História Versos de um crime - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Cora Hale, Derek Hale, Isaac Lahey, Laura Hale, Lydia Martin, Peter Hale, Stiles Stilinski
Tags Derek, Sterek, Stiles, Teen Wolf
Exibições 244
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como prometido, mais um😉😉😉😉 boa noite e boa leitura❤

Capítulo 9 - Capítulo 9


Acordei sentindo um cheiro maravilhoso, abri os olhos e sorri, espriguicei com vontade na cama e me levantei, peguei uma roupa qualquer na gaveta e fui tomar um banho para tirar o cheiro de sexo misturado com o de Derek do meu corpo.

Após isso, segui para a cozinha onde ele estava, apenas de cueca azul, exibindo suas costas e seus ombros largos, não vou nem mencionar a bunda e pernas torneadas, não consigo identificar o cheiro, embora seja muito bom.

-Cozinhar desde jeito chega a ser uma calamidade pública.

Assim que ouviu o som da minha voz ele se assustou e deu um pulo, não conseguindo me segurar, comecei a rir, igual aqueles que suas costas doem e o ar falta, ele me olhou com os olhos enormes e depois fechou a cara, cruzou os braços sobre o peito e seus bíceps saltaram, fazendo com que eu ficasse um pouco ofegante. 

-Mas que susto, porra.

-Calma Derek, quem mais poderia ser?

-Desculpe, dormiu bem?

-Uhum, o que está cozinhando? 

-Vai ter que esperar para ver, vá se sentar à mesa.

Obediente, me sentei à mesa e esperei que ele trouxesse o nosso jantar, poucos minutos depois ele reapareceu com as panelas, havia Salmão grelhado com molho de abacaxi, risoto de camarão, vinho branco safra 1952, e assim que ele se sentou eu pude perceber que uma música tocava ao fundo mas não consegui reconhecer.

-Não tinha muita coisa na sua geladeira, então...

-Isso está maravilhoso, obrigado.

Começamos a comer e estava realmente incrível, o peixe estava muito macio, quase desmanchando na boca, sorri para ele que suspirou orgulhoso.

-Então, de onde você é? E sua família? Quais seus planos?-perguntei.

-Bom, eu nasci no norte da Pensilvânia, em uma cidadezinha simples, minha...família...bom, meus pais morreram e minhas irmãs não falam comigo, sei que pode parecer meio clichê mas eu quero crescer profissionalmente.

Percebi que ele não me mencionou em nenhum momento, o que me deixou meio chateado, tudo bem que acabamos de nós conhecer mas... poderia pelo menos ter dito que teve uma noite agradável.

-Hm, isso é ótimo, sinto muito pelos seus pais, sem querer me intrometer, mas o que aconteceu com você e suas irmãs? 

-É...é complicado. Eu tive uma adolescência muito complicada, mas e você? 

Mudança rápida de foco, isso não é bom sinal mas talvez falar da família seja algo difícil para ele, então não vou pressioná-lo.

-Eu nasci em Beacon Hills, meu pai é o xerife de lá e minha mãe morreu de um tumor cerebral quando eu tinha 16, pretendo crescer profissionalmente também, construir uma família e essas coisas meio clichê. 

Joguei a indireta, vamos ver se ele pega e me dá pelo menos uma resposta, desde que mencionei sua família ele está calado.

-Não são clichês, é natural.

-Mas e você, pensa em ter uma família? 

-Não no momento, talvez em um futuro muito distante.

Ai não precisava ser tão gélido, decido encerrar a conversa e comer em silêncio, estou um pouco chateado mas procuro me acalmar, de repente ele me olha assustado e eu o encaro.

-Mas que merda, me desculpe Stiles, eu não quis...

-Tudo bem, eu entendi.

-Não, não é isso, eu não quis dizer que...me escuta, você é otimo e eu gosto de você mas provavelmente quando me conhecer melhor, vai me chutar para fora da sua vida.

-Por que eu faria isso?-perguntei desconfiado.

Não houve resposta, então eu me levantei e me dirigi para o quarto, escovei meus dentes e troquei os lençóis, mas que merda aconteceu ali? Fui até o meu armário e peguei um documento que eu guardava com muito zelo e me sentei na cama para analizá-lo mais uma vez.

Derek está parado na minha porta com a cabeça baixa, suspiro e ele se senta ao meu lado um pouco hesitante.

-O que é isso?-pergunta.

-É um caso que eu não consigo resolver, o nome dele é Anthony, ele foi acusado de matar a família e depois se matar, mas eu não acredito nisso.

-Porque não? Está escrito aqui. 

-Existem furos nessa história, por exemplo, ninguém ouviu nenhuma movimentação suspeita durante o crime.

-E daí, mesmo que ele fosse inocente, não existem mais testemunhas.

-É, ele era um garoto bonito, lembro de ter visto uma foto dele uma vez.

Eu estava um pouco cansado por causa do que fizemos mais cedo, então me deitei na cama e Derek apagou a luz, sério que ele dormiria ali? Bom, não posso reclamar mas... ele se deitou ao meu lado, de barriga para cima e suspirou pesadamente. 

-Nós não estamos namorando.

-Eu sei, Derek.

-Mas eu quero.

-Isso está muito confuso, o que você quer? Do que tem tanto medo? 

-Não posso dizer, mas por favor, confie em mim quando digo que gosto de você.

-Tudo bem.

Me virei até ficar cara a cara com ele é poder sentir sua respiração em meu rosto, olhar naquelas profundezas esverdeadas era como ser levado diretamente para o paraíso.

-Quem você acha que matou aquelas pessoas?-perguntou. 

-Não sei, mas amanhã teremos de interrogar o prefeito.

-É, mas eu sei que tem um teoria.

-Eu realmente acho que tem a ver com o governo, não é coincidência serem todas relacionadas à isso.

-Acha que se fosse isso o prefeito não saberia?

-A menos que ele esteja envolvido.

-Bom, vamos resolver isso amanhã. 

Enquanto ele me olhava, o meu coração martelava como nunca dentro do peito, sua mão esquerda se moveu e foi acariciando lentamente a minha cintura até chegar em meus braços, sua pele era sempre muito quente, o que me surpreendia na maioria das vezes, suas mãos continuaram subindo até encontrar a minha bochecha, onde a acariciou e sorriu.

Eu o olhava carente e praticamente implorava para ter sua boca colada na minha, como se lesse meus pensamentos, ele se aproximou e morreu meu lábio inferior, puxando para si.

Gemi em protesto mas foi só isso que aconteceu, um beijo sem língua e sem paixão, apenas um beijo sem graça,  como se fosse por obrigação. 

-Boa noite, Derek.

-Boa noite.



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