História Verdades Ocultas - Capítulo 2


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Felicity Smoak, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Thea Queen
Tags Arrow, Barry Allen, Flash, Gay, Homossexual, Homossexualidade, Olivarry, Oliver Queen, Sexo Explícito, The Flash
Exibições 425
Palavras 1.924
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!
Olha eu aqui outra vez, bem mais cedo até do que pensava. É... Não estava nos meus planos dar sequência aqui por agora, mas me bateu aquela vontade de escrever Olivarry, então aproveitem.
Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 2 - Saída Necessária


Olivarry

 

Capítulo 02 – Saída Necessária.

 

Barry observa Oliver, que já está bêbado, flertando com uma mulher mais velha e ao ser rejeitado, move-se em direção a sua próxima vítima, um homem igualmente loiro, variando com sua idade. Pra quem disse que não gostava mais de lugares assim, até que ele está se saindo muito bem. Barry suspira enquanto bebe a bebida em seu copo, sentado em um sofá com outras pessoas, as quais não as conhecem.

 

A sala está cheia de pessoas dançando e bebendo, há estrangeiros também, alguns bem irritantes. A música está muito alta e o ar está abafado com cheiro de álcool misturado com o suor. Barry sabe que não deveria ter vindo, é chato e a única coisa positiva sobre estar aqui é a possibilidade de assistir Oliver dançar enquanto está bêbado. Enquanto isso não acontece, Barry levanta, se dirigindo para fora indo buscar um ar, quando, de repente, ouve o grito de uma voz familiar.  

 

– Você não sabe nada sobre o assunto, então apenas cale a boca! – Disse Oliver apontando o dedo na caro do homem.

 

Barry se vira para ver os loiros bem próximos de uma briga, com certeza, desta vez, o flerte não funcionou muito bem. E foi preciso menos do que um piscar de olhos para que os dois estivessem se esmurrando. Oliver está sentado em cima do loiro, batendo a cabeça dele no chão por várias vezes, até que outro homem sem camisa, um provável amigo de quem está deitado no chão, agarra o milionário por trás, o estrangulando.

 

Como não podia deixar de ser, algumas pessoas formaram um círculo em volta dos dois gritando, incentivando e quem sabe até mesmo apostando sobre quem vai ganhar a briga. Imediatamente Barry faz o caminho através da multidão para chegar ao homem descamisado afastando-o de Oliver. Algo que não é muito difícil graças a seu corpo raquítico.

 

Surpreendendo a todos, Barry pega no ombro do homem e o virando lhe dá um soco forte na barriga, o fazendo cair de costas com as mãos em seu estômago doído.

 

– Olha só quem apareceu. Diz ai, Queen, esse é o seu novo namoradinho. Eu soube algumas coisas a seu respeito com os Merlyn. – O cara loiro vomita com raiva, enquanto um dos seus amigos o ajuda a manter-se em pé.

 

Não querendo arrumar mais confusão e sim acabar com a que já acontecia, Barry simplesmente ignora as palavras levando seu amigo para fora da sala. Todavia antes que isso pudesse ser concretizado de vez, outro homem caminhou em direção a eles dando um soco na cara de Oliver. Num pequeno espaço de tempo, outro homem aparece e empurra o cara antes que ele pudesse bater em Oliver uma segunda vez.

 

– Vocês devem ir. – Ele diz.

 

Aproveitando a ajuda, Barry tratou de tirar Oliver de uma vez por todas daquele lugar, algo que se tornou mais difícil do que o esperado, uma vez que o loiro não conseguia nem andar em linha reta. Depois com um tanto de custo já na rua, eles começam a caminhar na noite quente, mas sem lua, escura. Barry vai tentando segurar o amigo em pé, evitando que ele caia por inúmeras vezes. Ele move o braço esquerdo de Oliver nas costas de seu ombro, para que sua mão esquerda esteja segurando-a pelo pulso enquanto a direita foi a sua cintura para um equilíbrio ainda maior dos dois.

 

Enquanto estavam lá caminhando devagar pela estrada, Barry avisou Oliver de um sangramento no nariz, com certeza por causa do homem que o atingiu. Ele gostaria de fazer alguma coisa para cessar o sangramento, mas no momento não podia soltar as mãos de Oliver e correr o risco de deixa-lo cair sobre o asfalto.

 

A partir deste dia, mais do que antes, Barry odiara pessoas bêbadas, e mesmo que ele perdoe Oliver por essa bebedeira mais tarde, guardara cada lembrança para ser usada quando for preciso. Entretanto agora está realmente preocupado sobre como vão chegar a casa. Barry não quer arriscar uma corrida para não embrulhar mais do que já deve estar o estomago de seu amigo embebecido. Ele xinga a si mesmo por não ter feito a volta e pego o carro.

 

Depois de um tempo em que eles estão apenas andando devagar, Barry percebe que as pernas de Oliver param de funcionar e o ajuda a ajoelhar-se no meio-fio. – B... Barry... – Oliver tenta dizer alguma coisa que no fim não consegue terminar quase cedendo ao vomito.

 

– Está tudo bem Oliver, eu estou aqui. – Barry diz segurando o outro com mais firmeza. – Porque bebeu desse jeito, você pode acabar entrando em coma alcoólico. Seu metabolismo não é acelerado como o meu. – Em pensamento Barry promete a si mesmo que nunca mais vai deixar Oliver beber dessa maneira outra vez, mesmo que isso significasse prendê-lo e/ou amarrá-lo em algum lugar em sua mansão.

 

Quando se da por conta, Barry olha para Oliver que está com os olhos fechados, há um pouco de sangue seco em uma das narinas e também por cima de suas roupas. O vômito expelido fora mais no chão do que em si mesmo, o que é um alívio para Barry que decide que é hora de ir pra casa o mais rápido possível. Colocando o braço esquerdo sob os joelhos de Oliver e seu braço direito sob seu pescoço e ombros, Barry o levanta e dispara.

 

Meio segundo depois na porta, Barry tem uma pequena dificuldade, ele precisa alcançar as chaves, que estavam no bolso do casaco. O bolso que justamente estava preso entre seus corpos. Ao busca-la, ele falha a deixando cair, em seguida se ouve um resmungo de palavras soltas e desconexas.

 

– Barry... – O nome é dito numa voz rouca e Barry olha para Oliver, que ainda tem os olhos fechados, mas parece que agora está meio acordado.

 

– Já chegamos. Só preciso abrir a porta. – Barry responde suavemente enquanto desce Oliver de sua garupa com cuidado para poder pegar as chaves. Ele abre a porta principal e entra na casa da família Queen, observando atento para se certificar de que o amigo na bata em nada.

 

Barry leva Oliver direto para seu quarto, o deitando na cama antes mesmo de ascender às luzes. Logo viu os olhos esmeraldas como os seus se abrirem, depois ouviu sua voz protestando antes de ir a cozinha para pegar uma flanela úmida e um balde no caso de Oliver voltar a vomitar.

 

Retornando ao quarto, Barry retira seu casaco o largando no chão ao lado da cama, em seguida desata a gravata, e desabotoa alguns dos botões de sua camisa. Depois vai até a janela abrindo-a para permitir a entrada de um ar mais fresco arejando o ambiente.

 

Ouvindo resmungos vindos da cama Barry volta até Oliver, acende a lâmpada na mesa de cabeceira, pega a flanela úmida para limpa-lo do sangue seco e resquícios de vomito. Após terminar de limpar o rosto levemente avermelhado, o castanho ajuda seu amigo a pôr-se fora de sua jaqueta de couro. Também a atira para o chão, ao lado de seu casaco.

 

Um tanto sem graça, Barry ergue a camisa de Oliver e a puxa pela cabeça jogando-a de lado também. Os orbes esmeraldas de Barry tem agora uma boa visão do corpo musculoso, muito bem construído em sua definição ao mesmo tempo em que Oliver ameaça de novo abrir os olhos.

 

Barry não sabe se gosta ou não do fato de Oliver estar tão quente e por ter um corpo assim tão próximo. Há uma duvida em sua mente por não ter a certeza se está autorizado a despi-lo. Por fim, como não há mesmo o que fazer, ele tira e joga o jeans junto às outras roupas e caminha em direção ao armário para escolher uma roupa de dormir.

 

Quando volta para a cama pela segunda vez, Barry ouve uma voz murmurando ao seu lado e fita para os olhos agora bem abertos. Com uma das mãos o loiro coça a parte de trás da cabeça e Barry lhe mostra o pijama que pegou em seu guarda-roupa.

 

– Vamos Oliver, eu vou ajudá-lo a colocar. – Barry diz num tom de voz baixo. Suas bochechas estão corando um pouco depois que o milionário olhou para si mesmo, percebendo que estava tão somente em sua cueca boxer branca.

 

Ainda bêbado e meio sonolento, Oliver hesita em permanecer deitado em sua cama, ao invés disso, tenta se levantar e tropeça derrubando seu pesado corpo contra o outro mais mirrado. Eles caem com seus corpos caindo contra a parede e Oliver mira seu olhar diretamente nos de Barry. O velocista percebe que ainda o outro tem suas pupilas dilatadas, provavelmente porque do ambiente meio escuro da sala ou talvez porque ainda tenha uma grande quantidade de álcool em seu sangue.

 

– Barry... – Oliver pronuncia o nome pela milésima vez com uma vez rouca ainda sem conseguir concluir a frase, no entanto desta vez ele beija Barry em seus lábios sem dar-lhe a mínima chance de reagir. Seus lábios possuem o forte gosto de álcool que com toda certeza sobrepuja o gosto azedo do vômito, sendo que Barry não está se importando nenhum um pouco com esse detalhe.

 

Ao contrário, Barry gosta dos lábios macios de seu mais novo amigo, portanto, ele não retira ou sequer o empurra para afasta-lo. Obviamente pensa que Oliver fez isso apenas porque ainda está bêbado, caso o contrário, nunca que o mesmo iria beija-lo. Os lábios tanto de um quanto de outro são persistente, só se desgrudam quando a busca de ar se faz necessária, bem no limite de seus pulmões estarem prestes a estourarem. 

 

– Sinto muito B... Barry... Eu... Eu precisava tanto disso. Eu te desejo desde o dia em que nos conhecemos. Eu preciso de você, eu quero você... Barry Allen. Eu te amo... Pode parecer idiota agora, mas é isso mesmo... Eu te amo.

 

Barry o olha. “Bêbado. É o bêbado falando, apenas isso.” É o pensamento em sua mente.

 

– Você está bêbado, Oliver. Não diga que você me ama, se você apenas o faz porque do álcool. – Barry sussurra olhando para baixo no carpete aveludado cinza.

 

Sem aviso Oliver ataca o pescoço esguio chupando intenso já deixando uma marca vermelha. Barry libera acesso por não conseguir resistir, ele geme um pouco se inclinando para o calor úmido daqueles lábios, e ao mesmo tempo odiando-se por parecer que ele próprio está tirando vantagem por Oliver estar bêbado. Contudo ainda que quisesse não conseguiria ajudar a si mesmo, porque realmente está adorando toda aquela merda.

 

Barry quis isso por tanto tempo que rejeitar agora, seria loucura. Suspira intenso e meio que triste quando sente Oliver acabar de sugar em seu pescoço e andar alguns passos para trás.

 

– Um homem embriagado pode fazer isso? – Oliver indaga e cai nos braços de Barry com os olhos bem fechados.

 

– Sim, Oliver. Um bêbado pode.

 

O homem de cabelos castanhos coloca o milionário de volta em sua cama, o cobre com seu cobertor e se senta na beira olhando para ele que já está no ronco. Barry sorri. Ele fica acordado a noite toda assistindo, certificando-se de que Oliver está bem e que não vai acordar e vomitar de novo correndo o risco de engasgar em seu próprio vômito.

 

Quando o sol nasce, Barry se permite deixar Oliver sozinho, mas antes de voltar para Central City, para casa e desmaiar em sua cama, ele caminha até a cozinha pegando um copo de água e analgésicos para coloca-los na mesa de cabeceira. Prontos para Oliver toma-los assim que despertar.

 

Continua...


Notas Finais


E então, como está a fic? O que estão achando? Digam-me please. ^.^


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