História Victória Flauer- the perfect hybrid - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter, The Vampire Diaries
Personagens Alvo Dumbledore, Damon Salvatore, Esther Mikaelson, Harry Potter, Personagens Originais
Tags Bruxos, Damon Salvatore, Harry Potter, Lobisomens, Mentiras, Pottersister, Vampiros
Exibições 22
Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie pessoas, desculpe a demora mais esse é grandinho pra compensar.

Capítulo 3 - Red eyes.


Fanfic / Fanfiction Victória Flauer- the perfect hybrid - Capítulo 3 - Red eyes.

Pov. Damon Salvatore:

Perguntas circundavam minha cabeça, muitas e muitas perguntas. Como aquela garota tão jovem conseguiria abrir um livro tão antigo? Seria ela uma bruxa?

Estamos agora em meu carro, indo para o estádio de baseball da cidade, onde eu encontraria Julian uns anciãos de uma antiga comunidade bruxa com um cerne muito grande de livros. Contento informações de bruxos poderosos e suas linhagens, lendas e de grimórios destinados a certos bruxos específicos.

A garota ruiva, ligou o rádio em uma musica pop de um cantor chama Ed Sheraan. Não falei nada apenas o desliguei, ela me olhou em desafio e como se para provocar o ligou mais alto, o desliguei novamente.

Ela o religou, e eu desliguei, mais a garota não parava de liga-lo cada vez mais alto. Até que me irritei e gritei.

-Será que dá pra manter desligado essa porra de rádio? –ela me olhou contrariada, sorriu cínica e disse:

-Claro seu marrento.

O silencio reinou por alguns minutos, sim apenas alguns. Ela começou a cantar. SIM A CANTAR:

 All I knew this morning when I woke
Is I know something now
Know something now I didn't before
And all I've seen since 18 hours ago
Is green eyes and freckles and your smile
In the back of my mind making me feel right

 

A voz dela tinha que admitir era maravilhosa, pra lá de melódica, doce e ao mesmo tempo fria. Algo que talvez somente um anjo conseguiria expressar.

O resto da viajem não me incomodei com a cantoria e simplesmente fui curtindo sua voz.

Pov. Louise Potter:

I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you know you know you

Cause all I know is we said hello
And your eyes look like coming home
All I know is a simple name, everything has changed
All I know is we held the door
You'll be mine and I'll be yours
All I know since yesterday is everything has chang
ed

Cantava em alto e bom som, a primeira musica que ouvi e realmente gostava. Uma musica que tocou no meu primeiro beijo em m mercadinho perto da rua Alfeneiros.


And all my walls stood tall painted blue
But I'll take them down
Take them down and open up the door for you
And all I feel in my stomach
Is butterflies the beautiful kind
Making up for lost time, taking flight
Making me feel right

Lembrava-me do sorriso safado no seu rosto, do Moreno filho do dono da mercearia. Dos seus psius baixos para chamar minha atenção enquanto comprava algo para os Dursley.

I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you know you know you

De como ficava constrangida quanto percebia seu olhar sobre mim. De seu perfume amadeirado. Ele cinco anos mais velho que eu.

Cause all I know is we said hello
And your eyes look like coming home
All I know is a simple name, everything has changed
All I know is we held the door
You'll be mine and I'll be yours
All I know since yesterday is everything has changed

Come back and tell me why
I'm feeling like I've missed you all this time
And meet me there tonight
And let me know that it's not all in my mind

Do friozinho que senti na barriga quando seus lábios se encostaram aos meus. Da adrenalina correndo solta no meu sangue ao fazer algo tão errado- considerando minha idade- mais que me parecia tão certo.

I just want to know you better know
You better know you better now
I just want to know you know you know you

Do medo de ser pega, da empolgação de finalmente me sentir amada. De minha fuga idiota por vergonha, de minha incrível vontade de voltar para seus braços e beijar-lhe novamente.


Cause all I know is we said hello
And your eyes look like coming home
All I know is a simple name, everything has changed
All I know is we held the door
You'll be mine and I'll be yours
All I know since yesterday is everything has changed

Mais principalmente de minha decepção ao vê-lo beijar outra, ao vê-lo dizendo que amava outra.

All I know is we said hello
So dust off your highest hopes
All I know is pouring rain
And everything has changed
All I know is a newfound brightness
All my days, I'll know your face
All I know since yesterday is everything has changed

Agora percebia lagrimas silenciosas e grossas que desciam pelo meu rosto, lagrimas de dor e decepção. Eu o amava e nele eu confiava. Mais ele me traiu, me usou. Por isso me recuso amar ou confiar novamente, pois o amor só nos faz tolos e cegos e a confiança só serve para nos apunhalar pelas costas.

Pov. Damon Salvatore:

Ela chorava lagrimas silenciosas e grossas que ao descer pelo seu rosto deixava uma linha brilhante em contraste com seu rosto bem branco. Mais seu rosto demonstrava grande frieza e talvez um pouco de ódio.

Não sabia como uma musica poderia mexer tanto com uma pessoa, como essa simples musica a fazia sentir tristeza e raiva.

Este era mais um mistério que circundava a vida da ruiva, algo que provavelmente nunca saberia, mais oque quer que seja que houvesse acontecido só havia sido mais uma cicatriz em seu coração. Cicatriz essa que nem o sangue de todos os vampiros do mundo ou toda bruxaria existente não poderia curar.

Chegamos ao estádio, como não haveria jogo hoje o lugar estaria completamente vazio, se não fosse pelo time de baseball New York Yankees que treina no local. Do camarote Julian me deu um aceno de cabeça, indicando que fosse lá.

Seguido de perto por Louise, caminhei até o local. No dito camarote aparentemente só havia o bom e velho Julian.

-Boa tarde. –cumprimentou o velho.

-Bom de ver Julian. – disse em resposta.

-Então essa é a pequena Louise? –ele perguntou tentando ser simpático com a garota.

-Só por que você é velho eu deveria cumprimenta-lo como: “Ah, então esse é o múmia de nome Julian?”- perguntou a garota fria.

-Não claro que não. –falou Julian ofendido.

-Então não me trate como pequena. –eu ri. Sua expressão fria se suavizou e com um sorriso disse: - Louise Potter, prazer.

-Prazer Louise Potter, sou Julian McGarvey – cumprimentou Julian sem graça.

A expressão de Louise ficou pálida tão pálida quanto uma folha de papel. Será que ela conhecia os McGarvey?

-Por favor, não me diga que você é pai de Henrico McGarvey?-ela perguntou de olhos fachados.

-Eu pai de Henrico? Claro que não. Henrico McGarvey é meu neto. Você o conhece? Oh que feliz coincidência. –ele não a dava tempo de falar e não percebia seu desagrado, sua tristeza, era um estupido. – Henrico! Henrico! Henrico venha cá!

-Ele está aqui?!- perguntou a garota nervosa.

-Claro que está, depois que meu filho Olívio foi preso ganhei a guarda de Henrico. Foi um triste momento na vida de Henrico. Sofrerá de uma enorme depressão mais agora ele está bem, Mellany o curou. – não havia mais tristeza no olhar de Louise e sim raiva. -Mellany  também está aqui veio visita-lo, como faz todo mês.

-Sim, vô? –perguntou um garoto de estatura baixa, loiro de olhos verde, ao olhar Louise seu rosto empalideceu. – Louise? Louise Potter?

-Não sua vó. –respondeu a garota tentando se manter calma, sim tentando, pois para olhos atentos estava claro seu descontrole.- Claro que sou eu seu idiota mentiroso? Estupido como pode? Como me fez aquilo? Como pode mentir para mim.

-Não sei do que está falando Lu. - tanto Julian quanto eu tentava entender oque acontecia.

-Não me chame Lu! Você não tem esse direito! Há muito tempo você o perdeu! O perdeu naquela tarde de verão a um ano quanto beijou a puta da Mellany Roberts e jurou ama-la, uma semana depois de ter me beijado. De ter me feito ama-lo. -novamente lágrimas descontroladas desciam pelo seu rosto. – Sabia que naquele dia eu completava nove anos, e tudo que mais queria era te ver?

Então era isso o motivo das lagrimas no carro, da surpresa em ver um McGarvey...

-Do está falando? Eu nunca te beijei? Você deveria estar alucinando? Só pode!- com a gritaria uma garota de cabelos e olhos castanhos saiu dos fundos do camarote:

-Oque está acontecendo Rick? –ela perguntou. –Louise Potter? Oque faz aqui?

-Vim lhe dar um “oi” do inferno vadia!- grunhiu a ruiva de olhos fechados.

-Acalme-se criança não precisa de tudo isso. –disse Julian tentando alcançar Louise, o impedi:

-Não encoste seu dedo imundo nela, ou irá se arrepender. –disse seco.

-Não fale assim comigo seu assassino nojento. –em questões de instantes me contorcia no chão sentindo meu sangue ferver dentro de meu corpo, a dor, era como se engolisse litros e mais litros de verbena.

-Largue-o. –mandou Louise, vi que ainda mantinha os olhos fechados, como se para conter algo. A garota só poderia estar louca. – Largue-o agora ou vai se arrepender,

-Oque você acha que pode fazer? Hein cadela?-perguntou à morena.

-Estava louquinha para alguém me perguntar. –então ela finalmente os abriu e então eu finalmente a vi, como realmente ela era. No vermelho sangue de seus olhos vi seu verdadeiro eu. Fria e cruel

Com um aceno de mão, Julian voou até a parede em um baque surdo.

-Como ousa desafiar um ancião, garota? Hein? Hein cadela?

-Cale a boca, velho você já me cansou. –e ela fechou as mãos. E o sangue subiu aos olhos do bruxo e sua pele ficou tão vermelha quanto o sangue. –Sinta a dor que você causou ao meu amigo, ali- ela apontou para mim.

O garoto o tal de Henrico avançou para Louise, e ela não viu, instintivamente fui até ele em velocidade vampiresca e lhe arranquei o coração.

-Não!-gritou a garota. seu grito foi abafado pelo som da cabeça de Julian explodindo. Avancei nela com intenção de me alimentar de seu sangue. –Por favor, não me machuque... Por favor. –não dei ouvidos a seus pedidos por misericórdia.

-Não a machuque bananão, deixe-a viver ter esse filho que cresce em seu ventre, e quando seu filho tiver filhos, terei o prazer de ir atrás dele e de sua família e vou matar cada um deixando apenas um garoto que será responsável por continuar a família e isso será feito e refeito por sete gerações, sem ó ou piedade.- ela disse fria.

-Obrigada, muito obrigada. –dizia a morena.

-Vá Mellany antes que eu me arrependa. – disse Louise séria, Mellany saiu correndo em disparada, sem olhar para trás. – Vamos bananão, vamos procurar oque você deseja.


Notas Finais


Favoritem e comentem, galerinha!

Kisses de amora!


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