História Vida - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Oneshot, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Vampiro
Visualizações 52
Palavras 1.866
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uma oneshot curtinha, espero que gostem! <3
Boa leitura Crianças! <3

Capítulo 1 - Capitulo Único


Fanfic / Fanfiction Vida - Capítulo 1 - Capitulo Único

A vida para algumas pessoas é uma divindade, para outras é uma maldição. Nessa historia irei contar sobre duas pessoas, com as percepções diferentes sobre a vida.
Regina Mills, uma mulher que odeia a vida, onde seu sonho era poder finalmente descansar em paz, mas impossibilitada por conta a uma maldição que lhe foi jogada, deixando-a imortal. Sem consideração a nada, vivia em sua mansão sombria, onde não havia nem uma planta viva. Uma bela mansão digna de uma Drácula. Sim, Regina Mills é a tão temível Drácula.

Emma Swan, uma jovem de 20 anos, uma amante da vida e natureza, mas nem tudo são flores. A jovem era uma bruxa e sempre usava sua magia para ajudar o vilarejo onde morava, sendo conhecida como “salvadora”. Em um descuido, enquanto estudava alguns cogumelos mágicos, trocou dois com a aparência quase idênticas. Um deles era um medicinal, que ajudava a relaxar e outro, era venenoso, que encurtava a vida. Após ingerir, logo depois percebeu a erro que cometeu e depois de muito procurar para reverter, não conseguindo sucesso... Lhe sobrou 1 mês de vida.
Indignada, pegou poucas coisas e falou ao seu vilarejo que iria usar o resto de sua vida para o bem deles. Assim, partiu para o castelo da Drácula, onde tentaria convencer que poderia usar outros meios de se alimentar sem matar ninguém. Passou seu último dia com sua família e amigos e a noite, partiu.

A armagurada vampira, bebia sangue em uma taça, sentada em seu sofá e lendo um livro. Parou sua leitura quando sentiu um cheiro de humano adentrando a sua propriedade, mas o cheiro era um pouco diferente. Era cheiro de uma bruxa.
“Mandaram outra bruxa para tentarem me matar?! Que humanos tolos”- pensou a última Mills viva.
Não demorou muito e ouviu o ranger da porta principal se abrindo.

- Olá? Alguém aqui?- A garota loira falou em quase um sussurro ao adentrar a mansão. Olhou ao seu redor e ficou maravilhada com o luxo, mesmo estando já velhos, no escuro e pouco empoeirados.
- O que faz aqui? Pretende me matar?- Surgiu Regina, ainda segurando sua taça de sangue, com a aparição a garota saltou com o pequeno susto. Quando Emma levou o seu olhar para a dona da bela voz rouca, encontrou uma bela mulher.  Seu rosto pálido, com sua boca preenchida por um batom vermelho sangue, os cabelos pretos, olhos que parecia ônix, e vestia um vestido preto dando valor ao corpo daquele ser imortal. Ela estava encantada.
Regina não era diferente encarando a loira de cabelos longos e ondulados, com seus olhos verdes esmeralda hipnotizantes, sua pele branca, sua bochechas rosadas e um corpo de menina que vestia um vestido simples.

Após a observar muito, a bruxa lança um sorriso _lindo no olhar de Regina_ e logo lhe responde.
- Não seria louca de mata-la
- Então o que faz em minha mansão?
- Quero mostrar que não é necessário um massacre para se alimentar, poderíamos conviver em paz. Você e o vilarejo- a vampira solta uma risada e em um piscar de olhos, ela esta atrás de Emma, com sua boca próxima ao pescoço.
- O que lhe faz pensar que farei isso? Posso mata-la agora- Emma se arrepia ao sentir o Regina sussurra em seu ouvido
- Estaria adiantando só o inevitável, no final do mês já irei partir, por conta de um descuido meu- Regina se afasta e olha incrédula
- Você quer salvar seu povo, mas eles mandam logo a primeira pessoa que já não tem muito tempo de vida para se protegerem?! São uns covardes.
- Eu que decide isso, eles não tem nada haver com a minha decisão.
- O que pede é impossível garota, basta 1 semana de paz para eles, que logo vão aparecer com estacas e tochas para tentarem me matar. Vá embora e curta o resto inútil da sua vida- Regina se retira e volta para sua sala de estar, se sentando de volta ao seu sofá e pegando seu livro. Emma não sabia muito o que fazer, pois a vampira tinha dito a verdade, eles sempre ficavam planejando algo para matar a Drácula. Seguiu os passos da morena e se ficou fitando ela lendo seu livro calmamente.

- Pensei que tinha lhe mandado embora
- Estava pensando, será que poderia ficar aqui?- nessa hora Regina para sua leitura e olha para a garota a sua frente com o olhar incrédulo
- Como?
- Ficar aqui com você, não tenho mais para onde ir e não quero que minha família me veja nos últimos momentos, sabe...
- Menina tola, saia antes que eu adie sua morte!- Regina rosna, a loira ignora, se aproxima dela
- Que livro é esse? Parece ser interessante!- Com sua super velocidade, a morena deixa Emma contra a parede e sem meios de saída, pois a mesma bloqueava caso a loira quisesse fugir.
- Você por acaso é surda?! Saia da minha mansão!
- Não
- O que disse?- apertou o pulso da loira que segurava com força
- Eu disse não- a morena da um sorriso
- Então boa sorte, se algum dos meus lobos quiserem lhe matar, não irei impedir!- ela deu as costas e sumiu no corredor.

Assim passou o primeiro, segundo e terceiro dia, Regina estava ficando louca com a presença irritante da loira, sempre lhe seguindo e fazendo perguntas e sempre lhe encarava de uma forma esperando a resposta.


No quarto dia, a loira tinha sido encurralada por dois lobos enormes. Já esperando sua morte, mas se surpreende quando não é atacada e ao abrir os olhos ver Regina. Onde olha para ela e pergunta o que estava fazendo. Emma respondeu que ia sendo atacada por dois lobos e Regina afirma que ela estava  vendo coisa, pois não havia lobo nenhum. Mas tarde, enquanto olhava o jardim, encontrou os dois lobos que iam lhe atacar, mortos.

No quinto e sexto dia, Regina havia se encantado pela a loira, mas não assumia isso, diferente da Emma, que mostrava claramente que gostava da morena. Ambas ficavam sempre juntas e sempre conversando, só paravam quando a loira acabava dormindo entre as conversas. Fazendo Regina, carregar ela até o quarto que a loira se apossou.

No sétimo e oitavo dia, a loira exigiu que dessem um up na casa, deixando ela menos assustadora. Assim foi feito, limparam e mudaram a decoração entre conversas e risadas. O jardim, antes morto, com a ajuda da magia de Emma, estava verde e cheia de flores.

No nono dia, Regina percebeu que não poderia deixar Emma morrer, ela tinha muito futuro pela frente, não podia acabar assim, por conta de um descuido. Mas Emma não permitia, sempre dizendo que não havia alternativas.

- Vamos Regis, saia desse escritório chato, vamos curtir. O dia está lindo, que tal fazermos um piquenique perto do lago?!
- Mas Emma...
- Nada de mas! Essa vida é minha e em pedido dos últimos dias, vamos curtir!- falou puxando a morena pela a mão, que apenas bufou e assim saíram juntas de mãos dadas.

No décimo dia, décimo primeiro e segundo, as duas saíram para acampar naquela floresta enorme, onde uma aprendia mais sobre a outra e uma coisa elas tinham certezas. Estavam se apaixonando.

E ironicamente, no décimo terceiro dia, que caiu em uma sexta. Elas estavam no jardim, já todo florescido, deitadas na grama verde.  Em uma pausa entre as conversas, elas se encararam e em um piscar de olhos, seus lábios estavam juntos, em um selinho tímido que aos poucos foram perdendo  a timidez e dispostos a explorar e conhecer aquele lugar novo com suas línguas.

No décimo quarto dia, Emma desperta no quarto de Regina, onde usava a mesma como travesseiro. Ao olhar para cima viu ela concentrada na leitura e com uma mão livre fazia cafuné na loira. Mas logo ela percebe e dá um sorriso e dando um beijo de bom dia na loira.
 

Aqueles dias estavam perfeito ao olhar das duas, mas logo foi passando. Já estava no final do mês e diferente dos outros dias, Emma estava mais pálida, estava fraca e suava por conta de uma febre altíssima. Regina não suportou a ver a dor da amada e sugeriu duas opções que poderia salvar sua amada.

- Emma...
- Diga meu amor
- Nesses dias, mesmo você me proibindo, enquanto dormia, eu achei duas formas de salva-la, mas elas vem com um preço
- E quais são?
- A primeira, é uma maldição, e nela, eu iria trocar nossas vidas.
- Não! Desse jeito você iria morrer, eu quero que você morra!
- Mas...
- Não Regina, não quero lhe tirar sua vida- Regina solta um suspiro
- A outra forma, é transformando você em vampira...
- Então me transforme!
- Mas meu amor, isso é uma maldição, você não será , mais bruxa e...
- Já decide Regina, faça isso.

Regina deita na cama e abraça a amada. Emma retribui, mas não com a mesma força que abraçava ela antes, pois estava fraca.

- Me desculpa meu amor, mas não posso lhe trazer para essa maldição.
- Tudo bem, eu te amo Regina Mills! Não esqueça isso- falou fraca e deu um sorriso. Fechou os olhos e ficou sentido as últimas sensações, do corpo da sua amada.

Regina chorava horrores, mas não. Ela não iria transforma-la em vampira.  Não iria escurecer a alma daquele ser de luz.

Era o fim, a vida era cruel.

O que ela tinha feito para tudo aquilo acontecer?!

Depois do último suspiro de Emma Swan, aos prantos, Regina abraça o corpo dela fortemente.

- Eu te amo Emma Swan!- e deu um selinho casto nos lábios, que ainda restava o calor do corpo.

Pois é meus amigos, nem tudo é contos de fadas.

Naquela noite, Regina devolveu o corpo para a família de Emma. Todos culparam ela e com tochas e estacas, capturaram Regina, mas a mesma nem lutava mais. Prenderam ela e uma cruz de madeira e jogaram fora. Mas diferente que achavam, ela não morria. Ela apenas iria agora vagar no limbo, sozinha. Isso que acontecia com os coitados que vivia sobre uma maldição.

Passando décadas, a morena já havia encontrado outros infelizes, mas preferiu ficar só.

- REGINA!- ouviu alguém lhe chamando, mas não era uma pessoa qualquer. Era a voz de Emma. Ela olhou para os lados e encontrou, a sua menina ali, com roupas esfarrapadas, descalças, com os cabelos bagunçados, mas com um sorriso enorme.

Correm uma para a outra, se abraçam mais forte que podem, com certo desespero, suas bocas se caçam, e quando se encontram, se beijam, matando aquela saudade enorme.

- Emma, o que faz aqui?!- perguntou ao terminar o beijo
- A muito tempo atrás, eu tinha feito uma magia negra. Até tinha me esquecido. Parece que quando se faz, mesmo que seja uma vez só, você vem para cá. Nunca estive tão feliz de ter feito aquilo, agora nada mais vai separar nós duas. Mais nada meu amor!

Regina emocionada, abraça ela fortemente e prometeu nunca mais largar aquela loira.

Na vida, maioria das vezes acaba com você, mas talvez na morte tenha sorte. 


Notas Finais


Curtiram? Comentem! <3
Até uma próxima kids! <3


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