História Venha e me faça?! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Jade, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Rosalya, Thomas, Viktor Chavalier
Tags Lysandre
Exibições 37
Palavras 1.429
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, muito obrigado por terem comentado, sejam bem vindos.
( O nome do capítulo é:- A garota triste.)
Boa leitura, beijos da Fada - Chan.
Desculpe por qualquer erro.

Capítulo 2 - The Sad girl


Fanfic / Fanfiction Venha e me faça?! - Capítulo 2 - The Sad girl

Após me esbarrar naquele garoto, continuei seguindo o meu trajeto até o cemitério. Eu ia observando o tempo e logo cheguei na entrada do cemitério, olhar para ele me causou um aperto no coração, mas mesmo assim ignorei isso mas, certamente eu sentia medo, medo de paralisar e não conseguir entrar. A culpa estava me dominando porém eu teria que ser forte, faz dois meses que eles morrerem e desde desse dia não pisei aqui nem para o enterro, suspirei, sentindo a brisa gélida em minha pele, fazendo algumas mechas do meu cabelos se mexer em sinfonia com o vento, abri os meus olhos e segui até o portão enferrujado o abrindo lentamente, entrei e fui procurar pelo túmulos dos meus pais, eu não estava preparada para dizer adeus mas eu precisava, eles mereciam isso, assim que cheguei nos túmulos observei a grande árvore  antiga que estava atrás das lápides deles, suspirei e me sentei no meio das lápides como se assim me fizesse me sentir mais perto deles, como se pudesse sentir o calor humano deles que ja não existia mais, eu sentia um enorme vazio, eu estava sozinha naquele lugar ao qual muitas pessoas temem e um dia ja foi tão reconfortante e acolhedor para mim porém hoje só não me sentia mais assim, agora só sentia dor em estar ali, eu só era mais uma menina que sentia a falta dos pais. - Oi, mamãe. Oi, papai. Olha se algumas pessoas me vissem agora conversando com vocês, me julgariam louca. - abri um sorriso fraco e meus olhos arderam. - Mas, eu não ligaria pois é o que fazem comigo, me julgam ser saber a dor que carrego comigo mesma. Mamãe eu tenho tanto medo de perder as forças que me restam, eu não sei se vou aguentar sem você aqui, as zoações estão aumentando ou talvez seja apenas eu que estou sentindo que a dor está se aplicando cada vez mais, talvez apenas estou realmente sentindo agora,  está difícil dormir, tenho medo do que posso fazer comigo mesma, os sonhos estão cada vez piores, é difícil acordar e saber que nada mais será como antes, acordar com o seu maravilhoso café, com o seu cheiro de rosas que inundavam a casa de amor e carinho, está difícil viver mamãe, eu já não sei mais o que fazer...- as lágrimas que ameaçavam já haviam dominado a minha face. - eu preciso de uma solução mamãe, a pior parte não é as primeiras semanas, pois nesses dias você não está tão sozinha,  os parentes, os vizinhos estão lá, querendo saber como você está, se está bem de verdade, mas a parte mais difícil é das semanas em diante, as pessoas desaparecem, o Michael me deixou, eu precisava tanto dele mamãe mas ele não se importou com o meu bem estar, ele apenas me culpou pela morte de vocês e aquilo doeu tanto, pois eu sei que é a verdade, a culpa foi toda minha, eu juro que preferia ter morrido ao em vez de vocês, eu amo tanto vocês e está tão difícil aqui sem vocês, está tão difícil sorrir sem vocês para alegrar meus dias... Papai eu te perdôo por tudo, eu te perdôo por ter traído minha mãe com uma garota que poderia ser sua filha, eu não sinto nojo de você, eu não te odeio, eu sinto a sua falta,  quem vai me proteger quando eu sentir medo? Eu não estou pronta para ser adulta, a Eliza faz o que pode, mas ela tem apenas vinte anos, eu sinto como se tivesse roubando o tempo dela, o tempo que ela poderia estar se divertindo ela está aprendendo a ser mãe de um filho que nem dela é, agora eu a prendo em casa não deixando ela fazer o que gosta, ela já não sai mais e tudo por minha culpa. Papai me ajuda, eu já não sei mais o que fazer, tudo dói mais do que antes, eu queria tanto vocês de volta.. Eu vejo os adolescentes reclamando dos pais deles mas eles não sabem a sorte que tem de ainda os terem por perto, se eles soubessem a falta que eles iriam fazer iriam aprender a cuidar de seus pais, pois eles não são eternos, nem sempre vão estar aqui para nós avisar e dizer o que é certo ou errado, são únicos mas quando se vão.. Não adianta mais querer cuida - los.  Eu tenho medo de não ter cido uma boa filha. - eu ja soluçava de tanto chorar - Então você conversa com os seus pais, presumo. 

Pov Candice. 

Sai do colégio e cheguei em casa, me joguei no sofá, eu estava com uma puta preguiça de ir trocar de roupa, então fiquei ali mesmo, quieta na minha, depois de uns 10 minutos meu irmão chega, ele se deitou no chão e roubou algumas almofadas. - Estava aonde estranho? - pergunto rindo. - Por ai, estranha! - ele responde rindo também, era estranho o ter por perto depois de anos longe, somos gêmeos e bom nós damos muito bem apesar das nossas personalidades serem completamente o oposto, como posso dizer ele é muito vitoriano mas comigo ele tenta ser o mais normal possível, ele é muito esquecido e destraido além de ser lindo né, por que vamos combinar ele tem a minha carinha. -Tô com fome Lys - fofo, acho que vou desmaiar. - Também estou, mas você é muito exagerada. - ele diz fazendo uma careta, pensei em responder a altura mas ignorei e sorri. - Será que a marina já fez o almoço? - Sei lá. - digo revirando os olhos. -A mamãe disse quando eu começo a estudar? - Se não me engano amanhã, por que? - Conheci uma menina que estuda nesse colégio. - Humm e como ela é? - pergunto me virando pra ele e sorrindo, eu amava conversar com Lysandre, sobre meninas, eu sempre o ajudava ou melhor tentava, pois nunca tive um relacionamento para saber como é, e outra ele não seguia os meus conselhos, mas de qualquer maneira as garotas não resistiam a ele, eu só não sei como ele fazia para conquistar as garotas tão rápido, aonde quer que ele fosse sempre uma ou outra garota acabavam apaixonada por ele por mais que ele não as quisesse, mas de qualquer maneira o meu irmão é sossegado, e eu agradeço aos céus por isso. 

Pov Ammy. 

Eu estava aos prantos, quando uma garota albina linda me interrompe me fazendo uma pergunta. - Então você conversa com os seus pais, eu presumo. - ela diz parada do meu lado. - É o que parece né? - digo limpando as lágrimas. - Pareço uma louca não é mesmo? - Não, eu também faço isso, com o meu pai.. - ela diz um pouco tímida. - Prazer Candice. - estende as mãos e eu me levanto e lhe dou a mão em forma de comprimento.                                                         -Ammy. 

Pov Lysandre.

Cheguei em casa e vi minha irmã estirada no sofá. - começamos a conversar e falei da menina, ela me perguntou como ela era e eu comecei a falar enquanto pensava nos detalhes. - Ela tinha cabelos longos e loiros, um corpo delicado mas sexy, seus olhos azuis estavam tristes. - Nossa o que será que ela tinha? - Não faço ideia, mas gostaria de saber e me tornar amigo dela mas, mas tem um problema, castiel. - digo suspirando, ficamos um tempo sem falar nada enquanto eu olhava pro nada. - Pensando na menina? - Candy pergunta. - Não pensando em nós. - digo e vejo ela apenas falar um humm, ok e subir para o seu quarto. 

 Pov Ammy. 

Conheci uma menina chamada Candice, ela é diferente dos outros, ela é legal, ela ja sofreu bastante também, me contou sua história, perdeu seu pai para o câncer, nos conversamos um pouco e fui embora, peguei um táxi pois o vento estava ficando cada vez mais forte e ao meu ver logo iria chover e provavelmente não só hoje como amanhã também, adoro dias assim, era ótimo dormir com o friozinho, antigamente em dias assim costumávamos nos reunirmos na sala, com cobertores muitas comida, meu violão e cantávamos músicas enquanto comiamos bobagens até tarde, conversa vamos e dávamos altas risadas, agora acho que essa tradição foi embora assim como eles. Minutos depois cheguei em casa, paguei o taxista, desci e entrei. Avisei Eliza que ja estava em casa e subi. Tomei um banho, me vesti e logo desci e segui para a cozinha aonde Eliza estava.

 Continua..


Notas Finais


Mais um capítulo amores.
Beijos.


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