ouvia era um  som  muito abafado da musica.

Ambos se encararam, Justin tirou a jaqueta e jogou em um canto. Ali estava calor para ele e assim o mesmo não conseguiria raciocinar direito.

― Aqui podemos conversar melhor.  ―  caminhou até Ashley e tocou seu rosto.

― O que vamos conversar? ― ela o encarou. ― vai pedir desculpas outra vez? 

― Não. Não por que você já ouviu isso demais. ― ele respirou fundo. ― pequena, eu sei que você ainda está magoada comigo, sei que pisei na bola com você, mas sei também que você está sofrendo minha ausência, assim como eu estou sofrendo a sua.

Ashley somente abaixou a cabeça.

― Nós ficamos tão distantes, em momentos que deveríamos está juntos. ― suspirou. ― poxa, você não sabe o quanto eu queria está segurando sua mão no dia da feira de robótica, não sabe o quanto eu queria está sussurrando em seu ouvido que tudo daria certo e que você é incrível, assim como tudo o que faz. ― ela o encarou. ― você não sabe o quando eu senti sua falta na hora de escolher minha roupa para o baile. ― ele riu fraco. ― e não sabe o quanto eu desejei te beijar depois que assinei o contrato com os Knicks de New York.

Nesse momento Ashley arregalou os olhos, ela já havia ouvido falar dos Kinicks, mas a única coisa que prestou atenção foi a parte de New York. Então isso significava que Justin iria para a cidade de New York?

― Sim, amor, eu vou para New York. ― Justin confirmou os pensamentos da garota. ― nós podemos ficar juntos.

Ashley ainda o encarava sem reação.

―  Ok! ― bufou. ― não vou me precipitar,  mas pelo menos você vai ter a quem recorrer. ― sorriu fraco.

― Justin eu...

― Shiuu... não fala nada. ― colocou o indicador nos lábios da garota. ―  não vou pedir para voltar, pois você já sabe que eu te quero de volta desde o dia em que você disse aquelas palavras que me destruíram por completo. ― ela encolheu o corpo. ― mas hoje eu estou aqui para te confessar outra coisa.

Ela o encarou sem entender.

― Eu estou sentindo falta do seu corpo. ― se aproximou mais. ― a semanas que você tem exalado um cheiro tão forte e tão bom, que me deixa excitado. ― fechou os olhos e aspirou o ar, sentindo o cheiro invadir suas narinas. ― é como se eu estivesse no cio, sabe? Seu cheiro me atrai, e já me leva a loucura.

Ashley ouvia tudo bem atenta, pois sentia a mesma coisa. Justin estava atraindo-a de uma maneira enlouquecedora, só de passar perto um calor subia e tinha que se controlar para não perder a cabeça. Era uma reação surreal para ela, como Justin mesmo havia dito, parece que estava no cio, e procurava o macho para acasalar. Era uma situação um tanto que animalesca.

― Você também se sente assim? ― Justin circundou seus braços em torno da cintura de Ashley e cheirou o pescoço da mesma, fazendo-a arrepiar.

A garota logo estremeceu e arfou baixinho, isso era o sinal de que o mesmo acontecia com ela. Justin beijou de forma demorada o pescoço dela, que agarrou o moletom e se arrepiou toda. Com passos leves Justin foi conduzindo-a até a cama, sem parar os beijos no pescoço.  Ele a deitou e ficou encarando-a.

Ashley o encarava em silencio, seus cabelos esparramados pela cama e sua respiração ofegante fazia o garoto se remeter a lembranças boas e prazerosas. Ele sorriu. Tomando a iniciativa ele a prendeu entre suas pernas e deu atenção a sua boca, beijando de forma delicada, até que parou para pegar folego.

― Eu tô parecendo um virgem, que não sabe o que fazer. ― Justin confessou baixinho e riu. ― eu te quero tanto. ― acariciou o rosto dela.

― Eu também. ― Ashley sussurrou. Ele sorriu mais abertamente.

Ambos retornaram o beijo, mas agora de forma mais intensa. As mãos de Ashley passeavam pelas costas do garoto, enquanto as dele passeavam pelo corpo ela. Justin se afastou e tirou o moletom, deixando seu peitoral a mostra. Ashley não pode deixar de perceber que ele estava mais musculoso do que a ultima vez. Ele se livrou os sapatos ficando só de calça, Ashley ainda se mantinha com todas as roupas, e isso não lhe agradava.

Com delicadeza ele começou a tirar as botas de cano alto, que Ashley usava. Logo depois abriu o zíper da calça jeans justa e começou a puxar para baixo, com um pouco de dificuldade. Assim que conseguiu tirar encarou o corpo da garota. Ashley ainda tinha suas blusas de frio e  meia calça. Justin riu fraco, sua garota ainda continuava com as manias de inverno.

A garota sentou na cama e começou a tirar a jaqueta,  seguido da segunda pele e ficando somente com uma camiseta fina. Justin a tirou com cuidado revelando os seios rígidos e fartos. Ele pode observar que eles estavam maiores do que se lembrava. Sua boca logo salivou. Antes de voltar a beija-la Justin se livrou da meia calça, que tapava parte da barrida de sua garota, e junto levou a calcinha, deixando-a completamente nua.

Ele encarou o porto da garota totalmente exporto. Era uma linda visão, suas curvas era de fazer qualquer um se perder, a macieis de usa pele poderia ser sentida em ao mesmo tocar,  e por mais tímida que Ashley fosse, ela ainda continuava um poço de sensualidade.

Os objetivos de Justin aquela noite era fazer as coisas com calma, de forma mais romântica possível, mas ao vê-la assim era impossível não despertar o animal que havia nele. Os olhos dele logo se escureceram e ele sentiu a veela tomar conta dele, Ashley viu os olhos negros do namorado e sentiu-se ainda mais excitada, era como se só com um olhar o corpo dela se incendiasse. Era uma coisa surreal.

Justin soltou um som parecido com um rugido e atacou os lábios de Ashley. O beijo era intenso, urgente, as mãos dele já haviam aberto as pernas dela e se encontrava no meio delas, sem contar que Ashley o puxava para mais perto, querendo um contato ainda mais intenso, movimentando sua virilha contra o membro de Justin, fazendo os dois gemerem entre o beijo.

Depois de alguns minutos se afastaram ofegantes. Justin a encarava com um animal encara sua presa, e Ashley o encarava ofegante. De maneira agiu o garoto começou a beijar o pescoço de Ashley, apertando as coxas dela com firmeza e descendo uma trilha de mordidas da clavícula até os seios. Os olhos da criatura brilharam quando encarou os seios fartos da garota, a boca chegava a salivar de maneira que parecia escapar pelas laterais.

Ele não perdeu tempo e abocanhou um deles, fazendo-a gritar, ao sentir os dentes e língua entrando em contato com a pele. Ele os castigava de uma maneira alucinada fazendo Ashley puxar seus cabelos e contorcer. Os sons emitidos por ela eram como a melhor sinfonia de todas.

Deixando os seios completamente vermelhos e marcados, ele desceu a trilha de beijos até a intimidade de Ashley, a mesma pulsava esperando por ele, estava tão quente que sem tocar já podia sentir. Ela estava sedenta por ele, essa era a verdade.

Como adorava mimar a namorada ele de ajeitou entre as pernas dela, deixando o rosto bem próximo do paraíso. Antes de começar a chupa-la ele a encarou, a mesma se mantinha de olhos fechados e lábios entreabertos, arfando sem parar.  A língua dele entrou em contato com a pele quente de Ashley, foi surreal para a garota, de imediato ela gemer e arqueou as costas. Era muito tempo sem senti-lo, e isso a fazia reagir de uma maneira desesperada.

Justin entocava usando a língua e explorava o interior quente da garota. O gosto dela era tão bom,  que o garoto grunhia enquanto chupava. Para deixa-la mais exposta ele abriu as pernas dela o máximo que pode, e as segurou, para que não voltasse a posição. Antes de voltar as caricias ele encarou-a totalmente aberta, aquilo era um paraíso para ele. Sem pensar duas vezes caiu de boca chupando forte o clitóris e começou a entocar em sua fenda. 

A cada segundo ficava mais intenso, grunhidos saiam da boca dos dois, Ashley já remexia na cama e respirava rapidamente, seu ápice já estava chegando. Justin cravou suas unhas na coxa de mordicou seu clitóris, fazendo a garota soltar um urro e gozar intensamente.  Ele se afasta e se põe a  encara a namorada que se encontrava totalmente descompensada, e era assim que ele a queria.

― Você é tão linda assim, baby. ― sorri passando a língua pelos lábios, ainda sentindo o gosto dela.

Ashley resmungou remexendo o quadril.

― Sei, babe. ― ele ri e aproxima a mão da intimidade da garota, alisando o local ainda frágil, pelo recente orgasmo. ― sei que você quer o amigão aqui entrando e saindo de você. ― introduz um pouco do dedo indicador, fazendo-a arfar. ― eu vou te dar tudo essa noite. ― a encarou. ― Fica de quatro pra mim, babe. ― Pediu mandão.

A garota não excitou em obedece-lo e foi virando, enquanto Justin se livrava do resto das roupas.

― É assim que o papai gosta, baby? ― questionou um pouco autoritário.

Ela foi inclinando o tronco até sua cabeça e peito estarem encostada no colchão e sua bunda totalmente empinada. Justin admirou aquela maravilha em sua frente. Para não perde o costume deu um tapa bem estalado na bunda da garota, ela gemeu.

― Sua bunda é tão gostosa, baby. ― ele gemeu alisando  a pele macia da bunda dela.  ― é tão macia.

― Justin... ó babe. ― Ashley gemeu quando Justin passava o dedo lentamente pela sua fenda. ― não me torture vai. ― gemeu mais.

O garoto riu e deu mais um tapa forte, deixando a marca de sua mãe perfeitamente na pele.

Ele começa a roçar sua glande molhada na entrada da intimidade de Ashley, fazendo a garota resmungar. Justin riu e não prolongou muito, segurou a cintura dela e começou a penetra-la. A cada centímetro que entrava na garota era um gemido de satisfação da parte dele. Quando sentiu suas bolas encostarem a pele macia dela, gemeu mais alto.

Era preciso se controlar bastante para não gozar naquela hora. Depois de mais de um mês sem sexo, se aliviando com masturbações e agora se encontra no lugar onde desejava estar, dentro dela.

Segurando com as duas mãos a cintura  ele começou a se movimentar lentamente, enquanto gemia rouco. Ashley remexia o quadril e resmungava querendo algo mais rápido. Justin sorriu e deu um tapa  forte e começou a ir mais rápido, a garota agarrava os lençóis e sufocava os gritos no travesseiro. Ele proferia tapas e mais tapas, enquanto dava bombadas de fazer a cama ranger e bate na parede.

As mãos dele desceram pelas costas suadas de Ashley até encontrar os fios de cabelo que estavam suados e espalhados, ele puxou um pequeno monte com força, o que fez a garota gemer de dor e levantar um pouco, fazendo isso deu oportunidade para ele pegar mais cabelo e  enroscar em sua mão, os puxando e dando mais bombadas.

Ashley gemia de dor e prazer, suas pernas já estavam bambas e sua bunda quente, de tantos tapas que recebia. Justin largou os cabelos e segurou os braços, os puxando para trás, fazendo o corpo ir para frente e para trás. A garota já revirava os olhos de tanto prazer que sentia, suas pernas estavam  ainda mais bambas.  Justin a puxou para trás, deixando as costas dela grudadas em seu peito, segurou o rosto  com possessão e virou com brutalidade, tomando os lábios para si.

O suor de ambos os corpos se misturaram, assim como a respiração. Depois do longo beijo ele a forçou ficar na posição de antes e voltou a bombar rápido. Seus testículos já doíam de tanta porra que estava acumulada.

— Ó babe… eu vou gozar. — Justin gemeu rouco e inclinou seu corpo pra frente, deixando seu peito colado as costas da garota. Com a perna ele deu um tranco nas de Ashley, a fazendo desequilibrar e ficar deitada.

Ele prensou o corpo dela contra o seu, agarrou a cintura e entocou mais algumas vezes, quanto sentou um líquido começar a molhar a cama, era o orgasmo de Ashley que havia chegado. Ela gemia com o corpo trêmulo, enquanto Justin ainda entocava, até que chegou ao seu ápice também e gozou bastante dentro dela, fazendo sentir o líquido escorrer pelas pernas. Com o rosto perto do de Ashley ele gemeu rouco no ouvido dela, um gemido de satisfação de  alívio, fazendo a garota estremecer ainda mais.

Justin tinha jogado boa parte do seu peso em cima de Ashley, deixando o corpo dela soterrado debaixo do seu. Aos poucos ele afastou o quadril saindo de dentro dela e se jogou na cama, ofegante  e completamente suado. Ashley ainda permanecia imóvel, sentia seu corpo todo em chamas e uma sensação boa ainda percorrer seu corpo.

― Babe. ― Justin a chamou, ela o virou o rosto e o encarou. Ele sorriu. ― Vem cá. ― a puxou pelo braço, até que ficassem em cima dele. ― Tão linda. ― elogiou afastando os fios grudados na testa e nas bochechas. ― tão minha. ― ele a beijou com delicadeza.

Ashley correspondia com os lábios trêmulos,  ele acariciava suas bochechas  deixando-a mais relaxada. Aos poucos ele foi parando de acaricia-la nas bochechas e foi descendo pelas costas até encontrar as nádegas da garota, as apertou e deu um tapa.

― Eu te quero mais, babe. ― sussurrou no ouvido dela. ― e eu sei que você quer também. ― riu abafado. ― vamos lá, você fica no comando. ― deu um selinho bem rápido.

A garota sentou e o encarou com luxuria, ele sorriu. Levando uma das mãos atrás de suas costas  encontrou um pênis ainda rígido e ainda melado com o gozo. Ela o apertou e ambos gemeram. Indo um pouco para trás e levantando ela o encaixou em sua entrada e começou a ser invadida lentamente. Sua intimidade ainda estava dolorida com a brutalidade que Justin havia feito a minutos atrás, mas nem por isso deixou de enfia-lo todos, até sentir os testículos quentes entrarem em contato com sua pele. Mais uma vez ambos gemeram.

― Gostosa. ― Justin a elogiou. ― Você não sabe a saudade que eu estava de te ver assim, sentada no meu pau. ― apertou a cintura dela. ― quica pra mim, babe.

Ashley espalmou suas mãos no peitoral de Justin e começou o movimento de sobe e desce. Ela quicava do jeito que ele gostava, rápido, seus seios subiam e descia o deixando loco, e a cada vez que ela jogava os cabelos para o lado era mais gemido da parte dele. Justin não ia conseguir ficar sem beija-la, então a puxou para um beijo, mas ela não parava de se mexer, fazendo o pênis entrar e sair com rapidez.

― ó babe, eu quero passar a noite assim com você. ― ele confessou gemendo. ― você não sabe o tesão que eu estou sentindo.   


Notas Finais


OPA, OLHA EU AQUI . eu sei, muita badalão. Jus vai pra NY CITY.
Desculpa mais uma vez pelo hot, serião eu quase fiz um pov para escrever esse hot kkkkk em terceira pessoa é mega difícil, :( .. mas ok ..

espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar, e prometo postar o ultimo o mais rápido possível..

ah.. no próximo capitulo alem do baile , formatura e tals, vamos saber o que rolou nessa festa... muito babado aconteceu. kkkkk


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