História Vida de CatnoirAdrien e LadybugMarinette - Capítulo 11


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Exibições 40
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu vou continuar com a mesma inspiração por alguns capítulos! Quando mudar eu falo!
Fiquem com a fic!

Capítulo 11 - Acho que nunca mais vou sorrir!


Fanfic / Fanfiction Vida de CatnoirAdrien e LadybugMarinette - Capítulo 11 - Acho que nunca mais vou sorrir!

Adrien acorda anda amarrado, seu pai o solta e se despede com um:

-- Seja bom!

Ele não responde e vai para a escola.

Na escola, ele ficou a entrada isolado, sem falar com ninguém. Marinette continua preocupada e vai com Alya e Nino ver se podem anima-lo de novo. Marinette chega perto e pergunta :

-- Oi Adrien! Quer ver um vídeo muito legal que eu vi? - pergunta ela segurando o celular.

--.....

-- Quer ir no zoológico hoje depois da aula? - pergunta Alya. 

--....

-- Quer soltar bolinha de sabão? - pergunta Nino soltando uma.

Pensamento Adrien :

"Tudo bem" " De Boas" "É sono!" "Dor de cabeça"                " guarganta" "costas" "mau jeito" "torci" "briguei com meu pai" "Com Natalie"... É tudo mentira! 

Pesamento off.

Adrien sai de lá sem dizer nada. Ele só queria ficar sozinho para esquecer tudo isso. Ele se destanciava e outros garotos chamavam ele de "inamado" ou de "excluido" e ele pensava:

--- Meu pai tem razão! Todos eles tem!

No recreio, Adrien começa a correr, correr aleatóriamente pela quadra sem saber mais o que fazer para esquecer tudo. Mas nunca conseguia. Qualquer um que se aproximasse ele distanciava sem dizer nada, apenas lagrimas, lágrimas escorrendo pelo seu rosto, pensando no que sofreria se voltasse para casa, cada dia algo diferente, mas se fugisse, seu pai ia o achar e fazer muito pior se o encontrasse, não sabia mais o que fazer, apenas correr, correr, correr e correr.

No dia tinha aula de artes e era tema livre. Adrien desenhou um cara bem alto comandando uma marionete, mas a marionete, mesmo sendo de madeira, havia uma fumaça preta saindo dela, mesmo sem estar pegando fogo. 

Marinette se aproxima e observa o desenho.

-- O que é isso? - pergunta curiosa e preocupada.

-- O boneco está tendo sua alma tirada.

-- Por que?

-- É uma história. 

-- Pode me contar?

Após acabar de perguntar, o sinal toca e Adrien pega suas coisas e sai apenas com um "tchau"!

Marinette pega o desenho e o segue. Eles param em um lugar sem nenhuma pessoa. Então Marinette pergunta :

-- Pode me contar a história agora? Me interessei!

-- Tá! 

Adrien pega um graveto do chão e começa a desenhar no chão arenoso.

-- Esta história é sobre um garoto que vivia feliz com sua mãe e seu pai. Depois que sua mãe sumiu o pai dele mudou muito e não queria que seu filho sorrisse.

-- Continue...

-- Um dia o garoto se apaixonou mas o pai dele disse que não poderia namora-lá pois ela não o amava de verdade. E que todos só gostavam dele por que ele era rico.

-- Continue Adrien! Não tenha medo!

-- Ele o prendia no quarto - dizia ele a ponto de chorar - o obrigava a comer coisas velhas e até vencidas. Ele tinha medo de ir para casa e de ser...

-- Desculpa ser o que?

Adrien apaga o desenho do chão com o pé e diz:

-- Esse é o fim da história! Tchau Marinette! 

Marinette olha para as marcas de pés e depois levanta a cabeça e vê ele correndo para casa.

No caminho, Plagg sai de seu casaco e diz:

-- Aquele não era o fim!

-- Mas tem que ser! Pelo menos para ela!

-- Idiota! 

Ele entra em casa e é pego pelo pai pelo cabelo, que diz:

-- Por que você demorou tanto?

-- Eu fui parado!

-- Por quem?

-- Por Marinette! 

-- Disse algo sobre isso?

--Não, não disse! Não disse nada!

-- Jurá? 

-- Não! 

-- Peste!

-- Não falei que era você nem eu! Eu juro!

-- É mesmo? 

-- É!

-- Não! não é! 

Gabriel sobe para o banheiro e enche a pia, mergulha sua cabeça e deixa 6 segundos, depois tira e fica 3, põem e fica 7... foi assim até dar 20. Depois o jogou no quarto e diz:

-- Se quizer, come a poeira do chão! 

Ele sai e trança as portas. Adrien começa a chorar e não sabe mais o que fazer.

No dia seguinte, era aula de educação física. Ele corria na quadra quando recebeu uma bolada na testa, de Nino, ele cai de costas e sua testa começa a sangrar. Todos vão até ele é Marinette o leva a enfermaria.

Na via,  segura a mão dele e pergunta:

-- Adrien, aquele garoto da história... Eu conheço? 

-- Sim!

-- Hum. Ele é da escola?

-- É!

-- É da nossa turma?

-- hurrum! 

-- Uma última pergunta!

-- Fala!

Marinette sussurra:

-- Eu estou segurando a mão dele agora? 

Adrien olha para sua mão e começa a tremer. E balança a cabeça positivamente.

Ele começa a chorar e pergunta :

-- Ainda vai me amar depois disso?

-- É lógico Adrien! 

Adrien olha para frente e verso Marinette lhe oferecer um abraço :

-- Não é culpa sua gatinho!

Ele aceita o abraça, um abraço forte libertando toda sua aflição e angústia que passou aquela semana inteira.

Na aula, Nino vê Adrien sorrindo novamente e pede:

-- Po cara! Desculpa pela bolada viu?

-- Tudo bem! Não foi sua culpa! 

Alya observa aquilo espantada e pergunta a Mari:

-- O que você fez? 

-- Entendi o lado dele!

-- Que?

-- Depois te conto!

Na saída ela diz, mas tarde vou na sua casa resolver aquele assunto tá? 

-- tá! 

Adrien chega em casa feliz de tudo aquilo acabar, pelo menos hoje!

Ele vê seu pai e ele pergunta retoricamente :

-- Achou bonito? 

-- O que?

-- Adivinha quem eu ouvi conversar com Marinette sobre "resolver um assunto"?

Adrien se assusta de como ele o escutou. Agora não sabia o que fazer, quando Marinette ia chegar, só que naquele dia sua morte estava certa!


Notas Finais


Continua...


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