História Victims Of Fate - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Eminem
Tags Colegial, Drama, Escolar, Romance
Exibições 84
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GALERA!! NÃO SEI NEM POR ONDE COMEÇAR, mas vou tentar resumir tudo de forma bem explicativa
Bom, eu sei que foram meses sem capítulos e notícias minhas e que vocês devem estar querendo me matar por isso, mas eu estava sem celular e sem Internet durante todo esse tempo, e não tinha como avisar a vocês que ficaria ausente por um tempo e o por que.
Agora eu estou de volta por alguns motivos: minha Internet voltou, estou com um celular novo, amo escrever esta história e vocês são ótimos leitores.
Espero de verdade que vocês me entendam e gostem do capítulo. É pequeno mas é de coração.
Marshall e Proof na capa.

Capítulo 22 - 22


Fanfic / Fanfiction Victims Of Fate - Capítulo 22 - 22

Marshall POV

   A garota que eu havia aprendido a amar resmungou e apertou a minha cintura, trazendo-me de volta à consciência. Senti as suas mãos frias percorrerem o meu corpo nu como choques elétricos e abri os olhos. A janela aberta foi a primeira coisa que tomou conta do meu campo de visão e eu descobri que ainda não havia amanhecido, mas logo voltei o meu olhar para o rosto de Bonnie. Enquanto a analisava, tentei manter o equilíbrio entre a parte de mim que queria voltar a dormir e parte que queria beijá-la naquele exato segundo, a qualquer custo. Ela sorriu sonolenta para mim e eu não consegui não olhar no fundo de seus olhos.

   Os seus olhos esverdeados repletos de sono, amor, mágoas e sexo.

-Você gostou? - eu perguntei com a melhor dicção que consegui obter naquele momento.

-Você sabe que sim. - Bonnie fincou as unhas na minha cintura e ficou evidente que ela sabia do que eu estava falando.

-Precisava de confirmação. - minha insegurança veio à tona e eu me senti completamente exposto.

-Então agora você tem. - ela se apoiou no braço do sofá e, no segundo seguinte, estava em cima de mim. Seus olhos me encarando como se fosse um animal selvagem prestes a atacar a mais vulnerável das presas.

-Por que gostou tanto? - dei de ombros

-Marsh, você me levou ao baile de verão da escola, se vestiu daquele jeito e me olhou como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. Quem não gostaria disso? - foi tudo o que saiu de sua boca antes do seu tronco ser levantado e os seus seios ficarem expostos para mim.

-É impossível não te olhar assim. - eu usei uma das mãos para apertar a sua coxa e segurei suavemente a sua cabeça com a outra. Em seguida, aproximei a minha boca do seu ouvido para poder ordenar: - Me beija, Bonnie.

  
   Minha nuca foi tocada tão firmemente pelas suas mãos que por alguns segundos eu pensei que nem mesmo o mais puro dos homens seria capaz de recuar diante daquele contato. Os arrepios começaram a subir pela minha espinha e o beijo que eu recebi foi tão selvagem e determinado que eu não tardei em explorar cada canto íntimo do seu corpo. Bonnie afastou os seus lábios dos meus e olhou para mim como se eu conhecesse cada uma das suas células, mas a cada toque descobrisse algo completamente novo.

   O seu cabelo comprido estava tão bagunçado e os músculos do seu rosto tão relaxados que eu tive vontade de reiniciar aquele dia. De novo. E de novo. E de novo. Apenas para que pudéssemos viver neste momento para sempre.

   Envolvi o seu corpo com os meus braços e rolei impacientemente para o lado, levantando do sofá com certa dificuldade em seguida. Rimos quando eu pisei nas nossas roupas de baile jogadas pelo chão da sala e estudamos um o rosto do outro quando eu joguei algumas frutas velhas no chão para senta-lá na bancada da cozinha. Seu dedo indicador contornou o formato desproporcional do meu nariz e uma ruguinha de concentração se formou no centro de sua testa.

-Eu amo as suas sardas - ela falou com seriedade - Na verdade, eu amo tudo o que você é quando está comigo.

   Sorri de canto e depositei um tapa em uma das suas coxas antes de abrir as suas pernas. Sua boca se abriu e um grunhido escapou da minha garganta no mesmo instante em que um barulho irritante se manifestou de algum lugar na bagunça do chão. Joguei a minha cabeça para trás e me concentrei naquela sensação. Era como se o mundo inteiro estivesse ardendo em chamas e a única coisa que fizesse sentido fosse apenas os nossos corpos se contorcendo dentro da lataria que chamávamos de casa.

   O lápis de olho em seus olhos estava borrado e o suor descia livremente pela minha testa quando as minhas pernas começaram a amolecer. Aumentei os movimentos enquanto as pernas de Bonnie se enroscavam ao redor da minha cintura e então senti tudo. Senti os meus dedos se dobrarem, os meus olhos revirarem, a trilha sonora do meu coração acelerar e a pele de Bonnie encostando na minha, como era para ser.

   O meu celular voltou a gritar do chão e nós estávamos dispostos a continuar e ignorar o barulho nos primeiros minutos, mas logo a rebeldia que tomava conta de mim foi embora e o cansaço começou a me abater. Selei o nosso contato e me virei para que pudesse caminhar até as nossas roupas no chão, agachando-me em seguida. Pude ver o número de May brilhar na tela do meu celular e não tardei em passar o aparelho para Bonnie.

-Acho melhor você atender. - falei suavemente ao tentar limpar o rastro preto da sua maquiagem em seus olhos enquanto ela segurava o celular em mãos.

-Tudo bem. - ela suspirou frustrada e se jogou no sofá antes antes de encostar o aparelho na orelha.

   Soube que alguma coisa estava errada quando toda a malícia se esvaiu dos seus olhos e os seus lábios ficaram trêmulos. Ela passou a mão livre pelos seus fios de cabelo suados e pareceu ouvir as palavras ditas do outro lado da linha com uma concentração preocupante.

   Eu estava prestes a arrancar aquele maldito celular das suas mãos quando ela encerrou a chamada e se virou para mim com pena apagando o encanto de sua feição. Minha visão se tornou estranhamente embaçada enquanto eu me aproximava e um medo feio tomou conta do ambiente.

-O que está acontecendo, Bonnie? - eu perguntei com impaciência. A luz do luar que invadia o interior do trailer iluminava apenas o lado esquerdo do seu rosto e ela me olhou fixamente, tentando se preparar para me contar o que quer que fosse.

-Sente-se do meu lado, Marshall. - ela afofou uma almofada ao seu lado e fez um sinal para que eu me acomodasse.

-Eu não quero me sentar. Que porra está acontecendo?

   Bonnie permaneceu em silêncio por um minuto antes de resolver se levantar e caminhar em minha direção. Lágrimas começaram a escorrer pelas suas bochechas e eu abri a boca para perguntar o que havia de errado naquela noite, mas ela me abraçou antes que a minha voz pudesse se manifestar.

-Eu sinto muito, Marshall. Proof está morto.

   Suas mãos acariciaram as minhas costas e eu senti o universo ruir em pedaços.


Notas Finais


E aí, o que acharam?????


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