História Vida - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Agents of S.H.I.E.L.D.
Personagens Melinda May, Phillip Coulson, Skye
Tags Coulson, Daisy, May, Melinda, Philinda, Philinda Pais, Philinda Pais Da Daisy, Philinda Pais Da Skye, Skye
Visualizações 32
Palavras 828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee!!
Minha gente, nessa fanfic a Skye vai ser mais nova quando ocorrer os eventos da série (lá ela tem 26, aqui ela vai ter uns 18, 19), eu não sei quantos capítulos essa fanfic vai ter, aguardem por que tem MUITO philinda pela frente, espero que gostem!
XD

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Vida - Capítulo 1 - Capítulo 1

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TEMPO: 23 de maio de 2001 (idade = 3 anos)

 

PoV Skye

 

- Mamãe! Mamãe! – Colia pela casa na dileção da mamãe.

- O que foi minha pequena? – ela falou enquanto me pegava no colo.

- Papai, falou que eu ia come sovete, mamãe!

- Ah, ele falou?

- Sim, mas antes eu tenho que toma uma vacina – falei fazendo calinha de tiste, mas logo fiquei feliz de novo, poque eu lemblei do sovete.

- É, você tem que, mas é só semana que vem – ela falou solindo pala mim.

- O que você ta fazendo? – peguntei olhando pala a bagunça na cozinha.

- Estou provando que seu pai estava errado, quando ele disse que eu não podia cozinhar – ela falou solidente.

- Mas, mamãe você não sabe cozinha – falei me lemblando das panquecas pletas, o gosto daquilo ela mais podle do que aleia, e eu posso dize isso poque eu tenho expeliência no assunto!

 - Ei, um pouco de suporte aqui! Quer saber, eu vou provar que vocês dois estão errados! – ela falou enquanto me colocava em cima da bancada.

- Papai! – Minha mamãe me olhou inclédula, mas com tom de blicadeila no meio! Eu não quelo come a comida dela!! O papai então entlou colendo na cozinha.

- O que aconteceu?! A Daisy está bem?! – ele peguntou pleocupado e quando olhou para a cozinha bagunçada peguntou – O que aconteceu aqui?

- Nada, está tudo bem – a mamãe lespondeu.

- Não está não papai, ela está fazendo de novo! – falei apontando meu dedinho pala a mamãe.

- Ouuuu – o papai falou, então a mamãe tacou um pano nele, o que me fez li um pouco.

- Ou nada, vocês vão ver o quanto eu cozinho bem, eu posso já ter cometido alguns erros mas, - ela foi intelompida po um alame muitooo alto, que começou a toca de lepente. A mamãe abliu o fogão e começou a sai muitaa fumaça, então o papai mexeu alguma coisa blanca no teto e o balulho finalmente palou.

A mamãe tilou de dentlo do fogão uma coisa de metal, com algo pleto em cima e saindo muita fumaça dele, então ela jogou aquilo logo na pia.

- Parece delicioso – o papai falou, ele deve ta doido!

- Palece não papai, a gente não vai ter que come aquilo, né?

- Né? – ele perguntou pala a mamãe e fez uma cala de anjinho, e ela em lesposta o olhou com uma cala de ilitada de blicadelinha e falou:

- Eu vou pedir uma pizza.

- Ebaaa, pizzaaaa!!! – comemolei solidente.

Depois que comemos a pizza, escovei os dentes, a mamãe me deu um banho e me colocou na cama:

-Boa noite, Daisy – ela falou e beijou a minha testa.

- Mamãe, pode deixa eu continuo te amando, mesmo depois de você estlaga a panela do papai – quelia deixa isso clalo.

- Que bom bebê – ela falou solindo, apagou a luz e saiu do quato, então fui domi afinal a essa altula já estava com soninho.

 

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TEMPO: Presente – 2017 (idade = 19 anos)

 

PoV Eduardo

 

Subi o mais rápido possível as escadas de emergência do prédio, afinal isso é uma emergência! Eu tenho que impedi-la! Tenho que salvá-la!

Ao abrir a porta do terraço com brutalidade, me deparei com a mulher obviamente em pânico, em cima do parapeito deslumbrando a mortal queda para rua.

- Olá - cumprimentei calmamente tentando não demonstrar o pânico na minha voz, mas mesmo assim ela tomou um susto e virou seu rosto bruscamente, mostrando não ser uma mulher e sim uma jovem de no máximo 19 anos, aos prantos.

- Volte! Saia daqui! - ela berrou em meio as suas lágrimas. Como alguém chega nesse estado? Como alguém acaba achando que a sua melhor opção é a morte?! Cadê a família dessa garota?! Essas e muitas outras perguntas passavam pela minha cabeça, enquanto eu avançava passos calmos na direção dela.

- Qual é seu nome? - perguntei suavemente, mas ela me ignorou e voltou a olhar para a rua.

- O meu é Eduardo - dei uma pausa a procura de uma resposta, mas só recebi um choro baixo - olha, você ainda é nova, tem muito tempo de vida - continuei dando pequenos passos na direção dela, o que se ela percebeu, apenas resolveu ignorar.

- Você não tem uma família? Alguém que iria sentir falta de você?

Ela continuou me ignorando e olhando para baixo, o que me deu tempo de me aproximar mais, com o objetivo de chegar perto o suficiente para puxa-lá para trás, na melhor da hipóteses tirando-a de cima do parapeito, e com sorte imobilizando-a por tempo o suficiente para a ambulância chegar.

Porém antes de conseguir colocar meu plano em prática, ela virou o rosto parcialmente para o lado e falou baixinho:

- Skye

- O que?

- Meu nome é Skye - e depois, em um ato extremamente rápido, ela se joga do terraço do trigésimo sétimo andar.


Notas Finais


E ai, o que acharam? Gostaram?
XD


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