História Vida, aquela maldita - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Comedia, Couples Diversos, Drama, Exo, Pokémon, Vida Diária
Exibições 31
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooooolá, gente linda! Como estão? Espero que bem! :P
O capítulo tá pequeno, eu sei... mas pretendo postar o próximo logo, logo, então vai compensar, ne? *u*
Bem, capítulo dramático pra variar ahuahauahaua tá acabando a parte 2, então as tretas vão rolar, ne...
Espero que gostem e.e
(Revisei com pressa, erros podem aparecer)

Capítulo 11 - Faz o urro


Fanfic / Fanfiction Vida, aquela maldita - Capítulo 11 - Faz o urro

 

Parte 2

Capítulo 11 – Faz o urro

●○●○●○

 

Lay

 

Meus ouvidos zumbiam e um apito profundo parecia brotar do fundo da minha cabeça. Minha visão estava vermelha na periferia e eu só focava no homem sangrento abaixo de mim, enquanto direcionava meu punho repetidas vezes contra seu rosto. De alguma forma, todo aquele sangue não parecia o suficiente.

Ele não quis pedir desculpas, então eu as arrancaria dele, com sangue. Era o que o monstro queria.

 

Algum tempo antes...

 

Ah, meus deuses! Parece que todo o meu corpo vai virar purpurina e sair voando por esse lugar! Essa com certeza e a melhor balada ever!

Meu solzinho estava dançando comigo enquanto ria. Ele era adorável. Tinha um estilo de dança único pelo qual eu me encantei. Se ele não era um presente do universo, eu não sabia mais o que ele podia ser.

Minha camisa de lantejoulas roxas que formavam o rosto da Lady Gaga, minha rainha mamãe monstra, já estava ensopada de suor e de alguma bebida que alguém derrubou em mim, mas eu não ligava. Estava vibrando de tanta animação.

Animação esta que só aumentou quando estava indo em direção ao balcão pra tomar um gole da minha batida de refrigerante e manga e vi Channie e Kyunggie se beijando! Ah, deuseeees! Eu sou como um cupido!

Hashtag Lay casamenteiro.

Quando eles me viram, abaixaram as cabeças, cheios de vergonha. Me aproximei dando pulinhos e gritos de empolgação e pegando o copo perto do Kyunggie. Virei minha batida de uma vez – tinha um gosto estranho – e os puxei pra pista. Procurei meu cometinha por ali, mas o Baekkie não estava em lugar nenhum. Aposto que se deu bem com algum gatinho ou gatinha por ai.

— VAMOS AGORA PRA ESSA PISTA, EU QUERO VER VOCÊS RALANDO A BUNDINHA NO CHÃOOO!

Os dois riram e começaram a se balançar. Nessa hora, a música mudou e começou a tocar One Night in Ibiza.

— OOOOOOOOOH! — Berrei animado e comecei a cantar. — DON’T GIVE THE STAAAAARS!

Dançava no ritmo animado daquela música, mexendo meu corpo com toda a energia que pude. Senti duas mãos indo no meu quadril quando alguém se aproximou por trás de mim. Primeiro pensei ser o meu solzinho, mas aquela pessoa grudou o corpo no meu e começou a se mexer comigo. Então comecei a estranhar, porque meu solzinho não conseguia me acompanhar na dança.

Me virei dando de cara com um desconhecido com cara de más intenções. Procurei Junma por ali, mas não o vi. O estranho tentou se aproximar de mim e eu tentei o afastar com delicadeza. O bafo dele cheirava a álcool, o que fez meu estômago contrair.

— Ah, delícia, não faz assim. Estávamos dançando tão gostosinho antes...

— Você não é meu solzinho, não posso dançar assim com você — tentei explicar e tirar suas mãos do meu bumbum ao mesmo tempo.

— Ah, se você quiser eu posso te levar aos céus e você vai ver o sol bem de perto, delícia.

— Não, obrigado, eu tenho medo de altura.

Então eu vi Junma. Ele abriu a boca em forma de “o” e veio em minha direção.

— Solzinho!

— Quem você pensa que é? Tire as mãos da minha luinha!

Junma chegou gritando com o pobre sujeito desconhecido que o encarou de um jeito estranho.

— Sai fora, nanico, não fode — disse o desconhecido.

— Ei! Não é legal chamar meu solzinho de nanico — ralhei, mas ele me ignorou.

Algumas pessoas começaram a nos escarar.

— Ele é meu namorado, seu ogro!

Ouvi alguém gritar “faz o urro!”. O desconhecido se aproximou de Junma e o empurrou. Arfei quando meu solzinho quase caiu, sendo segurado por Chanyeol.

O desconhecido riu e se virou pra mim, tentando passar os braços suados em volta de mim.

— SAI DAQUI! — gritei.

Então Junma avançou sobre o desconhecido e deu um soco em seu rosto. Ofeguei e coloquei as mãos na frente da minha boca.

— ELE É MEU NAMORADO! — berrou Junma.

Levei a mão ao meu peito, acima do coração. Meu Junma era como um cavaleiro de armadura. Então senti uma agitação crescer, como se o espirito de um monstro estivesse dentro de mim.

Eu já havia sentido isso antes, e não era boa coisa. Meu sorriso desmanchou e eu encarei Junma. Senti meu coração acelerando como louco, e não era por causa do ato heroico do meu solzinho.

Mas antes que eu pudesse dizer que havia algo errado, o desconhecido avançou furioso pra cima de Junma com uma cadeira e a jogou em suas costas. Gritei e Junma caiu no chão. Corri e me abaixei, vendo se ele estava acordado. Ele se ajoelhou cambaleante.

Meu pulso foi agarrado e eu fui puxado bruscamente pra cima. Era o desconhecido.

— Isso é culpa sua, delícia. Ninguém mandou ser difícil.

Ele tentou me puxar pra perto. Senti o monstro dentro de mim, ele urrava. Berrei e empurrei o desconhecido e ele me soltou.

— Você vai pedir desculpas pro meu Junma — ditei por entre os dentes enquanto fuzilava o desconhecido com os olhos.

— O quê?! Fala mais alto, delícia.

— VOCÊ. VAI. PEDIR. DESCULPAS! — Gritei pausadamente.

O desconhecido começou a gargalhar.

— Seu namoradinho tinha que ficar feliz de eu não quebrar o bar na cabeça dele, né, nanico? — então empurrou Junma com o pé.

Grunhi de raiva e olhei em volta. Uma das pessoas que observava a confusão estava com uma garrafa de vodca. Agarrei a garrafa e voei no homem, descendo com a garrafa na cabeça dele. O vidro estourou e se espalhou por toda parte. Ouvi gritos, mas eles começaram a parecer distantes. O monstro estava tomando o controle.

O homem cambaleou e eu gritei de novo, socando seu nariz. Minha mão doeu, mas a dor parecia distante. Lembrei: o monstro não sentia dor.

Soquei o homem de novo, até ele cair no chão. Ouvia minha voz berrando pra ele pedir desculpas, mas ele não tinha chances de dizer nada.

Seu rosto começou a sangrar e decidi que se ele não ia pedir desculpas, ele ia pagar com sangue.

Senti alguém agarrar meu braço e tentei empurrar a pessoa pra longe. Mas outras mãos me agarraram e me puxaram. Chutei com força, tentando me livrar de quem me segurava. Mas estava sendo levado pra longe.

O monstro urrava furioso, cada vez mais imposto dentro de mim.

Até que ele tomou o controle.

Não me lembro do que aconteceu depois.

 

■□■□■□

 

Acordei grogue, deitado em uma superfície dura. Tudo era branco. Meu rosto ardia, mas minha mão não o alcançava. Então percebi que algo me prendia. Cerrei os olhos e olhei pra baixo. Uma algema me prendia em uma grade na cama pequena. Meus braços tinham pequenos cortes e arranhões. Eu estava em um quarto de hospital.

Despertei totalmente, e me esperneei. Por que eu estava preso? Senti medo e comecei a chorar. Então Luhan apareceu e correu até mim.

— Yixing! — ele me fez parar de espernear.

— Lulu... — choraminguei em chinês. — Por que eu tô aqui? Me deixa sair...

Ele suspirou.

— Você estava espancando um cara na boate, Yixing. Que porra foi aquela?

Então em lembrei da briga, do monstro urrando dentro de mim e da sensação de perder o controle.

— Elas... elas me acharam, Lulu! — Falei desesperado. — Como elas conseguiram me achar? Eu não fui atrás delas, não fui!

Ele me fitou sério. Parecia não acreditar em mim.

— Lulu... — choraminguei de novo e recomecei a chorar.

— A polícia está aqui, quer falar com você.

— O-o quê?

— Você espancou um homem, o mandou pro hospital. Você estava drogado, Yixing.

Ele me olhou decepcionado.

— Seu pai me ligou. Ele já ficou sabendo.

Senti meu coração acelerar de medo.

— Ele... o que ele vai...

— Ele estava furioso. Ele disse que não vai mais ajudar a gente, Yixing — Luhan disse sombriamente. — Vamos ter que deixar o duplex e nos virar.

Senti meu peito apertar.

— Ele não pode... — solucei. — Não...

— Ele já fez.

Luhan abaixou a cabeça.

— Vou dizer para os policiais entrarem.

Então se virou pra sair.

— Lulu!

Ele parou de costas.

— Eu não as procurei, eu juro — implorei pra que acreditasse em mim.

— Eu não sei mais o que pensar, Yixing. Tenho que resolver a situação do duplex por enquanto. Não torne as coisas mais complicadas.

Então saiu, mesmo que eu o gritasse de volta.

Deixei minha cabeça tombar no travesseiro. Soluços escapavam enquanto eu chorava, repetindo “eu não as procurei” sem parar.

Alguém tinha que acreditar em mim.

 

○●○●○●


Notas Finais


QUEM GOSTOU FAZ O URRO.
Lay foi fazer o urro, e acabou fazendo o murro e.e
Huuum, como será que Lay acabou chapadão? O pai do Lay é tio do Luhan, ok? Mais coisas sobre ele no próximo capítulo.
E sobre a relação do Lay com drogas... pesado.
Espero que tenham gostado. Já vou começar a escrever o próximo, vou tentar postar esse fds ainda.
Obrigada por ler! Kissu *3*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...