História VENDETTA! VENDETTA! (Uma história sobre amor e vingança) - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias David Cook, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D., Wolverine, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, David Cook, James "Logan" Howlett (Wolverine), Personagens Originais, Peter Parker, Steve Rogers
Tags Ester, Irmãos, Mutante, Vendetta
Visualizações 11
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um, pra vocês. Espero que gostem. Beijos e boa leitura. 😘

Capítulo 29 - De Volta Ao Lar


Logo depois dese despedir de Jem, Ester voltou para casa. Estava cansada da viajem, mas ainda assim, não conseguia dormir. Ainda eram 20h mas sua mente estava a mil, até que resolveu agir. Vestiu seu valho traje de luta, pegou o planador e voou até o Queens, para encontrar a pessoa que ela sabia que poderia lhe ajudar naquele momento.

Ao chegar na janela do quarto de Peter, viu ele deitado na cama, estava com o cabelo bagunçado, o rosto sujo, a roupa de Homem-Aranha jogada ao lado da cama. Ele a olhou, pela janela. Seu olhar era triste, sua expressão parecia perdida, ele parecia frágil. Ele caminhou até a janela e a abriu, olhou para baixo e viu que ela estava de pé sobre o planador.

- Preciso falar com você. - disse Ester, calmamente. - Posso?

- Sim. Entra aí.

Peter abriu caminho e Ester pulou pela janela. Peter fechou a janela. Ela olhou em volta e sentou na cadeira, ficando de frente para ele, que sentou na cama. O breve silêncio entre os dois pesava. O coração de Ester acelerava a cada minuto, e vê-lo alí, só de bermuda não estava ajudando em nada. Ela então tomou coragem e respirou fundo antes de começar a falar.

- Eu não sei exatamente por quê eu vim aqui mas eu preciso de ajuda e... Bom, na verdade eu só não quero fazer isso sozinha, então...

- Vai direto ao ponto. - Peter a interrompeu. - O que você quer?

- Eh... Tá. Eu... Eu quero que me ajude a encontrar o Instituto Xavier. É só isso.

- Acho que não vai dar. - ele disse, com frieza.

- Por que não? - indagou ela, confusa. - Peter, olha, eu sei que não fui a melhor pessoa do mundo com você, mas eu não...

- Qual é, Ester, você não sabe de nada. - Peter a interrompeu, de novo, ficando de pé. - Você acha que "não foi a melhor pessoa do mundo para mim"? Não, Ester, você ferrou comigo. Você brincou com o que eu sentia por você. Mentiu pra mim e não esperou nem dois dias pra encontrar outra pessoa. Não tem a menor condição de eu te ajudar.

- Sabe, Peter, eu entendo o seu lado. De verdade, mas se você acha que "brinquei" com você, me desculpa, não foi a minha intenção. - ela também levantou e ficou de frente para ele. - Além disso, como você pode ter ficado desse jeito se a gente só deu um beijo?

- Você nunca vai me entender. - disse Peter, mais alto, indo até ela e segurando seu rosto entre as mãos. - Acha que foi só o beijo? Não foi só isso. Você é diferente, Ester. Você me mostrou quem é de verdade. - ele disse, baixando o tom, aproximando seu rosto do dela. Fechando os olhos e sussurrando. - E eu me apaixonei por você. Mas você não ama, e me avisou, eu é que não quis acreditar.

Peter então se afastou de Ester aos poucos, ficando de costas para ela. Ester não queria mais decepcioná-lo dessa forma. Ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo, e a vontade de mudar aquela situação aumentando a cada minuto. Quando finalmente teve coragem de quebrar o silêncio, não teve coragem de dizer o que sentia.

- Então esquece isso e só me ajuda a encontrar essa maldita mansão. - ela disse, nervosa. - Por favor!

- Não dá pra esquecer isso. Eu não consigo, não posso fazer isso. - ele virou para ela e a olhou nos olhos. - Você pode procurar outra pessoa pra te ajudar. Quem sabe... Quem sabe aquele seu amiguinho. O que acha?

- Hã... Eh... Que "amiguinho", Peter? - indagou, confusa.

- O "amiguinho" com quem você dormiu na noite do seu aniversário.

- Na verdade... - Ester disse, rindo fraco. - Já tem uns dois anos que eu não durmo com ninguém. Então, do que você está falando?

- Não tem nada engraçado nisso, tá? - disse ele, nervoso, começando a ficar vermelho. - Eu vi você com um cara um dia antes do seu aniversário, e eu vi que você foram juntos para o quarto, e não saíram mais de lá.

- Espera aí, você estava me vigiando? Sério?

- Não, eu não estava vigiando você. - ele disse, ainda nervoso. - Eu fui lá porque... Bom, porque eu queria falar com você. Conversar sobre o que tinha acontecido, sobre nós. Mas você já estava acompanhada. Então é melhor que ele vá com você.

- Ele bem que poderia. - ela disse séria, e se aproximou dele, devagar. - Mas eu quero você. Não só pra me acompanhar à algum lugar, mas... Bem... Eu não quero mais perder tempo fingindo que sou uma máquina sem sentimentos. - Ester se aproximou mais dele e segurou seu braço, com carinho. Podia sentir os batimentos acelerados dele, assim como sabia que ele podia sentir os seus. A pele arrepiou ao tocá-lo. - Peter, eu passo pelo pior momento da minha vida desde que o David morreu e é muito difícil se quer pensar em alguma outra coisa, mas você me fez sentir diferente. Me fez parar de pensar em morte, e isso tem que ser algo importante, não acha? - ela fez uma pausa, e olhou nos olhos de Peter. - Eu só não queria acreditar.

Ester não sabia exatamente o que dizer. Estava nervosa, Peter a deixava assim. Mas não queria mais esperar, então ela o puxou pelos ombros e o beijou. Sentia falta dele. Só tinham se beijado duas vezes e já fazia meses, ela o queria mais que qualquer coisa.

Peter relutou um pouco, no começo. Parecia ainda bravo, mas aos poucos foi se deixando levar pelo sentimento. A abraçou forte. Queriam ficar perto um do outro, o máximo que fosse possível. Os abraços eram fortes, com movimentos frenéticos, mas o beijo era o mais suave e lento, como se quisessem eternizá-lo.

- Aliás, - disse Ester, interrompendo o beijo, mas sem se separar dele - Jem é para mim mais como o David do que como você. Eu nunca tive nada com ele.

- Nunca?

- Nunca.

- Nem um beijinho? - ele perguntou, fazendo careta.

- Nem um se quer. - ela respondeu, rindo, se soltou do abraço dele e foi sentar-se na cama. - Você sabe que eu só tive o Luke em toda a minha vida, então tudo o que eu tive até hoje foi só com ele. Bom, e com você, agora. Então, você deveria, pelo menos, tentar ma entender. Caramba, eu gosto de você, mas, até semana passada eu estava no inferno total e eu não queria meter você nisso. Então, por favor, para de ficar bravo comigo e pelo menos tenta entender a merda da minha vida. Talvez, com você, ela fique um pouco melhor.

Peter olhou para ela e sorriu. Na verdade, era mais uma risada do que um sorriso. Ester tinha dito tudo o que queria; o que sentia. Tinha desabafado e ele ria. Isso a irritou, e ele percebeu. Com uma incrível velocidade Peter foi até ela e a beijou, de repente, empurrando-a contra a cama.

- Para de reclamar, tá bom? - disse Peter, ainda rindo. - Você já conseguiu o que queria. Eu sou todo seu, e sim, eu vou com você até esse instituto bizarro aí. Mas agora para de falar. - ele disse, e a beijou de novo, deitando sobre ela.


Notas Finais


Ai ai, o que eu faço amores? Comentem o que acharam do capítulo e até logo. 😘😊👋


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