História Vermelho e dourado - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Dorcas Meadowes, Lílian Evans, Marlenne Mckinnon, Pedro Pettigrew, Remo Lupin, Sirius Black, Tiago Potter
Exibições 29
Palavras 372
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Vermelho e dourado.


A mulher os aguardava com uma varinha em seus punhos. Sua memória a levou para o dia que havia conhecido Sirius. O jeito cachorro que ele tinha e seu famoso sorriso malicioso não a agradara a primeira vista. Viviam em guerra, mas eram ótimos amigos. Não planejavam ser mais do que isso até que o destino lhes pregou uma peça. E que peça boa - pensou, ainda com  olhar fixo na porta que iria ser arrebentada a qualquer momento.

Havia acontecido o oposto com Lílian. As duas se deram bem desde o início, embora fossem um tanto diferentes uma da outra. Marlene sabia que não importava o que aconteceria naquela noite, o cheiro doce dos cabelos ruivos da Evans sempre ficariam em sua memória.

E tinha James. Logo ele, que sempre lhe fazia dar boas gargalhadas, passava a noite chorando no colo da loira por causa de mais um encontro recusado. Aquele veado poderia não confessar, mas ele amava Lílian mais do que tudo.  E Marlene sabia disso. Ela era a única que sabia além de Sirius. A única em que o Potter confiava.

Ela não poderia partir sem se lembrar do seu nerd favorito. Remo Lupin era uma pessoa incrível demais para ser descrita em palavras. E lerda demais. Como ele não conseguia enxergar o amor de Dorcas? Francamente...

Dorcas. Mal podia acreditar Marlene que finalmente poderia reencontrar a amiga, que havia morrido meses atrás. Meadowes a ensinara  a ver sempre o lado bom das coisas e era exatamente o que ela estava fazendo: se lembrando do lado positivo das coisas.

Pedro? A loira não poderia negar que lembrou do gorducho, mas agora ele era asqueroso demais para Marlene ainda entender como um dia gostou dele.

E agora ela estava ali. E eles entraram. Não a mataram primeiro, como ela gostaria que tivesse acontecido. Todos seus familiares estavam mortos naquela altura. Travers lançou-lhe o feitiço da morte e a última coisa que Marlene McKinnon vira foram as cores da Grifinória, onde havia conhecido todas aquelas pessoas incríveis. E então ela sorriu. E seu corpo pálido se chocou contra o chão. Sua mandíbula aos poucos foi se fechando, mas Marlene McKinnon estava feliz, do mesmo jeito que havia vivido sua vida inteira.



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