História Verdadeiro Desastre - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Cana Alberona, Doranbolt, Erza Scarlet, Flare Corona, Freed Justine, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Happy, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Ur, Virgo, Yukino Aguria, Zeref
Tags Fairy Tail, Gale, Gruvia, Jerza, Nalu, Romance, Zervis
Visualizações 40
Palavras 1.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


YOOOO, MINNA! MIL PERDÕES PELA DEMORA (se vcs estavam aguardando a atualização da fic)!!!
BOA LEITURA!!!!
VEJO VCS NAS NOTAS FINAIS!

Capítulo 3 - 03



— Capítulo III.



Termino de amarrar os tênis e levanto do banco. Fecho o armário e olho para as meninas.


— E aí? — Pergunto, abro os braços e giro.

— Meu short ficou bem curto, pelo menos a blusa da Erza está cobrindo bastante coisa. — Levy diz. Suspiro e encosto na parede de armários. Seguro uma das tranças que Erza fez.

— Ando com a cabeça na lua. — Murmuro.


Para minha sorte meus tênis de corrida estavam lavados e no armário, junto com um par de meias longas limpas. Não posso dizer o mesmo do uniforme da aula de educação física, saí tão aturdida de casa que esqueci que hoje é dia de educação física no último tempo. Pelo menos as meninas sempre trazem roupas extras em caso de algum acidente, e agora estou vestindo as roupas delas. A azulada levanta ao terminar de prender o cabelo em um rabo de cavalo com ajuda de uma fita amarela. Suspiro e olho para a ruiva.


— Erza, quando começa o treino da equipe feminina de natação? — Pergunto. Ela veste a blusa, assim que o tecido cai pouco abaixo dos quadris, a ruiva põe as mãos na cintura e olha para mim.

— Semana que vem, junto com os treinos dos meninos de basquete, as cheer-nojentas-leaders, e os velocistas também voltam. — Diz, olhando para mim, faço careta apenas em pensar nos treinos. — Os clubes também voltam semana que vem. — Acrescenta, direcionando seu olhar para Levy, que apenas assente, demonstrando que já está ciente.

— Por que o treino da equipe masculina de natação já começou? Quer dizer, ontem você ficou esperando o Jellal. — Levy indaga.

— Sim! Mas a equipe masculina está com sérios problemas e um desfalque. — diz.

— Que droga. — Digo.

Ela assente. Saímos do vestiário depois que Erza guarda suas coisas. Corremos até a quadra. Assim que entramos o professor olha para nós e suspira.

— Só faltava vocês, garotas. — Ele diz.

— Gomen, Doranbolt-sama, é que…

— A culpa foi minha! Esqueci meu uniforme e as meninas tiveram que me emprestar! — Interrompo Levy.

— Tudo bem, meninas. Apenas façam duplas. — Resmunga. Viro para o lado, vendo Levy e Erza de braços dados.

— Foi mal, Lu-chan!

Olho em volto. Gray e Gajeel já são uma dupla. Flare está praticamente enforcando Natsu. Mordo o lábio. Entre o tumulto de duplas já formadas, Loke, que está sem dupla — assim como eu —, começa a se aproximar de onde estou.


— Lucy-chan, pode ser minha dupla?


Balanço a cabeça afirmativamente — na falta ou dúvida, Loke é uma boa opção, afinal. O professor nos manda aquecer, e enquanto o fazemos, ele diz que deveremos realizar séries de abdominal estático, abdominal lateral e prancha abdominal, teremos dez minutos para fazer cada exercício, cinco minutos para cada membro da dupla na realização dos dois últimos exercícios. Faz mais especificações sobre e quando termina sinaliza para começarmos. Loke pega uma bola. Nos sentamos no chão, deitamos e erguemos as pernas, encostando os pés.


— Comecem. — Ele chia e usa o maldito apito. Loke e eu sentamos novamente, com as pernas erguidas e os pés encostados.

— Segura a bola, Lucy-chan.

— Hai!


Começamos a jogar a bola para lá e para cá no ar. O exercício é até divertido, com exceção da parte de ficar com as pernas erguidas desse jeito. Ficamos assim durante dez minutos, então o professor apita novamente e damos início a outra atividade. Após uma atividade e outra, sempre intercalando para fazer os exercícios, o professor nos dá um tempo para descansar.


— Vocês tem cinco minutos. Assim que eu apitar quero duas meninas no centro da quadra, irão finalizar a aula com um jogo amistoso, para fortalecer a amizade.

— Que jogo? — Flare pergunta, erguendo os braços para chamar a atenção dele do outro lado da quadra.

— Queimada.

— Desde quando queimada é algo que fortalece as amizades? — Levy questiona, jogando-se ao meu lado no chão. Loke faz careta, cansado demais para falar alguma coisa. Erza também se junta a nós.

— Quem será que vai ir para tirar time comigo? — Erza pergunta. Olhamos para ela e depois ficamos em silêncio.

— Flare, com certeza. — Loke diz, tranquilo.

Doranbolt apita. Erza levanta rapidamente e vai até o centro da quadra. Como previsto por Loke, Flare se levanta. O restante da turma fica em silêncio absoluto, observando as ruivas com cautela, e talvez nervosismo.

— Scarlet e Corona, escolham. — O professor diz, joga a moeda para cima.

— Cara. — Flare diz, a moeda cai na palma da mão do professor.

— Deu coroa. Pode começar a escolher, Scarlet.

— Levy. — Erza diz, a azulada levanta e vai para o lado da ruiva.

— Natsu. — A outra ruiva chama.

— Lucy. — Rebate.


Ando devagar até o centro da quadra, apoio os braços nos ombros de Levy e suspiro. Observo as ruivas começarem a chamar nomes, uma por vez elas rebatem os nomes ditos anteriormente como se fossem armas ou coisa semelhante. Assim que a turma fica dividida igualmente, Flare escolhe o lado da quadra e Erza fica com a bola. Nos primeiros minutos Erza e Gray queimam cinco pessoas do outro time — o que nos dá mais trabalho para escapar da bola, que de tempo-em-tempo fica de um lado para o outro, em um jogo exaustivo.


Gajeel, que acabou ficando no outro time, joga a bola em cheio na direção de Erza. Ele consegue acertá-la no abdômen, a ruiva geme e torce o nariz, mas agarra a bola como se sua vida dependesse disso. Sorri vitoriosa para o moreno e gira nos próprios calcanhares e com velocidade arremessa a bola, acertando Natsu no ombro. O rosado resmunga, aparentemente chateado.


— Desculpa, Nat. — Erza diz, segurando o riso por conta da careta que ele faz.

Desculpa, sei! — Diz, passando por nós.


Natsu gira, já do outro lado. Olha para as pessoas disponíveis para acertar no nosso time. Seu olhar paira sobre mim. Ele estende os braços e arremessa a bola. Na altura que ela está vindo, passará direto por mim. Dou um salto e estendo as mãos. Agarro a bola, mesmo que desajeitadamente, e a puxo para baixo. O rosado sorri, encolho os ombros e lanço para ele um olhar desconfiado. Viro de costas e jogo. Por pouco não acerto Gajeel. Levy consegue pegar a bola e arremessa novamente para mim, fazemos esse mesmo jogo repetidas vezes, quando Lisanna, que está mais perto de mim, aparenta cansaço, jogo a bola nela, acertando levemente sua perna. A albina pragueja, captura a bola e vai para o outro lado.


Escuto uma movimentação atrás de mim. Olho sobre o ombro e vejo Flare à um metro de distância. Suspiro. Erza grita, viro para frente a tempo e consigo desviar da bola, que bate com força no chão, onde eu estava segundos atrás. Shin, amigo de Flare, captura a bola e joga rapidamente na minha direção. Não dá tempo nem de piscar, logo estou de joelhos no chão, gemendo, com as sobre o abdômen super dolorido.


— Ei, Shin, para que toda essa força? — Erza reclama.


Apoio uma das mãos no chão, inclino o corpo para frente. As pontadas de dor são fortes e parecem percorrer todo meu corpo. Droga! Meu rosto está em chamas, completamente vermelho e muito quente, e úmido por minhas lágrimas de dor. Começo a tremer, mas isso piora a dor no abdômen. Escuto a voz de Erza me chamando, mas ignoro. Permaneço com a cabeça abaixada, curvada para frente e apoiada nos joelhos, seco o rosto.


— Qual seu problema, cara?! — Natsu grita.

— Ah, qual é, estamos jogando queimada. — Shin começa. Mas é interrompido pela comoção dos outros alunos. Escuto Gray e Gajeel gritarem o nome do rosado, e só então ergo a cabeça. Vejo Natsu segurar Shin pelo colarinho da camisa e dar um soco nele. Erza me puxa para cima. O professor começa a gritar e apitar para que Natsu solte o outro menino. Mas de repente Shin reage, soltando-se e socando o outro.


Uma troca de golpes começa. De repente eles caem no chão, ainda trocando socos. Fico boquiaberta. Vejo o rosto de Natsu sujo de sangue, o líquido viscoso e escarlate escorre de um pequeno corte perto da sobrancelha dele. Grito ao ver sangue jorrar do nariz de Shin. Erza e eu nos aproximamos da briga, damos cotoveladas nos outros alunos — que não perderam um segundo sequer para se amontoar em um círculo ao redor dos meninos. O rosado gira, rolando para o outro lado, o punho de Shin acerta o chão, fazendo-o urrar de dor. Natsu empurra o outro contra o chão e fica em cima dele, o puxa pelo colarinho novamente e prepara-se para dar um soco no rosto do outro garoto.


— Natsu! — Grito.


Seus olhos ônix encontram os meus, ele para com o punho a centímetros do rosto de Shin. Balanço a cabeça negativamente. O rosado apruma a postura. Gray grita de repente, e o punho do moreno acerta Natsu, o fazendo perder o equilíbrio e cair para trás. Shin fica de joelhos, pronto para levantar e continuar socando o outro. Afasto-me de Erza e agacho ao lado de Natsu, seguro ele pelo braço e o ajudo a se erguer.


— Senhorita Heartfilia, senhor Takahashi, Natsu! Vão agora para direção! — O professor grita. — Estarei lá em cinco minutos e espero encontrá-los lá! O restante de vocês, guardem o material e estão dispensados.


Olho para o professor incrédula. Abro e fecho a boca, entretanto aceno para as meninas e acompanho os dois garotos. Andamos afastados, em uma distância consideravelmente segura, até a direção, chegando lá, nos sentamos nas cadeiras disponíveis da recepção pequena. A secretária do diretor e vice-diretor olha para nós, torce o nariz, ao olhar para os meninos. Então começo a encará-los de soslaio. Não sei quem está pior.


Shin está segurando o nariz, cujo ainda escorre sangue, e está com o olho esquerdo inchado e vermelho, quase chegando ao roxo. Já Natsu, está com um corte pequeno perto da sobrancelha, sua bochecha e parte da maçã  do rosto esquerda estão com uma coloração forte quase roxa e também está inchado, o rosado também possui um corte no lábio inferior que já está começando a inchar, e tem seu rosto úmido e brilhante de suor e sangue. O professor entra na recepção. Nos dá uma olhada breve e encara a secretária.


— O diretor está disponível neste momento? — Pergunta.

— Na verdade ele não se encontra. Saiu faz meia hora para resolver alguns problemas.

Suspiro um pouco aliviada. Makarov-sama, o diretor da escola, é um amigo antigo do papai, e por um lado o fato de ele não estar na escola me deixa aliviadíssima.


— E o vice-diretor? — Ele indaga.

— Está disponível. — Ela diz. — Vou avisá-lo sobre a entrada. — Suspira, levantando-se da cadeira e batendo em uma das portas. Enfia o corpo pela fresta que abriu e fala com o diretor. — Entrem. — Resmunga, abre um pouco mais a porta, mantendo-a aberta para que possamos entrar.


Shin levanta e entra primeiro, entro atrás do moreno, sendo seguida por Natsu. Doranbolt-sama entra por último e fecha a porta. Os meninos se acomodam nas cadeiras dispostas na frente da mesa. Sento na cadeira vaga, entre os dois. O olhar do vice-diretor fixa-se no rosado à minha direita.


— O que aconteceu, Doranbolt? — Pergunta calmamente, sem tirar os olhos de Natsu.


Olho para o rosado de soslaio. Os olhos dele estão fixados nas mãos entrelaçadas no próprio colo, a cabeça está levemente inclinada para baixo. O professor começa a narrar os fatos para o vice-diretor, aproveitando para nos dar um sermão. Cada palavra dita por Doranbolt parece ser cuspida com raiva, ele abusa de gestos com as mãos, a todo momento nos lançando olhares de decepção e um misto de indignação e irritação. Nós três permanecemos calados, escutando tudo o que o professor diz.




Notas Finais


☆Anjinhos da minha vida, eu queria dizer algo sobre a fanfic, então vamos lá!
Bem, aparentemente alguns pontos dos capítulos — você, leitor, parando para analisar — parecem ser bem vagos. Eles não parecem, e sim são! Bem, as partes vagas, são lacunas que serão preenchidas (como a relação da Lucy com alguns personagens) ao decorrer da fanfic. Tudo será explicado, os personagens que vão aparecendo nesses capítulos não são apenas meras citações. Bem, acho que foi isso!
☆Algo bem interessante! Há uma lacuna vaga bem interessante e facilmente perceptível bem legal — prestem atenção bastante nesse capítulo e nos anteriores —, da até para criar umas teorias aí! jjdjdjksm
☆Caso tenha algum erro no capítulo ME AVISEM, PELO AMOR DE YATO!
☆Então, hoje é domingo e amanhã começamos a rotina chata, tenho um bom início de semana! Nos vemos no domingo que vem!
[Comentem o que acharam (bem chato pedir isso, mas estou sedenta por opiniões)!]
Bai, bai, amores! Fiquem com Yato!💕


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