História Verum aut falsum - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Lie to Me, Shadowhunters, Teen Wolf
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Derek Hale, Magnus Bane, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski
Tags Alec Lightwood, Derekhale, Gaycouple, Magnusbane, Malec, Romancepolicial, Sterek, Stilesstilinsk
Visualizações 75
Palavras 2.947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha só quem voltou depois de bater cabeça com esse capítulo?
Pois é meus amores. Eu inventei que queria ter um pouco de ação nesse cap e findou que eu empaquei. Sério, eu não estou habituada a escrever esse tipo de cena, mas como escritora vou buscando explorar melhor os horizontes. Eu não sou de dizer que texto tal eu nunca escreverei, vai que futuramente decido aventurar-me? Pois é.
Eu dei o meu melhor nesse capítulo e se tiver erro ou alguma incoerência podem avisar nos comentários.
Boa leitura e desculpem o atraso.

Capítulo 8 - Sangue no corredor


- Alguém pode dizer-me o que aconteceu? - Quem não conhecia Magnus há um certo tempo e o visse naquele momento acharia que ele estava super tranquilo em uma situação tão caótica como a que eles se encontravam. Não mesmo. Suas mãos estavam toda hora em movimento e os dedos eram estalados a todo momento. Clary e Stiles sabiam que aquele era um péssimo sinal. - Alguém pode me explicar como é que um dono de imobiliária sumiu do mapa com todo o monitoramento que estávamos fazendo? Longe de mim por em cheque sua competência Clarissa, mas como é que você não o viu escapar?

- Foi minha culpa. - O Stilinski não sabia como falar aquilo. - Era minha hora de trocar de turno e vigiar as câmeras, mas eu findei dormindo no ponto.

- Quantas vezes vou ter que repetir que você não faz vigilância? - Sua testa estava começando a doer. Sabia que uma dor de cabeça estava chegando. - Você não pode perder as aulas na faculdade. Podiam ter chamado um dos agentes do FBI.

- Eu sei, mas na hora nem pensei nisso. - Clary estava no canto desde que tinha convocado uma reunião de emergência. Embora Magnus a chamasse de sócia ela não era nos papéis, por conta disso se sentia na obrigação de cumprir seu dever corretamente. O amigo a tinha em tanta consideração e era por isso que ela estava se culpando.

- Pare com isso, ok? - Era impossível vê-la tão agoniada e não fazer nada. - Foi um erro e todos nós estamos propensos a isso. Então nós vamos a caça. - Ele esperou um segundo e viu que todos acenaram em concordância com ele. - O senhor Lightwood e a senhorita Fray vão até a casa dele conversar com a filha do mesmo. As investigações levaram até ela como a real aplicadora do golpe, certo? Então a apertem ou pelo menos façam as perguntas certas para arrancar boas reações. - Os dois concordaram e saíram de imediato. - Stiles e Derek, quero que fiquem aqui e investiguem todos os sistemas operacionais possíveis de aeroportos, estações de metrôs e rodoviárias.

- Certo. Mas e você? - O amigo o questiona.

- Eu vou procurar o dinheiro. - Ao terminar de falar ele saiu dali e deixou o amigo com uma expressão confusa no rosto.

- Mas se esse senhor fugiu ele levou o dinheiro, não? - Questiona ao Hale.

- Nem sempre Sti. Era muita grana. Só nas pesquisas que eu fiz para a senhorita Fray as quantias somavam noventa milhões. Isso com ela tendo já investigado mais da metade do valor.

- Caramba! - Stiles estava ficando puto com aquela situação. Ricos que não satisfeitos com sua situação financeira sempre querendo mais. - Nunca vou entender como a ganância dessa gente funciona.

- Sabe, tem uma coisa que vem incomodando a minha mente nos últimos dias. Como é que o senhor Bane faz para manter esse lugar? Ele não cobrou nada da senhora Santiago e tampouco recebe dinheiro do governo para isso.

- Te explico isso depois. Vamos logo fazer nosso trabalho. - O mais novo não queria ter de conversar sobre aquilo no momento. Não que fosse para esconder algo, longe disso, mas queria terminar logo aquele caso.


 

A mansão da família Williams era algo que deixava qualquer um de queixo caído. A frente era de uma grama muito bem aparada e verde. Aparentava ter sido regada a pouco tempo. Os dois desceram do carro e aguardaram o mordomo chamar a filha do meio do senhor William. Clary não tinha simpatizado com a moça desde o primeiro minuto que a viu e aquilo a alertara que algo de errado ali acontecia. O culpado declarado era o pai da moça, mas todas as provas apontavam para ela. Um advogado que representava as famílias procurou o grupo depois que as vítimas se recusaram a abrir uma denúncia em corte contra a imobiliária. Segundo o mesmo eles tinham vergonha de ter caído em um golpe tão bobo. Eram pessoas ricas e tinham que zelar por seus nomes. Balela em sua visão.

- Sejam bem-vindos. - O sorriso que ela tinha no rosto era de uma simpatia forçada.

- Bom dia. - Clary apertou a mão que ela estende. - Eu e o meu parceiro gostaríamos de falar com a senhorita sobre o sumiço do seu pai.

- Imaginei que seria sobre isso. Queiram me acompanhar, por favor. - A mulher tinha uma pele branca rosada e cabelos loiros. Ela andava com bastante elegância com um salto fino. O sapato combinava com o vestido preto de mangas medianas que usava. - Sentem-se.

- Obrigada. - A ruiva sentou e Alec ficou em pé ao seu lado. - Precisamos encontrar o seu pai. Sabemos que ele está tentando acobertar-la e não estou aqui no momento para falar sobre isso. A pessoa que me contratou veio informar que se não dermos conta do dinheiro em até dois dias irão recorrer ao FBI não se importando com mais nada. Com isso vocês estariam envolvido em um crime federal, tem noção do que isso significa?

- Tenho, mas não sei onde o meu pai poderia estar. Ele sempre foi um homem misterioso e que não revelava muitas coisas. - Tanto Alec quanto Clary conseguiam notar o desconforto da mulher em falar sobre o pai. - Ele era um homem genioso. - De repente ela começou a chorar.

- Obrigado senhora. - Alec toca no ombro da chef e quando ela o encara faz um sinal com a cabeça para que saíssem dali.

- O que foi? - A pergunta dela sai baixa. Estavam no corredor e sabiam que normalmente os empregados podiam ficar atentos a qualquer coisa dita por eles. Era uma lealdade entre patrões e empregados. Ainda mais ali que todos pareciam estar com a família há bastante tempo.

- Meu faro diz que tem algo muito errado aqui. - Diz tirando o celular e escrevendo uma mensagem. Não soube como e nem de onde veio, mas quando deu por si uma dor lancinante atingiu sua cabeça e a escuridão o abateu.

Clary estava com os olhos arregalados e um grito ficou sufocado em sua garganta. O genro do senhor William estava com um taco de beisebol em mãos e tinha atingido com tudo a cabeça do agente Lightwood. Ela viu o homem arrancar o celular da mão do outro e depois puxar sua bolsa. Seu braço foi agarrado com uma força desnecessária, pois iria para qualquer lugar que ele quisesse sem pestanejar. O choque veio e foi em alguns segundos. Agora trabalhava de maneira racional. Para sua sorte sua mãe sempre teve o pensamento de que a filha precisava se defender por conta própria e foi por conta disso que passou a vida a colocando em aulas de defesa pessoal. Conseguiu lembrar de um golpe que consistia em agarrar o pulso do agressor com uma mão e com a outra pegar o dedo polegar do indivíduo e puxar com o máximo de força que pudesse. A intenção era causar dor e assim o desnortear, porém ela conseguiu mais do que pretendia e quebrou o dedo dele. Mas o objetivo foi alcançado e conforme a dor veio ele soltou as coisas de sua mão, incluindo o taco. Foi a chance que ela precisava para fechar a mão e desferir com força e precisão um murro em seu rosto. Estava pouco se importando se ia ficar com a mão machucada ou qualquer outra coisa. Assim que viu o homem curvar para a frente levantou o pé e desferiu um chute em sua cara. O corpo caiu para trás e não importando se ele tinha desmaiado ou não ela foi até o corpo do agente e pegou a arma. Sabendo que não tinha como prever se mais alguém poderia atacar de surpresa se encostou em uma parede e com a arma estendida em uma mão procurou o celular que estava no bolso de trás de sua calça. Por sorte Magnus sempre a fazia andar com um celular para o trabalho e um pessoal. O de uso próprio ia na bolsa quando estava trabalhando.

Apertou o número um e depois o botão de chamada. Em nenhum momento parou de olhar o corpo do homem e os arredores. Ele estava acordando e ela sabia que não demoraria para levantar. Cinco toques foram dado e ela estava para começar a chorar quando a voz surgiu do outro lado da linha.

- Mag? - Sua voz saiu chorosa. Um suspiro de alívio foi dado e isso foi tudo para despertar o amigo. - Não tenho muito tempo. Preciso que mande uma ambulância e a polícia para cá. Rápido. - O celular foi desligado quando ela viu  homem ficar em pé. - Se eu fosse você ficava onde está. Posso  não ser um primor no tiro ao alvo, mas com a adrenalina que estou eu atiro e acerto. Mesmo que seja em qualquer lugar do seu corpo. Consegui nocauteá-lo mesmo tendo o tamanho que tenho.

- Cala a boca sua vagabunda! - O homem a olhava com ódio e aquilo a fez perceber que ele não ia titubear em ir para cima independente da arma. - Você vai pagar por quebrar meu nariz.

Se a perguntassem como foi que aconteceu ela não saberia dizer exatamente, porém quando deu por si ele veio como uma fera em sua direção e ela deu um tiro. Acertou na barriga. Não tinha conhecimento se um tiro naquele local matava, mas que deveria doer, deveria. Os grito que ele deu depois do tiro a deu essa certeza.

 

A polícia e a ambulância chegaram uma seguida da outra. Magnus encontrou com Robert Lightwood em frente a casa.

- Onde eles estão? - O psicólogo estava com a voz calma e isso fez com que o chefe de polícia o fitasse por uns segundos.

- Eles estão lá dentro. Acabamos de chegar e já íamos entrar. - O policial tira a arma do coldre e se vira para andar em direção da casa.

- Senhor Lightwood, devo informar que seu filho Alexander está lá dentro. - Assim que terminou de falar o homem para de maneira brusca e ele quase esbarra em sua costa.

- Certo. O senhor fica aqui e assim que for viável o chamamos. Um tiro foi ouvido. - O homem se prepara para voltar a andar, porém seu braço é agarrado e ele encara o outro. - Pois não?

- Eu vou com vocês e não tem nada que vá impedir que isso aconteça. - Seus olhos estavam banhados de determinação. Havia uma dureza ali que não permitiria que o contradissesse.

- Tudo bem. - Solta um suspiro ao se conformar. - Mas fique bem atrás de mim.

E assim eles entraram na casa. O hall de entrada estava vazio e em mais alguns passos avistaram dois corpos de homens no chão e uma mulher ruiva agachada no canto da parede. Ela estava com o rosto banhado em lágrimas e segurava uma arma. Seus olhos estavam presos no corpo de um homem desconhecido. Magnus sentiu a respiração ser presa ao identificar o corpo de Alexander. Viu Robert correr até ele e se abaixar para verificar se tinha pulsação. Assim que Clary o viu ela largou a arma no chão e correu para o seu colo.

- A culpa é minha Mag. - A voz de choro era carregada de desespero e aquilo o deixou desnorteado. - Eu deveria ter alertado o Alec, mas foi tudo muito rápido e não deu nem tempo.

- Calma meu bem. - Aquelas palavras eram para confortá-la, mas servia para ele também. O outro parecia morto, mas não tinha sangue em nenhuma parte dele.

Os paramédicos chegaram e começaram a verificar os dois corpos. Ambos estavam desmaiados e aquilo veio como um alívio para o asiático e para a ruiva. Alívio por Alexander estar vivo e também porque Clary não tinha matado o homem. Tudo ali indicava legítima defesa, mas Magnus sabia que a amiga não conseguiria lidar com a morte de alguém. Robert se aproximou e isso fez com que a amiga o soltasse.

- Alec desmaiou por conta da batida ter sido muito forte. Pelo que pude ver foi com o taco de beisebol, certo? - A ruiva balança a cabeça em sinal positivo. - Ele será levado para o hospital para ser examinado e o outro cara também. A senhorita está bem para dar seu depoimento?

- Bem mesmo eu não estou, mas precisamos verificar algo. - Sua voz ainda era de choro, mas ela precisava fazer seu trabalho. Principalmente para não fazer ser em vão a atitude do outro. - Alec desconfiou de alguma coisa quando conversamos com a senhorita Williams. Onde ela está? Aconteceu um escarcéu aqui e ela não apareceu? - Mal terminou de falar e o policial Lightwood saiu em direção de onde aquele corredor poderia dar. Os dois foram atrás dele. - Nessa porta aberta. - Assim que ela termina de falar ele entra na sala e encontra a mulher caída no chão. Sua boca estava com espuma e ela não tinha sinais vitais.

- Aparentemente ela cometeu suicídio. - O pai de Alec encontra um frasco de alguma coisa. Parecia ser veneno. - Vamos sair daqui que essa casa precisa passar pela perícia.

 

O hospital estava com o corredor cheio. Magnus, Clary e Robert tinham ido para o hospital assim que a ruiva deu o depoimento. Ali encontraram Stiles, Derek e Jace. As outras pessoas ele não fazia a mínima ideia de quem seriam. O policial anda até a mulher e a abraça, logo em seguida dando um beijo suave em seus lábios. Não precisava ser um gênio para entender que aquela era a mãe de Alexander e olhando bem para a mulher de cabelo pretos e traços marcantes ela se parecia muito com o próprio Alec. Tinha uma moça que parecia gêmea do agente. Também havia um garotinho sentado e aquele sem sombras de dúvidas era o caçula.

Magnus e Clary foram abraçados por Stiles. Podiam sentir o alívio que cada um sentia ao saber que dentro do que podia ter acontecido a amiga estava bem.

O médico apareceu um tempo depois e informou que Alexander ficaria vinte e quatro horas em observação. Precisavam fazer exames e verificar se não teria nenhuma complicação futura.

Isabelle estava sentada tendo a cabeça do irmão mais novo em seu colo. Seus pais estavam na cafeteria e os outros continuavam espalhados pelo local. Sentiu a presença de alguém sentando ao seu lado e quando olhou viu o homem que tinha chegado com a garota ruiva. Pelo que o pai a tinha contado a ruiva tinha atirado  no homem que acertou seu irmão. Não o matou, pois o tiro não foi em um lugar fatal, mas que serviu para pará-lo.

Um garoto de óculos sentou na fileira de cadeiras que ficava de frente para eles. Sua voz quebrou o silêncio:

- Sei que vai parecer indelicado da minha parte, mas a investigação que fiz não deu resultado positivo. Ou o senhor Williams evaporou, ou ele se tornou invisível.

- Acho que ele não fugiu. - A voz do homem ao seu lado era firme e bonita. Não que a do rapaz também não fosse, mas o homem ao seu lado parecia magnetizar as pessoas ao redor. - Clary. - A amiga que estava conversando com o agente Hale o olhou. - Quando falou com a filha do senhor Williams, o que ela disse e quais eram suas expressões?

- Ela estava desconfortável o tempo todo. Seu sorriso de boas-vindas era forçado e durante nossa curta conversa ela ficava nos encarando. - A ruiva para de falar e seus olhos se arregalam. Todos que a encaravam perceberam que algo em sua mente se iluminou. - Meu Deus! Era óbvio. - Ela levanta e começa a andar de um lado para o outro. - Em um determinado momento ela falou que o pai dela era genioso. ERA Magnus. Entende?

- Minha nossa! - Ele também levanta e vai até a amiga a abraçando. - Stiles vá até a cafeteria e traga o senhor Lightwood aqui. - O garoto não respondeu nada e saiu em disparado pelo corredor. Izzy ficou surpresa que os pais chegaram tão rápido com o rapaz. Ele era ágil. - Acho que o marido da senhorita matou o sogro. Na verdade eu tenho certeza, mas como não temos um corpo não posso ser tão negligente.

- Certo. Vou até lá e assim que tiver respostas os ligo. - Ele se despede da família e sai novamente para a mansão.

 

Uma hora depois de Robert ter saído Jace recebeu uma ligação do pai pedindo que passasse para Magnus e assim ele o fez. O mordomo tinha entregado o que tinha visto na noite que foi dada como a fuga do patriarca da família. A filha e o genro o sufocaram enquanto dormia e ele assistiu tudo. Não fez nada por temer por sua vida.

O pai tinha pego a culpa para si, mas a família e os empregados sabiam que a culpa era da filha e do marido. Ele tinha decidido dizer a verdade para a polícia, pois ele sabia que ela tinha que começar a arcar com as consequências de seus atos. Não era a primeira vez que eles faziam isso. O primeiro golpe foi há cinco anos e o dinheiro roubado era uma quantia bem menor que a do golpe atual. A culpa caiu toda nos ombros de um do contador da imobiliária.

A ganância os fez perder qualquer limite.

 


Notas Finais


Gente, quarta já volto com o próximo capítulo para compensar a demora.
Essa nota final vai especialmente para agradecer cada um de vocês que comentam e favoritam. Ao leitores fantasmas eu também agradeço. É estranho lidar com o fato que leem minha fic, mas não comentam. Acontece que com o tempo a gente vai aprendendo a relevar. rs
Já passamos das 800 visualizações. Caraca! Obrigada meu amores.

OBS: Meu Malec terminando no último episódio. :( Mas pela graça de Raziel eles voltam firme e forte assim como no livro.
Segundo o diretor hoje tem mais flashback deles. Mores, depois da cena da primeira vez deles qualquer flashback será fichinha. kkkkkkkkk
Sério, Matthew e Harry tem uma química que olha, fiquei impressionada com aquela pegação toda.
Bom, por hoje é isso. Vejo vocês na quarta.


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