História Venha e me faça?! - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Jade, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Rosalya, Thomas, Viktor Chavalier
Tags Lysandre
Exibições 47
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, senhoras maravilhosas.
Tudo bem? Espero que sim.
Bom essa é nossa segunda fic então espero que gostem e nós ajudem.
Desculpe - me qualquer erro e Boa leitura.
Beijos da Fada - Chan.
Até mais.

Capítulo 1 - Prólogo..


Fanfic / Fanfiction Venha e me faça?! - Capítulo 1 - Prólogo..

O Inferno são as pessoas. 

 Charles Bukowski .

 15/09/2016 Califórnia, Los Angeles. Pov Ammy. 

 Querido diário, hoje é meu primeiro dia de aula depois da morte dos meus pais,  mas uma vez aqui estou eu não é mesmo? Já é o segundo semestre, minha vida está uma bagunça, eu sou apenas uma adolescente de 17 anos que cursa o segundo ano do ensino médio, mas sou a estranha, a garota que é zoada por todos, que foi deixada até mesmo pelo irmão, eu me odeio ao Pensar que fui a culpada pela morte dos meus pais, se não fosse por mim eles estariam aqui, eu jamais me perdoarei. Minha tia é a única que não me condena, bom ela  é minha única amiga mas, ela não sabe a história completa.. Eu apenas queria que todo esse pesadelo acabasse, e parece que a cada dia ele aumenta, não aguento mais acordar a noite me sentindo uma louca, não aguento mais os pesadelos sem sentindo, o medo, a raiva e a vontade de me machucar. Eu apenas queria pedir que tudo isso sumisse e que quando eu acordasse encontraria meus pais e meu irmão aqui comigo novamente, eu perdoaria meu pai por tudo que ele fez, não contaria a minha mãe a verdade e acreditaria que tudo seria como antes.                                                                  Deus me ajuda.

Tomei um banho após as lágrimas invadirem minha face, me arrumei para o colégio, desci e lá estava a minha amada tia, a única que me entendia, ela tem apenas 20 anos acho que é por isso que nos damos tão bem. - Bom diaaaa! - ela diz animada, nunca vi ela sempre está assim, sempre esta ajudando os necessitados e as vezes se veste até de fada para ir ver as crianças dos hospitais, queria ser como ela mas não consigo. - Bom dia tia Eliza. - Que rostinho é esse meu amor? Pode colocar um sorriso nesse rosto, por que hoje tem aula! - Ela diz, tentando me animar. Eu a amava muito e fazia de tudo para agrada - lá. Abri um sorriso meio forçado mas ela não era boba sabia que estava apenas tentando a deixar feliz, mas apesar disso eu sabia que ela queria apenas o meu bem. - Tia? - Diz. - ela diz me servindo omeletes e suco de laranja. - Eu quero avisar que vou chegar mais tarde do colégio hoje. - Por que meu amor? Posso saber? - Eu queria ir visitar os meus pais... Ir nos túmulos deles, naquele cemitério.. Hoje faz um dois meses e... - paro de falar suspirando. - Claro querida, agora coma essa omelete, por que se não estará encrencada mocinha. - começamos a rir, só minha tia mesmo para me fazer sorrir, terminei de comer e minha tinha me levou para o colégio, me deixado na entrada e foi embora. - a nerd idiota chegou! - escuto algumas piadas de mal gosto sobre mim,mas ignorei, já estou acostumada, apenas entrei na escola as três primeiras aulas sem ao menos olhar para o quadro apenas com os fones de ouvido olhando o céu que estava nublado pela janela, estava ventando muito lá fora e apesar de muitos não gostarem, uma das coisas que eu mais gosto é do tempo para chuva, o dia cinzentos são os melhores.. -Senhorita Edwards! - o professor de matemática me chama. - Hum, sim senhor Phillips? - respondo rapidamente tirando os fones. - Quer me dizer qual é a raiz de 169? - ele pergunta com uma cara seria, querendo que eu erre provavelmente. - é 13. - digo revirando os olhos colocando os fones de volta, logo o sinal para o intervalo tocou e eu fui na maior calma e inocência para o meu canto da depressão, uma parte totalmente afastada das pessoas, no jardim da escola, eu costumava a sentar de baixo de uma árvore e ler livros enquanto escutava música mas daí aconteceu muitas coisas e bom aqui estou eu. O sinal tocou e eu voltei para a sala de aula, a professora Shane passou um trabalho em dupla e como sabia da minha situação deixou eu fazer sozinha pois ela sabia que as pessoas me zoavam sem contar que a professora Shane era amiga da minha mãe e ela sabia da minha situação, da minha história.. assisti as duas últimas aulas e na hora da saída algum me puxou com tudo o que me faz parar e encarar a pessoa que me fez isso. - O que você quer Ambre? - pergunto revirando os olhos. - Então a cadelinha aprendeu a falar? - ela diz me empurrando com tudo contra o armário e sorrindo ironicamente. - A única que tem aqui não sou eu, agora me deixa em paz. - digo saindo correndo em direção a saída da escola, como eu iria no cemitério, corri até a metade do caminho para ter certeza que a garota não havia me seguido. Eu gosto de ir para o cemitério pois lá me sinto sozinha, em paz e queria conversar com eles, me sentir mais perto deles. Eu andava de cabeça baixa e quando fui virar a esquina para seguir até o cemitério sinto meu corpo sendo  chocado contra outro. - Aí! - resmungo. - Olha me desculpe, não queria .. foi sem querer. - digo e paro, para olhar quem era. Era um garoto de olhos heterocromicos e cabelos brancos, pele branca e com um sorriso no rosto. - Não foi nada, isso as vezes acontece, eu também estava destraido  - Sua voz soou amigável o que me tranqüilizou. - mas a senhorita ... - ele fez uma pausa como se quisesse saber meu nome. -  Ammy.. - digo tímida, ele realmente era lindo. - Mas então a está bem? -Ele perguntou formalmente o que me fez olhar pra ele e sorrir. - Estou bem sim. - digo o olhando e ele sorri mais uma vez. - Então, tchau Ammy, nos esbarramos por aí novamente senhorita. - ele diz e sai com um sorriso de canto nem me deu tempo de perguntar seu nome então apenas continuei o meu trajeto até o cemitério.  


Notas Finais


Espero que gostem, beijos até o próximo.


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