História Victoriae Tropaeum - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Hermione Granger, Lord Voldemort, Rabastan Lestrange, Tom Riddle Jr.
Tags Dramione, Gina, Rabastan, Tomina, Tomione
Exibições 161
Palavras 2.772
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AVISO: 3.3 esse capitulo é meio hard para corações sensiveis, ja to avisando...

Não matar esta autora, vale lembrar, ela precisa de continuar U.U a postar a fic ahuahuauah

Enjoy it!

Capítulo 19 - Things We Lost in The Dark


Fanfic / Fanfiction Victoriae Tropaeum - Capítulo 19 - Things We Lost in The Dark

"Eu achei que poderia sorrir e seguir em frente, fingir que esta tudo bem. Eu tinha um plano, eu queria mudar quem eu era e levar a vida como uma pessoa nova, sem passado, sem a dor de alguém que viveu, mas não é tão fácil."  The Vampire Diaries

 

Os dias e as semanas haviam-se passado rapidamente, a medida que a vida continuava da maneira que Merlin desejava e queria. Tudo parecia estranhamente perfeito.

As famílias sangue puro propagavam-se, os mestiços iam-se mesclando com os anteriores de modo a propagar o sangue bruxo, os nascidos trouxas eram tratados com descaso e muita descriminação nas ruas, sendo muitas vezes ostracizados pelas famílias de puro-sangue mais antigas, subentenda-se por Malfoy, Nott, Selwyn, Dolohov, MacNair e entre tantas outras…

E não só na Inglaterra, como em todos os Países onde se concentravam os bruxos nos seus antigos “exílios”, tudo funcionava igual um Império, o grande e poderoso Império do Lord das Trevas, que era mestre e senhor de tudo.

O Mundo Trouxa ia aos poucos e devagar sendo conquistado, tudo indiciava e indicava a grande era de Ouro do Lord das Trevas que perduraria por longo tempo.

Mas algo mais sombrio imperava no ar, como se algo espreitasse nas sombras e ameaçasse a recente paz que havia sido conquistada havia mais ou menos cinco anos, as mortes já não haviam, desaparecimentos haviam diminuído e quase não haviam, tudo que todo o Mundo Mágico queria era aquela paz armada, mesmo que imperfeita e injusta para uma camada da sociedade.

Era essa a sensação das pessoas nos dias que corriam, apesar do Profeta e os meios de Comunicação Social do Mundo Bruxo abafarem o caso.

Mas dentro da complexa ordem do Lord das Trevas, todo Mundo andava alerta, havia havido ataques de pequenas sementes rebeldes que proclamavam a volta do antigo regime, sendo que não haviam conseguido apanhar alguém, havia sido cada vez mais comum desde o primeiro ano da derrota de Harry Potter na batalha de Hogwarts, mas eram coisas mínimas que nem sequer preocupavam o grande Dark Lord, mas agora estavam mais especializados e sendo mais espertos, estavam sendo mais precisos nos seus ataques e apostavam cada vez mais alto.

No ano anterior, haviam sido atacadas Loraine MacNair e Milly Dolohov, que tivera que ser fortemente abafado esses dois casos, não saindo em nenhuma notícia ou jornal.

Melhor que uma politica e poder repressivo, era manter essa imagem a qualquer custo, como se nada pudesse abalar o poder superior, e por conseguinte, investigar e buscar quem queria destabilizar essa ordem e informar o Lord das Trevas que por sua vez, suplantava o terror esperado dele.

Basicamente esse era o trabalho principal de Rabastan Lestrange desde que, a Guerra havia sido ganha pelo Lord das Trevas.

Mas no entanto, este saia da Mansão do Lord das Trevas algo pensativo e com os pensamentos longe, seus olhos caiam sob um jardim particular e secreto, para mal dos seus pecados,ele parara, ao ver aquele cabelo ruivo aparecera sob seus olhos e quando o vira, fixara seu olhar nele, baixando o olhar, voltara a entrar dentro da mansão.

Ele devia pensar seriamente voltar para os EUA, senão acabaria cedendo ao seu lado impulsivo e deitar tudo pelos ares.

Quando ia dar um passo em frente, uma mão pousara sobre seu ombro, quando ia virar-se o movimento fora impedido e quando ouvira a voz soar, ele ficara quieto no mesmo local.

—Rabastan, Rabastan…você é dos meus comensais mais fiéis e dos que mais confio, e um dos mais importantes e influentes homens do Mundo Mágico, mas para seu bem e principalmente pela sua vida, eu te garanto que o melhor é ficar longe da minha esposa… não quero sinceramente ter que matá-la e matar você por cederem a impulsos estúpidos, pois não?

Rabastan não dizera nada, limitara-se a assentir, quando o Lord das Trevas caminhara para a frente, puxara de um pergaminho pousando sob suas mãos e quando ele lera, engolira em seco, contendo a revolta dentro dele.

Aquele pergaminho, determinava simplesmente tudo que ele precisava fazer em diante.

Saira da zona da mansão sendo seguido de longe pelo olhar de serpente do Lord.

O moreno decidira parar no primeiro local Pub, chamado “Heart Owl” ,para dedicar o resto de seu dia, ao que ele precisava, beber e beber muito de preferência, que lhe desse para dormir e não pode evitar recordar o dia que havia beijado.

“Rabastan sairá meio atordoado, daquele local, parecendo contrariado consigo mesmo, que ele havia feito, por amor de Merlin?

Parecia que não havia passado nem sequer um dia desde que ele havia despedido-se dela na sua mansão, parecia que havia sido ontem.

Ele havia subido e esperava dar de caras com a Luna Scamander, era fácil e indolor, não tinha que a ver, ele não sabia como iria reagir depois de três anos.

E depois que havia visto, era como aquela necessidade inexplicável de querê-la junto de si, de tê-la para si, era doentio aquilo.

Ele era casado, ele já tinha um filho e tinha outro a caminho, ele não podia pura e simplesmente andar por ai beijando-a e voltando no tempo em que havia sido realmente feliz.

Incrível como Merlin parecia amar troçar de seus meros feiticeiros, fazendo com que sofressem com amor não realizado, porque correspondido ele era. Ele simplesmente sabia que era, havia sentido no beijo que haviam trocado.

Era como sentir tudo pulsando mais rápido e forte em seu peito, aquele sentimento bom, como o sangue correndo mais rápido em suas veias. Era pura completude.”

 

Ele amava Ginny sempre havia amado, mas ele também amava sua esposa, Astoria era incrível, era doce, sensível e muito dedicada, era escritora de sucesso, muitos liam seus best sellers, inclusive ele.

Mas eram amores sumamente diferentes, não eram iguais e nem elas eram iguais, longe disso. Só sabia que sentia-se atormentado por haver voltado, não devia de todo ter voltado para Inglaterra, devia de ter fixado residência nos EUA e só retornar quando o Lord precisasse de algo mais concreto ali, mas como a coisa estava se pondo com ataques surpresa, todos os anos, ele teria mesmo que ficar por Inglaterra.

E a exigência fora algo sumária, ele havia exigido a presença mesmo por tempo meio indefinido, havia reunido e convocado os do seu círculo mais restrito, os mais importantes estavam reunidos, ali em Inglaterra vindo de todos os cantos do Mundo, mas o que aquele homem planeava ainda não havia sido revelado, mas seria algo em grande, ele sabia já de longos anos que não era algo famoso e com certeza não era algo com que alguém esperasse.

Decidira sair daquele bar, cansado de sentir pena e raiva de si próprio, perante o olhar espantado dos seus homens que estavam num canto do Pub, era de reconhecer que ele não era do estilo que dedicava-se a beber em publico, uma atrás da outra, mas naquele dia ele estava precisando, mas levantara-se e sairá, indo para fora de encontro, aonde queria estar.

Aparecera no Florean Fortescue, onde sabia que eles estariam e quando lá chegara dera de caras com a visão que ele desejava, Astoria, Scorpius e Lyra na esplanada comendo picolé animados e quando o seu pequeno vira-o, correra na sua direcção, pegando no colo e Astoria abrira um longo sorriso, sentando-se perto dela e arrancando-lhe um beijo como se precisa-se saber aonde estava e ela correspondera, sentindo o leve gosto de álcool na sua boca e esboçara um rosto de preocupação, como sabendo que ele só bebia quando estava atormentado, alisando seus cabelos.

—Está tudo bem, Rab?

—Ficarei, não se preocupe…mas você não anda bem, já de há semanas, que aconteceu…?

Astoria desviara o olhar, como se o assunto fosse algo que lhe incomodasse, limpara a boca de Lyra que estava sentada na cadeira do lado dele, mas ele voltara o rosto dela na sua direcção, vendo em seus olhos que ela parecia estar passando por uma tempestade, parecida com a sua.

Um longo silêncio seguira-se após ele ter perguntado que sucedia, até que ela falara.

—Draco conheceu Scorpius…

Scorpius ao ouvir seu nome, virara-se no colo do pai, curioso como era de sua natureza, mas Rabastan beijara-lhe a fronte e soltara-o no chão , ao que ele rapidamente puxara a prima para brincar com ele de corrida.

—E, como você está?

Astoria voltara o rosto para ele, com os olhos marejando ao que ele apressara-se a limpar.

—Mal, mas ficarei bem…não sei se entende, mas …amor quando não correspondido doi, mas quando é correspondido e proibido, é uma dor indescritível, principalmente quando você…olha para seu filho e vê a cópia do pai biológico dela…

Rabastan absorvera as palavras da esposa, beijando a sua fronte devagar.

—Entendo, muito bem…eu vivo algo assim, te corrói por dentro…

Astoria voltara o olhar para seu marido , com uma leve curiosidade sobre isso, desde que se haviam casado, ele sabia tudo do seu passado mas realmente ela não sabia quase nada do seu, como se nunca tivesse calhado em conversa e agora ela queria saber.

—Amamos outra pessoa, mas não significa que eu não ame você, Rabastan…- Ele voltara seu olhar a ela, encontrando sinceridade em seus olhos, o que o deixara de facto emocionado com aquela menina mulher.- Fale comigo… estou aqui para te apoiar…

—Digamos que me apaixonei por uma musa que nem aquelas ninfas ruivas das florestas…mas não queria sequer me apaixonar, eu fui um autêntico bon vivant, pode dizer-se que conheci muitas mulheres em minha vida…e depois que percebi que me apaixonei , veio seu sátiro e senhor e retirou-a de mim, como castigo…e punição por haver-me atrevido a aproximar-me dela.

A morena sabia que seu marido era um tanto poético, era um dos seus charmes, mas entendia entre a história que ela devia de ser alguém importante, que não tivera escolhas, como ela.

—Porque não lutou por ela?

—Porque, o sátiro em questão tem o poder de matar quem mais me importa e sem dúvidas a mataria… também. E sem contar, que agora mais que o casamento, algo mais forte ainda os une…

—Entendo, bem-parecido com a minha história também…

—É…mas aqui estamos nós, Asty…casados, estáveis com uma linda família, você é minha mulher, esse bebé em seu ventre é nosso filho, tal como o Scorpius…e é isso que quero pensar e vivenciar…

Astoria ouvia o que ele dizia com atenção, sentindo-se emocionada com que ele dizia, pegando suas mãos e beijando-as docemente, ao que ele acariciara seu rosto. Beijara seus olhos, colocando-a sob seu peito, vendo Scorpius ao longe pegando a prima e caindo no chão todo divertido e alisara o ventre dela ainda pequeno mas que denotava-se que ali já havia um ser crescendo, acalmando-a e consequentemente acalmando-se a si próprio, ele tinha sua família para cuidar e precisava pensar nisso. Eles eram a sua vida e isso que precisava pensar.

E permitira-se apreciar aquele momento como queria.

Mas não durara muito tempo, para seu aborrecimento, um grupo de comensais apareceram de repente sob vassouras, eram os que patrulhavam a segurança na via pública no Beco Diagonal, duelando com encapuzados que ele reconheceria em qualquer lugar, os ditos bruxos da resistência.

E os gritos de desespero preenchiam o Beco, á medida que as pessoas que eram muitas naquela hora tentavam escapar dos feitiços que eram lançados ao desbarato e podia atingir qualquer pessoa.

Mas a vida tem o seu quê de momentos inexplicáveis, pois no momento que ele havia-se levantado, deixando Astoria sentada, comendo seu picolé que estava no fim e derretendo, indo ter com Lyra e Scorpius de modo a trazê-los para perto.

Mal havia dado mais que cinco passos, um grito horripilante e algo angustiante tomara conta de seus ouvidos e ele vira sob seus sapatos pretos e envernizados, pingos grossos de sangue e uma grande poça escorria sujando a sola do sapato, rapidamente virara-se para trás e a cena ante seus olhos fizera-o pensar que ele estava num pesadelo.

Astoria estava sob o chão, com cortes incontroláveis sob seu corpo, aproximara-se dela rapidamente, pegando sua varinha para fazer o contrafeitiço, mas outro feitiço que ele não sabia de onde havia vindo atingira-a novamente, sem que ele pudesse ter uma reacção a tempo, seus gritos eram desesperados e ela só olhava na direcção do ventre com medo e temor.

Ele apressara-se em fazer o contrafeitiço do feitiço Sectumsempra que a havia atingido, mas ela estrebuchava e golfava sangue para fora á medida que os cortes iam fechando e ele não sabia que feitiço era aquele, mas se ele erra-se no contrafeitiço podia ser pior.

O desespero ameaçava tomar conta dele, mas não podia, decidira respirar fundo e actuar como um dos comandantes que era.

Com um toque na sua marca negra, chamara a si, todos os raros e sortudos que possuíam a marca actualmente, aquele era um método que só devia ser usado em caso de urgência, só o Lord das Trevas usava dessa faculdade com frequência.

Rapidamente, aparataram perto dele, um número interminável de bruxos comensais, uma mão fina pousara sob seu ombro e quando ele subira o olhar dera de caras com Ginny com sua máscara posta, andando para a frente, dando um rápido olhar panorâmico e mais atrás, pelos seus olhos frios e ferozes de todos ali presentes, não devia de ser o primeiro ataque do dia.

Num rápido olhar a suas costas, dera com seu irmão com a sua cunhada.

—Esse já é o segundo ataque…- Pronunciara-se Bellatrix com esgana de atacar quem encontrava-se nos céus.

—Não me importa, leva a minha mulher para o St.Mungus já, Bella…

Ao contrário do que seria de esperar, Bella olhara para Astoria e um destelo de preocupação tomara conta dela, olhando em volta vendo seu sobrinho e sua filha bem, suspirara aliviada e em segundos, apontara sua varinha para a morena que continuava naquele sofrimento.

—Levicorpus…- Erguendo o corpo da morena, estendera a mão para os pequenos, ao que Scorpius chorava imenso ao notar o que acontecia, assustado com tanta gente, os gritos e principalmente porque vira a mãe mal, Rabastan abraçara o filho, beijando a fronte.

—Meu amor, vai com a tia…papai tem que resolver umas coisas aqui…

—Mama...- Soluçava o pequeno Scorpius abraçando o pai que apertara ele em seus braços e entregando no colo de Bellatrix que já segurava Lyra em seu colo.

—Ela vai ficar bem…eu te prometo, meu loirinho- Ele falava com pouca firmeza, não tinha tanta certeza. Com um leve aceno de cabeça para Bella, ela assentira retirando com rapidez levando com alguma urgência o corpo de Astoria e os bebes no colo.

Rodolphus postara-se do seu lado, olhando com certa urgência e rapidez para seu irmão.

—É o segundo ataque, o primeiro foi em Hogsmeade…parece que Blaise e Pansy Zabini foi atingida também por feitiços negros, esta em St.Mungus… e agora aqui…

—O Lord?

—Esta em Hogsmeade…controlando o ataque por lá, parece que em Hogwarts, atacaram a Hermione Malfoy…a resistência está cometendo suicidio mas, quem sabe o que eles querem?

Rabastan podia muito bem advinhar que eles queriam, causar impacto, despertar a consciência das pessoas para a repressão que sofriam atualmente, mas sinceramente, ele só queria sangue do maldito infeliz que havia atacado a sua esposa. Mas Rodolphus continuava falando ignorando os pensamentos do irmão.

—E aqui esta controlando a Ministra, acho que nunca vi a Weasley tão furiosa…

Fora quando ele voltara a focar na ruiva, que tinha a sua mascara bem-posta, mas seu tom de comando e fúria eram bem palpáveis em sua voz, parecia que os ataques haviam-na desagradado além da medida, não era para menos, Pansy Zabini havia acabado de dar a luz nem á um dia, se fora atacada com magia negra podia muito bem não sobreviver, sem falar de sua mulher que fora atacada ainda grávida, e ele tentava não pensar que ela podia morrer e seu filho junto. Os ataques dos comensais em via térrea e aérea, foram um sucesso em segundos, prendendo pelo menos duas pessoas encapuzadas, as outras ao terem notado que os comensais haviam-se reunido ali, escaparam iguais ratos de esgoto.

—Eu mato o infeliz que atacou a minha mulher…- E seu olhar fora directamente no chamusco negro que estava sob o chão, apontando sua varinha, sussurrara.- Revelio…- E luz saira de sua varinha seguindo em linha reta, apontara claramente para um dos bruxos que estava sendo trazido para o solo, praticamente aos pés da Ministra da Magia e Lady.

O que abrira um sorriso meio sádico no rosto de Rabastan que podia matá-lo bem devagar, afinal ninguém atacava quem lhe era importante e ficava por isso mesmo.


Notas Finais


U.U Don't Kill me U.U


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...