História Velocy - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 50
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Sci-Fi

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Falaê, bom, primeiro eu quero pedir desculpas pela demora, acontece que, lembra do dino do capítulo 8? Bom acontece que, eu meio que “lembrava” dele antes de criar Velocy, bom, antes do surgimento dessa história eu já gostava de dinossauros, então pesquisava bastante
Quando eu fui “colocar” um dinossauro novo em Velocy, eu me lembrei de uma pesquisa que tinha feito, e o descrevi como eu lembrava
Acontece que eu não me recordava do nome, bom, eu resolvi pesquisar E NÃO ACHEI NADA
EU FIQUEI POR MAIS DE DUAS SEMANAS CAÇANDO O NOME DO DINOSSAURO
Quando me conformei que muito provavelmente eu devo ter misturado uns 3 dinossauros, eu decidi mudar o dinossauro, pois quando eu criei Velocy era uma forma de me divertir falando de um tema que gosto muito, mas, fui percebendo que várias pessoas se interessaram, então, quero tentar colocar informações “verdadeiras” por isso, o dinossauro desconhecido do capítulo virou um Tourossauro

Aqui um pedaço da descrição dele, que coloquei no capítulo 8
“(...) ele possuía chifres incrivelmente destrutivos, devia medir aproximadamente 6 ou 7 metros de comprimento, sua pele parecia cinza, possuía um rugido potente e definitivamente era herbívoro”

Ps- já me perguntaram a altura de um Velociraptor, como não lembro se já cheguei a falar aqui, vou falar agora
ALTURA: 75 cm
Por causa disso o Velocy é o mais baixo da sala

Bom é isso, curtam a história

Capítulo 11 - Encontro com o herbivro


Antes de sair em disparada vi um cabelo vermelho me olhando com uma expressão incrivelmente pasma, senti um leve vento vindo de uma janela, olhei vagamente para as outras “cavernas” que parecim cópias da que eu estava trancado, senti um leve medo, testei o piso, ele era escorregadio e um pouco melado, um liquido marrom e com um cheiro dice grudou nas minhas patas, o cheirei e provei, o gosto era... era diferente, percebi uns papeis no chão, o que mais me chamou atenção em particular foi um papel rosa perfumado, agora rasgado ao meio, do lado dele estava uma rosa meio despedaçada, e, senti com minhas patas, ele estava meio úmido, e, ainda não estava completamente quente visto que o papel estava na direção do sol, seja lá como ele veio parar no chão, foi jogado recentemente, um pouco mais para frente estava uma outra “caverna” mas essa possuia uma espécie de mecanismo onde eu conseguia ver meu reflexo

E a caverma começou a abrir

Eu me escondi perto de uns “cestos coloridos”

Um cabelo preto com uma franja, sandalias vermelhas e um rosto molhado, aparentemente soltando várias reclamações

Ela bateu sem dó a “caverna” e chutou um dos “cestos”, o vermelho, depois o verde, o amarelo, e, eu estava escondido do azul, mas ela passou reto, soltei um rugido de alivio abafado por gritos de outros vindos da mesma “caverna”

Eu senti um cheiro familiar

Eu corri em disparada tentando alcança-los, ignorando praticamente todos os objetos a minha volta, derrubando um “cesto” com uma planta dentro, o deixando em pedaços, derrubei também um objeto desconhecido, mas, eu tinha uma vaga lembrança dele, vasculhando nas profundezas da razão (agora quase inexistente) descobri que se tratava de um objeto onde você colocava outros objetos dentro e na maioria das vezes o carregava nas costas

Minha pata ficou presa na alça do objeto, dei um rugido de incomodo, comecei a dar uns pequenos saltos e, com a minha boca, começava a minha tentativa de trituração daquele objeto, mas ele era muito forte

Meus dentes arrancaram um pedaço de papel, e, eu cuspi fora

Continuei mordendo, um material fofinho começava a sair do objeto, eu o cheirei. Não, não era comestivel

Por mim minha agilidade venceu, e,graças aos meus pulos, consegui me soltar, e assim continuar minha trajetória, rumando ao desconhecido

Outra “caverna” mas essa estava “aberta pela metade” a empurrei de leve e voltei a seguir o cheiro, até que identifiquei o local, eu já estive lá antes

A pista de corrida, a grama verde, aqueles objetos estranhos que ficam sustentados por provavelmente algum tipo de madeira

Eu estava no pátio  

 Mesmo com muros já me sentia mais livre, me dirigi até a pista vermelha e dei uma, duas, três, quatro voltas na mesma, meu cabelo estava arrepiado, eu estava vivo

Dei um rugido de satisfação

Barulhos de passos foram ouvidos

Eu parei

 O som era familiar

Muito familiar,os passos eram fortes, pude sentir um leve tremor no chão

E os mesmos continuavam e a cada estrondo batendo no chão, sentia a terra balançar, o medo de ser esmagado foi atingindo minha mente. Seja lá o que for, estava mais perto

Um rugido tão familiar quanto os passos foi ouvido, eu me escondi atrás de um banco. Novos tremores, cada vez mais fortes, consegui ver uma silhueta, era incrivelmente grande, tinha derrubado uma cesta de basquete

Os rugidos aumentavam, como se a silhueta procurasse algo, os passos, agora com um leve tom de inquietação, a silhueta estava parada, estava dando vários passos no mesmo lugar

O chão tremeu novamente e eu me desequilibrei, mas recuperei a pose

A figura parecia estar hipinotizada, ela estava olhando para a escola, precisamente para uma janela, que agora estava com uma cortina, escondendo seja lá o que for que estivesse lá dentro, a figura balançou sua cauda

até que a figura colossal que eu tinha visto ontem apareceu, deixando marcas profundas no chão

Aqueles chifres, o tom de pele ascizentado, os dentes que pareciam querer destruir

Ele era muito destrutivo para um herbivoro

Destrutivo demais

Eu não viraria o alimento dele, mas, ele não hesitaria em me atacar

Eu pude sentir seu cheiro

Suas presas cheiravam a mato, mas seus chifres enscondiam um odor de sangue, sangue fresco

Ele deve ter se envolvido a pouco tempo em uma batalha

Seu olhar estava atento, provavelmente estava sentindo meu cheiro também. A cada passo do gigante herbivoro sentia meu coração bater mais forte, eu precisava fugir mas não podia chamar a atenção, eu também estava com fome, eu sabia que alguém daquele tamanho e com aqueles chifres me mataria fácil, infelizmente essa era a realidade

Alguém como eu sozinho não significa nada para os grandes predadores

Mas eu, junto com outros, conseguimos derrubar dinossauros com o quintuplo do nosso tamanho

Velociraptors atacam em bandos

Mas não dessa vez, dessa vez eu estava sozinho

Mais passos

Dessa vez eu fui derrubado, rapidamente me levantei e tratei de correr, resolvi me esconder perto de uns arbustos

E o herbivoro vinha, ele estava com fome. A criatura colossal começava a comer os arbustos, na minha opinião, incrivelmente asperos e desconfortaveis, sua boca se aproximou de onde eu estava, pude sentir seu bafo

Ele parou

E olhou para mim, pude perceber isso. Ele, com sua boca enorme, avançou nos arbustos onde eu estava, talvez ele não soubesse que eu era carnivoro, e, a criatura não perderia suas plantas para nenhuma outra especie diferente da dele, ele estava espumando de raiva, sua respiração estava quente, pude perceber até umas gotinhas umidas se formando nas plantas, provavelmente eram um pouco de saliva da criatura

Ela estava na minha frente, senti seus olhos faiscando de raiva

Ele era especialista em demarcar territórios, por onde ele pisava, deixava profundas pegadas, como se quisesse avisar para todos que ele esteve lá, que essas eram suas plantas, seu alimento

Sua cabeça se abaixou em minha direção, sua boca se abriu, um pouco da sua saliva caiu na minha cabeça. Dei um baixo rugido de descontentamento

Mas o herbivoro o escutou

Seus olhos me fitaram com uma raiva mais repentina, eu não era mais um “disputante de plantas”, para o herbivoro meus interesses eram outros

O matar? Bom tecnicamente meio-matar, afinal, minhas presas são comidas ainda vivas

Talvez roubar seu território, ou talvez a criatura apenas estivesse desconfiada, afinal, eu não costumo andar a luz do dia

Ou talvez o imenso herbivoro só queria comer suas plantas sem interrupção

Mas uma coisa era certa, aqueles dentes estavam se aproximando

E eu comecei a correr

Mas como um passe de mágica uma cauda me ricocheteou

Não era do costume desse herbivoro ricochetear com a cauda

Mas aconteceu

E eu apaguei

(...)

“Velocy?”



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