História Vida de Hibridos (Mitw,Cellps,Jvtista,L3ddy Etc) Reprise - Capítulo 19


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Pentatonix, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Avi Kaplan, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Kevin Olusola, Kirstie Maldonado, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Mitch Grassi, Pac, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Scott Hoying, Thiago Elias "Calango"
Tags Authenticmemória, Cellps, Jvtista, L3ddy, Mitw, Scömìche
Visualizações 251
Palavras 4.872
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOIIEEE GENTTEEEE c:

ENTÃOOO CHEGAMOS NO FIM DA PRIMEIRA TEMPORADA :c

VÃO LOGOOO LER ESSE CAPITULO QUE EU FIZ COM TANTOO AMORR

~Até lá embaixo~

Capítulo 19 - Morte - Parte Final. And The End...


Fanfic / Fanfiction Vida de Hibridos (Mitw,Cellps,Jvtista,L3ddy Etc) Reprise - Capítulo 19 - Morte - Parte Final. And The End...

P.O.V FELPS

Chegamos no hospital, eu estacionei o carro e todos saíram menos eu e Cellbit, tirei meu cinto e peguei a chave do carro, sai do carro e fui abrir a porta para Cellbit sair.

-F-Felps... – Ele me chama e eu me inclino e me apoio na janela começando a encará-lo.

-Oi? – Eu o respondo olhando para aqueles olhos azuis perfeitos.

-Me le-leva de volta para o internato... – Ele pede me encarando e logo em seguida solta um suspiro olhando para as próprias mãos.

-Por que pequeno? – Eu pergunto e vejo uma lagrima cair em suas mãos, levanto seu rosto e seco o rastro que aquela lagrima deixou em sua bochecha.

-Hospitais me fazem mal... – Ele fala me encarando e dando um pequeno sorriso sem mostrar os dentes.

-Okay..., me espera aqui. – Eu falo e dou um selinho em seus lábios meio rosados e entro no hospital. Encontro o pessoal e eles me olham estranho, mas eu apenas solto um leve sorriso.

-Onde o Cellbit está? – Luba pergunta olhando através dos meus ombros, mas não encontra ninguém.

-Ele está no carro... – Eu falo e eles me olham estranho.

-Por que? – T3ddy pergunta abraçando Luba por trás e colocando as mãos na cintura do de cabelo rosa.

-Ele disse que hospitais o fazem mal e que queria voltar para o internato – Eu falo e Nik vem até mim e pega a chave do carro que estava em minha mão direita e coloca outra chave no lugar.

-Vai com a minha moto. – Nik fala e eu assinto saindo e acenando para os outros.

Saio correndo do hospital e volto para o estacionamento, começo a ouvir uma música, começo a seguir a voz da pessoa e a cada momento que eu chegava mais perto a voz se tornava mais aguda e feminina, chego atrás de um carro preto e a voz vinha de uma das janelas, vou chegando mais perto aos pouco e começo a apreciar a voz e a música.

 

-Noises, I play within my head – A voz simplesmente era magnifica.

-Touch my own skin and hope that I'm still breathing... And I think back to when my brother and my sister slept... In an unlocked place the only time I feel safe – Chego no carro e me abaixo e começo a ir para debaixo da janela.

-OOOOLLLLÁÁÁ - Eu grito e vejo que o ser que estava no carro era Cellbit e o mesmo pula de susto, começo a rir, o mesmo fica com uma cara emburrada e sai do carro.

-Porra felps, precisava me assustar? Seu louco. – Cellbit fala chegando perto de mim e me dando socos fracos em meu peitoral, coloco meus braços envolta da sua cintura e o puxo para cima fazendo o mesmo entrelaçar as pernas em minha cintura e os braços em minha nuca, assim colando nossas testas.

-Sim precisava e sou louco mesmo, mas sou louco por um certo Rafael Lange de olhos azuis perfeitos como o céu e o mar. – Eu falo e o mesmo começa a me dar vários selinhos, em um desses selinhos eu aprofundo e começamos um beijo apaixonado e calmo, peço passagem com a língua e ele cede, acabamos o beijo quando nossos pulmões já imploravam por ar.

-Eu te amo Felps – Ele fala e me dá um selinho demorado.

-Também te amo Cellbit – Eu falo e ele me dá um abraço apertado e eu beijo sua bochecha.

-F-Felps... – Cellbit me chama corado e eu começo a olhar no fundo dos seus olhos.

-Sim? – Eu falo/pergunto e o mesmo abaixa a cabeça.

-V-Vamos para o internato, por favor... – Ele fala ainda corado e com a cabeça abaixada.

-Okay pequeno... –Eu falo e desço ele do meu colo, pego em sua mão e percebo que a mesma estava suando, seguimos até a moto da Nik, entrego um dos capacetes a ele e o outro coloco em mim, subimos na moto, ele coloca os braços envolta da minha cintura apertando a mesma, ligo a moto e sigo para o internato.

 

                                                           (QUEBRA DE TEMPO)

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Chegamos no internato, estacionei a moto no estacionamento (N/A: Meio obvio né felps?), eu e Cellbit descemos da moto, pego o mesmo no colo “estilo noiva” sem ele perceber e saio correndo até o nosso quarto enquanto o mesmo se debatia e ria descontroladamente.

-F-FELPS PARA, *risos* ME COLOCA NO CHÃO FELIPE. –Cellbit gritava rindo, chegamos em nosso quarto, o jogo na cama e tranco a porta.

P.O.V CELLBIT

Felps vem até mim ficando de quatro por cima de mim e começa um beijo lento e apaixonado, ele pede passagem e eu cedo, começo a sentir minhas bochechas esquentarem e meu membro começa a ficar ereto, curvo minhas pernas para esconder minha ereção, mas acabo soltando um gemido de dor durante o beijo e acabo interrompendo o mesmo.

-Amor..., você está bem? – Felps pergunta me encarando, fecho meus olhos com força por causa da dor que vinha do meu membro e da minha entrada. Ah não.... Eu entrei no cio.

 -F-Felps..., Ah Awnn... E-eu entrei no c-cio, Awnn – Eu falo sem conseguir conter meus gemidos e corando muito.

-Amor..., você tem certeza de que quer fazer isso? Eu não quero te machucar. – Felps fala me encarando e sentando na cama.

-S-Sim... Awnn Felps... – Eu falo gemendo de dor, a cada segundo que passa a dor só aumenta, Felps me puxa para seu colo fazendo com que eu abraçasse sua nuca, ele segura o meu queixo e começa um beijo lento, que ao passar do tempo vai ficando mais “selvagem”.

Minhas mãos descem até a sua cintura e eu puxo sua camisa para cima assim fazendo o beijo ser interrompido e tirando sua camisa jogando a mesma em um quanto qualquer do quarto, Felps tira a minha camisa, mas ao invés de jogá-la, ele amarra meus pulsos com a mesma.

P.O.V FELPS

O deito na cama novamente e tiro a sua calça o deixando apenas de box, Ahh eu estou adorando ver o meu coelhinho corado e dando suspiros, me levanto da cama tirando minha calça a jogando em qualquer canto do quarto e volto para cima do meu coelhinho.

-Você está tão fofo, meu coelhinho. – Eu falo com um sorriso malicioso no rosto e Cellbit cora.

Começo a dar chupões, mordidas e lambidas em seu pescoço enquanto o mesmo apenas gemia, acabo dando um chupão em seu ponto fraco e ele geme mais arrastado e agudo, volto a beijar aqueles lábios que eu tanto amo, só que agora com mais profundidade e desejo enquanto massageava seus mamilos, desço meus lábios até o seu mamilo esquerdo.

Começo a lamber/morder o seu mamilo enquanto o mesmo apenas gemia, repito o ato no mamilo direito, começo a fazer uma trilha de beijos de seus mamilos até o cós da sua calça e tiro a mesma com brutalidade, começo a chupar seu membro por cima da box e o mesmo começa a dar gemidos fracos e a fechar os olhos enquanto apertava o lençol da cama.

-F-Felps vai l-logo... – Cellbit fala gemendo e apertando os olhos com força, posso dizer que estou adorando essa cena.

-Okay. Meu coelhinho. – Eu falo e arranco sua box colocando seu membro por inteiro na minha boca fazendo o mesmo soltar um grito de prazer e colocar a mão na boca corando.

Levo 3 dedos até seus lábios meio vermelhos para um tom de rosa e ele começa a sugar, chupar e lamber meus dedos, tiro seu membro da minha boca e meus dedos de sua boca, levo um dedo até sua entrada que escorria pré-gozo e penetro em sua entrada e o mesmo arfa de dor, depois de um tempo eu penetro o segundo dedo fazendo ele gemer arrastado de dor, por último eu penetro o terceiro dedo fazendo ele gritar de dor, começo a fazer movimentos de tesoura em sua entrada e seus gemidos vão mudando de dor para prazer.

Levanto tirando minha box, sento na cama e puxo Cellbit para o meu colo, penetro meu membro aos poucos em sua entrada e o mesmo apenas fechava os olhos por conta da dor, entro por completo dentro dele e espero alguns minutos para ele se acostumar.

Começo a me mover enquanto Cellbit apenas arranhava minhas costas, começo a aumentar a velocidade assim começando a dar estocadas fundas/violentas/brutas em sua entrada, no meio das estocadas começo a dar beijos em seu pescoço.

-AWNN F-FELPS ACERTA AI DENOVO AWNN... – Cellbit grita ao sua próstata ser acertada, tiro minha mão direita da sua cintura e começo a masturba-lo ao mesmo ritmo das estocadas, Cellbit chega ao seu ápice e goza em minha mão, mas ele acaba contraindo sua entrada fazendo meu membro inchar em sua entrada e eu chegar em meu ápice gozando em sua entrada.

Saio de dentro dele e deito na cama trazendo o mesmo para perto de mim, ele deita com a cabeça em meu peito e começa a brincar com os dedos em cima do meu peitoral enquanto eu fazia cafuné em seus cabelos loiros.

-Te amo coelhinho dos olhos azuis. – Eu falo e o mesmo levanta um pouco me dando um selinho demorado e logo em seguida me dá um beijo na bochecha voltando a se deitar em meu peito.

-Te amo minha raposa encaracolada – Cellbit fala entrelaçando nossas mãos e eu beijo o topo da sua cabeça e assim dormimos.

                                        (LEIAM ESSE P.O.V ESCUTANDO A MUSICA SAD SONG )

P.O.V MIKE

Eu estava em um canto qualquer do hospital sentado no chão em posição fetal enquanto chorava e lembrava dos momentos em que eu e meu gatinho passamos quando éramos pequenos.

~FlashBack (On)~

-Vem Miguel. – Pac fala e entrelaça nossas mãos me ajudando a me levantar.

-Onde estamos indo Pac? – Eu pergunto enquanto o mesmo me puxava para algum lugar desconhecido.

-Chegamos! – Pac fala ao chegarmos em um lugar com arvores roxas e rosas que se intercalavam entre elas fazendo uma mini passarela com as folhas que caiam no chão, começamos a andar pela passarela e no final tinha uma arvore gigante.

-Como você achou esse lugar? – Eu pergunto e o mesmo cora largando minha mão e dando cinco passos enquanto virava de costas para mim.

-E-Eu estava andando pelas redondezas enquanto pensava em coisas até que eu encontrei esse local, daquele dia em diante quando eu quero pensar eu venho aqui – Pac fala, enquanto falava ele olhou para cima e abriu os braços.

-Por que me trouxe aqui, pequeno? – Eu pergunto e vejo o mesmo se virar enquanto vinha em minha direção.

-Porque eu gosto de você Miguel, afinal você é meu melhor amigo. – Ele fala enquanto me abraçava e enterrava a cabeça em meu peito.

~FlashBack (Off)~

 

~FlashBack (On)~

Estava eu e Tarik deitados embaixo de uma arvore conversando sobre assuntos aleatórios.

-Miguel... o que é amar? – Tarik pergunta olhando no fundo dos meus olhos.

-Ah..., amar é você se sentir seguro, feliz, não querer perder uma pessoa nunca, isso é amar pequeno. – Eu falo, Tarik levanta e se senta em minha barriga colocando suas pequenas mãos em meu peito e soltando um sorriso fofo.

-Miguel... você me ama? – Tarik pergunta olhando no fundo dos meus olhos fazendo eu encarar aquele par de olhos negros e brilhantes como a noite.

-Amo..., e amo muito pequeno – Eu falo me levanto assim fazendo Tarik se sentar em meu colo curvando as pernas em minhas costas e abraçar a minha nuca, eu coloco minhas mãos em sua cintura e beijo sua bochecha, que em estantes começa a ter tons vermelhos, assim deixando Tarik mais fofo.

-Eu te amo Miguel! – Tarik grita e ficamos naquele abraço por vários minutos

 

~FlashBack (Off)~

 

- Mike... o que aconteceu? – T3ddy pergunta soltando Luba e vindo em minha direção.

-T3ddy... o que vai acontecer se ele morrer? – Eu pergunto enquanto soluçava.

-Mike ele não vai morrer, para de ser pessimista – T3ddy fala se sentando ao meu lado e me abraçando.

-E-Eu não vou aguentar viver sem o meu pequeno gatinho, T3ddy – Eu falo e Luba, Guaxinim, Jv e Alan me abraçam.

                                 

                                               (QUEBRA DE TEMPO)

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P.O.V LUBA

Mike acabou dormindo no colo do guaxinim, é melhor assim, pelo menos ele não fica chorando, confesso quase chorei e ainda estou com vontade de chorar.

-Responsáveis por Tarik Pacagnam? – O médico fala vindo em nossa direção.

-Somos nós! – O diretor fala e o médico assente com uma cara não muito boa.

-Bom..., infelizmente o paciente não resistiu. – O médico fala com um leve sorriso no rosto e com a voz em um tom frio.

-E-ele mo-morreu? ... – Eu falo com a voz tremula e começo a chorar muito, acabo por meu corpo ficar leve e por um momento o mesmo tombar para o lado, mas T3ddy me abraça começando a fazer cafuné em meus cabelos.

-Aqui está o atestado de óbito – O médico fala e entrega o envelope ao diretor, Mike acorda e vem em minha direção.

-Luba o que aconteceu? – Mike pergunta preocupado.

-Como assim ele estava gravido? – O diretor fala assustado.

-Oi? Como assim “estava gravido”? – Mike pergunta e eu vejo lagrimas se formarem em seu rosto.

-M-Mike... o pequeno Tarik morreu e sim ele estava gravido. – Nik fala chorando e Mike se joga no chão chorando e gritando.

-M-meu pequeno gatinho e m-meu filho..., por que comigo?... – Mike fala enquanto soluçava e chorava mais e mais.

-Bom..., meus pêsames – O diretor fala abraçando Nik e Mike, eu me solto de T3ddy e vou abraçar o diretor também.

-Diretor é melhor voltarmos para o internato... – Jamesson fala, saímos do hospital e fomos para o estacionamento, entramos no carro e seguimos em direção ao internato.

 

                                                   (QUEBRA DE TEMPO)

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P.O.V NIK

Chegamos no internato e cada um foi para seu quarto, essa noite eu vou ficar no quarto do Mike, porque nós não paramos de chorar, aproveitamos e começamos a separar a roupa do pequeno Tarik.

-Que roupa pegamos Mike?... – Eu falo após Mike sair do banheiro com os olhos vermelhos e os olhos inchados.

-Que tal esse moletom, essa calça e esse sapato? – Mike fala colocando um moletom preto com estrelas e corações minúsculos, uma calça azul marinho e um tênis preto.

-Ah Mike, o Tarik pediu para te entregar caso alguma coisa acontece-se com ele – Eu falo e pego no meu bolso um colar com um desenho de creeper, Mike pega o colar começando a encara-lo, logo percebo muitas lagrimas saindo dos seus olhos, abraço Mike e sinto minha camisa sendo molhada.

-N-Nik como eu vou viver sem o meu pequeno gatinho? -  Mike fala soluçando e chorando mais e mais.

-Infelizmente eu não posso te responder Mike... – Eu falo e desabo em lagrimas também, e foi assim a noite toda, ambos chorando pelo nosso pequeno Tarik...

                                                            (QUEBRA DE TEMPO)

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Eu acordo com os raios de sol em meu rosto e percebo que Mike ainda dormia, vou para o banheiro, tomo um banho e troco de roupa, saio do quarto e tento acordar Mike.

-Ei Mike, acorda.  – Eu falo balançando o mesmo e ele abre os olhos aos poucos.

-Hurgn? – Ele murmura quando acorda, ele se levanta, pega peças de roupas no guarda roupa, entra no banheiro e depois de um tempo ele aparece e saímos indo para a cantina, lá encontramos o pessoal - menos Felps e Cellbit – e a mesa estava em um silencio absurdo.

 

P.O.V FELPS

Acordo e percebo que Cellbit ainda dormia tranquilamente, lembro de ontem à noite e um sorriso brota em meus lábios, sinto Cellbit se mexendo e logo em seguida ele acorda.

-Bom dia Coelhinho. – Eu falo com a voz rouca e fraca.

-Bom dia Raposinha. – Ele fala e dou um beijo em seus cabelos, levanto da cama e pego Cellbit no colo “estilo noiva” e entro no banheiro com o mesmo

O coloco sentado em cima da pia e ligo a torneira para encher a banheira, depois de cheia, pego Cellbit novamente no colo “estilo noiva” e entro na banheira com ele, coloco Cellbit em meu colo virado de frente para mim e começo a banhar nós dois, pego shampoo colocando um pouco em minha mão e começo a passar nos fios loiros de Cellbit enquanto o mesmo fechava os olhos e mexia o nariz mostrando que estava gostando do carinho que eu fazia em sua cabeça, depois de lavar seu cabelo eu pego o sabonete e começo a passar em seu corpo.

Chego em sua cintura e penetro um dedo – sem sabonete – em sua entrada fazendo Cellbit apertar minhas costas, adiciono mais dois dedos e começo a movimenta-los em sua entrada, tiro os meus dedos da sua entrada e começo a observar seus olhos azuis perfeitos.

-Posso? – Eu pergunto e Cellbit se solta das minhas costas, posiciona meu membro em sua entrada e o penetra de uma vez, Cellbit grita de dor e uma lagrima desce de seu olho.

-Argh..., isso dói pra caralho – Cellbit fala, fica um tempo parado, começa a se movimentar rápido, fazendo eu dar estocadas fortes e fundas em sua entrada.

Cellbit se desmancha na agua, ele acaba contraindo sua entrada fazendo eu me desmanchar em sua entrada, terminamos de tomar banho e eu peguei Cellbit no colo “estilo noiva” e voltamos para o quarto, trocamos de roupa e fomos para o refeitório.

P.O.V GUAXINIM

Estávamos no refeitório quando Felps aparece com Cellbit em seu colo, Felps se senta entre Mike e Luba, Cellbit se senta em seu colo e começa a observar todo mundo.

-Gente o que aconteceu? E que caras são essas? – Cellbit pergunta confuso e Mike, Nik e Luba começam a chorar.

-Ce-Cellbit o-o Pa-pac morreu... – Luba fala ainda chorando e T3ddy o abraça.

-O-O-Oque? Mike isso é mentira né? – Cellbit fala com os olhos cheios de lagrimas e Felps o aperta passando segurança para o loiro.

-In-Infelizmente é ve-verdade... – Mike fala e Cellbit começa a chorar, Felps gira o loiro fazendo o mesmo o encarar e aperta Cellbit fazendo o mesmo deitar a cabeça no ombro de Felps e molhar o mesmo com suas lagrimas.

Deve estar sendo difícil para a Nik, Mike, Cellbit e Luba, afinal Cellbit e Luba perderam o melhor amigo e quase irmão deles, Nik perdeu o primo e o sobrinho, e Mike... perdeu o namorado e o próprio filho, com certeza de todos Mike é o que mais está sofrendo com a morte do Pac, ah... amanhã vai ser um grande dia para todos.

 

                                                             (QUEBRA DE TEMPO)
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                                                                             ~DIA SEGUINTE~

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P.O.V MIKE

Acordo com o sol entrando na janela, me levanto e vou para o banheiro tomar meu banho, saio do banheiro com a toalha em minha cintura voltando para o quarto, assim que fecho a porta começo a encarar o meu terno que irei usar hoje..., ah pequeno por que? Por que você se foi?

Coloco uma box preta e depois coloco meu terno, vou até meu guarda roupa e tiro de lá uma gravata azul escura, coloco o colar que meu pequeno me deu o escondendo em baixo da camiseta preta que eu usava, olho em meu celular e vejo que ainda é 06:30 AM, o enterro será às 08:00 AM, dá tempo de ir em uma floricultura e comprar um buquê com uma rosa de cada cor e claro com muitas rosas vermelhas.

Coloco meus sapatos e saio do meu quarto, desço as escadas chegando no corredor principal do internato e logo em seguida passo pela porta principal seguindo até o portão, assim saindo do internato.

                                                        (QUEBRA DE TEMPO)

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Chego na floricultura e entro na mesma, uma mulher alta, pele clarinha, ruiva e hibrida de poodle vem me atender, vejo em seu crachá que está escrito “Anna Julia” ( N/A: Ô Ô Ô Ô ANNAAAAA JULLIIIAAAAAAA..., Tá desculpa atrapalhar c: ), por um momento lembro da música “Anna Julia” e sorrio sem mostrar os dentes.

-Em que posso ajudar? – Anna Julia pergunta com um sorriso belo no rosto.

-Gostaria de um buquê com todas as cores de rosas, mas que tenha mais rosas vermelhas, por favor. – Eu falo lembrando que Tarik gostava de rosas, e que ele me disse que a vermelha significava amor.

-Certo! Por favor sente-se, pode demorar alguns minutos. – Anna Julia fala e eu assinto me sentando em uma cadeira que havia perto do balcão e Anna Julia vai para o fundo da loja.

Depois de mais ou menos 10 Minutos Anna Julia volta com um buquê perfeito e cheio de rosas vermelhas e claro com as outras cores também.

-Nossa! Está perfeito esse buquê. – Eu falo e Anna Julia coloca uma fita vermelha para segurar todas as rosas e faz um laço perfeito.

- Obrigada ...? – Anna Julia fala se referindo ao meu nome.

-Mikhael, mas me chame de Mike. – Eu falo e a mesma sorri.

-Obrigada Mike. Ah o buquê deu 30 reais, mas como você foi um rapaz muito cavaleiro fica de graça. – Anna Julia fala sorrindo.

-Não seria incomodo? – Eu pergunto enquanto ela me entregava o buquê.

-Não Mike, e você poderia me responder uma coisa? – Anna Julia fala/pergunta pegando uma chave e dando a volta no balcão.

-Posso. – Eu falo e ela tira seu avental rosa, assim mostrando um vestido preto.

-Onde e que horas vai ser o enterro? – Ela pergunta me acompanhando até a saída da loja e tranca a mesma, assim começando a me acompanhar.

-Enterro de quem? – Eu pergunto um pouco assustado pela pergunta.

-De um garoto chamado Tarik Pacg... Pacan... – Ela tentava falar o sobrenome de Tarik, mas não conseguia.

-Pacagnam? – Eu pergunto já sabendo a resposta da garota.

-Isso! Tarik Pacagnam, como sabe? Ah que pergunta boba, claro que você saberia ou melhor todos sabem, afinal passou na televisão. – Ela fala sorrindo, me assusto com o que ela disse, afinal Tarik nem era famoso.

-S-Sério que passou na televisão? – Eu pergunto e ela olha para mim assentindo.

-Afinal como você saberia o nome do garoto? – Ela pergunta confusa.

-Tarik ou melhor pac era meu namorado... – Eu falo deixando um lagrima cair, mas logo a limpo.

-E-Então o buquê era para ele? – Ela pergunta assustada e eu a encaro.

-Sim..., algum preconceito com isso? – Eu pergunto/respondo, afinal ela pode ser homofóbica.

-Não não, pelo contrário, eu amo gays e também eu sou lésbica. – Ela fala sorrindo, chegamos na frente do internato e eu avisto o pessoal, Luba, Cellbit e Nik estavam quase desabando, Luba está abraçado a T3ddy, Cellbit está abraçado a Felps e Nik está em seu quanto quieta.

Assim que me vê Alan, Nik, Jv e Guaxinim vem em minha direção, antes que eles cheguem perto de mim, eu entrego o buquê para Anna Julia e abraço Nik.

-Pensei que não iria para o enterro... – Alan fala olhando para mim, mas logo seu olhar para em Anna Julia.

 -Você é louco de achar que eu não iria..., ainda mais quando o morto é meu ex-namorado, afinal se eu não fosse..., como eu iria mostrar que o amo até depois da morte?... – Eu falo e acabo não aguentando e desabo no ombro de Nik, que apenas aperta o abraço.

-Bom meninos e meninas, vamos para o cemitério, daqui a pouco começa o enterro... – O diretor fala e entramos nos carros.

                                

                                               (QUEBRA DE TEMPO)

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Anna Julia conversou comigo no caminho inteiro, me segurei para não chorar denovo na frente dos meus amigos, prefiro chorar e sofrer sozinho, do que afetar aos outros, afinal eu sei que Cellbit, Luba e Nik também estão sofrendo com a morte do meu pequeno Tarik.

Saímos do carro e eu comecei a encarar o portão do cemitério, uma lagrima solitária desliza a partir do meu olho até minha bochecha, limpo a mesma antes que alguém veja e entramos no cemitério.

No final do cemitério tem uma capelinha, onde dentro da mesma está o caixão de Tarik, andamos até chegar na frente da capelinha, eu prefiro entrar por último, Nik também fica e quando iriamos entrar na capelinha a mesma para, encara a capela, encara o caixão de Tarik e solta um suspiro pesado, logo em seguida procura algo no bolso da sua calça.

-M-Mike... – Nik me chama e meus olhos se encontram com os seus.

-Sim? – Eu falo/pergunto e vejo ela tirar a mão do bolso da calça.

-Me de sua mão, por favor... – Ela fala esticando a mão esquerda, estico minha mão direita fazendo a mesma segurar as costas da minha mão, e a mão que estava fechada ela coloca em cima da minha mão, solta o objeto e fecha a minha mão com as duas mãos.

-O-o que é isto Nik? – Eu pergunto e a mesma apenas abaixa a cabeça.

-D-Desculpe..., eu não sou tão forte para fazer isso... – Ela fala ainda de cabeça baixa e vejo lagrimas escorrendo por todo o seu rosto.

-Isso? Como assim “isso”? – Eu pergunto e ela levanta a cabeça começando a me olhar com os olhos vermelhos e cheios de lagrimas.

-A-Abra sua mão... – Nik fala olhando para a minha mão que ainda estava esticada e fechada, abro minha mão e vejo que nela havia um colar com um pingente de pac man.

-O que é isso? – Eu pergunto sem acreditar no objeto que eu estava segurando.

-É o colar da sorte do pequeno Tarik. – Ela fala e sorri sem mostrar os dentes.

-O que eu vou fazer com isso? – Eu pergunto e Nik olha em meus olhos.

-Coloque dentro do caixão, junto a Tarik. – Ela fala e eu assinto concordando, entramos na capela e eu vou em direção ao caixão.

-Meninos e meninas, melhor deixarmos ele se despedi “direito”. – O diretor fala se referindo a mim, o pessoal assente e eles saem da capela deixando apenas eu e o corpo do meu amado.

-Pequeno, me desculpe..., me desculpe por não chegar a tempo e salvar você e nosso filho, me perdoe por tudo de mal que eu fiz. Desculpe por ter ido embora no dia do seu aniversário, desculpe por ser um completo idiota, m-más sou um idiota que te ama e se pudesse voltava no tempo e te seguraria até você se acalmar... – Eu falo olhando para o rosto pálido de Tarik, percebo que estava chorando, más isso não tem problema, afinal só esta eu e meu pequeno aqui, não tenho medo de demonstrar meus sentimentos quando estou com ele.

-Ah..., já ia esquecendo, isso é seu! – Eu falo pegando na sua mão pálida e fria, coloco o colar em sua mão e a seguro com todas as minhas forças.

-Eu te amo, Tarik Pacagnam. – Eu falo chorando igual a um bebe chorão (N/A: estou ouvindo Cry Baby nesse momento.) E beijo sua testa, saio da capela, começa a chover e quatro homens entram na mesma, minutos depois vejo o caixão de Tarik fechado sendo carregado por esses quatro homens.

Começamos a caminhar atrás dos homens até a cova de Tarik, eles amarram cordas no caixão e o abaixam até o fundo da cova, um deles começa a jogar a terra em cima do caixão e eu ia jogando as rosas que eu comprei, a chuva apenas se misturava com as lagrimas de todos.

Quando já tinha jogado toda a terra, eu fiz um buquezinho com as rosas que sobraram e coloquei na frente da cruz da sua cova.

-Vamos embora... – O diretor fala, assentimos e saímos do cemitério, entramos nos carros e seguimos em direção ao internato.

 

                                                    ( QUEBRA DE TEMPO )

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Chegamos no internato e eu e Anna Julia nos despedimos do pessoal, saímos e fomos em direção a sua casa, conversamos bastante no caminho, falamos sobre o internato e outras coisas, chegamos na frente de sua casa e eu a acompanho até a porta.

-Bom. Obrigada Mike! – Ela fala e sorri sem mostrar os dentes.

-Denada Anna Julia, bom..., tchau... – Eu falo e ela assente acenando para mim.

-Tchau Mike... – Ela fala e eu saio de lá indo em direção ao internato.

“Tudo o que eu preciso agora é ficar sozinho” eu penso assim que chego no internato e sigo em direção ao meu quarto sem falar com ninguém.

Abro a porta do quarto e o cheiro de Tarik exala pelo quarto, seu cheiro não é de nenhum perfume qualquer, nem da fragrância mais cara do mundo..., seu cheiro é natural, é único e eu adoro esse cheiro de morango misturado com rosas vermelhas.

Me jogo na cama de terno mesmo e pego o travesseiro de Tarik que tinha o seu cheiro, ah... seu doce cheiro, vou sentir falta desse cheiro, do dono do cheiro e de tudo que seja relacionado a ele...  

 

                                                      (QUEBRA DE TEMPO)

                                        ..............................................................

P.O.V PAC

Eu acordo e vejo que estava tudo escuro, tento me mexer, mas não tinha espaço, o ar não circulava, estava perdendo o ar, não sei onde eu estou, a última coisa que eu lembro é de estar pendurado por aquelas correntes e do Rezende e Maria saindo pela aquela porta... 

-SOCORRO!!!!!! - Eu grito, mas não vem nenhuma resposta. 

-SOCORRO!! ALGUÉM ME AJUDA!! SOCORRO!!! - Eu gritava e me debatia, parecia que eu estava em uma espécie de madeira. 

-Socorro... - eu falo, mas ninguém escuta, devo aceitar... 

Ninguém irá vir me buscar... 

Devo aceitar que chegou a minha hora... 

-Adeus Mike..., Adeus pessoal... - eu falo, uma lagrima solitária cai do meu rosto e acabo desmaiando.

 

The End...

 


Notas Finais


~Lê foge de facas, katanas, tijolos ~
NÃO ME MATEM, POR FAVOR

ERA NECESSARIO FAZER ISSO...

BOM QUERO COMENTARIOS GRANDES E QUERO QUE VOCÊS FALEM TUDO.

BOM...

ATÉ A SEGUNDA TEMPORADA...

FFUUIIEEE...........

https://spiritfanfics.com/historia/historia-vida-de-hibridos-mitwcellps-e-etc-2-temporada-6995878


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