História Victoriae Tropaeum - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Hermione Granger, Lord Voldemort, Rabastan Lestrange, Tom Riddle Jr.
Tags Dramione, Gina, Rabastan, Tomina, Tomione
Exibições 148
Palavras 2.335
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Novo Capitulo! '-'
Passando a explicar: o tempo será fragmentado nessa fase da fic, como verão nesse capitulo que seguira, o tempo avançou ...mas para outros personagens como Ginny, Draco, Rabastan...o tempo terá mudanças diferentes... EOE...sendo que conseguirão depreender com cada capitulo!
Enjoy it!

Capítulo 24 - Why the time plays with me?


Fanfic / Fanfiction Victoriae Tropaeum - Capítulo 24 - Why the time plays with me?

Somethings coming
I can feel it
Through the darkness
We can't stop it
Waves of terror
We must ride them
There's no turning
We stand as one

Música: Live to See Another Day- All the Good Things

Ao longo do tempo, você acredita que em alguma altura tudo ficara estável, seguro e bem. Que você pode pudera passar pelo resto de sua vida, sem grandes problemas e grandes obstáculos.

Mas ai você vive e vai vivendo até ver que a todo instante e altura, você passa por constantes testes, obstáculos, provações que colocam você sempre na linha da frente e se defendendo.

O Mundo é exactamente aquilo que você trilha e luta ao longo de sua vida, e os outros bilhões que fazem parte dela e fazem parte desse mesmo processo.

O Mundo te reflecte. O Mundo te cobra todos teus pecados nesta vida. Sempre e sem excepção.

E de alguma maneira, o peso de cada escolha sua, um dia irá perseguir você seja do modo bom ou do modo ruim.

Hermione olhava em volta e seu olhar havia deslocado para Tom que estava do seu lado, ambos de olhares graves e sérios.

Em volta deles, um sem fim de corpos espalhados, muitos deles tinham azarações de magia Negra, outros eram cortes profundos, resultado do Sectumsempra e muitos tinham olhos abertos, fruto do Avada Kedavra.

A castanha engolia em seco, com a sua varinha em riste, apontava –a iluminada em volta do local onde encontravam-se, que era o mesmo de onde haviam estado, mas era um tanto diferente, se parassem para pensar, não havia as areias do tempo espalhadas e o véu estava calmo.

No entanto, após ao que parecia a invasão repentina deles, haviam entrado de força quase letal, um sem fim de aurores pelo que puderam ver, para deter quem havia entrado naquela sala.

—Não estão nos seguindo?

—Não, verifiquei a área em volta… precisamos ir, Hermione…

Mas ela não parecia determinada em mover-se dali, somente olhava os corpos mortos no chão, seu punho estava tao apertado que a varinha tremia em suas mãos, as lagrimas empapavam seus olhos ao fixar nos dele, que tinham uma determinação forte em seus olhos.

—Eu quero…a minha filha…e eu quero ver se Draco está bem…e a Ginny…

O Lord das Trevas havia-se retraído um pouco com a ultima parte, neste momento ele tinha que focar na situação presente, mas continuava olhando-a , segurando-a, no entanto pelo braço, forçando-a a andar.

—Quero tanto quanto você encontrar a Mérope, ver se a Ginny está bem…e meu filho estão bem…

—Porque veio atrás de mim?- Ele desviara de leve os olhos, mas ela forçara-o a encará-la, o que vira naquele gélidos olhos azuis, fora mais do que pensaria ver um dia.E ele não respondera, mas ela não precisava de resposta.- Obrigada…

Ele estava ligeiramente rígido, sem contar que estava sentindo-se contrariado consigo mesmo, para não dizer irado. Voltara a focar a castanha.

—Neste momento temos que nos focar Hermione…

—Que quer dizer?

—Olhe a sua volta, parece-te a mesma sala?

Hermione olhava em volta e novamente seu foco estava naquele local, olhava mais detalhadamente e não definitivamente não parecia a mesma sala, fechara e abrira os olhos, ao saírem dali, ela focara seu olhar na parede da frente, vendo que as coisas ali estavam alteradas.

—Não lembro da Ginny ter autorizado alguma coisa aqui…será que …

—Exato…

—Não pode ser…

—Pode…

E á medida que andava para fora, sob um feitiço de invisibilidade que os dois tinham sob eles, dava o tempo suficiente para que conseguissem sair do Ministério, sem serem vistos antes do feitiço perder o efeito.

—Onde vamos?

—Primeiramente temos que saber onde estamos , mais precisamente o tempo que estamos e depois pensamos no que vamos fazer…

—Mas…

—Antes que desespere e coloque o emocional a frente da razão, se quisessem matar a nossa filha teriam feito na hora, por isso neste momento, Mérope está bem…nós irmos em território desconhecido em busca dela, é loucura.

Hermione tivera que morder a língua e assentir para o que ele dizia, tinha razão como sempre. Ela sentia-se meio preocupada, coisas terríveis já haviam acontecido com bruxos que mexiam no tempo e aparentemente quem havia feito aquilo, planeara bem detalhado as coisas para que ninguém nota-se.

Mas que haviam de querer de sua pequena filha de três anos, ela não sabia o que, mas coração de mãe não se enganava e um mal terrível estava para assolá-la e isso não devia acontecer, não podia.

Ela faria de tudo , até sua vida daria para ter sua filha de volta, afinal fora por esse mesmo amor de mãe que deitara por terra, a lógica e racionalidade.

Após Tom levantar a barreira, ela sem pensar em nada, mesmo com os tremores de terra e a escuridão tomando o lugar, ela via o brilho perolado mais forte perto do Véu, faltava um passo e entraria, mas fora acompanhada de gritos e alguém segurara sua mão.

No entanto, antes de ela sentir-se ir, vira Ginny num canto agonizando, parecia que tinha entrado em trabalho de parto, sendo segurada por Comensais da Morte e encharcada no próprio sangue que já havia secado, brilhar no mesmo tom perolado do Véu, não podia fazer nada, sentia-se ser puxada, será que elas estavam conectadas? Ela iria com ela?

Que feitiço Negro seria aquele, por amor de Merlin? Onde estaria a sua menina?

Quando acordara, estava sob o chão da Sala do Véu do Departamento de Mistérios e ao seu lado para seu choque e espanto, Lord Voldemort em pessoa. E Ginny, não estava ali, somente eles.

Passaram directamente para o elevador, tomando cuidado em volta, não fosse alguém surgir a suas costas, mas estava estranhamente vazio, rapidamente haviam chegado no Hall do Ministério e o que viram havia deixado no mínimo, os dois aterrados, era um poster enorme com…Harry Potter de Ministro da Magia.

—Vejo que estão surpresos…- Hermione voltara-se devagar, na direcção daquela voz familiar, sem contar Voldemort que estava claramente surpreso, mas disfarçava isso com uma frieza admirável, ele estava ligeiramente na sua frente, como numa posição defensiva, porque a castanha mal aguentava o que via, quanto mais pensar em algo.

Harry Potter aparentava estar mais velho, tinha amadurecido, seu corpo reflectia o porte atlético, se fosse apostar numa idade, ele teria passado ligeiramente os trinta e cinco, tinha em sua volta, uma legião de aurores que apontavam as suas varinhas, na direcção deles. Estavam praticamente cercados.

—C-Como?

O olhar meio torto e debochado que Harry havia deitado não combinava com que Hermione recordava-se de seu antigo melhor amigo. Ele havia colocado as suas mãos dentro dos bolsos do seu terno bem elegante e firme em seu corpo.

—Bem, isso exigirá uma longa explicação, que poderei dar mais tarde, Mione…ou não…olá, Tom…

Dessa vez, podia sentir a tensão emergir do seu parceiro do lado, que levou a castanha tocar a mão dele, fazendo-o acalmar-se pelo menos temporariamente, á medida que o olhar de Harry ia distorcendo uma expressão de desgosto.

—Ia jurar que tinha sido exagero…mas afinal, o que vi na mente dela era verdade, que desilusão Hermione…

—Onde está…a minha filha?

Harry erguera ambas as sobrancelhas, num claro sorrisinho debochado, voltando seu olhar para o lado.

—Bem…ela não está aqui, sabe…bem bonitinha, pena os pais deploráveis que ela tem…eu entreguei para uma pessoa, que ficou imensamente feliz em sumir com ela sabia?

—Que você quer dizer com isso, Harry?

—Que quero dizer, sua vadia traidora…- Aquela havia-lhe rasgado o coração, mas no fundo merecia, mas ninguém mexia com sua filha, ninguém.- É que alguém a levou , porque não fui eu que fiz o feitiço, foi essa pessoa mais outra…depois que ela cumpriu seu propósito… - Ele girava a varinha entre suas mãos com um avontade incrível, como se fosse lord e senhor, aquilo não combinava com a imagem do menino humilde e herói que ela havia acontecido.-Em alguma linhagem, nasce sempre alguém com um dom especial…e a pequena Mérope nasceu com um…tal como o outro, seu igual, que precisava conjugar o feitiço sem mais danos, mas esse ai nos fugiu um pouco, sempre acontece …alguém de nos apunhalar…mas logo achamos e corrigimos a linha do tempo, vocês voltarão para o vosso tempo certo, devo dizer que bem passado em Azkaban ou faço como no mito…que você me falou Hermione, uma vez, mito de Ptolomeu? - O tom que ele falava era claramente debochante e parecia regozijar com o sofrimento da castanha, aquilo era cruel demais.

—CALA A BOCA…ela é inocente, se queria se vingar de mim, que viesse ter comigo, mas não minha filha…

Um golpe de varinha vindo do meio dos aurores havia desarmado Hermione que engolira em seco, mas não demostrara medo algum, afinal havia sido Grifinória por algum motivo.

—Mas sabe-se bem que o melhor modo de atingir alguém é no coração, não é assim, Mione?- Aquela voz meio esganiçada quando falava nervosamente, não podia ser , não era verdade, o olhar de Hermione procurara com sofreguidão o dono da voz, que surgira ante seus olhos.

E sem sardas, com o cabelo todo esticado para trás com gel, em perfeitos trajes, havia surgido Ronald Weasley que olhava com o maior desprezo, Hermione que não podia conter a si própria de agonia. Que estava acontecendo ali? Que mundo apocalíptico haviam ido parar?

—Ron?

—Olá, Hermione…quanto tempo, bem literalmente…

—Como é possível? A voz que eu ouvi antes…não era…você, nem Harry…

E os mesmos passos malditos, com aquela sonoridade de saltos com couro, que haviam circundado a mente antes de tudo aquilo começar, voltaram a surgir, revelando por detrás, quem era…e o rosto da castanha havia-se fechado em desgosto profundo.

—Luna…

—Olá Hermione…não era para você estar aqui…e claramente nem você…- O olhar dela parecia ter um leve brilho de preocupação, mas Hermione relevara tinha assuntos mais importantes naquele momento.

—Porque? Você nunca foi…assim?

O rosto da loira que antes era sonhador e absorto, retorcera em puro ódio e raiva , no seu pescoço estava algo que ela reconheceria em qualquer lugar um vira tempo peculiar, tinha pingos do que parecia sangue sob as areias da ampulheta que junto formava o brilho perolado do Véu.

—Bem depois desse monstro…- Claramente referia-se a Tom, que para as circunstâncias atuais estava calmo até demais, alguma ele estava tramando.- matar meu pai, matar meu marido naquela chacina de Hogwarts…e eu ter perdido meu filho que tinha em meu ventre… “desculpa “ Hermione…se não consigo ser solidária com você…- As lagrimas transbordavam os olhos azuis de Luna Scamander, á medida que ironizava as suas ultimas palavras, que atingiram que nem flechas o coração de Hermione que sentia todos seus pecados e dores passadas bem ali na sua frente.

—Porque a minha filha? Onde ela está?

—Ela foi só parte …do feitiço…

Luna caminhava mais uns passos na sua direcção com a sua varinha em punho, á medida que um puxão do seu lado direito e um empurrão de Tom, vira as lareiras e o seu tom verde-esmeralda sob seus pés e sumira para onde nem sequer sabia, mas quando abrira os olhos, era abraçada por Tom, ao que não o afastara, os dois olharam fixamente para um rapaz que estava encapuzado e não tirava seus olhos azuis que era a única coisa que conseguiam identificar dali, mas não tiveram muito tempo de reflexão.

Até que surgira ante seus olhos alguém que a castanha havia-se jurado que nunca mais voltaria e que á muito tempo não tinha posto seus pés, havia jurado que não o faria…

—Damon…quem é querido?- Aquele tom de voz quase abalara com o coração da Hermione, ao fixar os olhos, numa senhora que parecia mais idosa e ao ver a castanha parecia que ficara encarando mais de dois segundos, mas voltara para o encapuzado.

—É visita que vai ficar, Sra. Elizabeth…espero que não se importe…

—Que faço com você…? Claro, se são amigos do Damon podem ficar…- A senhora de cabelos castanhos deslocara-se para um canto, pegando dois cobertores para Hermione e Tom, este ultimo pegara ao ver o olhar petrificado da castanha sob a mulher que parecera de súbito incomodada com o olhar desta.- Chamo-me Elizabeth Granger, qualquer coisa é só chamar…- Apressara-se em retirar, sob o olhar emocionado e cansado de Hermione.

O dito rapaz Damon apressara-se em ir perto da lareira e fizera um feitiço de desligamento da mesma, era um bom ato e inteligente, considerando que podiam rastreá-los, até ali.

Até que ele voltara-se e dessa vez, Tom havia-se levantado deixando-a embrulhada no cobertor, sem muita reacção, o olhar dele estava sério sob o do rapaz.

—Porque nos ajudou?

—Porque tive meus motivos…e simplesmente, sou um fugitivo…

—Porque?

Lentamente, o rapaz tirara a máscara e o manto que o cobria, Hermione estava demasiado absorta , mas não Tom que olhava para o rapaz, meio em assombro.

—Bem, é uma longa história…

—Porque acreditaríamos em você, rapaz?

—Acho melhor começar a acreditar, primeiramente, vocês estão quinze anos , avançados no tempo…não deviam estar aqui…e sem contar, que podia ter-vos deixado para morrer lá e não o fiz…

Voldemort aproximara-se do rapaz, tocando ambos os lados do rosto dele, que ficara quieto á medida que o homem tinha aquele gesto, o choque tomara ainda mais conta dele, afastando –se devagar sob o olhar do moreno. Por algum momento, parecia que não conseguia acreditar no que seus sentidos lhe diziam, não conseguia acreditar em seus olhos mais puramente dizendo.

—Você sabe onde está a Mérope?

—Sei… mas precisam sentar…é uma longa história que têm que escutar, antes de retaliar e ir busca-la…

E Tom finalizara com a última pergunta que assorcebavam a mente dele e da castanha.

—Quem é você?…Você é…

Vendo que ele não conseguia finalizar a pergunta, Damon torcera seu sorriso, num leve muxoxo triste, apontando a sua varinha para a lareira acendendo-a e voltara o olhar para os dois que esperavam ansiosos as respostas.

—Não interessa, para agora, meu nome é Damon e é tudo que precisam saber por agora…


Notas Finais


Damon as Bradley Cooper
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Sei que pode parecer algo misterioso, mas ao longo dos capítulos irá fazer todo o sentido :3 ... Hermione e Voldemort viajaram 15 anos no tempo
No próximo capitulo, Ginny :3 que não está com eles, está noutro tempo e entenderão melhor ao longo de cada cap.


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