História Victoriae Tropaeum - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Hermione Granger, Lord Voldemort, Rabastan Lestrange, Tom Riddle Jr.
Tags Dramione, Gina, Rabastan, Tomina, Tomione
Exibições 125
Palavras 2.919
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


<3

Capítulo 23 - The Ghost of Past Lifes


Fanfic / Fanfiction Victoriae Tropaeum - Capítulo 23 - The Ghost of Past Lifes

O tempo tem seus amplos mistérios, você nunca chega a perceber a quão rápido passa e quando vê que passa, percebe que deixou passar detalhes importantes de sua vida.

E em outros momentos, parece que o tempo passa tão devagar como para demarcar momentos de sua vida que nem sempre são os melhores.

Depois vem sempre aquela inevitável vontade de voltar atrás, que aquilo não fosse real, que fosse uma mentira.

Tom Riddle, ou como gostava de ser chamado Lord Voldemort, estava na festa de aniversário de Mérope que corria toda divertida no seu vestido rodado rosa, com muitos babados sob o olhar orgulhoso de Narcisa que se encantava com a menina, sendo vigiada de perto por Draco e Hermione, que aparentavam estar felizes com aquele evento. Eram uma perfeita família.

Aquilo fazia-o engolir o que lhe parecia um trasgo, pela inveja que sentia e o vazio crescia a cada batida que seu coração dava e as palavras que a castanha lhe tinha dito, surgia em sua mente.

“ (…) tem seu poder e glória não é o que queria? “

E em nada melhora o que sentia, ao olhar sua esposa de rosto sério e olhar envidrado, o olhar dela recusava-se em todo momento encontrar com o seu, se pudesse manter-se longe mantinha-se, desde ontem que pouco ou nada falavam e era o básico, o silêncio cortante imperava entre os dois.

Parecia que nem á semanas atrás havia acontecido massacres públicos, tudo aparentava perfeição.

Estava decidido a sair á francesa, sem que ninguém o notasse, mas ele tinha sempre a atenção sobre si, fosse os bajuladores, ou os comensais que estavam sempre querendo agradá-lo, era …irritante.

A pequena aniversariante aproximara-se dele, ao que ele olhava para ela. Ela tinha o olhar fixo nele, sorrindo com suas mãozinhas pedia para ele descer na altura dela, parecia querer contar-lhe um segredo, ao que ele apressara-se a fazer isso, sob o olhar meio absorto de Hermione sobre eles e o olhar fechado de Draco.

—Diga, pequenina?

—Quadu Possolo vele nagini, senhole? Gosti…dela….

Ele alongara seu sorriso, com a afinidade que ela tinha com cobras, ela conseguia entender a pequena e seu fascínio, alisando os cabelos dela, beijara-lhe a fronte com ternura ao que a pequenina abraçara-o, ele ficara meio rígido com aquele ato tão simples e puro, apertando-a inconscientemente de volta.

—Sempre que quiser…

—bigada, senhole…qual meu plesentinhu?- Tivera que conter a gargalhada que queria dar com a expressão marota que ela fazia, dera por si pegando dentro do seu manto, um pequeno livro de ilustrações de feitiços, os primeiros que se aprende em pequenino. Os olhos da pequena Mérope brilharam de entusiasmo, dando pulinhos e depositando um babado beijo no rosto do Lord, que simplesmente sorria olhando a alegria dela.

—Livrinhu…vole mostale mama…e papa

E correndo rapidamente, fora ter com a sua mãe que havia visto a cena, e ele podia jurar que ela limpara discretamente uma lágrima, sendo observada de perto por Draco que somente estava sério, muito sério.

—Mama, papa…livrinhu…

—Que bonito, meu amor…vai colocar ali ao pé dos seus outros presentes, vai…

E obedecendo a mãe, Mérope limitara-se a correr para perto dos presentes que já se amontoavam e distraíra-se ao olhar duas crianças como ela que olhavam a montanha com curiosidade e encanto, ela não tinha muitos amigos tanto quando o olhar deles se desviou para o seu, ela corara imenso.

—Quele blincale?- Mérope olhava para a menina e havia desviado para o olhar fixo que o menino loiro lhe lançava, e já a puxava e ela ficara contente, sempre queria ter alguém para brincar. – Scolpius, vem…tien pavão…- O loirinho ficara meio corado por ter ficado quieto a olhar para Mérope que decidira ir atras delas, brincando os três em torno dos pavões albinos que mantinham a sua majestade e aborrecimento com as crianças que corriam e caiam aos risos, felizes.

Enquanto isso, o ambiente dentro da Mansão e principalmente no salão de festa havia diminuído a tensão, porque o Lord das Trevas decidira retirar-se daquela divisão, Hermione não sabia ao certo no entanto se ele havia ido embora ou estava por ai, mas sua atenção fora desviada por uns hábeis braços que circundavam a sua cintura e lhe beijavam o ombro, ela sorrira de leve, voltando o olhar para trás de si, dando com seu marido.

—Está gostando da festa, Mione?

—Continuo achando um exagero, mas aparentemente minha tia Narcisa, acha ideal isso para a herdeira Malfoy….

Draco esboçara um sorriso de canto e meio torto, fixando os olhos de sua esposa, suspirando meio teatralmente.

—Minha mãe ama esse exibicionismo, eu e meu pai desistimos…mas fiquei feliz com parte do que você disse…

Hermione franzira o cenho , não entendendo aonde ele queria chegar, ao que ele ficara com uma expressão mais suave e algo melancólica, era algo que o acompanhava desde o ataque a Astoria, sabia que ele nunca mais fora o mesmo, apesar de lhe tratar da mesma forma, alisara seu rosto, com suavidade e carinho.

—Como assim, Draco?

—Herdeira Malfoy…

—Claro, Mérope é nossa filha…

—É sim, só espero que ele não se esqueça disso…

Hermione contorcera a sua expressão, ficando tensa com que ele havia dito, desenvencilhara-se dele devagar, vendo-o arquejar a sobrancelha.

—Draco, não precisa ficar inseguro…lembra do que eu te disse…

—Lembro, mas ele parece que insiste em te perseguir…

Aquela fala dele trouxera-lhe involuntariamente a recordação do amaldiçoado beijo que havia trocado com Tom em Hogwarts, engolindo em seco, mas suportando o olhar sério de Draco.

—Draco, é complicado…

—Nem tanto assim, simplesmente ele devia ficar longe…

—Eu não posso afastá-lo, você sabe disso…

—Eu sei, mas…me irrita…

Ela colocara um dedo sob seus lábios, silenciando-o e os olhares dos dois encontraram-se, fixando o castanho-escuro com azul acinzentado e num ato meio possessivo, Draco puxara-a para um beijo como se precisasse ali encontrar a sua certeza mais fundamental, ao que ela correspondera de igual forma, como se precisasse convencer a ela mesma que aquilo era o mais certo e correto, que não devia de forma nenhuma ceder aquele lado imprudente de seu coração que aquele beijo apesar de extenuante e incrível, não se comparava ao sublime e completo que havia sentido em outros lábios.

E tentava a todo custo, tentar não sentir-se incomodada com o olhar que lhe queimava a suas costas e não precisava de ser um génio para saber quem era.

***

Tudo havia mudado, Ginny sentia na pele, isso mesmo. Agora era olhada com espanto por uns, por outros era olhada com um certo nível de desprezo, mas ela esperava algo assim desde que fora obrigada a retirar a máscara.

Era incrível como a vida ficara mais difícil, mas ao mesmo tempo já não tinha aquele peso e aquela ansiedade pesando em seu coração, a cada abrir de porta, a cada passada na rua que lhe reconhecessem e julgassem.

Apesar de sentir com algum pesar que muitos já não lhe olhavam direito, ela surpreendera-se por não ligar a isso, simplesmente era como se não ligasse para a opinião alheia, que lhe julgassem que ela não se importava. Ela sabia o que tinha feito e pelo que tinha feito, não queria ter que sentir-se culpada a cada respirar.

O único arrependimento e dor que sentia era com seu irmão Charlie, ela sabia que fora culpada da sua morte e isso destruía aos poucos, aquela pessoa que ela era, a amargura estava consumindo-a e a raiva por quem a havia obrigado a fazer aquilo, so aumentava de dia para dia.

—Escondida noutros jardins?

Aquela voz máscula e meio baixa, fazia seu coração disparar, mas ao mesmo tempo, vontade de chorar, voltara-se devagar na direcção de quem lhe falava.

—Rabastan…

—Ginny…

—Que esta fazendo aqui?

—Bem, estou na casa dos meus primos…e confesso que de uns anos para cá, comecei ganhando um gosto por jardins e eles têm um excelente…e com os pavões albinos, realmente maravilhosos…

Ginny olhava-o de alto a baixo , Rabastan continuava magnifico como sempre, no seu terno preto com sapatos envernizados e com a capa de feiticeiro sobre seus ombros, seu olhar não estava nela naquele momento, olhava para os pavões albinos, abrindo suas penas magnificas, sob a luz da lua. Ela simplesmente não conseguia naquele momento, encara-lo, não sentia capacidade ainda para isso, simplesmente antes a visão dele lhe dava paz, agora dava .

—Então, eu me retiro…- Já estava saindo, quando a voz dele a alcançou.

—Eu não te vou pedir perdão, Ginny…pela morte de seu irmão…

—Eu sei…

—Deixou a minha mulher numa cama, não sei se ela acorde um dia…e meu filho que quase morreu, vai nascer dentro de pouco tempo e sem mãe…

—Eu sei…por mais que me doa, ele procurou o destino dele…mas você não tem que pedir perdão de nada…em ultima instância…- Ela voltara-se devagar para ele, com os olhos já marejando, ao que ele engolira em seco , vendo-a assim.- Fui eu quem o matou…

—Musa…

—Ele me fez escolher entre mim e meu filho e meu irmão… Rabastan… não aguento nem me olhar no espelho, eu mandei meu irmão para a morte, o único arrependimento que tenho e mágoa comigo própria é isso…eu que matei o Charlie …

—Quem apontou a varinha, fui eu …

Ele aproximava-se, abraçando-a, ao que ela apertara de volta, precisando de conforto e aquele abraço tão familiar, que ela sentia mais falta que tudo, limpando o rosto, fixara seus olhos que estavam olhando-a de um modo intenso, fazendo-a engolir em seco.

—Eu sei…seja um pai magnífico como sempre foi, com Scorpius…até mais ver, Rabastan…

—E você, uma mãe magnífica…Ginny, que sei que será…até mais ver, Ginny…

Ginny encaminhara-se para longe, daquele jardim, parando e voltando seu olhar para trás, mas como tudo na vida, o tempo não voltava atrás, voltara a andar, voltando costas e controlando a sua vontade de sumir da festa de sua afilhada e ir refugiar-se em sua cama, sentia o olhar dele queimar as suas costas, mas ela tinha que pensar em frente e rumo ao futuro.

Meses mais tarde…

“Como é fascinante o tempo e quando se mexe nele perigoso…” A voz do falecido Dumbledore sondava a mente da castanha que não conseguia entender como chegara ali e aquilo sucedera.

Era esse o pensamento mais fiel e fortificado de Hermione, que encarava meia atordoada, aquela sala escura, tentando acalmar a sua Mérope que estava com medo do escuro, chorando imenso, abraçava-a contra o corpo, não entendendo qual havia sido o nível de desquicio e estupidez, que a fizera ir ali e arrastar consigo, a Ginny com aquele barrigão. E para cúmulo, suas varinhas estavam …longe.

E tudo porque? Alguém que nas sombras, haviam usado do Expelliarmus e desarmado as duas. Mas o que a assustava, principalmente a castanha que entendia muito bem o que era aquilo ali, era os inúmeros vira tempo quebrados e com areias espalhadas em volta daquele local onde encontrava-se. As areias do tempo e sua magia eram algo que nunca devia de ser perturbado, pelo brilho que elas deitavam, Hermione não se sentia muito bem de estar ali.

Os passos de finos saltos e pesado couro no chão, era ouvido por elas, que com a boa audição que tinham, sabiam que eram duas pessoas e pelo peso dos passos, podiam deduzir que era um homem e uma mulher, estavam ocultos nas sombras.

—Quem são vocês?

A voz de Hermione ecoara pela sala escura, fazendo aumentar a sensação arrepiante que passava pelo corpo dela, Ginny estava algo nervosa e medrosa e não era para menos, com seu ventre meio avultado estar ali no meio da incerteza, no escuro e sabendo que eram observadas, era no mínimo, aterrador.

De súbito, os archotes eram acesos e ali estava algo que ela não esperaria de todo, aquela sala, ela recordaria sempre em sua vida, ambas lembrariam, o dia no seu quinto ano que foram ali tentar resgatar Sirius, com a AD. E aquele véu misterioso, que nunca entendera para o que servia, apesar de ter sido uma espécie de obsessão durante um tempo, mas com a corrida contra o tempo e caçada de horcruxes naquela época, havia relegado para segundo plano, a investigação sobre aquele véu.

—A Sala do Véu…Hermione?

—Porque nos trouxeram aqui, Gin?

—Não sei, mas não tenho um bom pressentimento…

Hermione não respondera, olhando fixamente aquele véu, com uma curiosidade e vontade irresistível de entrar, até que ouvira uma voz em sua mente.

“Entre, Hermione…descobrira muito mais coisas do que pensa, traidora vadia.”

Aquela surpreendera-a e novamente aqueles passos num dos cantos ainda escuros daquela sala, será que essas pessoas tentavam enlouquece-la?

Ginny começou a ficar mais tensa, sentia tremer ao seu lado, como se não estivesse vendo bem, do tamanho de seu olhar arregalado, quando olhara para ela de modo interrogatório, ela indicava bem na sua frente, o olhar da castanha parecera minguar a cada cinco segundos, aquilo não era possível, não podia ser real.

—Não…é possível…

Mas ambas, não tiveram muita reacção, pois dois poderosos feitiços Incarcerous as deixaram presas contra a parede, o sangue das duas escorria de modo abundante, pelos cortes que as cordas faziam em suas peles, sob o choro assustado de Mérope que fora pega por aquelas pessoas que com um olhar satisfeito, levavam entre esperneios, a pequena que olhava para tras.

—FILHA…não leve a minha filha…por favor.

O riso macabro deles atrás das máscaras, era meio macabro. E com capuzes pretos sobre o rosto, eles pararam para que Hermione olhasse a sua filha que tentava desesperadamente voltar para a mãe, a sala onde estavam todos, ficara subitamente cerca de comensais da morte, sob o olhar atento de Lestrange que via a cena meio tenso, a filha dos Malfoy, logo atrás furando as filas, aparecera Draco.

—Papa…

—Mérope…- A voz desesperada de Draco fora correndo na direcção da filha, ignorando por completo os avisos dos Lestrange e dos outros comensais, fora na direcção com a varinha em riste, rebatera os feitiços que o outro lançava mas não conseguira a tempo desviar-se do feitiço que o atingira. E uma espécie de barreira circundara o local, vinda daquela névoa que parecia estar em volta do Véu.

—Sectumsempra…

E pela segunda vez na sua vida, o loiro sentia seu sangue esvair-se em grande agonia, á medida que os comensais tentavam aproximar-se daquela zona do Véu, onde os dois estavam, mas batiam de frente na barreira.

Mérope chorava compulsivamente ao ver seu pai ali, sendo que a pessoa que a segurava apontara a varinha para ela, pronunciando um Desmaius, a bebé adormecera sob o colo daquela pessoa, o desespero de Hermione atingira um nível dramático, á medida que o machucado doía e os comensais libertavam as duas, a ruiva fora levada já desacordada, ela não estava nada bem.

A castanha correra mesmo com o sangue empapando suas roupas para perto da barreira sem conseguir quebrá-la, via seu marido se esvaindo em sangue e sua filha sendo levada para cada vez mais perto do Véu, e o pior de tudo é que ela sabia que aquela barreira fora das melhorias que ela fizera no feitiço barreira comum, á muito tempo atrás. E suas memórias remontavam aquela altura.

“ _ Hermione que você está fazendo?- O seu melhor amigo Harry olhava para ela, achando que ela lançava feitiços a mais de protecção e barreira, seu tom era meio desanimado e triste, havia sido assim desde que Ron os havia abandonado.

—Melhorei um feitiço…tinha começado em Hogwarts…com a Luna…- Seu tom além de triste e melancólico, tinha um tom nostálgico de saudades daquele lugar onde fora imensamente feliz, noutros tempos.- Queria trabalhar em Feitiços Novos e Experimentais…no Ministério…mas enfim, esta nessas anotações…que faço nesse caderno quando tenho algumas insónias.

—Legal, tenho que depois dar uma olhada…obrigada por nunca me abandonar Hermione…

—Oh, Harry…”

 

—Não é possível, quem são vocês? E como sabem desse feitiço?

Os dois encapuzados limitaram-se a erguer o dedo indicador sobre seus próprios lábios, como dizendo para ela calar-se, que ela fizera e passado um longo tempo em um silêncio angustiante só sendo interrompido pelos gemidos fracos de Draco e o choro assustado de Mérope, só falaram uma única frase.

—Nos voltaremos a ver…vadia. – Aquela era claramente uma voz feminina, para completo horror de Hermione que sentia que conhecia aquele tom de voz.

E no momento que aquela voz acabara de falar, aparecia na frente, Lord das Trevas que tinha o olhar fixo no que sucedia ali na frente e á medida que ia tentando desfazer a barreira.

As duas pessoas que estavam perto do Véu, deram um passo, sumindo da vista de todo, mas o que desgarrava o coração da castanha, era que junto ia…

—MÉROPE….

O Lord das Trevas olhava para aquele véu misterioso na sua frente, lembrando que sua filha havia entrado ali e não sabia se a voltaria a ver, Ginny em estado grave que havia passado por si, e seu filho provavelmente em perigo e pela primeira vez, um breve pensamento passara por sua mente.

Quando as coisas começaram a sair do seu controlo, por amor de Merlin?

Mas não tivera muito tempo a perder com seus pensamentos, pois todos ali ficaram alertas com o súbito tremor de terra que circundara toda aquela área, e o mais bizarro de tudo era que véu movia-se mais ferozmente e num tom mais perolado que antes, as areias do tempo brilhavam no mesmo tom.

E os “lumus” que preenchiam aquela zona, com as varinhas de todos ali, toldaram e caíram, fazendo com que a escuridão tomasse o local.


Notas Finais


<3


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