História Vengeance - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Will Scarlet, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Evil Queen, Jeniffer Morrison, Lana Parrilla, Ouat, Swan Queen, Swanmillsfamily, Swanqueen, Swen
Visualizações 243
Palavras 2.014
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

PS: Não esquecam que Daniel é na verdade o Henry Mills.

Capitulo sem revisão qualquer erro conserto depois.

Capítulo 10 - Os fins justificam os meios


Regina resolveu que seria minuciosa em cada passo dado, nada poderia sair errado. E todos os seus inimigos deveriam ser estudados, detalhadamente começando por Neal. Assim ela ordenou a Killian que investigasse tudo de seus negócios.

— E as finanças dele. — Mills perguntou querendo um relatório completo, sobre o que Jones tinha descoberto.

— Ele perde dinheiro em muitos cassinos, Vossa graça. E eles nem estão roubando dele. — O moreno respondeu, com certo sarcasmo na voz.

— E a companhia de navegação dele? — Mills continuou.

— Ele pediu um empréstimo bancário, para comprar um barco há alguns anos atrás. Mais não pede ajuda a Malcolm Danglars.

— Interessante, acho que já sei como deveremos agir. — Regina concluiu. — Assegure-se que sejamos donos desse banco que ele deve. E diga as outras companhias marítimas que se afastem de Mondego. Eu quero que ele não tenha outra escolha, há ser rastejar até Danglars. E diga para os negociantes tomarem tudo dele.

 

***

 

O plano de Regina funcionava perfeitamente, e Neal se viu no beco sem saída. Ele foi fazer o que mais odiava implorar aos bancários por um novo empréstimo.

— Tente compreender, eu tenho um grande carregamento de algodão pronto para enviou. E devo fazer o pagamento do navio, assim que fizer a entrega. Logo é obvio que preciso do navio, para fazer a entrega. — Neal tentou justificar ao homem sentado a sua frente.

— Infelizmente o banco não pode mais estender os prazos, Conde Mondego. — O homem lhe respondeu sem menor empatia. — Eu sugiro que ache outro meio de enviar a sua carga.

Neal se viu completamente desesperado, e tendo que fazer a ultima coisa que jurou fazer na vida. Pedir ajuda novamente a Malcolm Danglars. Ele apenas saiu do banco, querendo manter sua classe, e deu ordem ao motorista que fosse até o porto, mas precisamente onde ficava a companhia marítima de Danglars. No caminho, Neal havia enviado uma mensagem a Malcolm eles, deveriam se encontrar de forma discreta e longe dos olhares de curiosos. Afinal esse era o acordo que tinha feito há anos.

— A que devo a honra, Conde Mondego? — Danglars disse saindo de trás de uma pilastra que o manteve escondido, a espera de Neal.

— Nem imagino o porquê tem me evitado todos esses anos. — O homem comentou enquanto tragava eu charuto.

 Neal se aproximou, e seu rosto demonstrava todo descontentamento por estar ali, diante daquele homem novamente.

 — Estou pronto para relevar seus erros Danglars. E talvez retomar nossos negócios.

— Os seus negócios não vão bem Neal? — Danglars disse com ironia e começou a anda. Mondego o acompanhou e logo entraram no pequeno escritório de Danglars. Retomariam os negócios ou ao menos era isso que achavam.

 

***

 

Na casa de Regina, Killian a procurava para lhe dar nova noticias. — Zatarra? Zatarra... Onde diabos essa mulher se meteu? — Killian murmurava consigo mesmo, enquanto caminhava pelos corredores da grande casa. Até encontrar Regina dormindo sobre o chão duro de seu quarto.

— Killian. — A morena o chamou assim que despertou.

— Você caiu da cama, Zatarra?

— Depois de trezes anos dormindo em chão de pedra, eu não consigo... — Regina respondeu enquanto se virava, mas ela não conseguiu terminar a frase. Pois assim que Killian viu as marcas em suas costas ele se assustou.

— Minha nossa! Isso dói? — Jones perguntou apontando para as cicatrizes nas costas de Mills.

Regina ignorou a pergunta, e apenas se virou para pegar um copo de água que estava em seu lado esquerdo.

— Veio aqui porque razão Killian? Diga logo. — Neal e Emma tem um filho. — Killian revelou e isso chamou bem mais que atenção de Regina.

 Ela jogou o lençol que a cobria para lado e se levantou rapidamente. Aquela era uma noticia inesperada, mas completamente bem vinda aos planos que Condessa de Monte Cristo tramava.

 

***

 

Na casa dos Mondegos Neal tentava organizar as contas, mas nunca chegava a valor satisfatório. Os documentos das propriedades lhes deixada por seu pai como herança, pareciam não cobrir os gastos que ele tinha.

— Daniel quer falar conosco. — Emma adentrou o escritório de Neal interrompendo o que ele fazia.

— Agora não Emma. Diga a ele que estou cuidando da herança dele. — Neal respondeu secamente e voltou a mexer nos papeis que tinha a mesa.

— Acha que ele vai desperdiçar a dele como você fez com a sua? — Emma perguntou ironicamente.

— Engraçado eu não me lembro de ouvir reclamações, quando lhe tirei da vida de filha do peixeiro. — Mondego rebateu. — Agora me de licença, pois preciso terminar isso aqui. Emma de aproximou e interrompeu novamente.

— Devo lembra-lhe Neal que em Paris você pode ter muitas amantes, mas apenas um filho.

Desistindo de continuar o que estava fazendo, Neal permitiu que Daniel entrasse.

— Entre Daniel. E seja rápido. — Ele disse dando a ordem para que o adolescente chegasse mais próximo.

— Serei pai. — Daniel respondeu adentrando rapidamente o escritório do pai. — Uns amigos meus vão a Roma por duas semanas no carnaval. Gostaria de permissão para ir também.

 — Roma Daniel? Sem nenhuma guia? Você só tem 14 anos. – Emma interviu não gostando do rumo daquela conversa. —Quase 15, mamãe. — Daniel argumentou. — É o meu presente de aniversario. Por favor. — O rapaz se dirigiu ao pai. — Não me meterei em problemas.

—Não. — Emma deu a resposta antes de Neal.

— É claro que poder ir. Eu vou adorar um pouco de paz e silencio. — Mondego passou por cima da ordem de Emma.

Enquanto Daniel saia do escritório do pai todo sorridente, para dar a noticia aos amigos que o aguardavam do lado de fora. Emma não se conformou, mas não havia muito mais o que fazer. Quando o garoto chegou ao pé da escada seus amigos o olharam apreensivos, mas ao ver que Daniel sorria todos comemoram.

— Roma. — O garoto gritou e todos saíram festejando pela casa.

 

***

 

As comemorações e desfiles pelas ruas de Roma aconteciam aos montes, todos fantasiados com mascaras, confetes e bandas para todos os lados. A folia rolava solta e meio a tudo Daniel e amigos, andavam fascinados com tudo.

 — Daniel, Daniel. — Amigos de Daniel gritavam do outro lado da multidão. O rapaz o olhou na direção que vinham as vozes, tirou sua mascara e sorriu. — Venha por aqui Daniel. — Um deles gritou novamente.

Quando Daniel ameaçou caminhar na direção deles, alguém o puxou. Era uma jovem misteriosa, de cabelos negros e mascara sobre o rosto, ela não esperou uma reação do rapaz e lhe tascou um beijo. Daniel ficou desnorteado pela atitude repentina e ficou em duvida se a seguia ou se ia à direção dos amigos, mas quando a jovem lhe revelou seu rosto ele apenas esqueceu os amigos e seguiu. Eles brincaram em meio à folia, a jovem fugia enquanto Daniel tentava alcança-la o pequeno joguinho durou pouco, pois ela atraiu Daniel para longe da multidão. Quando o rapaz percebeu estava em meio aos becos escuros de uma rua qualquer de Roma, ele seguiu o som do riso da moça começando a desconfiar, mas ainda atraído pelo desconhecido.

 — Senhorita? — Daniel a chamou sem sucesso. E continuou andando. — Não poderá se esconder para sempre senhorita?

Quando chegou ao fim do beco escuro, e tudo aconteceu muito rápido e ele mal tivera tempo de reagir. Quando percebeu estava encostado a uma parada com uma faca apontada para sua garganta.

 — Quem são vocês, e o que querem comigo. — Daniel perguntou ao bando de homens que estava a sua frente.

— Porque somos pessoas ruins. E queremos dinheiro fácil. — Um deles respondeu ironicamente.

— Se vocês querem dinheiro, esta tudo no meu bolso.

— Não é essa ninharia que tem no bolso que nos interessa rapaz. — Você é filho do Conde Mondego, não é mesmo?

— Ousam me sequestrar? — Daniel o questionou sem medo. — Mandem um pedido de resgate e se dará mal.

— Queria que fosse fácil assim rapaz, mas o pedido não chegara a seu pai por duas semanas. E logo sua família ficara na duvida se o matamos ou não. Um pedido de resgate não causara impacto. Talvez se mandarmos o seu anel de família, ele tem brasão dos Mondegos.

— Sim, meu anel possui o símbolo dos Mondegos.

— Mas quem sabe possamos manda-lo ainda pendurado em seu dedo.

Daniel ouviu os homens rirem e sentiu uma pontada de medo dentro de si, mas algo veio à tona maior que medo. Talvez coragem, uma coragem que o rapaz não tinha ideia de onde vinha, ele apenas deixou se guiar por ela.

— Escute aqui seu verme. Eu sou Daniel, filho de Neal, Conde Mondego e vocês riram pela ultima vez a minhas custas.

Enquanto Daniel mostrava sua bravura, uma sombra surgia em meio à escuridão, sem que ninguém percebesse.

— Que faça o pior. — Daniel finalizou, ele não estava com medo do viria a seguir.

 — Se você insiste. Peppone, a faca. — O que parecia ser o chefe do bando disse.

Quando ele se aproximou do rapaz e pegou em seu dedo, algo inesperado aconteceu. Alguém desconhecido atacou o homem o jogando no chão, uma luta corporal havia se iniciado, e Daniel só ouvia o tinir das laminas batendo uma sobre a outra. A escuridão do local não permitiu que rapaz enxergasse com clareza, ele não sabia ao certo o que estava acontecendo ao seu redor. Quando os barulhos finalmente cessaram apenas uma voz mansa foi ouvida.

— Cortem as cordas do garoto ou serei obrigada a cortas seus corpos miseráveis. — A voz de uma mulher ordenou. — Agora! —Ela gritou pela ultima vez.

Derrotados os homens apenas seguiram suas ordens sem esperara que ela mandasse novamente. Daniel finalmente pode enxergar quem lhe salvara e ficou impressionado por ser uma mulher a sua frente.

— Sim, senhora. — Chefe do bando respondeu e libertou Daniel que correu na direção da mulher misteriosa.

— Me siga rapaz. Vá para rua à frente e espere por mim lá.

 — Não sei como agradecê-la. — Daniel respondeu com gratidão. — Conversamos depois rapaz, agora vá.

Quando Daniel finalmente sumiu do local, a mulher jogou seu florete ao chão e lançou ao chefe do bando um maço de notas de cem.

 — Bom trabalho senhores. — A mulher agradeceu.

— Não há de que, Vossa graça. — Das sombras o chefe do bando respondeu.

E se tratava de Robin Vampa de Locksley o pirata amigo de Regina. E tudo não passava de mais um plano de Regina, para alcançar algo maior. Já do outro lado da rua, Regina comemorava por dentro, seu plano tinha saído perfeitamente bem. E ela agora tinha salvado a vida do filho Mondego.

— Daniel você está bem? — Ela disse ao se aproximar do rapaz.

— Sim eu estou bem. Senhora eu lhe devo minha vida. — Daniel respondeu ainda impressionado. Ele não sabia o porquê, mas algo na mulher a sua frente o fascinava.

— Você passou por situação terrível Daniel. — Regina disse enquanto caminhavam ate seu carro. — É um jovem extraordinário.

Killian os aguardava logo a frente, Regina jogou para ele seu florete e Jones logo o guardou no porta malas. Quando Regina ia entra em seu carro, Daniel a chamou uma vez mais.

— Senhora.

— Me desculpe à indelicadeza, eu insisto que venha tomar café comigo amanhã Daniel. Combinado? — Regina o perguntou lhe entregando um cartão.

— Combinado. — Daniel lhe respondeu com sorriso largo sobre lábios, por um minuto Regina se lembrou de vagamente do passado e se seu filho, mas logo tratou de esquecer aquelas lembranças e focou no que realmente interessava.  Killian abriu a porta do carro e Regina entrou se acomodando no banco de trás.

— Posso perguntar quem é a senhora? — Daniel insistiu.

— No momento sua amiga. Amanhã sua anfitriã. E por algum tempo que aja formalidades entre nós Condessa de Monte Cristo.

 O rapaz pareceu satisfeito com a resposta e Regina deu a ordem a Killian para dar a partida no carro, o dia seguinte seria interessante para ambas às partes. Afinal Regina agora tinha seu maior trunfo, o filho de seu maior inimigo sobre sua proteção, mas o que ela não tinha ideia era que o destino tinha outros planos para aquela relação. A vida brinca conosco de maneiras inesperadas, e essa era a maior lição que padre que queria que Regina aprendesse, mas que ela se recusou a aprender. E talvez agora fosse aprender na marra. 


Notas Finais


Regina está avançando no que tanto queria, as coisas vão começar a esquentar. E ela finalmente esteve cara a cara com filho sem ter a menor ideia disso. O tão esperado encontro acontece no proximo capitulo. Teorias, sugestões me contem nos comentarios!

Estou sem twitter no momento por motivos pessoais, então mensagens só por aqui mesmo.

Alert Spoiler: Aquela gesto era algo familiar e Emma teve a certeza que mulher a frente dela, tratava-se de Regina Mills o amor de sua vida.

Postei e corri. Até!


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