História Very Good - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Topp Dogg
Personagens A-Tom, B-Joo, Gohn, Hansol, Hojoon, Jenissi, Kidoh, Nakta, Personagens Originais, P-Goon, Sangdo, Seogoong, Xero, Yano
Tags Coréia, Coréia Do Sul, Dogg, Korea, Seoul, Seul, Topp, Topp Dogg
Exibições 15
Palavras 2.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem ~

Capítulo 15 - Segredo Revelado e Visitas


Isabela POV.

Após a praia, voltamos para Seul e chegamos em casa de madrugada.

Camila e Kidoh estavam em um completo climão. Ele foi para seu apartamento seguido do resto dos meninos; apenas Xero, B-joo, Hojoon, Hansol, SangDo e Yano ficaram no nosso, dormindo em colchões na sala.

Durante a manhã, eu e as meninas levantamos, pois na noite passada havíamos combinado de fazer um rancho no mercado e não precisar mais sair para comprar comida, o que pouparia muito tempo na nossa rotina de agora em diante. Por isso, logo saímos sem resmungo e com cuidado para não acordar os meninos na sala.

Mesmo morrendo de sono, fizemos as compras. Pagamos com cartão de crédito tudo aquilo e o mercado levaria mais tarde o que compramos até nosso apartamento, já que não tínhamos como levar.

Mal estávamos saindo do mercado quando recebo uma chamada em meu celular, vindo de Yano.

- Alô?

- ISABELA FLORES DO CÉU! - gritou. - PÕE NO VIVA-VOZ AGORA!

Fiz o que ele disse, e paramos de caminhar para prestar atenção. Ouvimos gritos de mulher no fundo.

- Fala, criatura! - Carol resmungou.

- Sabíamos que vocês iam no mercado, mas eu tô morrendo de medo, tô aqui no banheiro, trancado! A gente tava arrumando o apartamento e aí do nada umas ahjummas loucas invadiram e começaram a nos chamar de tarados porque estamos de cueca ou sem camisa, mas dormimos assim por causa do calor e... Só venham logo, por favor! Parece que elas falam grego!

A chamada se encerrou na hora. Nos entreolhamos e seguimos direto para o apartamento. Ao chegarmos lá, B-joo, Hojoon, Hansol e SangDo estavam encolhidos num canto, tapando seus corpos com almofadas, Xero tentava acalmar as mulheres que estavam de costas para nós e Yano havia sumido. Provavelmente, ainda estava no banheiro.

Até que uma delas se virou. Ficamos paralisadas.

- M-mãe? - Mari disse.

- FILHA! - sua mãe, Endiel, saiu correndo e a abraçou. Os meninos ficaram muito confusos.

Porém, as outras mulheres se viraram também. Lá estava a tia Marlene, mãe da Carol, tia Jaqueline, mãe da Jady e... Juliana. Minha mãe.

Nos abraçamos na mesma hora com elas.

- Mas... o que vocês estão fazendo aqui? - perguntei.

- Hyun-su não nos escondeu mais. Ele contou do sequestro, por que não nos falaram?! Vocês estão bem?! Viemos na hora que soubemos, improvisamos a viagem. - minha mãe falou.

- Não queríamos preocupar vocês. Também não queria atrapalhar o salão - respondi lembrando do salão de beleza que ela administrava.

- Ah, filha... - murmurou.

- Espera. - B-joo começou. - Tudo bem, eu entendi que elas são suas mães e tal, mas posso ao menos trocar de roupa?

- Primeiro, nos expliquem tudo. Desde-o-começo. - Jady disse olhando Hojoon de cima a baixo.

Eles sabiam que nossas mães viriam, desde o começo. Logo quando saímos do apartamento para ir ao mercado, eles se levantaram, e começaram a arrumar nosso lar para recebê-las. Porém, elas chegaram recém após eles terem terminado a arrumação, ou seja, não tinham se trocado ainda. Yano já havia voltado do banheiro e explicou o resto. Elas tinham uma cópia da chave do apartamento, então entraram, viram eles e começaram a gritar. A Jaqueline assustou-o e ele se escondeu no banheiro, enquanto os meninos estavam sendo confrontados. Eles acabaram pensando que eram ladras.

Após a explicação, eles rapidamente trocaram de roupa e cumprimentaram nossas mães devidamente, rindo do imprevisto.

- Vocês chegaram bem a tempo de salvar nossas vidas - B-joo disse bagunçando meus cabelos.

- Filha - minha mãe começou -, esse é o seu namorado? Meu Deus, olhe como ele é magricela! Você está alimentando ele direito? - O coreano dela e das outras mulheres não era perfeito, mas era fácil de se entender. Imediatamente, fiquei vermelha.

- Mãe! - reclamei. - Claro que não! Aliás, eu te contaria se estivesse namorando.

- Ah, lembrei agora, é verdade. Você apenas falou que está gostando de um Byun... - Interrompi-a.

- Chega, acho que já é demais por hoje.

No outro lado da sala, Carol apresentava Xero para sua mãe e Jady apresentava Hojoon para a sua.

- Carol, não tinha um mais em forma, não? - Marlene disse olhando Jiho, que se fingiu de ofendido.

- Mãe, não diz isso! Xero é lindo - Carol respondeu abraçando-o de forma carinhosa. - Baravilhoso.

Os meninos deixaram-nos sozinhas com nossas mães. Enquanto isso, aproveitamos pra receber amor delas e chorar tudo que queríamos. A mãe de Camila, Chris e Nicole não vieram. Simone, a de Camila, não pôde vir. A de Nicole tinha visto-a a pouco tempo e Chris foi até a casa de sua mãe passar o dia.

Por isso, Nicole e Camila também foram mimadas por nossas mães, que conhecem-nas desde pequenas.

Em um momento, quando todas estávamos na sala vendo televisão, os meninos entraram no apartamento.

- É normal isso? - Jaqueline perguntou, em português.

- Já nos acostumamos. - Camila respondeu.

Minha mãe, Endiel e Jaqueline sabiam falar em inglês; porém, Marlene não. Então, elas se comunicavam com os garotos com o básico de coreano e pouco de inglês, mesmo tia Marlene só sabendo dizer "Good, very good".

- Sinto que começamos com o pé errado. - mamãe disse para os meninos.

- Realmente começamos com o pé errado. - Marlene concordou.

- Ei, vocês queriam conhecer Seul, não é? - Mari perguntou.

- Sim. - responderam.

- Então, nós e os meninos podemos apresentá-la para vocês!

No fim, eu, Jady, Mari, Carol, Yano e Sangdo apresentamos Seul para elas. Minha mãe ficou feliz ao saber que havia um supermercado perto de nosso apartamento. Por isso, voltamos antes delas, enquanto nossas mães foram no mercado comprar algo para uma janta especial.

Chegamos no apartamento e fui direto para o dormitório que dividia com as meninas. Apenas B-joo estava lá dentro. Olhei-o confusa.

- Quem te deu permissão para entrar aqui? - brinquei, sentando-me ao seu lado. - Aliás, o que está fazendo aí?

- Não aguento mais ficar lá dentro. O Kidoh explode com todo mundo. Até comigo, e olha que não fiz nada. Por favor, me deixa ficar aqui.

Pelo menos mais um pouco. 

Quando me olhou, vi que falava sério.

- Claro que deixo. - respondi. Ele sorriu e se sentou no chão à minha frente, mexendo em seu celular, e fiquei sentada em minha cama com o pé para cima.

- Amanhã você tira o gesso, né? - perguntou. Respondi que sim e ficamos sem assunto.

Até que peguei rabicós em meu bidê e comecei a prender várias mechas de seu cabelo, fazendo-o ficar extremamente fofo.

- Ei, Isa - chamou em um momento.

- Sim?

- Um dia, a Carol comentou uma coisa comigo. Da época do ensino médio de vocês, eu acho.

Travei na hora.

- O... O que ela falou? - perguntei.

No mesmo momento, nossa gata, Yano, subiu na cama e se esfregou em meu braço.

- Primeiro, deixou escapar que você é meio fechada desde um certo dia. Ela disse mais uma coisa, que tinha acontecido algo mas não podia me falar mais. Eu gostaria muito de saber. Se isso ainda te machucar, é só dizer que eu nunca mais insisto.

Respirei fundo.

- No ensino médio, eu tinha um namorado. - falei.

- Começamos bem. - comentou se virando de frente para mim, ainda sentado no chão.

- Eu fui apaixonada por ele por muito tempo antes dele me pedir em namoro. Ele era extrovertido, sabe? Mas comigo era mais sério, sempre pensei que ele me levava mais a sério e gostava de pensar assim, mesmo querendo que ele se sentisse mais liberal. Então, chegou o dia que ele terminou nosso relacionamento.

- Só isso? Opa, desculpa - se corrigiu. - Se isso te afligiu tanto, deve ter te causado um impacto muito grande, mesmo sendo simples.

- Não acaba por aí. Ele terminou comigo porque não queria mais. "Eu já consegui o que queria", ele disse. Esse garoto me usou para se aproximar de uma prima minha, B-joo, que nem fazia ideia de que namorávamos, porque algo que eu nunca havia notado era que ele ficava amigável comigo na frente dela, e não carinhoso. Ela pensava que éramos melhores amigos, ele pediu ela em namoro e ela aceitou. 

Seus olhos estavam arregalados.

- Meu Deus... Como alguém conseguiu ser tão horrível assim?

Soltei uma risada desanimada.

- O namoro deles durou dezoito dias porque ela estava apaixonada por outro cara. Tudo que vai, volta.

Imediatamente, B-joo se levantou, me puxou para ficar de pé e abraçou-me. Não resisti e correspondi o abraço.

- Ainda tem mais, mas não consigo contar tudo. Desculpa - falei durante o abraço ainda, quase chorando ao lembrar.

- Não fala, não fala. Você não precisa se desculpar. - respondeu como se me ver daquele jeito levasse-o a sentir uma dor enorme.

Nos desfazemos vagarosamente do abraço, depois nos olhamos nos olhos.

- Não vou te forçar a nada, prometo. - sussurrou colocando uma mecha minha de cabelo atrás de minha orelha. Depois, recebi um beijo na testa e sentamos novamente na cama, jogando Piano Tiles 2, intercalando as partidas.

Logo, ouvimos barulho de porta e percebemos que eram as mães. Bateram em nossa porta e quando falei que podia entrar, minha mãe apareceu.

- Vocês já almoçaram? O pessoal na sala tá quase desmaiando.

- Ainda não, mãe.

- Certo, vou organizar algo.

Então, saiu novamente, deixando escapar um sorriso por nos ver juntos.

O almoço foi simplesmente ótimo: comida brasileira improvisada com comida coreana. Todos comemos com garfos, o que foi mais divertido. Em um certo momento, Hojoon sem querer chamou Jaqueline de "omoni", o que a fez olhar de olhos cerrados para ele. Ela estava sendo durona, mas logo seu coração iria amolecer com seu genro.

- Quanto tempo vocês vão ficar aqui? - Nicole perguntou. 

- Uma semana. Queríamos ficar mais, mas já foi complicado vir, imaginem passar duas semanas ou um mês. - Marlene disse.

- Só sei que quero ver vocês gravando o dorama. Podemos? - minha mãe, Juliana, perguntou.

- Mas é claro! - respondi.

Durante a tarde, recebemos nossos roteiros e ensaiamos eles. E naquele momento percebi como o mundo estava contra mim.

Um beijo no novo episódio. Um beijo da minha personagem e o personagem de B-joo. E ensaiarei o roteiro com ele durante a noite.
Tudo bem, podemos ficar sem ensaiar a parte do beijo e na hora de gravar, fazer com que pelo ângulo de câmera pareça que realmente estamos nos beijando. Okay, certo.

Minha mãe se propôs para nos ajudar no ensaio, já que ela tinha certa experiência por auxiliar a diretora da minha turma de teatro enquanto eu morava no Brasil. Portanto, lá estávamos nós três, na sala, ensaiando. Eu e B-joo estávamos meio encabulados, mas não pela presença de minha mãe nos assistindo do sofá, e sim pelo roteiro do episódio. 

Por isso, ela nos deixou mais à vontade e nos aproximou mais nas cenas. Quando terminamos de ensaiar uma das vezes, ela estava muito cansada e logo foi se deitar, nos deixando sozinhos para ensaiar mais uma vez.

- OH MIN-JUNG! - gritou, atuando. - Você realmente não entendeu até agora?!

- Baek Eunji, é melhor você parar com esse seu joguinho. Diga logo a verdade senão eu...

Exatamente como a cena pedia. Minha personagem para de falar pois o de B-joo se aproxima até demais, deixando os rostos bem próximos. Nossos olhos se encontraram, e foi a partir daquele momento que paramos de atuar. Meu roteiro caiu de minha mão, e ele me puxou. Começamos a nos beijar, calmamente, e a cada toque seu meu corpo se arrepiava. Os olhos estavam bem fechados, apenas aproveitando a aproximação um do outro.

Então, um barulho de porta batendo me fez despertar para a realidade e me afastar.

- B-bom, B-joo, estou cansada, continuamos ensaiando amanhã de manhã, boa noite - falei rindo nervosa e correndo para o quarto. A porta antes estava aberta, de propósito, para nos ouvirem ensaiando. Porém, quando ela bateu, foi uma tentativa frustrada de Camila tentar fechá-la, quando perceberam que estava rolando um clima e não queriam atrapalhar. - Vocês estavam acordadas? Mãe, Camila, Jady e tia Jaque? Vocês são doidas - eu disse rindo.

Carol POV.

- YAH! - gritei pulando em cima de Isabela, na tentativa de acordá-la.

- O que você quer? - resmungou.

- Eu sei de tudo.

- Aham, tá, sabe que eu planejo roubar um banco, descobriu todos os meus segredos e agora vai vendê-los para o Obama - disse se fazendo de sarcástica.

- Eu sei do ensaio das duas da manhã.

Ela se virou rapidamente para cima.

- Quem mais sabe disso?! - perguntou.

- Todo mundo - respondi sorrindo e saindo saltitando do quarto. Sua expressão foi impagável.

Durante a tarde, Jiho tentou - e conseguiu - me convencer a irmos no cinema. Bom, digamos que não prestamos atenção no filme pois estávamos ocupados com outra coisa. Depois da sessão do filme que eu nem sabia qual era, comemos na praça de alimentação hambúrgueres, batatas fritas e depois, sorvete.

- Já disse que você é o melhor namorado do mundo? - perguntei.

- Não - respondeu sorrindo.

- Pois fique sabendo.

Ele terminou seu sunday antes de mim, então, quando terminei o meu, perguntei se já queria ir pagar a comida.

- Depois - murmurou, pegando uma caixinha em seu bolso e arrastando-a pela mesa até mim. Ao ver meu olhar surpreso, continuou - Pode abrir.

Fiz o que ele disse. Dentro, estavam dois anéis. Meu coração se acelerou na hora.

- Anel de compromisso. Gostou?

- Eu... eu... - Não consegui responder nada. Então, simplesmente me levantei e abracei-o. Ouvi ele dar uma risadinha e depois correspondeu o abraço. Colocou um dos anéis em minha mão direita e eu fiz o mesmo com Xero. - Eu te amo, sabia?

- Sabia. Eu também te amo. - respondeu me dando um beijo.

No caminho da volta, fingimos não notar, mas algumas pessoas com câmeras nos seguiam, e aquilo era realmente incômodo. Então, num certo momento, uma delas começou a andar ao meu lado, me ultrapassou um pouco e olhou discretamente para trás, e seus olhos arregalaram.

- UM ANEL! - gritou para os outros. - ELA ESTÁ USANDO UM ANEL! ELE TAMBÉM!

Imediatamente, outros dois correram à nossa frente.

- Na entrevista, apenas dois casais foram confirmados. Estão nos escondendo isso a quanto tempo? - uma moça perguntou.

- Tempo o suficiente para que vocês continuem sem respostas - Xero disse e me puxou para irmos mais rápido, conseguindo despistá-los. Mas não antes de ter nossa intimidade revelada.

B-joo POV.

Era madrugada e eu ficava cada vez mais curioso sobre o que aconteceu com Isabela no passado. O problema era que eu me sentia mal só de me lembrar, pela expressão de tristeza que ela fez. Se só essa parte já a fazia chorar, imagine o resto?

Para me acalmar, fui até a cozinha tomar um copo d'água. Mas lá, encontrei Carol atacando um pote de sorvete no escuro.

Quando me viu, se assustou.

- Mãe, desculpa! Eu juro, eu só tava olhando o pote, eu não vou comer mais, foi só uma colherada! Eu... - começou.

Acendi a luz e sua expressão de susto mudou para alívio.

- Graças a Deus. Tenho que comer sorvete escondido. Achei que você era minha mãe pelo cabelo e por peso na consciência, também - explicou colocando mais uma colherada na boca.

- Por que você tá comendo escondida? - perguntei.

- Minha mãe não me deixa comer sorvete. Ela diz que eu tenho que ser uma pessoa "saudável" - disse com desdém. Ri e logo me joguei numa cadeira da mesa. - O que foi? Você parece preocupado. - comentou enquanto se sentava também.

- É a Isabela. Ela me contou aquilo que você quase comentou comigo uma vez. Mas não tudo. Aquilo, do ex-namorado dela.

- É, foi tenso. Ela te falou daquela parte?

- Que parte?

- Foi horrível, aquela em que ela quase apanhou daquele idiota. Se o João não tivesse aparecido...

Então, arregalou os olhos e tapou sua boca, percebendo que eu não sabia. Eu estava em choque com aquilo.

- Apaga, esquece! - falou.

- Quem é João? - tentei mudar o rumo.

- Um amigo dela que conversamos até hoje. Se eu não tivesse chegado na hora, não sobraria o ex dela pra contar história de tanto que apanhou dele, a Isabela estava tão assustada com tudo que nem se mexia.

- Gostei desse cara.

- Eu sei que você mudou o assunto de propósito, B-joo. Olha, escapou sem querer, mas sei que isso vai ajudar você a finalmente ter algo com ela. Você não sabe o medo que a Isa tem de ser magoada e abandonada de novo. Ela pode confiar em você, saber que é idiotice esse medo, mas ele continua dentro dela. Você só precisa fazer ela se sentir segura.

Assenti, agradeci e voltei a me deitar.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...