História Vendida. - Capítulo 13


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Categorias Originais
Tags Drama, Horro, Revelaçoes, Romance, Tragedia, Violencia
Exibições 425
Palavras 1.230
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Capítulo 11


Capítulo não revisado.


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-Vamos Savannah.- Max diz, puxando a coberta de mim. Abro os olhos e sento na cama.

-O que foi?

-Um minuto pra usar o banheiro.- Ele diz e bota a mão na cintura, continuo na mesma posição.

-Quarenta segundos.- Ele diz e bate no relógio. Me levanto da cama e vou pro banheiro, escovo os dentes com uma nova escova que está no balcão e faço xixi.

-Vamos já deu um minuto.- Reviro os olhos, lavo a mão e saio do banheiro.

-Para onde vamos?

-Só me segue.- Ele bota a pistola no cós da calça e pega um mochila. Sei muito bem pra onde estamos indo, mas eu não vou permitir isso, não vou voltar para onde eu saí.

Quando chegamos ao estacionamento e ele abre a mala, eu dou uma olha em volta. Olho para porta da garagem que fecha lentamente e de volta pra ele que está mexendo na mala.

Sem mais pensamentos eu saio correndo em direção ao portão da garagem, passo por ele e corro pela rua movimentada.

Olho pra trás e o vejo saindo pelo portão, corro sem direção e esbarro em várias pessoas, nem me importo em pedir desculpas.

Sou parada por duas mulheres de idade, elas me olham preocupadas e eu começo a falar rapidamente, com meu espanhol de merda.

-Você precisam me ajudar.

-Fique calma, venha com a gente.- Uma delas diz.

-Não se preocupem, ela está comigo.- Max diz calmamente as senhoras, que o olham desconfiadas.

Eu peço socorro com os olhos.

-Podem ir, ela só está assim pois soube que a mãe dela morreu a poucos minutos..

-Isso é...

-Com licença.- Ele me puxa pela mão.

-Eu vou falar com a polícia que você me sequestrou.- Ele para na mesma hora e solta minha mão, me desafiando com o olhar.

-Vai até lá, diz isso. Que eu vou dizer que você é uma americana que entrou ilegalmente no país. Em quem eles vão acreditar? Em uma jovem vestida desse jeito, com um espanhol de merda ou em um cidadão local?- Ele diz e fica me olhando... Depois de uns segundo me pega pela mão novamente e voltamos pra garagem.

-Eu sei onde estamos indo, você está muito enganado se pensa que vou volta para aquele lugar.

-É exatamente pra lá que estamos indo, seja uma boa menina Savannah.- Agora é minha vez de jogar, olho em seus olhos e respiro fundo.

-Ok, me leve mas você não vai sair de lá vivo pois eu digo que você é um infiltrado lá.- Ele da uma gargalhada. -Falo que você é filho de Manuel Levy.- Digo alto o suficiente fazendo com que ele pare de ri.

Me diz aí Max quem está dando as cartas agora.

-E aí Max, vai me levar de volta ou me libertar?- Pergunto o desafiando, ele sorri e me empurra dentro do carro.

-Ok, você venceu. Não vou te levar de volta mas não pense que se livrou de mim. Você nunca da as cartas.- Mordo o lábio e fecho os olhos.

Eu nunca vou me livrar desses crápulas, mas que merda eu odeio a minha droga de vida. Esse Max ainda vai pagar muito caro por isso.

Minutos depois ele entra em um estacionamento que dá a um shopping, o movimento de pessoas do lado de fora e intenso.

-O que estamos fazendo aqui?- Ele desliga o carro e olha pra mim.

-Eu não vou ficar andando com você nessa roupa.- Ele diz e sai do carro.

Me pergunto o que se passa pela cabeça desse homem, o que ele está planejando? O que quer comigo?

Respiro fundo e o sigo, todos me olham pois estou de pijama. É a única roupa que tenho, então atraio o olhar de todos.
Ele entra em uma loja e logo uma vendedora vem nos atender, ela come ele com os olhos. Mal ela sabe o maldito que esse homem boa pinta é.

-Quero roupas, para essa moça. De preferência vestidos. Calçados também.- A mulher vem até onde eu estou.

-Pode me seguir? Temos várias opções de vestidos.

-Não gosto de vestidos.- Digo secamente. A vendedora volta seus olhos para Max.

-Dê o que ela quiser, só seja rápida por favor.

A mulher trás milhares de roupas para mim e eu provo algumas, várias delas ficam largar e alguns shorts caem em mim.

Depois de vários minutos a vendedora bota as bolsas em cima de um balcão, eu não quis escolher nada. Ela quem escolheu tudo inclusive o vestido amarelo que estou usando, ele é um vestido de verão com alcinhas e um cinto fino.

-Muito obrigado.- Max diz assim que paga e pega as bolsas, eu não faço nenhum esforço pra ajuda-lo. Só agradeço mentalmente por finalmente ter tirado aquele maldito pijama.

Agora entramos em um salão de beleza. Franzo as sobrancelhas, qual é a desse cara?

-Olá boa tarde.- O homem do balcão diz.

-Olá, eu quero de tudo para essa menina, quero que façam alguma coisa nesse cabelo, unhas e sobrancelhas.- O homem assente e fica atrás de mim, solta o meu cabelo e começa a remexer.

-Mas como esse cabelo está maltrado, sendo que tem uma coloração tão bonita e fios tão bom de serem aproveitados.- Ele diz e Max se mexe impaciente.

-Por favor só seja rápido com isso.- Ele reclama e o cabeleireiro me leva até uma cadeira, chama duas mulheres que começam a fazer minhas unhas. E ele se encarrega do meu cabelo, que como ele mesmo diz está horrível eu pareço uma bruxa.

Uma horas mais ou menos depois eu estava outra pessoa. Meu cabelo estava totalmente renovado, minhas unhas leves e com uma cor fraca. Me fizeram também uma maquiagem levinha.

Max estava sentado lendo jornal e eu parei ao seu lado

-Senhor terminamos.

Max narrando

Assim que o cabeleireiro chamou minha atenção e eu olhei pra cima, dei de cara com Savannah. Ela está linda, como nunca tinha visto.

Seu rosto estava suave e seu cabelo estava diferente.

-Otimo trabalho, muito obrigado.- Pego pelo braço dela e vamos embora, eu já havia pagado então saio logo com ela e vou até o estacionamento.

Eu não iria leva-la de volta para o Lincoln, ela se livrou graças a sua chantagem. Não sei como eu pude ser tão idiota por ter falado com meu pai perto dela mesmo achando que ela estava dormindo. Eu tinha que ser mais cuidadoso.

Mas para mostrar que ela não está no comando, ela vai continuar comigo. Agora como minha mais nova mulher.

Meu pai me quer casado e é isso que ele vai ter. Vou mostrar para Savannah que comigo não se joga, ela vai se arrepender por não ter voltado pro Lincoln.

Dirijo em silêncio até a casa do meu pai. Ele está me esperando, tenho que entregar os documentos que peguei no Lincoln para ele.

-A partir de agora você é minha noiva..- Ela ia falar alguma coisa mas eu botei uma mão em sua boca. -Garota eu juro que se você abrir a boca, eu vou acabar com você. Ouviu? É melhor você comigo do que jogada pelas ruas desse país, você seria rapidamente achada pelo Lincoln ou por um outro mafioso. Então sinta-se segura.- Digo e ela me surpreende com seu silêncio. Estamos progredindo.


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