História Viajante do Tempo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball, Saint Seiya
Personagens Trunks, Yuna de Águia
Tags Canon Divergence, Desafio De Fanfic, Fanfic Challenge, Multiversos, One-shot, Romance, Ship Crossover
Visualizações 28
Palavras 896
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Eu recebi esse desafio da @MelancolyDrawer pra escrever sobre outro ship, um ship crossover, YunaTrunks ou Yununks como ela gosta de chamar, e bateu a ideia de fazer algo pros dois dentro do que me foi proposto e do possível.

MelancolyDrawer, essa é pra você, espero que goste!

ps: essa fanfic desconsidera a linha de tempo do Dragon Ball Super.

Beijos a todos e boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único


Ele sempre se apaixonaria por ela não importava como, onde, quando; Yuna era a sua pessoa mais preciosa, e Trunks mudaria tudo se possível fosse, para estar ao seu lado novamente.

Mas ele não chegou a tempo em sua linha de tempo original.

O período em que esteve fora lutando com os guerreiros Z contra a ameaça que Cell representava, Yuna se fora nas mãos dos androides 17 e 18, aumentando ainda mais seu ódio e fúria contra aqueles monstros de seu futuro.

Uma vez que ele lidou com a ameaça que era Cell, Trunks usou a máquina do Tempo novamente para visitar os guerreiros Z; Ele tinha recursos suficiente para ir e voltar, e Bulma lhe disse para ter todo o cuidado possível.

Mas Trunks ao invés de retornar para o passado, acabou em um universo paralelo.

Achava estranha a teoria de que universos paralelos pudessem existir – além dos dois que ele conhecia, claro – mas era ainda mais estranho que este mundo em que ele parou era totalmente diferente do dele.

Os guerreiros Z não existiam, ou não se tinha traços do Ki deles. Mas Trunks conseguiu reconhecer o Ki de pelo menos uma pessoa especial para ele.

Ela, Yuna.

E a jovem estava completamente diferente do que ele se lembrava.

Em seu futuro onde os androides tinham destruído quase toda a humanidade, Trunks teve a sorte de conhecê-la ainda na infância. Ela havia acabado de ficar órfã de ambos os pais, e ele conseguia entender o sentimento, tendo perdido seu pai Vegeta mesmo antes de lembrar-se dele.

Yuna vivia então na corporação cápsula com ele e Bulma, os dois cresceram juntos, muito unidos, o que fez bem para Trunks, pois ela dava-lhe uma motivação a mais para treinar com Gohan para ficar forte, e vencer os androides.

Quando ela tinha beijado-lhe na bochecha, aos 10 anos, Trunks sabia que esta era a pessoa com quem ele queria passar junto pelo resto da vida, por mais bobo que parecesse aos olhos dos outros. Ele podia contar com o apoio da mãe, que sempre lhe dava um empurrão na direção certa para poder declarar seus sentimentos à garota.

Aos 17 anos, ele se declarou e Yuna aceitou seu pedido de namoro, e disse que casariam-se quando ele retornasse forte e acabasse com a ameaça de seu mundo. Mas seu sonho fora rompido cruelmente por aqueles monstros com aparência de gente.

Esta Yuna era a mesma pessoa, embora diferente, já que o seu mundo também o era.

Ela também era órfã, e treinava numa escola chamada Palaestra, para se tornar uma “amazona de Athena”.

Trunks conhecia o conceito de deuses, mas em seu universo eles eram completamente diferentes, como o Senhor Kaioh e o Kaioshin-sama. Aqui, a Terra era protegida por uma deusa chamada Athena e vários jovens, homens e mulheres do mundo todo se reuniam em um só lugar para treinarem e protegerem seu santuário.

Yuna a princípio estranhou a familiaridade a qual o rapaz parecia ter com ela; Tinha mencionado alguns dos hábitos que ela possuía, como a teimosia e a força de vontade dela de lutar pelos seus ideais. Até mesmo dentro da tal Palaestra ela era uma espécie de rebelde por não usar a máscara destinada a todas as amazonas que supunham-se lutar pela Deusa Athena. Mas viajantes do futuro não eram bem o que ela estava acostumada.

Trunks riu, e pediu desculpas pela sua falta de jeito. Fazia tempo que ele precisava refrear-se na frente das pessoas amadas. Foi assim com seu pai Vegeta no passado, e agora com Yuna.


O que mais o surpreendia era o quão ela era forte. Yuna era capaz de desferir socos na velocidade do som em mach 1 e era uma exímia lutadora. Usava uma espécie de armadura que ele considerava estranha, mas que acreditava ficar bonito nela. E claro, o rapaz não cansava de admirar-se com sua determinação.

Era a mesma alma, a mesma pessoa, apenas em um mundo diferente. Um mundo ao qual ele não pertencia, mas que queria fazer parte e ajudar assim mesmo.

Yuna também eventualmente surpreendeu-se com o tamanho da força que o viajante do tempo possuía, e que com a ajuda dele, certamente poderiam ajudar e salvar Athena em sua jornada.

Trunks não viu porquê não concordar.

Os dois seguiram na jornada ao lado de Souma, Kouga e depois Haruto e Aria em busca do paradeiro da verdadeira deusa, e nesse caminho, os sentimentos floresceram, como eles sempre estivessem ali, como se eles sempre estivessem destinados a se encontrarem.

Trunks havia perdido Yuna uma vez, não a deixaria de novo. A amava demais para isso.

Ele viajou mais uma vez no tempo, com a promessa de retorno; Precisava avisar a Bulma que havia encontrado Yuna, e que os laços que os uniam certamente os trariam juntos de novo, como fizeram desta vez. E claro, sua decisão de viver com Yuna naquele mundo diferente, ajudá-la a restaurar a paz, como a Yuna do mundo dele gostaria que ele tivesse feito.

Quando retornou com a máquina do tempo e Yuna foi recebê-lo com um abraço apertado seguido de um beijo caloroso, Trunks se sentiu o homem mais feliz do universo – deste e de todos os outros.


“Bem vindo de volta, meu viajante do tempo.”

“É bom estar de volta, Yuna.” - e o casal sorriu, selando seu amor em outro cálido beijo.

 



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