História Vendida Para Natsu Dragneel { reescrevendo a partir do cap 3 - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Freed Justine, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Gale, Gruvia, Nalu
Visualizações 137
Palavras 1.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu venho agindo que nem uma vagabunda esses dias...sem comentários ._."
Gente, desculpa que eu trollei- novamente- falando que ia postar 2 dias atrás.
E vc podem tacar tijolos ou me receber a tiros em casa que vcs vão ter motivos bons ou não ;-;
Mas só uma coisa, macumba não pode •✓•


Boa leitura!

Capítulo 8 - Pesadelos e sensações.


Sem eixos, sem nada.

Completamente sozinha na escuridão que tornou sua vida. Não tinha a quém se segurar e nem se apoiar em suas próprias forças conseguia. Fraca e amaldiçoada pelo destino ao ver o tempo passar pela janela, mas o mesmo estado que se encontrará horas atrás continuava.

Era patético saber que nem sequer pensou em se levantar e dizer; "não, eu posso conseguir!". Que bobagem pensar que tudo oque acreditará fora jogado ao chão e o dragneel fez a questão de passar em cima, atropelando a única razão que a deixava em pé.

"Em pé" é um termo fraco para completarme, mas é assim que me sentia; fraca, desesperada por ajuda e apovorada para não ver oque era a realidade, para não abrir a porta do armário que escondia meus medos e me deixava respirar. Mas não tranquila porque lá no fundo eu sabia que algo não me deixaria pensar que algo tão imaginário pudesse se tornar para sempre. Era pouco, escasso, pois na verdade, eu sabia que uma hora ou outra eu cairia, mas não sairia do chão e nem teria alguém que jogaria a corda para me salvar. Porque eu caí, e não no chão, nos tropeços que a vida trazia e nem nas escolha erradas que tinha que escolher; eu caí no abismo porque eu escolhi estar ali, eu pensei que ali seria melhor do que um armário de fechadura, que você tranca a tristeza e joga fora a chave. Não, eu joguei a chave, joguei o armário e joguei eu mesma lá no fundo. Empurrei a Lucy e coloquei as sobras para substituir.

Porque depois daquela noite, nada seria o mesmo. Eu não seria nada.

E tudo começou lá no começo da vida. Layla, Jude, ou talvez uma 'familia'. Eu fingia não saber de nada ou tentava Mostar que eu me importava, mas sabe, as vezes eu tinha vontade de ignorar os gritos de dor da minha mãe, os brutos xingamentos de meu pai ou os vidros quebrando. E no final, eu acabava fazendo isso; depois de tudo, eu sentava dentro do armário eo fechava, me encolhia e Tampava os ouvidos. Acreditava que se eu ouvisse algo, eu sangraria de dentro pra fora, meu orgulho me faria sentir uma dilacerante  dor por nem ligar para minha mãe. 

Então eu ficava lá, quieta e encolhida. Não ouvia e nem falava, sentia o doce sentimento de acolhimento preencher cada parte do meu corpo, e sorria. Ali eu sentia que nada me atingiria, que tudo passava; porque tudo no final iria passar, a dor ia embora e os medos eu deixava lá no canto do armário. Fechava a porta e voltava renovada, eu me sentia a filha obediente. Mas no fim, sempre chegava a hora de voltar e se encolher nos braço que o medo abraçava meu corpo, Tampava meus ouvidos e cantava a mesma música que Layla presenteava meus sonhos.

E quando vi o corpo de minha mãe no chão, coberta de sangue e o sorriso do meu pai segurando a garrafa velha de uísque aos pedaços, ali eu vi: não tinha armário. Ele quebrou, queimou nas lembranças, e deixou o balde de água como um frase, "acorda pra vida!".

Fiquei tão apavorada, tantos medos me assombraram que eu não conseguia ficar sem me machucar. Não dormia, e não chorava também. Eu ficava no canto do quarto pequeno, encarando a parede apática. Acho que eu esperava que alguém aparecesse dali e me puxasse para fora da vida.

Eu passei anos da minha vida acreditando que era assim. Pensando que algo cairia do céu para que eu jogasse toda culpa do meu sofrimento. Por isso eu vivi. Comia, sorria, dormia. Olhava meu pai, seu olhar de nojo para mim era o mesmo que eu vi em Natsu.

Era um sentimento de luxúria e prazer, eu sabia disso mas mesmo assim eu senti a mesma sensação que fazia meuu estômago embrulhar ao ver Jude.

Lembro que eu sentia aquilo revirar meu estômago e cortar-me de dentro para fora, mas sempre sorria para Jude. Era fraco e falso o sorriso, mas continuava ali, estampado no meu rosto.

Mas no dia em que me deitei com dragneel não houve sorrisos. Só a sensação ali presente o tempo todo. Isso era a única coisa que ficou comigo em todo lugar, que não me abandonou. E nem me deixou depois que eu saí do quarto do Dragneel. Ele ficou, me viu chorar, viu-me esfregar a bucha no corpo até que sangrasse, até que a dor me sumcubisse mais do que o nojo. Não do Dragneel, nem do meu pai. De mim mesma.

Agora eu voltava ao começo. 

Nem me preocupei com o estado dos meu braços e nem com os respingos de dengue que caiam no carpete. Eu segui em frente, não na vida mas sim pra cair ou voltar a ficar em pé. Mas não com razões ou sonhos, esperanças perdidas jamais! Eu ficaria em pé, vazia e leve. Leve de sentimentos, pois jogaria todas no chão; leve de passado pois queimaria suas lembranças; leve de mim mesma.

 Por isso segui, e abri a  porta do armário do quarto e me encolhi lá dentro e fechei a porta comigo dentro. Deitei na madeira fria e deixei meu olhos fecharem cansados, minhas dores preencherem o vazio do meu peito e fiquei ali, acolhida pelas assombrações que eu mesma criei.

Por ser fraca, por não conseguir dar um passo adiante, eu tornei meu pesadelos alvo das minha frustações acumuladas.

Doía sentir o peito apertar, mas tentava não chorar, era difícil é não podia reclamar, mas sentia que se não chorasse isso diminuiria a dor. Não pensava que a tornaria fraca porque já era quebrada.

Dragneel não me quebrou, ele só terminou o trabalho. 

Eu já estava rachando ao poucos quando Natsu apareceu. Ele só terminou, ele me estilhaçou.

Não era mais Jude, e muito menos Layla. Era Natsu, Natsu e natsu. Ele era o foco, ele se tornou o meu novo e único pesadelo. 

Tudo por causa de uma simples toque que ele amaldiçoou meu pesadelos e se tornou a atração deles.

- Chore, chore e não se esqueça...tudo irá passar e desaparecer. Confie na mãe, que vai sempre te proteger...- cantou  a música que mesmo depois da surra que levava do meu pai, ela continuava cantando para mim. Era deprimente cantar uma música como aquela, pois a mesma só escurecia e tomava a luz. Era com ela que via sua mãe com os inchaços roxos no olho ou o canto da boca sangrando, cantando divinamente, como uma deusa. 

- pena que deusas morrem cedo - riu fraca com a conclusão. E passou os dedos cálidos, pelas feridas abertas dos braços, vendo com dislumbre o líquido carmesim entre os dedos. 

Isso a trazia lembranças do dia em que Jude resolveu vendê-la. Não era inocente e nem chegou a ser um dia. E quando Jude disse com nojo que já não aguentava olhar para a cara dela, tudo desmoronou. Mas não fora ela, e sim sua paciência. 

Lembrou que pegara o primeiro pedaço de vidro na mão e se jogou no corpo velho do homem. Rasgou brutalmente seu ombro, sentiu jorrar sangue em suas mãos, mas não parou. continuou até sentir ser puxada de Jude, a sede de sangue estampada no rosto e os gritos de fúria querendo soltar-se para terminar o trabalho.

Não terminou e nunca chegou a terminar. Dali foi jogada nas masmorras de escrava esperando seu futuro dono. E depois pode enxergar oque fez e nunca sentiu tanta vontade de cortar suas mãos. Mas ela continuaram ali porque mesmo com o medo de olhar para suas mãos e ainda ver o sangue, ela sentiu algo satisfatório a encher e exalar por cada poró do seu corpo. Estava feliz, mas não enxergava. Ainda achava-se a garotinha inocente.

Pois como eu disse, o armaria aí da estava ali. Ele prendia e mesmo se eu me soltasse das correntes, eu voltava. Mas sozinha, por livre vontade e ele estava sempre ali. Porque ele sabia que eu voltaria para ele.

Eu estava presa para sempre.

Adormeceu no escuro do armário e sentiu os pesadelos sombrios a noite. 

Mas não ousou parar de dormir; não ousou seuqer derramar uma lágrima. Estava farta disso.

    •£••£••£••£••£••£••£••£••£•

O dia fora estranhamente calmo.

Tomou seu vinho, fora servido bem e fodeu uma de suas serva no tédio da tarde.

Mas a pergunta cai sobre o ombros e causava dor de cabeça, mas não saia e sequer pensava em sair do canto da cabeça: "Aonde estava Lucy?'

E não que sequer estava se preocupando com a serva loira, mas desde que acordara essa sensação não saia do seu interior, e já estava o irritando profundamente. E o amargo subia-lhe a boca ao pensar na noite quente - para seu lado - que passará com a Hearthifilia.

Estava puto, irritado com a simples ideia de estar arrependido pelo seus atos. Porque, caralho, era para estar sorrindo debochado e ter deslumbrado a pobre Lucy desmoronada. Mas tudo passava ao contrário do que gostaria e isso fazia ferver sua fúria e a paciência - pouca- escapava-lhe pelos dedos, deixando a raiva transparecer. Com o passar das horas a loira estava pertubando-o, e o mais irritante era o fato de sentir comoção pelo estado que a loira estaria.

"Será que está bem?"

"Espero que me perdoa, não é?"

"Vou-lhe pedir desculpa"

- O caralho que vou! - Socou enfurecido a mesa de marfim aonde sobreponhava-Se seu vinho, agora derramado ao chão. Agora estava mais do irado, tanto pelo vinho gasto quanto pelas ideia malditas que passavam pela sua cabeça.

- Maldita. - rosnou entre dentes, ordenando para que uma serva trouxessem outro vinho - Opa, claro que vou correndo aos braços da loira e pedir desculpa." Ah me perdoe minha cara luce. Será que não casa comigo também?". Que se foda ela é o perdão. E que queime o arrependimento!

Colocou a capa de couro negra sobre os ombros e caminho de volta a mansão, sendo recebido pela serva e seu vinho. Arrancou a garrafa das pequenas mãos com brutalidade e jogou a mísera taça trazida no chão.

- Sirva direito sua cretina. Eu pedi o vinho e não a merda taça - puxou - a pelos cabelos enrolados e louros - que agora o atormentavam. Estava aos poucos para queimar aquele cabelo - para perto de si. Sentia a respiração apavorada da pequena garota, e não pode conter o sorriso presunçosos que cobriu o lábios - Traga-me a Lucy, Michelle. Espero que não demore ou ficará no lugar dela. 

Soltou-a e a via correr desesperada para dentro da mansão. Não esperou resposta e nem a reverência. Só queria saber da loira e acabar com aquelas malditas sensações e o conflito que tornou sua mente. Confiava em Michelle a missão, sabia que o medo da garota sobrepunha toda a sua vontade de ajudar.

Estava ansioso para encontrar novamente Lucy. Sabia que a mesma estaria em seu quarto, mas não seria mais engraçado se procurasse por ela. Queria vê-la, a traria para si pelas cordas do medo, e no fim faria tudo novamente

.....tomaria seu corpo para si novamente.









Notas Finais


Sinto cheiro de hentai no ar... Esse meus spoiler estão cada vez mais bostas ._."

Só eu que gosto de ver os pensamentos da Lucy e seus medos?
Natsu dilicia Odiado por todos está no palco mais uma vez e pra arrazar; arrazar o coração da Lucy.
Espero que tenham gostado e comentem bastante, assim posso saber se estão gostando!
Muito obg por todos os favoritos ❤👏👈👌


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