História Vendida Para Natsu Dragneel { reescrevendo a partir do cap 3 - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Freed Justine, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Gale, Gruvia, Nalu
Visualizações 130
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura Moças e moços! •~•/

Capítulo 5 - Lissanna.


" correu pela floresta sentindo as gotas de chuvas tocarem seu corpo quente, trazendo-lhe arrepios bons. O sorriso manchava seu rosto, seu olhar curioso percorria a paisagem traçando todo o tipo de animal ou planta, contendo-se para não se deixar levar.

Cansada, apoiou-se em uma das árvores do lugar, podendo ver extasiada a imagem envolta de si. Era maravilhoso e nem lembrava na afobação de voltar rápido em casa, sabendo ser perigoso o começo da noite mas não podia deixar uma dessas chance escapar. A pequena loira, frágil como uma rosa e linda como um anjo, suspirava desejosa em poder ficar horas ali. Seu coração pulou ao olhar para cima e ver os pequenos pontos de luz cobrirem o céu negro, e a grande esfera luminosa iluminar seu rosto.

Contornou um pequeno lírio sobre o chão e pôs a correr para seu lar. Receberia um sermão gigantesco de sua mãe mas, nao perderia a oportunidade de subornar sua mãe com sua cara manhosa e o leve bico nos lábios oferecendo-lhe o lírio, descepando todo seu tédio em ouvir a adorável Layla pelo resto da noite.

Mas estava temerosa. Jude havia saído de novo, e isso não era bom. Jude, nome de seu pai, adorava farras a noite pouco se importando com sua família. Traia sua mãe todas as noites e voltava um bêbado descontrolado, jogando na cara da loira mais velha o quanto ela não passava de uma inútil em sua vida, trazendo junto a "aberração" de filha.

Odiava não poder fazer nada e ficar quieta nos cantos da casa ouvindo os gritos e os sons provocados pelos fortes tapas que seu pai dava em sua mãe. Era pequena, mas não burra. 

Suspirou triste. Sua mãe não merecia nada disso. Dona Layla exalava conforto e carinho, uma mulher de beleza encantadora e a voz acolhedora como um anjo. Por isso, apressou o passo, mesmo cansada, correu como nunca para o pequeno casebre em meio ao mato, vendo-o apagado.

Estranhou e correndo para dentro, desejou não ter voltado para casa e ver o corpo de Layla jogado pelo chão coberta de sangue e seu pai sorrir triunfante, tomando seu velho uísque".

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Acordara bruscamente. Ofegante, desejou ter levantado lentamente, sentindo dores em seu pescoço. 

Odiava relembrar o passado.

Sonolenta, arrastou seus olhos pelo quarto, estrando ser o mesmo de noite passada, aonde havia sentindo na pele o gosto da morte e acredite, não gostaria de poder relembrar novamente. Esticou o corpo, deliciando-se com a maciez do colchão sentindo o textura suave das cobertas de seda. 

Definitivamente aquele não era seu quarto.

Sentiu o medo atraverssar-lhe a alma, e arrastou os pés rapidamente sobre a cama levando-os ao chão. Correu a porta e desesperadamente, puxou-a tentando abrir a maldita fechadura.

Suava e forçava sua mão contra a maçaneta que se não estivesse tão encaixada, arrancaria fora a mesma. Mordeu o lábio frustada. Estava trancada! Era o cúmulo isso!

Deixou o corpo cair no chão, os pequenos indícios de choro a percorrerem. Estava cercada, o dragneel havia a achado e a trancado no quarto para que a punisse depois. Tremendo, chorou compulsivamente, sua poucas unhas arranhava a pele dos ombros, deixando suas frustrações e medos a mostra.

Como era idiota e ainda por cima chorava como uma criança desesperada. Mas não havia perdão e com certeza, estava perdida.

Arrasada, fungou engolindo o choro, não contendo algumas lágrimas manchar em seu rosto, levantou e apoiou-se na parede completamente sem forças. Seus braços tremeram pelo tamanho esforço e seu estômago roncou esfomeado, constatando mais um de seu problemas: não havia comido noite passada e agora lamentava-se por isso.

Resmungando, levou o fraco corpo e deixou-se cair na cama, lamentando-se a falta de forças. Agora não passava de uma tola Mulher, fúnebre e triste. Sua mente rodava, não aguentava mais A pressão posta em suas costas. Estava morte de cansaço, com fome e sem vontade alguma de sorrir tendo em conta um grande problema jogado para si. Teve vontade de rir com seu grande azar.

Mergulhada em amargurados pensamentos, não percebeu a movimentação da porta e por ela, entrar a albina levando consigo uma pequena bandeja com comida.

Lissanna levantou o olhar, vendo a criada loiro 'boiar', e sinceramente, controlou-se para não rir alto ao ver a cara de idiota que a loira mantia. No mínimo, digno de piada.

- Ei idiota! - gritou, pondo a bandeja sobre a cama, abanando as mãos em frente ao rosto da loirinha, não contendo-se em não admitir os grandes olhos castanhos. - Não tenho o dia todo imbecil. Então faça o favor de comer logo e suma daqui, não quero muito contato com você.

Olhou-a indiferente, notando com certa raiva que a loira não havia prestado atenção em nada, nem mesmo em sua próprio pessoa. Isso era inegavelmente irritante. Como alguém não havia notado sua grande beleza viril?!

- Ou, Sonsa, eu estou falando com você! - levou as frias mãos ao ombro de Lucy, trazendo-a de volta a realidade e em um movimento brusco, a loira havia estapeado sua mãos, jogando o corpo para longe, colando-o a parede. - Eu...oque está havendo Sonsa...?

- Cadê o dragneel...? - sussurrara baixo, que se a albina não fosse boa em audição, não teria sequer ouvido algo.

Estranhou a pergunta. Claro que o lorde havia invocado noite passada e seuqer havia voltado, com certeza descontando sua raiva em alguma puta barata, - Tenho plena dó dessa moça - mas não havia sentido em a criada a olhar como se estivesse a ver uma assombração.

- Oque... - juntou as peças rapidamente, dando conta a entender o motivo da irá do lorde. Claro, a loira era o próprio motivo, nada mais óbvio! - mas que irritante em Sonsa, nem para servir descente consegue...tsc, cuidar de crianças não é meu lema então coma logo essa comida e se despache do meu quarto, não quero problemas.

Viu a mesma bufar desacreditada com o apelido. Ignorou-a e marchou ao banheiro, necessitava de um longo banho. 

Antes de fechar a porta, pode ver a loira arrastar a bandeja junto a ela, sumindo de seu quarto. 

É, acabou a companhia, chega a solidão.

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- Albina idiota...- bufou contrariada. Só oque faltava, Sonsa?! Sua mão tremia de raiva para não voltar e bater na albina, mas não seria ingrata a esse ponto.

Estava muito agradecida por ter sido "ajudada", mesmo no fim sendo enxotada daquela maneira tão grosseira. Mas não podia reclamar mais, estava mais concentrada na bandeja farta de comida que nunca havia sido servida a si. Lambeu os lábios, sentindo água na boca do de poder provar do que a bandeja oferecia.

Sem se dar conta na aonde ia, Lucy andou desajeitadamente pelo corredor, ultrapassando o limite do que era permitido a uma serva. Nem percebendo seu grande erro, continuou a andar extasiada , e quando enfim notou ser desajeitada trombando com uma porta. 

Engoliu em seco, vendo toda sua fome sumir rapidamente, deixando a bandeja escorregar de suas mãos, caindo em uma baque surdo no piso de mármore.

Só podia ser brincadeira, não podia ser aquilo. Desespero i-isso, pouco ligando pela sujeira que havia criado, dando conta do quanto se odiava por ser burra. Agora concordava com o apelido nada carinhoso que lissanna a havia presentiado.

- Estranho não acha....sua ousadia vai lhe arrancar a cabeça algum dia - disse o rosado sentado sobre o banco do piano negro, dedilhando a teclas em uma pequena música. Bebeu um longo gole de vinho de sua taça e inspirou profundamente, devolvendo o olhar frio a loira - Oque faz aqui serva inútil? Se perdeu do lugar?!

Porque tinha que ser assim...estava completamente perdida.






Notas Finais


Capítulo pequeno, me desculpem!

Ando meio atrasada no meu trabalho de ciências e ainda estou estudando que nem uma mula para me redimir nesse bimestre ._."

Como não queria decepciona-los, criei esse pequeno Capitulo só para distrair e trazer uma continuação a história `=`
Mas prometo que no próximo capítulo, venho com um medio', já que não sou de passar as 2.000 palavras ;-; Sorry


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