História Vida, aquela maldita - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Comedia, Couples Diversos, Drama, Exo, Pokémon, Vida Diária
Exibições 47
Palavras 2.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, galareees! Hoje é dia de ver como a vida é uma maldita, ou não, no caso desse capítulo fofo. Advinha de quem é?
Isso mesmo, Laynicórnio <3
Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 5 - Os bons espíritos a-ba-lam!


Fanfic / Fanfiction Vida, aquela maldita - Capítulo 5 - Os bons espíritos a-ba-lam!

 

Parte 1

Capítulo 5 – Os bons espíritos a-ba-lam!

●○●○●○

 

Lay

 

Eu queria tanto poder faltar à aula hoje e ajudar o Junma com os últimos preparativos para a inauguração, mas eu tinha uma prova de eletromagnetismo II logo no primeiro horário a tarde. Além disso, depois eu iria ao hospital buscar o Lulu. Fiquei tão feliz quando ele ligou dizendo que o médico o liberaria ainda hoje. Mas eu havia acendido várias velas por ele no jardim de inverno, é claro que ele ficaria bem logo. Eu confiava nos bons espíritos.

Já havia combinado com Fan que iríamos lá depois da minha prova. Ele parecia meio distraído esta manhã, porque no café-da-manhã enfiara a faca de manteiga no copo de suco e passara no pão. Ou talvez ele goste, porque comeu mesmo assim e parecia apetitoso.

Mas eu estava preocupado mesmo era com o Baekkie, que matou aula e dormiu a manhã inteira. Eu precisei acordá-lo para o almoço, tentando animá-lo dizendo que foi Kyunggie quem cozinhara. Ele até sorriu, mas parecia deprimido.

E ainda estava parecendo. O observei remexendo o arroz com os talheres, seu olhar parecia estar longe. Eu precisava fazer algo logo!

Terminei de comer rapidamente e agradeci a comida a Kyunggie ainda com a boca cheia (e me desculpei por isso em seguida). Peguei uma maçã da fruteira e corri até o jardim de inverno, que ficava na sacada da sala. Não era bem um jardim de inverno, mas era um pequeno jardim que eu improvisara quando Lulu e eu viermos morar aqui. Queria um lugar pra fazer minhas meditações, meus feitiços e poder observar o céu com meu telescópio. E ali serviu muito bem.

Minhas velas haviam apagado com a chuva, mesmo que eu tivesse as colocado debaixo do telhado da casinha de fadas. Tirei as velhas dali e coloquei novas, as acendendo. Acendi um incenso também, de anis estrelado, para dar boa sorte. Agradeci por Lulu, pedi sucesso pra Junma e pedi ajuda com meu rastreamento. Pra isso eu acendi três velas inteiras, porque eu precisava agir mais rápido e não estava tendo sucessos; pelo contrário, uma de minhas tentativas fez Lulu parar no hospital.

Terminei com meu pequeno ritual e me levantei, deixando as velas e o incenso acesos. Peguei a maçã e coloquei perto dos cogumelos, para os gnomos. Olhei pro sol, meio escondido pelas nuvens, e sabia que tinha que me apressar.

Corri até meu quarto, para pegar minha mochila. Coloquei um casaco também, por causa do ar-condicionado da minha sala. Já estava saindo, quando ouvi um som milagroso: um guinchinho vindo de trás da porta.

Andei cautelosamente e puxei a porta. Meus olhos se arregalaram e eu caí de joelhos, encantado.

Fala sério, os bons espíritos a-ba-lam!

 

■□■□■□

 

Entrei quase saltitante na sala de aula e fui até meu lugar ao lado da janela, bem em frente a mesa do professor. Apenas alguns alunos haviam chegado. Separei o material que precisaria pra fazer a prova: uma caneta azul (ainda não sei porque não posso fazer a prova com caneta gel de glitter roxa), minha calculadora científica e meu lápis roxo metalizado (apesar de não precisar usar o lápis pra resolver as questões, eu gostava dele).

Nesse meio tempo, Jieun, minha melhor amiga e defensora, chegou. Pra variar, ela estava com um bico enorme, parecia que tinha levado uma ferroada no beiço. Ela se sentou na carteira ao lado da minha e cuspiu um “oi”.

Levantei e fui me sentar na beirada da cadeira dela, a abraçando pra ver se o bico sumia. E porque eu queria abraçar alguém mesmo.

— Por que minha estrelinha tá chateada hoje? — perguntei, apertando a bochecha dela.

— Ah, Lay, para de grude. Você trabalha em fábrica de chiclete?

— Não... mas deve ser legal — falei, considerando essa alternativa. — Chicletes têm umas cores lindas, e são docinhos.

Ela bufou.

— Eu bem que tô precisando de um docinho — ela resmungou, apoiando a cabeça no meu braço estendido.

— Eu tenho bala, serve?

Ela me olhou com os lábios apertados. Já sabia que expressão era aquela: eu não havia entendido nada. Mas, poxa, o que eu deixei escapar?

— Eu quero dizer uma festa. Pra encontrar rapazes — ela falou.

— Você quer dizer...

— Eu quero dar, Lay, puta merda, vou ter que desenhar?

Engoli em seco, desconcertado. Bem nessa hora, Jin, que tinha uma paixão já conhecida pela minha doce amiga, passava.

— Nossa, princesa, se você quer doce, eu tenho um pra te dar — falou.

Mas por algum motivo, Jieun não gostou do xaveco. Ela soltou uma risada, que eu conhecia como: a risada do não tô achando graça.

— Talvez eu até aceitasse, mas o caso é que eu não achei a minha preciosa no lixo. Agora dá pra voltar pra sua jaula? Isso aqui não é zoológico.

O sorriso de Jin virou uma careta de dor de barriga e ele se afastou.

— Amiga! — Algo me veio, de repente. — Amanhã é a festa de inauguração do Cyber Café do meu solzinho, você tem que ir! Lá vai ter muito doce, porque o confeiteiro que o Junma contratou é o Kyunggie, que mora lá em casa, lembra?

— Ah, aquele filho de satanás? Ele vai acabar envenenando a comida — ela riu.

— Não, bobinha, ele estuda gastronomia, não química. E a comida dele é maravilhosa, é ele que cozinha lá em casa.

— Ah, por isso você é assim.

Encarei o sorriso debochado dela e franzi a testa.

— Assim como? Forte?

Ela riu e apertou minha bochecha.

— Aigoo, mas é um neném mesmo.

Sorri, mesmo achando que tinha perdido alguma coisa, e vi a professora chegando.

Voltei pro meu lugar e a professora logo começou a entregar as provas. Ela era séria, mas muito boazinha, suas provas eram sempre fáceis.

— Se eu vir alguém colando, vai direto para a recuperação — ela falou. — Aposto que vão se arrepender de não terem prestado a atenção à aula.

Ela sorriu e me entregou a prova. Sorri de volta e peguei minha caneta, começando a resolver.

Passado alguns minutos escutei alguém me chamando. Olhei para o lado, era Jin.

— Ei, cara, colega, me passa a dois, pelo amor de Jesus cristinho.

Franzi a testa e virei pra frente. Detesto trapaça, ainda mais com uma prova tão fácil.

Ignorei os chamados incessantes e terminei minha prova.

Antes de entregar, revisei rapidamente. Até que ouvi um berro da professora. Ela andou até Jin e tomou-lhe a prova. Ele parecia estar olhando pro próprio bicho-papão. Fiquei com pena, mas não arrependido; a professora havia avisado que tomaria a prova de quem colasse.

Guardei minhas coisas e entreguei minha prova. A professora olhou no relógio de pulso, então me olhou de um jeito engraçado. Analisou minha prova e apertou os lábios, acenando pra eu sair. Me despedi e deixei a sala.

Sentei no pátio, esperando por Fan. Espero que ele chegue logo. Tenho muito o que resolver.

Depois de poucos minutos, vi alguém se aproximando. Era Jin. Ele parecia chateado, mas eu também ficaria se estivesse de recuperação.

— Você — ele apontou pra mim —, por sua culpa agora vou ter que aguentar aquela bruxa velha nas férias!

— Ahn? Eu não sabia que a professora também era bruxa! Que legal!

Eu precisava conversar com ela uma hora dessas.

— Seu retardado, não sei como consegue ir tão bem nas provas, você não entende nada que a gente fala, parece um demente!

— Bem, eu presto a atenção nas aulas. O que mais poderia fazer?

— E ainda quer pagar de engraçadinho!

Ele se aproximou e agarrou a gola da minha camisa. Okay, agora ele parecia zangado.

— Olha, não é minha culpa, você não devia ter tentado colar, a professora avisou...

— Eu sei o que a bruxa velha falou, não sou retardado como você, que fica brisando depois de fumar um.

Tá, agora ele foi longe demais. Tirei sua mão da minha camisa, tentando demonstrar meu desgosto.

— Olha, eu não fumo mais um, nem dois, nem quantidade nenhuma.

Ele riu.

— Ah, então você é drogadinho como todo mundo fala.

Apertei minhas mãos em punho.

— Isso não é da conta de ninguém. Inclusive sua, então, por favor, pare de dizer isso.

Ele me olhou, rindo da minha cara.

— Vai fazer o quê? Chamar aquela sua amiga vadia pra te defender?

Agora eu é que agarrara a gola de sua camisa. Aproximei meu rosto do dele, olhando bem em seus olhos. De repente senti vontade de ter o poder do motoqueiro fantasma e o fazer ver todas as coisas erradas que fizera e dissera por toda a eternidade.

— Eu posso até aguentar sua grosseria — falei em tom baixo —, mas nunca, nunca!, tente se voltar contra meus amigos. Você não vai receber meu lado legal. Vai receber meu lado feio. Você não vai gostar.

Ele me encarou com olhos arregalados; estava com medo. Eu quis que ele ficasse com medo, assim ele não falaria mais coisas feias sobre Jieun.

— Lay?

Ouvi meu nome e voltei a mim. Soltei Jin devagar e ele olhou para os lados rapidamente e correu pra longe, tropeçando nos próprios pés.

Fan apareceu ao meu lado, ele parecia assustado. Senti meu coração apertar.

— Fan! O que foi? Aconteceu alguma coisa com o Lulu?

Segurei seus braços, sentindo meus olhos já arderem. Não podia ter acontecido nada com o Lulu, não é?

— Não..., Lay. Ele está bem, no hospital — ele falou devagar, ainda assustado. — Ahn, vamos lá, sim?

Suspirei aliviado. Sorri pro Fan e o puxei pela mão para sair da universidade.

 

■□■□■□

 

Fan tinha estacionado longe, então fomos andando, contornando a Universidade e passando pelos prédios comerciais. Tinha muita coisa legal nas vitrines, mas eu não podia parar pra ficar olhando. Quem sabe outra hora.

— Você estacionou longe, hein, hyung? — falei já cansado de andar.

— Não tem vaga por aqui, parece que todo mundo resolveu ir às compras.

— Bem, então vamos comprar alguma coisa também! Um presente pela melhora do Lulu.

Fan concordou e fomos até um mercadão que vendia de tudo, desde materiais pra construção, até ração e fertilizantes. Decidi escolher algo pra casa, porque Lulu vivia reclamando das coisas velhas que tinha que usar. E como ele adora limpar, achei que gostaria de um aspirador de pó ultra clean, um que ele vira no comercial de televisão e ficou louco pra comprar. E agora que voltaria pra casa, ia querer limpar tudo, já que passou quase dois dias fora. Imagina quanta poeira poderia estar acumulada em dois dias.

Estávamos indo em direção ao caixa, quando vi Baekkie. Foi uma surpresa e fiquei super animado em vê-lo. Corri até ele e o abracei.

— Hyung! Que susto!

Sorri e apertei sua bochecha.

— O que meu cometinha está fazendo aqui?

Olhei em volta, vendo que era a ala dos animais de estimação. E na nossa frente, estavam várias caixas de vidro com ratos enormes e animados.

— Eu estava dando uma olhada — ele comentou. — Tentando encontrar algum que fosse parecido com o Pikachu. Mas eu nem tentei olhar pro Pikachu e ver como ele era. Só estava preocupado em me livrar dele.

Ele suspirou desanimado.

— Ah, meu cometinha, não fica assim! — o apertei com força até ele rir. — O Pikachu não se parece com esses aí. Ele tem manchas pretas nas pontas das orelhas, e é cor de areia.

Baekkie me olhou.

— Como você sabe, hyung?

Ops...

— Ah, eu... costumava dar tofu pra ele. Ahn, vamos logo, temos que buscar o Lulu. Vem com a gente, Baekkie.

Puxei ele comigo pro caixa, e Fan veio atrás, carregando o aspirador de pó ultra clean. Pagamos (eu não sabia que aspiradores de pó ultra clean eram tão caros) e continuamos nossa jornada até o carro de Fan.

— Caralho, onde você parou esse carro, hyung? — Baekkie perguntou ofegante.

— Está logo naquele estacionamento ali.

Chegamos, finalmente, no estacionamento. Um rapaz alto veio até nós, saltitante. Era Taozi!

— Taozi! Então é aqui que você está trabalhando? — Perguntei.

— Hyung! Que surpresa — ele disse com um sorriso estranho, ainda olhando pro Fan. — É, só vou terminar a semana aqui pra poder trabalhar em período integral no Exotic.

— Waah! Tão trabalhador, não é, Fan?

— É, é, verdade — Fan gaguejou, balançava o corpo, mexendo as pernas no mesmo lugar.

— Aqui tá a chave, seu coisinho — Taozi estregou a chave pro Fan com um sorriso de gatinho.

— Ah, obrigado, Tao, tão eficiente você... — Fan soltou uma risada esquisita.

— Sempre que precisar, seu coisinho.

Taozi voltou para a casinha onde ficavam as chaves e ficou acenando pra nós de lá. Quando Fan ia sair com o carro, quase o bateu com outro que entrava, porque foi acenar de volta pro Taozi. Baekkie gargalhou e eu ri também, apesar de ter ficado assustado.

O caminho pro hospital foi rápido, quase não deu pra terminarmos de ouvir What does the fox says?, minha música favorita.

— Ah, Fan, então foi por isso que você parou o carro tão longe, pra chegarmos logo no hospital! — deduzi.

Baekkie riu.

— Acho que não foi bem por isso.

Fan olhou feio pro Baekkie.

— Claro que foi, Baek, que ideia!

Baekkie riu de novo e saímos do carro.

O hospital estava movimentado, mas o quarto de Lulu não era longe, e ele já estava pronto quando chegamos.

— Até que enfim, hein! Achei que fosse ter que dormir de novo nesse antro de doença — Lulu disse.

— Lulu! Você tá bem, estou tão feliz!

Abracei Lulu, que deu palmadinhas em meu ombro e depois me afastou.

— Tô bem, Lay. E vou continuar bem se você não inventar de espalhar comida pela casa de novo.

— Ah, não vou, não, Lulu. Pode deixar.

Sorri e abracei meu primo de novo. Finalmente Lulu vai voltar pra casa. Mais um problema resolvido. Só faltam dois...

 

■□■□■□

 

Lulu amou o aspirador de pó ultra clean. Tanto que já o ligou e saiu capturando toda a poeira que havia se acumulado naqueles dois dias.

Meu solzinho me ligou e contou que todos os preparativos estavam prontos, e que a festa de inauguração ia ser o maior sucesso. Ele também disse que Lulu havia ligado pra ele e feito uma oferta maravilhosa e que certamente seria um sucesso. Eles combinariam os detalhes amanhã de manhã.

Kyunggie parecia cansado. Ele se recusou a cozinhar e foi logo pro quarto. Acho que está preocupado com a inauguração, mas eu disse a ele para não se preocupar, porque todos iam amar os doces dele. E ele respondeu que não sabia se ficaria só nos doces, e talvez acabasse fazendo uma torta de intrometido. Não sabia como era aquela torta, mas Kyunggie já havia ido pro quarto e não pude perguntar.

Pedimos uma pizza e comemos na sala, que Lulu já havia limpado. Channie estava animado com a inauguração. Já havia falado para todos do grupo Pokénáticos que o Cyber Café era um Pokéstop e todos prometeram ir à inauguração. Mas quando comentei com Baekkie como isso era legal, Channie ficou sério e levou sua pizza pra comer no quarto. Lulu gritou pra ele levar o prato pra pia depois.

Olhei pra Baekkie, que havia parado de comer e encarava a pizza como se ela não estivesse ali. Achei que estava na hora de continuar meu plano que eu batizara de Operação Reconciliação.

— Baekkie, você já acabou de comer, ne? Vem aqui, quero te mostrar uma coisa que você vai a-do-rar.

O puxei pela mão, ouvindo Lulu reclamando que ele quase derrubara a pizza no sofá. Subimos as escadas até meu quarto. Tinha que ser rápido, antes que Lulu viesse dormir.

— O que foi, hyung? Vai demorar? Preciso muito ir dormir.

— Não vai demorar nada, e você ainda vai dormir muito bem.

Fui até minha estante e peguei minha caixinha de decupagem, onde eu fizera alguns furinhos. Virei para Baekkie e lhe estendi a caixa.

— Cuidado para não derrubar. E não deixe em um lugar barulhento.

Ele franziu as sobrancelhas e olhou para a caixa. Então a abriu e quase a derrubou, soltando um gritinho de surpresa.

— Fale baixo — eu ri.

— Hyung... hyung! Esse... ele é...

— É. Tome cuidado.

Ele fechou a caixa e me olhou com os olhos brilhantes. Então colocou a caixa na cama e correu em minha direção, me abraçando.

— Ah, hyung, então era isso que você estava fazendo espalhando tofu pela casa? — ele falou choroso. — Você é o melhor!

Sorri e o abracei de volta.

— Eu disse que tudo ia ficar bem, cometinha.

E ia sim. Graças aos bons espíritos.

Porque, fala sério, eles a-ba-lam!

 

○●○●○●


Notas Finais


Ah, esses espíritos <3 auhauahuahua
O que será que tem na caixinha de decupagem??? Dou uma caneta de gel de glitter roxo imaginária pra quem acertar.
O que acharam? Eu adoro esse Lay, tão fofo hahaha :3
Bem, até semana que vem!
Beijooos! *3*


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