História Veritas vel Dare - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Dino Thomas, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lilá Brown, Luna Lovegood, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Ronald Weasley, Theodore Nott
Tags Bday Cris, Bluna, Draco Tesudo, Dramione, Firewhiskey, Hinny, Hot, Neville Gostoso, Palmada, Parvetida, Pegação, Pepecas Virgens, Sexo, Theo Lenhador, Verdade Ou Desafio
Visualizações 180
Palavras 4.380
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amore!

Bem, essa one - maluca hahaha - é um presente de aniversário para uma amiga que eu amo MUITO!

Cris, meu amor, espero alcançar suas expectativas!

*ALERTA DE CONTEÚDO EXPLICÍTO*

Divirtam-se! 💙

Capítulo 1 - Exciting Game


— Honestamente, merecemos um pouco de diversão! — Ginny se apoiou no ombro da amiga e deu um sorriso pidão. 


— Você olhou bem para aquela mesa? — Hermione chiou. — Há Sonserinos ali, e da pior espécie! 



— Pensei que tivéssemos superado essa richa com a queda de Voldemort. — Ginny revirou seus olhos azuis.


— Não tem a ver com richa. Você por acaso escutou a “proposta” absurda do seu irmão?


— O que há de tão absurdo em uma brincadeira qualquer? — Ginny suspirou.


— Não é uma brincadeira qualquer. É verdade ou desafio!


— Eu sei. E … ? 


— Você realmente não liga, não é? — Hermione encarou sua amiga ruiva com exasperação.


— Você também não deveria. — Ginny insistiu. — Relaxe um pouco Mione.


Talvez, só talvez, ela merecesse mesmo um pouco de diversão. Foram longos anos! E agora sem a ameaça de Lord Voldemort e com seu retorno a Hogwarts, porque não agir como uma adolescente inconsequente e cheia de hormônios por algumas horas? Hermione deixou um suspiro resignado escapar e Ginny pulou animada, sabendo que a amiga havia se rendido. 


. . . 


Já em meio a rodinha de colegas, Hermione deixou seus olhos registrarem cada um que ali estava,o estômago revirando-se ligeiramente. 


— Regras? — Hermione indagou à ninguem especifico.


— Não há regras, Granger. — A voz arrastada e insuportável de Draco Malfoy encheu seus ouvidos. 


Ela disparou seus olhos âmbar cheios de tédio à ele dando um sorriso duro de deboche, que rapidamente o loiro devolveu com ainda mais zombaria.


 — Quem começa? — Theodore Nott quis saber. 


— Primeiro: cada um tem que pegar um copo com firewhiskey e pingar três gotas de Veritaserum. — Ron começou.


A ideia havia sido de Ron. Hermione não conseguia parar de pensar que Harry nunca devia ter ensinado essa brincadeira à nenhum Weasley. Sob a mesa descansavam vários copos, três garrafas de firewhiskey e um frasco com um líquido transparente que logo ela identificou como a Veritaserum. Os gêmeos haviam incorporado a brincadeira de um modo bem malicioso e graças à isso ela perdera sua virgindade com George na cozinha da Sra. Weasley. Não que tivesse sido uma coisa ruim, longe disso! Guardava memórias incríveis da sua primeira vez e de vez em quando até repetia a dose com o gêmeo mais devasso.


. . .


Com o copo cheio, Hermione se remexeu em seu lugar entre Ginny e Ron. Sentia-se ainda mais ansiosa que de início, e sua ansiedade em nada tinha a ver com empolgação. 


— Segundo: vamos usar a varinha, ok? Tudo vai depender da cor e eu vou explicar. — Ron se apressou em dizer vendo que Astória e Dean estavam prestes a levantar mão. — Quem for girar a varinha deve pronunciar o feitiço: Veritas vel Dare. Assim quando a varinha parar em alguém ela é quem escolhe se será verdade ou desafio. Deu pra sacar? 


— E quais são as cores? — Neville perguntou.


— Verde é verdade, vermelho é desafio. Bem simples. — Ron deu de ombros. — Podemos começar?


— E quem não quiser cumprir o desafio? — Luna questionou em seu tom sonhador, arqueando levemente a sobrancelha.


— Bem, quem não quiser cumprir terá que tirar uma peça de roupa. — Um sorriso travesso surgiu nos lábios do mais novo dos Weasley’s.


Houveram trocas de olhares conspiratório, risinhos de diversão, palmas empolgadas e até um assovio. Todos concordaram, mal sabendo que aquela brincadeira marcaria cada um deles de um modo louco e quase bizarro. 


Exceto, é claro, Hermione Granger. 


Ela sabia desde o início que acabaria na cama de alguém. Só lhe restou torcer para esse “alguém” não ser seu melhor amigo ou pior: um Sonserino.



. . .



— Veritas vel Dare! — Ron disse pela terceira vez. 


A varinha rodou e rodou por longos segundos até perder velocidade e parar bem em Harry, a faísca verde explodindo da ponta. 


— Finalmente! — Ron comemorou.


Hermione trocou um olhar rápido com seu irmão do coração e o observou engolir a seco. Logo desviou seu olhar para Ginny, que de repente estava mais pálida que o normal.


— Harry Potter, — O ruivo pronunciou o nome do amigo teatralmente. — Você anda abusando da minha querida irmã caçula? 


— Por Godric, Ronald! Vê se cresce. — Ginny suspirou exaurida.


— Então, Harry? — Incitou Ron.


Com a Veritaserum em seu organismo seu irmão do coração seria incapaz de dizer inverdades. Era de se esperar que Ron fosse sondar o relacionamento dos dois, porém, inegavelmente, aquela questão não devia ter sido abordada. Não por ele. Harry olhou para Ginny como quem se desculpa e voltando-se para o ruivo murmurou sua resposta:


— Sempre que possivel. 


Risadas eclodiram de todos os lados, inclusive de Hermione e Ginny. A perplexidade estampada no rosto do Weasley era sem dúvidas hilariante. 


— Veritaserum querido! — Parkinson disse aos risos. 


Ron resmungou qualquer coisa ininteligível e empurrou a varinha para Harry, que não se demorou em girar a mesma com apreensão. A varinha que ia perdendo velocidade ameaçou parar em Blazie, mas acabou parando em Pansy Parkinson, ao lado esquerdo dele. Uma faísca vermelha zuniu e piscou na ponta da varinha. 


— Pode mandar, Potter. — A morena abriu um enorme sorriso de presunção. 


— Estou pensando... — Harry disse arrumando seu óculos que escorregava pelo nariz. — Eu desafio você à… — O moreno correu os olhos ao redor da rodinha, um sorriso começando a surgir em seus lábios. — Eu realmente não sou bom com desafios, mas lá vai: você tem que dar um chupão na barriga do Seamus.


Risos percorreram a roda. Parkinson abriu sua carranca e Hermione automaticamente revirou os olhos. Desde que pegou asco de Pansy nunca conseguiu se livrar dele, agora qualquer coisa que a “cara de buldogue” fazia por mais bobo que fosse, ou até normal, como respirar, ela achava ridículo e consequentemente se irritava.


— Esse é seu desafio? — Ela chiou.


— Bem abaixo do umbigo. — Harry emendou, ampliando o sorriso de diversão. 


— Pode vir morena. — Seamus acenou para ela, recostando-se em sua cadeira e cruzando os braços atrás da nuca. 


Ele não possuía mais sua camisa por causa de sua recusa em cumprir o desafio de Ginny que era se esfregar no colo de Dean, melhor amigo dele. Pansy levantou-se à contragosto e caminhou até Seamus. Luna lhe deu espaço para que ela pudesse se abaixar entre as pernas de Seamus, e assim ela conseguiu se encaixar. Fechou seus olhos e desceu sua boca para a pele pálida dele, abaixo do umbigo como Harry havia incubido-a. Seus lábios moveram-se no abdômen do rapaz, fazendo-o morder a boca em deleite. Ela sugou o local com um ruído de arrepiar a nuca. Para a surpresa de Hermione, ela se pegou imaginando qual seria a sensação do chupão de Pansy em seu corpo, corando ligeiramente com seus próprios pensamentos. Tendo cumprido o desafio, Parkinson retornou à sua cadeira com um pequeno sorriso de satisfação pela marca roxa que deixara no Grifano. Agora era a vez dela de rodar a varinha. 


— Veritas vel Dare! 


Girou e girou, até que parou em Lavander. Mais uma faísca vermelha, a sexta daquela madrugada de descontração. 


— Já que não desgruda da Patil, desafio você a pegar sua amiguinha. — Pansy decretou.


— “Pegar” Parvati? — Lavender arregalou seus olhos em uma falsa inocência. 


— É Brown. Troca de saliva. — Blazie disse com impaciência. 


Lavender olhou para cada um, e por fim, unindo as sobrancelhas virou-se para Parvati. 


— Amiga, posso? — Perguntou hesitante.


— Tudo bem. — Parvati deu de ombros. 


Brown aproximou-se da garota ao seu lado, seus narizes se roçaram e elas riram.


— Andem logo, porra! — Theodore passou a mão por seu cabelo cor de areia com ansiedade e impaciência. 


Parvati rolou seus olhos para Nott e em seguida subiu suas mãos para o rosto de Lavander, que selou seus lábios no dela com rapidez. Theo bateu na mesa em comemoração enquanto elas aprofundavam o beijo, desacelerando e sugando o lábio uma da outra. 


— Ei, Luna? Não quer aproveitar o clima e vir até aqui? — Blazie a chamou dando uma piscadela.


— Não. — Luna dispensou com um sorriso amarelo. 


Lavender e Parvati quebraram o beijo aos risos, as bochechas coradas e os lábios molhados. 


— Veritas vel Dare!


A varinha girou novamente e parou em Zabini, a faísca vermelha escapando pela ponta. 


— Isso vai ser interessante. — Brown sorriu com satisfação.


— Vamos ver. — Zabini umedeceu os lábios. 


— Soube que tem a mão bem boba, Blazie. — Lavender disse como quem não quer nada, analisando as unhas de sua mão esquerda. 


— Você soube como Brown? — Zabini a provocou.


— Mostre à Granger. — Sentenciou a loira de cachos, ignorando a insinuação dele. 


Hermione tencionou em seu lugar, seus dedos enrolando-se na barra de sua saia. Sabia que logo chegariam à ela. 


— Já que insiste ...


Blazie se encaminhou para o outro lado da mesa, parou ao lado de Hermione e estendeu a mão para ela em um pedido silencioso por permissão. Ela poderia ter recusado, mas em vez disso segurou a mão do moreno de músculos sinuosos e levantou-se também.


— Luna, amor. Me perdoe por isso. — Zabini disse à loira.


— Idiota. — Luna murmurou acre, mas sem conseguir segurar um sorriso bobo.


Ele começou pelo pescoço dela, acariciando a nuca. Seguiu descendo pelos ombros, contornou a clavícula e chegou até a curva do decote. Hermione acompanhava cada movimento dele, percebendo que suas mãos eram grandes e instigantes em seu corpo. Seu ventre se contraiu quando ele chegou aos seus seios e os massageou por alguns segundos, deixando seus mamilos duros e em evidência através de seu suéter cinza. Ela pode ouvir um assovio e alguns cochichos, mas não teve coragem de se virar para ver quem eram. Zabini prosseguiu descendo para a cintura, em seguida para quadril, chegou a bunda de Hermione e ali suas mãos se cravaram com firmeza, apertando-a. Alguém pigarreou.


— Foi mal cara, mas eu realmente precisava tirar uma casquinha. — Com um sorrisinho sínico, Blazie se apressou em tirar as mãos da bunda de Hermione.


— Pra quem você disse isso? — Hermione indagou, curiosa e confusa. 


— Seu ex, seu amigo, sei lá o que ele é seu. Weasley está quase me estrangulando com os olhos. — Zabini respondeu em voz baixa para que só ela ouvisse, divertindo-se.


Hermione arriscou uma olhada para Ron mas ele não parecia nem um pouco interessado nas mãos de Zabini e o que ele estava fazendo com elas, pelo contrário, seus olhos azuis estavam vidrados em Pansy Parkinson, que inacreditavelmente sorria para ele. Hermione uniu as sobrancelhas confusa.


Desafio cumprido, cada um em seu lugar, é a vez de Blazie. 


— Veritas vel Dare! 


E lá vai a varinha, desenfreada em seus rodopios. Ela vai perdendo velocidade, da esquerda para a direita, passa por Pansy, Lavender, Parvati, Neville, Ginny e para em Hermione. A faísca é verde, e um suspiro aliviado escapa de sua boca.


— É virgem? — Zabini semicerrou seus olhos negros.


Rápido e sem enrolações.


— Porque vocês moleques só querem saber se nossas pepecas são ou não são virgens? — Ginny chiou meio zombeteira, meio irritada.


— Tô impressionada com a sua criatividade. — Luna riu com escárnio.


— Depois somos nós as “enxeridas”.


— Não, não sou. — Hermione respondeu, seus olhos revirando-se.


Alguns olhares caíram sobre ela com um quê de choque, dentre esses olhares um par de íris acinzentadas e um par de íris azuis, esse último bem mais descrente do que o primeiro. Ron não soube que ela havia perdido a virgindade, e pela expressão dele quase dava para ver as engrenagens em seu cérebro tentando adivinhar quem poderia ter sido o primeiro dela. Mal sabia ele!  


— Minha vez. — Hermione declarou pegando a varinha. — Veritas vel Dare! 


Hermione mordeu seu lábio inferior com apreensão enquanto vigiava a varinha, que estava perdendo a velocidade. Ameaçou parar em Astoria, Draco, e Seamus, mas no fim parou em Neville. Uma faísca verde deixou a varinha. 


— Para ser honesta eu não sei o que perguntar à você, Nev. — Hermione admitiu com um risinho nervoso. 


— Você pode perguntar em quem ele pensa quando se masturba. — Theodore sugeriu com uma dar de ombros. 


Hermione olhou-o de soslaio, suas sobrancelhas se unindo. 


— Aposto que é um cara! — Zabini se envolveu. 


— Aposto que esse cara é o Draquinho aqui! — Theodore riu. 


Malfoy o olhou como se estivesse tentado a usar o Avada Kedavra no amigo.


— Dois imbecis. — Ginny chiou.


— Dois imbecis sem cabeça! — Draco ameaçou. 


— Deviam apostar na mãe de vocês. Teriam mais êxito. — Neville replicou com escarnio.


Um segundo de um silêncio perplexo, seguido de uma crise de gargalhadas escandalosas.


— A-DO-REI! — Ginny pulou de seu lugar, rindo dos Sonserinos que de repente estavam sem saber o que dizer. 


— Tomaram no cú! — Draco zombou, também aos risos. — Otários.


— Podiam ter ido dormir sem essa! — Luna riu.


— Orra! — Seamus esticou a palavra, dobrando-se de rir. 


— Nem foi tão engraçado assim. — Theodore resmungou cruzando os braços sob o tórax. 


— Foi sim! — Astoria disse com ar de riso, empurrando-o de brincadeira pelo ombro.


— Quer saber, vão se foder! — Zabini chiou, arrancando ainda mais risadas de seus colegas. 


— Sem ressentimentos, Zabini. — Nev piscou.


Hermione estava vermelha e com os olhos cheios de lágrimas. Não se lembrava de ter rido tanto assim nos últimos meses. A sensação era maravilhosa! 


— Acho que não preciso perguntar mais nada depois disso. 


Era a vez de Longbottom.


— Veritas vel Dare! 


Lá vai a varinha mais uma vez. Da direita para a esquerda, passou por Hermione, Harry, Ron, Luna, Seamus, Astoria e parou em Draco. A faísca verde estalou. 


— Se pudesse transar com qualquer um dessa mesa, quem seria? 


Draco arqueou uma sobrancelha escorregando de modo relaxado em sua cadeira e percorreu os dedos por seu cabelo platinado. Um sorriso meio sem graça e meio travesso brincando em seus lábios, seus olhos se cruzando brevemente com os de Hermione, que inconscientemente esboçou um sorriso. Ele devia sorrir mais assim, ela se pegou pensando e admirando o seu inimigo de infância. 


— Granger. — Malfoy respondeu soando indiferente, arrancando Hermione de seus devaneios. 


— Como assim a Granger?! — Astoria quase berrou sua indignação. 


— É, como assim ela Draco? — Pansy soou enciumada.


— Veritaserum querida! — Ginny devolveu imitando sua voz esganiçada. 


Hermione não sabia bem o que pensar sobre aquela revelação. Seus olhos cruzaram com os tempestuosos dele, que moveu as sobrancelhas para ela como quem conspira. Hermione desviou o olhar mordendo sua boca, internamente eufórica pela reação das duas Sonserinas. Parece que o jogo virou, não é mesmo? 


MUITAS DOSES DE FIREWHISKEY DEPOIS.


— Veritas vel Dare! 


Era a vez de Ginny, e a varinha parou em Luna. Mais uma faísca vermelha.


— Luninha. — Gin cantarolou, empolgada e alcolizada. 


Hermione havia perdido as contas de quantos copos tomara. Seus colegas estavam na mesma que ela, a maioria com olhos vermelhos e pequenos, a voz arrastada e o riso fácil. Tirando, Seamus, que estava em seu ápice de alcoolismo, desmaiado em uma rede que aperecera na Sala Precisa, depois de vomitar o figado. 


— Diz meu amor! — A loira cantarolou de volta. 


— Você vai ter que simular uma cena de sexo com Blazie. — Declarou a ruiva. 


Luna colocou-se de pé aos risos e caminhou para onde Zabini estava. O moreno abriu um sorriso malicioso de orelha à orelha, e empurrou sua cadeira com as pernas para dar espaço a Luna. 


— Vem bebê. — Ele acenou para ela.


Luna mordeu sua boca e virou-se defronte à ele, sentando-se em seu colo com uma perna de cada lado da cadeira. Blazie rapidamente passou suas mãos para a bunda dela, agarrando e alisando. A loira começou a se movimentar em cima dele, atritando seus sexos. Zabini choramingou um gemido. Luna prosseguiu esfregando-se, então começou a erguer e abaixar a bunda. De onde estava, Hermione conseguiu ver rapidamente o volume na calça do Sonserino. Luna e Blazie trocaram um olhar intenso de mais para uma brincadeira.


— Acho que ele vai gozar. — Astoria comentou com uma risadinha.


— Vou mesmo. — Blazie suspirou.


— Aqui não. — Luna murmurou, levantando-se e puxando ele com ela. — Até amanhã pessoal.


Draco aplaudiu aos risos e o resto da turma acompanhou ele. Ginny colocou o indicadores abaixo da língua e assoviou tão alto que os ouvidos de Hermione zuniram.


Luna e Zabini deixaram a Sala Precisa de mãos dadas. 


— E agora é a vez de quem? — Lavender quis saber. 


— Pode ser da Parvetida, ela ainda não girou a varinha. — Gin respondeu com um dar de ombros.


— Parvetida teu cú, Ginevra! — Parvati retrucou pegando a varinha.— Veritas vel Dare! 


Hermione estava hipnotizada e zonza com aquela varinha rodando. Finalmente ela parou, dessa vez em Theodore. Vermelha era a faísca.


— Qual meu desafio? 


— Excitar Hermione. — Parvati disse.


— Depois acha ruim quando eu chamo de Pavertida. — Ginny comentou grogue.


Parvati mostrou a língua para a Weasley, que devolveu mostrando o dedo do meio.


— Isso é moleza! — Nott desdenhou, levantando-se.



Hermione nem teve tempo de assimilar o que estava acontecendo com sua mente enevoada pelo álcool. De repente ela estava com sua cadeira contra a parede, as mãos precisa acima da cabeça e Theodore em cima dela com a boca em sua orelha. Granger estremeceu, seu corpo arrepiando-se com a mordida que ele dera em seu lóbulo. Theo desceu seus lábios para o pescoço dela, liberando um de seus pulsos e enroscando aquela mão no emaranhado de cachos atrás da nuca de Hermione. Lambendo e mordiscando sua pele, deixando-a com um formigamento entre as pernas. Sem aviso, Nott escorregou sua mão para dentro da saia dela por de baixo da calcinha. Hermione arfou de prazer mesclado a surpresa, e a rodinha berrou de empolgação. Theo percorreu a mão por sua boceta úmida.


— Parece que cumpri bem o desafio. — Ele anunciou para os colegas — Deixei ela molhadinha.


Hermione riu e o empurrou de brincadeira para longe dela. Theo levou os dedos a boca, chupou cada um deles, sorriu dando uma piscadela à ela e saiu para retornar pro seu lugar.


— Veritas vel Dare! — Theo bradou, arrancando risos da mesa. 


Coincidentemente parou em Hermione, que balançou a cabeça em negação diante do sorriso especulativo de Theo ao vir a fáisca vermelha deixando a varinha. 


— Excite Longbottom. — Instruiu o sonserino brincalhão.


Hermione abriu a boca uma, duas, três vezes, mas não se opôs.


— Tudo bem pra você, Nev? — Perguntou à seu amigo.


— Pode usar e abusar, Mione. — Neville respondeu esboçando um sorriso torto, que inesperadamente instigou Hermione a provocá-lo.


Hermione caminhou até Neville, virou a cadeira dele e o puxou pela camiseta, levantando-o. O rapaz umedeceu seus lábios, imerso nos olhos âmbar e predadores de sua amiga. Ela andou para trás puxando-o com ela e o levou até a parede mais próxima, onde o virou em um rompante e o empurrou contra a parede usando seu corpo. Seus olhos se cruzaram e se fixaram por alguns segundos antes dela descer sua boca sob a dele e pegar com os dentes seu lábio inferior. Ela puxou e sugou. Alguém assoviou e Hermione sorriu com malícia. Ela escorregou suas mãos para dentro da camiseta dele, arranhando seu abdômen bem devagar. Ele estremeceu, seu corpo inteiro se arrepiando. Então Hermione avançou, desceu com as unhas para o cós da calça, provocando-o. Em seguida prensou seu corpo no de Nev, apenas para se surpreender com a rigidez e tamanho da sua ereção. Por impulso levou sua mão até o pau dele, sem deixar seus olhos, e massageou. Sentiu sua calcinha encharcada, de repente ansiava por ele dentro dela. Neville deixou um suspiro sôfrego escapar, tão cheio de vontade quanto ela. Talvez até mais! 


— Vamos sair daqui? — Ele sussurrou para que só ela ouvisse.


Incapaz de encontrar sua voz devido ao choque inicial de querer Neville, ela concordou discretamente com a cabeça. 


. . .


Adentraram o Salão Comunal da Grifinória como um tornado. Hermione tinha as pernas enroladas no quadril de Neville, que a segurava pela bunda enquanto sua boca se movimentava com a dela com urgência. Longbottom a colocou sob a mesa de estudos, derrubando alguns livros no chão com um barulho seco. 


— E se alguém nos vir? — Hermione sussurrou, olhando ao redor. 


— Aí essa pessoa, ou essas pessoas, vão aprender como é que se fode pra valer. — Nev sussurrou ao pé do ouvido dela, enviando arrepios por seu corpo. 


Hermione mordeu seu lábio, deliciosamente surpresa com a malícia e sensualidade que transbordava dele. Nunca passou por sua cabeça que seu amigo pudesse ser assim, tão desinibido, que pudesse levá-la àquele nível em que estava de tesão. 


— Tempo de mais escondido, Nev. — Hermione murmurou indo com seus lábios para o pescoço dele e sugando a pele sensualmente.


— Posso dizer o mesmo. — Sua voz rouca à tonteou. 


Sua calcinha não poderia estar mais molhada do que naquele instante. Sua buceta se retesava, piscando ansiosa por ele. Granger agarrou a barra da camiseta dele e a lançou por sobre o ombro. Parou por alguns segundos para admirar o belo homem que ele se tornara. Ele ainda era esguio, porém, seus músculos eram ressaltados e tentadores, sua pele quase tão pálida como a dela. Neville não lhe deu chances para admirá-lo por muito mais tempo. Selou suas bocas novamente, as línguas se movendo em uma sincronia avassaladora; as mãos dela percorrendo do tórax às omoplatas, subindo, descendo e arranhando. Levando-o à loucura! Longbottom se afastou apenas para arrancar-lhe o suéter e a camisa branca, deleitando-se por ela não estar usando sutiã. Abocanhou seu seio esquerdo e agarrou com a mão o direito, massageando e puxando o mamilo entre seu polegar e indicador; com a boca sugava, lambia ao redor e mordiscava o mamilo. Hermione arqueou as costas empurrando seus seios para ele, as unhas cravadas em seu ombro como se estivesse se agarrando a vida. Queria gemer enlouquecidamente, mas receosa de acordar alguém mordeu a boca com força, contendo-se. Neville desceu a mão do seio para a saia dela, esgueirando-se por debaixo do tecido grosso. Alisou o pano da calcinha, sentindo-a encharcada. Ela deixou um gemido sair por sua boca entreaberta e escorregou sua mão para a calça de Nev, abrindo-a às cegas e empurrando para baixo com os pés. Ele passou sua boca para a costela dela e segui descendo até o cós da saia; ali seus dedos se fecharam e puxaram-na para baixo, arrancando-a. Borboletas violentas assaltaram o estômago dela, tamanha a ansiedade que sentia com ele agachado entre suas pernas. Longbottom vagou com o olhos pelo paraíso que era o corpo dela. Com a mão a empurrou devagar para trás, fazendo-a se apoiar nos cotovelos. Desceu sua boca para o quadril dela e capturou a seda azul da calcinha com os dentes. Com um único repuxar da boca ele arrebentou ambos os fios que a seguravam no lugar, deixando a castanha nua. Observou sua pele alva, suas curvas insinuantes e sua constelação de sardas. Hermione era mais lindo do que imaginara. O caminho para a perdição bem diante de si. Se abaixou mais uma vez e com rapidez colocou as pernas dela por cima de seu ombro. Foi roçando com o nariz por sua coxa; ela sabia o que estava por vir quando seus olhos caíram sob os dela, ensandecidos! Neville inspirou seu cheiro, umedeceu os lábios e caiu de boca na boceta dela. Chupou sua abertura com uma lentidão deliciosa, sugando e brincando com seu clitoris. Então ela não se aguentou mais. Gemeu. Gemeu e choramingou o nome dele. 

— Você quer que eu coma você, não é? — Ele murmurou contra a buceta dela. 


Ela rolou seus olhos de puro prazer quando ele enfiou dois dedos dentro dela de uma vez só. 


— Quer que eu foda sua bucetinha bem gostoso, não quer? — Ele a provocou com o movimento de vai e vem de seus dedos.


Ela gemeu em resposta, rebolando em seus dedos.


— Aquela brincadeira é bem excitante, você não acha? — Ele a torturava lentamente. — Mas não estamos mais brincando. 


Quem era aquele cara e o que fizera com o Neville que ela conhecia? Bem, ela não se importava, só o queria invadindo seu corpo. Não precisava nem pedir licença! Ele não pediu. Com um rosnado colocou-se de pé e a desceu da mesa virando-a de costas e desferindo uma palmada ardida em sua bunda, puxou a mesma para os lados e passou a cabeça de seu pau pelo anus dela escorregando até a entrada da buceta. Granger suspirou, perdida em luxúria. Empinou mais sua bunda e rebolou roçando sua buceta no pau dele. Sem aviso, ele se enterrou dentro dela, rápido e forte, até seu máximo! Em seguida agarrou o cabelo dela com uma mão e com a outra agarrou o seu quadril, puxando-a de encontro ele ritmicamente. Tira e põe. Movendo-se dentro dela, arrepiando e levando-a do inferno ao céu. 


— Pode gemer pra mim, que se dane se alguém ouvir. — Ele disse ofegante, o barulho de seu quadril em atrito com a bunda dela era melodia e precisava ser ouvida. 


Ela obedeceu. Foda-se, pensou. Seus gemidos encheram a sala, a beira da loucura.


— Fode, vai … Oh … Neville n-não pare ...


Cada estocada balançava a mesa, balançava seu corpo, balançava ela em si. Cada palmada era deliciosa e afoita. O orgasmo começou a crescer em seu interior até explodir, as paredes de sua buceta se contraindo, pulsando e prendendo o pau dele, levando-o ao ápice com ela! Neville se apressou em sair de dentro dela e deixou seu gozo espirrar na bunda vermelha de Hermione. 


Ela se virou devagar para ele, que tinha um sorriso torto estonteante em seu rosto e os cabelos molhados de suor. 


— O que você acha de um banho? 


Ela sorriu tolamente, meio sonolenta pelo alcool e o sexo incrivel. 


— Ótima ideia. 


Graças a Merlin, Hermione não acabou aquela madrugada na cama de ninguém. Porém, passou o resto dela em um banho relaxante ao lado de Neville Longbottom. Ela lógicamente ainda era uma sabe-tudo, todavia as coisas nem sempre eram tão previsiveis assim. 




Notas Finais


SEJAM LEGAIS COMIGO 😂💙


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