História Victoriae Tropaeum - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Hermione Granger, Lord Voldemort, Rabastan Lestrange, Tom Riddle Jr.
Tags Dramione, Gina, Rabastan, Tomina, Tomione
Exibições 124
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Segurem ai os corações que as emoções estão ao rubro...*-*
Aproveitem ♥

Capítulo 21 - The Fall of the Mask


Fanfic / Fanfiction Victoriae Tropaeum - Capítulo 21 - The Fall of the Mask

Quando estavam sendo abaixados perante os pés da Ministra, aparatara bem do seu lado o Lord das Trevas trazendo consigo, uma mulher com um capuz sobre sua cabeça, com um grupo de bruxos bem atrás de si, olhava algo desagradado para a enorme afluência de pessoas assistindo, mas com um largo sorriso satisfeito como se ele esperasse por algo assim e tivesse corrido de acordo com seus planos.

—Ora, ora…resistência e seus tolos que acreditam que ainda há futuro…de recuperar a mediocridade…que se vivia antes…vocês nunca se cansam…

Um dos encapuzados atrevera-se a cuspir nos pés do Lord das Trevas, que somente sorrira com a coragem algo estúpida e absurda, apontando a varinha ao que lhe cuspira.

Crucio…- E seus gritos de dor preencheram o local que estava no mais absoluto silêncio, sendo circundado pelos comensais em número restrito e por curiosos que enchiam o Beco Diagonal, vindo de todas as lojas, ver o que sucedia ali.

—Rabastan, Rodolphus, desencapuzem esses pobres infelizes…este ultimo encapuzado, eu já apresento…e não se preocupe esse que acabei de torturar , Rabastan…parece que esta com a esgana de matá-lo…

—Atacou minha mulher grávida…

—Oras, isso merece a alta punição, será seu…

 Ninguém ali parecera surpreso quando tiraram o capuz do que, ainda estava de joelhos e deram de caras com Neville Longbottom e quando tiraram a do que estava no chão , dando de caras com Charlie Weasley.

Só havia ali uma pessoa que estava apavorada, tendo sob si as atenções, pelo menos os do grupo restrito que entendia o dilema dela, mas seriam hipócritas se dissessem que não gostavam daquela situação.

O Lord das Trevas parecia ter um olhar bem sádico sob a sua esposa que estava ainda de máscara e sentia que ela tremia mesmo que imperceptível para a maioria.

—Charlie Weasley e Neville Longbottom, da antiga resistência…e ainda tentando, porque?

—Porque mesmo com a morte do Harry e com tudo que aconteceu…nunca vamos desistir de conseguir acordar todo o povo do Mundo Mágico para o terror e horror que você é…- Falara bravamente, Neville Longbottom sem demostrar nenhum temor ou medo, olhando-o directamente, ao que Lord Voldemort limitara-se a chegar perto dele, apertando seu queixo entre suas maos.

—Devia de ter morto você, garoto patético…no mesmo dia que o Potter mas enfim…esses erros podem ser rectificados…

— Ouçam todos vocês…- Dessa vez, quem falava era a voz rouca de Charlie Weasley que olhava para a todos os que encontravam-se no Beco Diagonal, comensais e população que assistia, era incrível como quando era para ver a desgraça alheia, que todos se reuniam rapidamente, mais rápido que num jogo de quidditch, era um pensamento que corria livre por ali.- Vão deixar-se viver…nesse pesadelo…quando vão acordar e perceber que merecem mais que viver com medo e tolerando a injustiça… desse homem vil e cruel…e dessa mulherzinha que nem mostrar o rosto mostra…do podre que é por debaixo…- A voz dele roçava o nojo ao falar dos governantes do Mundo Mágico.

 Voldemort rira-se com a ousadia do Weasley mais velho dos irmãos, voltando seu olhar para Ginny que deixava cair lágrimas debaixo da máscara ao ouvir aquelas palavras pronunciadas por seu irmão na sua direcção, ele não sabia de nada do que ela fazia, nada. Mas doía ouvi-lo falar assim, sendo que ela todos os dias pensava era mantê-los a salvo.

No entanto, o Lord das Trevas fora tornando seu rosto gradualmente mais sério.

—Não é que tem razão num ponto, Weasley…todo Mundo sabe como eu governo, todo Mundo aceita e sujeita-se… vivemos mais e cada vez mais fora desse buraco que os trouxas imundos e inferiores nos obrigaram a viver a seculos atrás, não sou bom e nem sou ruim, sou implacável e ponto. Rabastan…

Não fora preciso muito mais, para que Rabastan pusesse do lado de Charlie Weasley, apontando sua varinha para ele, com um ódio desmedido em seus olhos, tudo em seu olhar pedia sangue daquele infeliz, que por sua vez olhava-o sem medo.

—Sua mulher foi apanhada no fogo cruzado…

—Incrivel as de outros anos também, não é mesmo? Loraine…Milly…Pansy? Hmmmm, invente outra Weasley…- Rabastan falava com um nojo tão desmedido que Charlie limitara-se a suspirar sem vontade de discutir mais, sabia por norma que um Lestrange não ouviria.

 Um som abafado e meio angustiado sairá da boca da ministra que fizera os mais próximos olharem para ela e o olhar do Lord das Trevas voltara-se directamente para ela, ficando ainda mais sério.

— Agora quanto ao seu discurso, Weasley… quanto a minha esposa, tem razão…ela esconde o rosto…isso não condiz com minha politica…mas algo que se pode resolver…

Ele olhara para ela directamente, ao que ela sentia o medo invadi-la e preenchê-la de maneira dolorosa, ele iria obrigá-la a retirar a máscara que a havia protegido durante anos, que havia mantido longe de olhares acusatórios. Sob aquela máscara, ela havia agido, era sua segurança e seu porto seguro, que lhe chamassem covarde, mas ela não se importava de viver assim.

Até que sentira uma voz sussurrada adentrar e interromper seus pensamentos, notara que devia de estar parada a tempo demais, imersa no seu mar de angustia e medo, ele havia aproveitado o olhar direto e usado da legilimância.

Pode escolher aqui e agora, seu irmão pode ser salvo e ir para Azkaban, com o resto de sua família e você morrer de máscara intata…ou ele morre e você salva-se e a sua família…sem máscara. Decida de uma vez, Ginny, ou está comigo ou contra mim…

Ela olhava directamente para ele sem desviar seu rosto, pronta a dizer que preferia morrer do que matar seu irmão, mas antes que ela pronuncia-se em seus pensamentos, ele aproximava-se com um pergaminho que fizera Rabastan olhar em reconhecimento, ela pegara e lera, ficando gradualmente assustada e depois engolindo em seco, com o choque, não agora, porque, Merlin adorava troçar de si porque só podia? Não…podia estar acontecendo isso com ela.

Mas, ela não podia simplesmente…condenar mais do que ela própria a um destino tão definitivo, ele era capaz?

Seus olhos estavam fixos nela, sem dó nem piedade, somente havia uma resposta a dar e ele sabia qual ela daria e lentamente ela fora colocando as mãos sob a máscara.

E lentamente retirara, arrancando expressões de surpresa, outras de choque e dois em particular, era de puro espanto e incredulidade.

Nesse momento, ele retirara o capuz da pessoa que havia vindo consigo, para aterramento dela, era sua mãe que agora olhava como se tivesse visto um milagre, com um mover da varinha de seu marido, ela parecia ter voz .

—É você, Gin? Não, não pode ser você…não isso, não pode ser verdade…você morreu á cinco anos.

O riso cruel de todos os comensais, preencheram os ouvidos dos que estavam surpresos com a revelação de quem era ela.

—Com que então, pode não ser eu, mãe? Mas até que você tem razão, Ginny Weasley morreu a cinco anos atrás…- Não era de todo mentira, ela olhara para os olhos de Voldemort, encontrando-se com seu sorriso algo satisfeito, aquele canalha planeara tudo aquilo ela tinha a certeza, voltando seu olhar a sua mãe, ela continuara firmemente.- Pelo menos aquela garota morreu, aquela burra e ingénua que ignorava seu sangue puro e achava que os abitolados por trouxas como o papai eram os mais honrados …e que era enganada pelo falso herói…e decidi aderir a um reconhecimento verdadeiro…e me juntei a quem é realmente poderoso e honrado…

—Que por ironia, sou eu…- A voz jocosa do Lord das Trevas era acompanhado de um leve destelo de veneno, á medida que aproximava-se mais dela, encurtando o espaço entre eles.

—Que brincadeira é essa? Você sabe o que nos sofremos…o que pensamos que esse monstro, tinha feito com você…e aquela maldita da Hermione…

—Hermione não tem culpa de nada e o que fizeram foi errado…não deviam ter feito isso, devia de ter vivido para sua família, Charlie…e você também, mãe…

—Não me dê conselhos, sua nojenta…sua traidora…nem chame de mãe a pessoa que você menosprezou e deixou sofrendo…- Ginny ouvia cada palavra como flechadas em seu coração, seu irmão falava sem dó e nem piedade, enquanto sua mãe somente olhava como se tivesse visto um fantasma num enorme pesadelo e só via lagrimas caindo de seus olhos, mas ela mantinha-se firme á medida que todos escutavam aquela conversa.

Ela queria dizer que sabia, que sentia muito por tudo isso, que queria mais do que tudo estar perto deles, mas ela tinha feito uma decisão á muito tempo atrás e agora acabara de fazer outra por mais difícil que fosse.

—Acho que não é de bom tom, falar assim comigo, Charlie…

Voldemort pronunciara-se nessa hora, vendo que ela estava quase desabando, não aguentaria muito tempo.

—Realmente não é, afinal ela é o motivo de ainda estarem vivos, todos vocês…

Mas Charlie aparentemente ignorara o que ele falara, pois seu olhar estava fixo em Ginny que não desviara o olhar dele.

—Preferia-te morta…do que tornada nisso…que vejo…- Ginny esforçara-se para não deixar cair nenhuma lágrima, ela esperava algo assim quando sonhava em seus pesadelos com aquele dia.- Preferia morrer sem saber…

Voldemort desviara seu olhar para Rabastan, sendo que o riso deste preenchera o local que suspendera a respiração ante a cena, olhando dele para Charlie, um pigarreio do Lord das Trevas e a varinha que estava sob a fronte de Charlie Weasley e libertara uma luz vermelha.

Sectumsempra…- Aos poucos, via-se Charlie Weasley libertar sangue e gritar a plenos pulmões de dor, Molly só chorava pensando no que havia feito e que podia ter evitado envolver o que restava de sua família nisso.

 Neville mexia-se tentando impedir mas nada podia fazer, estava preso ao chão de joelhos.

Rabastan não parava, o ódio preenchia o seu rosto, cada vez que olhava para aquele infeliz se esvaindo em sangue, recordava-se de sua mulher na mesma situação, sendo que estava grávida, recitara outro feitiço, ele tinha que sofrer mais, muito mais.

Crucio…- O corpo de Charlie começara a estrebuchar em convulsão, com as feridas deitando e espirrando ainda mais sangue para todo lado, os feitiços eram seguidos e sem piedade alguma pela parte do Lestrange mais novo, todos os que observavam olhavam com temor para cena, agradecendo a Merlin por não estar diante da varinha de Rabastan Lestrange.

E por último, fora o derradeiro feitiço de luz verde e que não havia retorno.

Avada Kedavra…- E de olhos arregalados, sob os pés do Lord das Trevas e Ginny, falecera Charlie Weasley, a ruiva olhava para seu falecido irmão sob seus pés, em estado de choque, tanto que havia-se esforçado para manter a família a salvo e um membro dela acabara por falecer na sua frente, pelas mãos da pessoa que amava, era cruel demais, a culpa que ela sentia no peito.

Sua mãe limitava-se a olhar, recitando uma melodia que Ginny recordara como a canção de ninar que ela lhes cantara, quando eram pequenos. Ginny olhava para os olhos da mãe, vendo desfocados, com certeza ela devia de ter perdido o discernimento, fugido da realidade, devia de ter enlouquecido ou estar perto disso.

—Você é um monstro, Ginny…pior que ele.- Gritava-lhe com lágrimas empapando seus olhos, Neville que a olhava com o rosto mais repleto de nojo ao olhá-la.

E dessa vez, quem havia apontado a varinha fora o Lord das Trevas que nem precisara pronunciar o feitiço e com uma luz verde, tombara sob o solo, Neville Longbottom.

O silencio que seguira-se, após aquele episodio era sem sombra de dúvidas, aterrador, até que o Lord das Trevas desfizera o silêncio.

—Livrem-se desses lixos…- Olhando para MacNair que apressara-se a chamar mais um comensal, retirando os corpos das ruas, mas completara - mas enviem o Weasley para a família, afinal…é um bom aviso, não acha, Ginevra? E para não dizerem que não sou misericordioso, a senhora Molly Weasley vai com o corpo do filho…e espero que dessa vez, aprenda a valorizar sua família, miss Weasley…

Molly olhava para o filho morto e então erguera o olhar para a filha com a maior vergonha e decepção, somente retirara um colar de seu peito, que Ginny reconhecera como seu, atirando no meio do chão, não fora preciso mais para saber que a sua própria mãe a considerava morta a partir daquele momento.

Ginny olhava lentamente para seu marido, sem brilho algum em seus olhos, o Lord das Trevas alargara seu sorriso á medida que virava-se para os comensais e para o povo que ali assistia ainda atónito e sem desviar os olhos, cochichando entre si, claramente sobre ela, pois olhavam para ela e comentavam.

—Como vêem, eu não escondo que sou e nem minha querida esposa…somos transparentes, não é assim? E compartilho com vocês uma boa nova, a vossa Lady espera o meu herdeiro, sendo a mais fiel companheira, não é , mesmo? Caminhemos juntos, rumo a esta era preciosa que se nos avizinha…meu povo.

Todos ali agora não disfarçavam a surpresa, apressando-se todos a fazer o que um bruxo ajuizado fazia na presença de seus superiores, curvarem-se em deferência.

E ali estava clara a mudança em Ginny, o medo e o egoísmo pelo seu filho fizera-a subverter sua protecção a família e sua pouca dignidade, o que aquele pergaminho revelara no momento derradeiro, mudara em segundos o interior da ruiva, tornando-a definitivamente na mulher que ela teria que ser.

Ela havia perdido definitivamente tudo, só sobrava para ela, aquele filho agora e nada mais, não soubera que passara a seguir, mas quando retomara a consciência estava nos seus aposentos em sua Mansão, alguém segurava sua mão, quando abrira os olhos, dera de caras com Hermione, que tinha um sorriso compreensivo no rosto e o único ato que fizera, fora abraçá-la bem forte, porque sentia-se no pior pesadelo de sua vida.

—Gin…eles não sabem o que falaram…

—Sabem sim, têm razão…eu escolhi matar meu irmão, Hermione…para salvar-me…

—Foi para salvar seu filho e além de que seu irmão…atacou a Astoria Lestrange…Gin…- Ela segurava a sua cabeça, fazendo-a focar seus olhos acastanhados, respirava bem fundo.

—Eu sei…

Tudo viera na sua cabeça, de quando vira a mulher sob o chão e da ira que sentira das pessoas que a haviam atacado, mas ela não sabia que essa pessoa podia ser alguém da sua família.

— A Guerra mudou todo Mundo…inclusive sua família. Ela está em coma, não sabem se ela irá acordar um dia…seu irmão condenou uma pessoa boa… num ímpeto de tentar ser justo, recuperar o que? Você fez o certo na minha opinião e salvou seu filho…e olhe que o Tom salvou sua mãe, mas ela queria- me matar…

—Nem sei que dizer, nunca pensei que minha mãe fizesse algo assim…só sei que a minha cabeça está um caos…

—Eu sei, ainda bem que esta bem…já passou…

—Hermione…e o bebé dela, da Astoria?

— Felizmente, conseguirão manter o bebé até induzirem o parto…o corpo dela está em perfeitas condições, ela só não acorda…

Ginny tentara-se levantar da cama, mas sentia-se fraca e meio com a cabeça na roda, sendo mantida na cama por Hermione.

—Você está fraca…fica deitada…

—Quanto tempo, estou aqui?

—Dormiu quase um dia inteiro, mas decidi vir aqui agora com Mérope, ela esta nas cozinhas ama atormentar os elfos domésticos…- Aquela fizera abrir um fraco sorriso no rosto de Ginny, adorava a afilhada.- Draco foi a St.Mungus…e bem, você entrou em colapso, no meio daquele povo…

Ginny olhava sua melhor amiga, que estava ali, abraçara-a com força novamente, respirando fundo.

—Como você está?

Hermione desviara o olhar para o lado, numa clara amostra de que não estava tudo bem.

—Mais ou menos…

—Que aconteceu, Hermione?

As lagrimas começaram a cair pelo rosto da castanha, que voltara o olhar para a sua melhor amiga, sentindo o aperto das mãos sob as suas.

—Sinto que vou magoar uma pessoa que gosto muito, mas preciso contar a verdade para alguém , sinto que vou rebentar se não falo…

—Fala…

—Eu e o…Tom…nos beijamos, depois me salvar em Hogwarts….

Ginny ouvia aquilo, sem muita surpresa, somente suspirara ao ouvir.

—Não esperava outra coisa…

A surpresa por sua vez, invadira o rosto da castanha que olhava sua melhor amiga, afinal ela havia beijado o marido dela, mas não parecia surpresa, de facto parecia que esperava mais cedo.

—Sempre te disse, que ele te ama…é a verdade é que você o ama, não é? …Ouça com muita atenção, Hermione… seja fiel ao seu coração…

—Draco não merece…

—Não, ele não merece…não conte…afinal, nós fomos empurradas para esta vida, Hermione, já não somos quem costumávamos ser… nossas noções de moral foram modificadas…se puder poupar sofrimento, poupe…acho que ele já tem uma dose elevada de sofrimento com Astoria…

A castanha não dissera nada, somente olhava a sua melhor amiga sob a cama, concordando interiormente com isso, á medida que um elfo doméstico entrava com um café da manhã caprichado para as duas, parecendo animado de as ver juntas.

E com a entrada dele, vinha quem elas sinceramente não queriam ver tão cedo, o Lord das Trevas vinha com a pequena Mérope no colo, que estava encantada com Nagini que vinha rastejando atrás dela e pelo que percebia, ambas conversavam, o que fazia o coração de Hermione encolher e Ginny olhar com uma expressão séria e dura na direcção dele, havia muito para conversar, mas ali não era hora.

 


Notas Finais


Se expressem amores,sabem que eu amo falar com vocês :3


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