História Vida de Uma Loba (Reescrevendo) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eragon, Saga Crepúsculo, Teen Wolf
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Lobos, Romance, Transfiguradores, Vampiros
Visualizações 62
Palavras 3.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ta aí pra vocês mais um capítulo recheado de emoções e explicações...
Nós vemos lá embaixo!
Enjoy

Capítulo 3 - O Spectro


Fanfic / Fanfiction Vida de Uma Loba (Reescrevendo) - Capítulo 3 - O Spectro

O caminho de volta pra casa foi bastante silencioso. Eu ainda estou tentando entender por completo o que o Luca quis dizer a respeito do companheiro que encontramos como lobos... Sem contar é claro o que o meu pai falou sobre herdar o posto de Alfa... Isso definitivamente vai pra lista de coisas a se questionar!

Entre meus devaneios rapidamente nos aproximamos de casa.

— Mãe! — chamo logo que ficamos ao alcance de seus ouvidos.

— Karol.. o que foi? 'Tá tudo bem? pensei que ia demorar mais com seu pai...

— Sim! dei um jeitinho de sair da clareira antes... E só pra constar, em todo caso voltei pra casa pra te ajudar com alguma faxina...— ela me encara com um olhar reprovador, mas contorno com uma piscadela cúmplice. Uma pequena tosse as minhas costas me lembra do meu intento trazendo Luca em casa — Ah! Quase me esquecia... Mãe esse é o Luca eu o conheço fazem uns 4 anos e descobri hoje que ele partilha do nosso segredo — falei em voz baixa por medo que a Carla pudesse ouvir — e Luca, essa é minha mãe...

— Beta Elizabeth. É um prazer conhece-la.— sou interrompida pelo lobo ao meu lado.

— Luca, o prodígio de Jon. ... um prazer conhecê-lo também! — eles trocam apertos de mão rapidamente.

— Ótimo saber que não sou a única que sofre pela língua grande do meu pai... — meu tem irônico os faz rir.

Por instantes paro pra observar minha mãe, nossa aparência, da Carla e minha, no geral vinha da minha mãe, com exceção dos olhos e do cabelo. Os olhos dela são estreitos e puxados como os de gatos e o cabelo castanho avermelhado que caem em largas ondas até a metade das costas. 

— Ora Karol, você sabe que se ele fala é por que se orgulha de nós... — minha mãe mesmo tentando não deixa de dar um risinho sabendo que o que eu disse é verdade. Meu pai fala de mais.

— Que seja... Luca, quer água? Vou entrar pra beber um pouco... — um acenar de cabeça silencioso é minha resposta.

O acesso à floresta que usamos, da passagem à parte dos fundos da casa, sendo assim, passo pela lavanderia, um pequeno corredor e em seguida a cozinha. Essa por sua vez divide espaço no cômodo com a sala de jantar. Como divisor de ambientes uma bancada e a porta de entrada. Ainda no mesmo cômodo temos a sala de estar com um belo e gande sofá em L, e na parede ao lado a escada que leva ao segundo andar da casa com os quartos/suítes.

Enquanto bebo água de uma garrafinha sinto um cheiro estranho...

Um lobo está aqui em casa, não o conheço. Farejo um pouco, seguindo o cheiro pela lateral da sala e subindo para o segundo andar. Noto que o cheiro mais forte vem do meu quarto, e escuto a voz da minha irmã conversando com um rapaz que eu não conheço. Deve ser o lobo. Minha irmã como ainda tem o olfato humano não sabe diferenciar... agora a pergunta é: Quem é ele? E porque raios a voz dele me é tão estranhamente familiar?

Volto para junto da minha mãe e do Luca nos fundos de casa.

— Mãe, quem é o lobo que está lá em cima com a Carla? — pergunto direta. Seja lá quem for tem que ter conhecido minha mãe.

— Pelo pouco que entendi um amigo da sua irmã... Eles já se conhecem a bastante tempo, um ótimo rapaz. Conversamos nas poucas vezes que sua irmã não o arrasta pra outros lugares.

Recordo de um comentário da Carla sobre estar investindo em um rapaz. Contei sobre Luca no mesmo dia.

— Mas ele é um lobo... — mesmo tendo uma resposta ainda tenho receio sobre ela saber algo... mas creio que o lobo já deve ter mais tempo que eu se transformando. Espero que consiga disfarçar melhor que eu.

— Fique despreocupada é um dos meninos da alcateia do seu pai.

— Um dos rapazes? Acaso é o Jay? — Luca questiona. Observo questionando-o com o olhar e ele percebe respondendo-me — um amigo meu, entre os rapazes da nossa idade, na faixa dos 20, ele é mais velho em questão de transformações. Atualmente fazem uns 6 ou 7 anos que ele se transforma... - isso me tranquiliza, pouco, mas sei que ele já está acostumado a disfarçar.

— Sim, Luca, é ele mesmo.

— Não sabia que ele conhecia sua filha. — seu comentário é vago. Perguntarei mais sobre esse lobo a ele depois...

— Bom Mãe vou fazer a patrulha ao redor da casa com o Luca mais tarde eu entro. - disse puxando-o pra longe.

— Tudo bem. Boa sorte pra vocês, e Luca cuida bem da minha filhote! — sinto meu rosto esquentar subitamente de vergonha.

— MÃE! — Quase grito a repreendendo, ela ri em resposta — vamos Luca antes que minha mãe me mate de vergonha! — Ótimo agora os dois riem da minha cara! Saio correndo em disparada na frente deixando as risadas dos dois pra traz.

Tão logo voltamos pra cobertura das arvores procuro um canto pra me despir e assumir minha forma de lobo... Concentro-me então em toda a energia do meu corpo e assim como fiz pra voltar a forma humana mais cedo, mas dessa vez penso em maior e mais forte. Meus ossos rangem e racham se realocando assumindo a estrutura lupina, enquanto os pelos me cobrem por completo. Depois de todo esse tempo já não levo tanto tempo nem sinto tantas dores ao me transformar. Meu cabelo forma um denso colar de pelos negros ao redor do pescoço. Em poucos momentos deixo a aparência humana e assumo minha forma como loba negra. Sinto mãos acariciando minhas costas se aproximando do pescoço e viro apenas pra ter certeza que Luca me alcançara.

— Sabia que você fica linda assim? — solto uma risada/latido como resposta e sento nas patas traseiras mostrando que o esperarei. Tento não demonstrar que fiquei desconcertada com seu comentário.

Em poucos segundos ele passa pelo mesmo processo que eu, logicamente mais rápido por estar acostumado às transformações, e meu amigo assume a forma do lobo marrom que eu começo a me acostumar.

Agora estamos iguais” penso divertida, até certo ponto ignorando seu comentário anterior.

"É claro que estamos... filhote” ora seu... e o clima muda completamente.

Parto pra cima dele fazendo o mesmo que fiz com meu pai. Deixo que meus instintos me guiem e limpo a mente torno-me imprevisível. Salto em sua direção derrubando-o e mordendo o ar em frente ao seu focinho. Ele fica alguns segundos ainda com as costas no chão. Processando o que acabou de acontecer.

Por que eu acho que perdi meu lugar de prodígio?” sei que foi uma pergunta retórica mas questiono mesmo assim.

'Por que diz isso?' inclino a cabeça pro lado em dúvida.

'Você dominou uma técnica de ataque, que eu levei meses pra desenvolver, em questão de horas' foi engraçado ouvir seu tom de espanto...

'Desculpa te informar, mas eu uso essa técnica desde que me entendo por gente'

'Sua vez de se explicar' aproveito que estamos como lobos e mostro minhas memórias de infância onde brinco de pegapega as cegas com minha irmã. Nós tínhamos que sentir e ouvir uma a outra sem deixar ser vista e por vezes meu pai participava. Esses momentos eram sempre mais difíceis, entendo hoje o por que. Ele usava seus sentidos de lobo pra ganhar. Mas ainda assim dávamos trabalho a ele.

'Então quer dizer que a senhorita sabe usar seus instintos desde sempre'

'Creio que sim... ' os próximos momentos seguimos correndo em silêncio.

Por várias vezes enquanto corremos me lembrei de flashs do meu sonho de hoje, comprovando o quanto é bom correr pelo simples ato de fazê-lo. Depois de algumas voltas ao redor do terreno de casa Luca pára, subitamente, pra farejar algo no ar.

'Que foi Luca?'

'Na próxima rajada de vento leste fareje o ar e descreva os cheiros que você sentir. ' seu tom sério me preocupa mas faço o que ele disse. Não preciso esperar muito a brisa foi suave mas trouxe inúmeros cheiros com ela.

'Terra úmida, folhas verdes e secas no chão, pequenos animais... sangue seco e velho... algo não natural? Do que é esse cheiro Luca?’ algo me diz mate-o mas não quero sair sem ao menos saber o que enfrentarei.

'É isso que nos ameaça. Chamados Spectros. Criaturas de sombras que se alimentam da vida dos outros. Eles preferem atacar humanos mas tudo ao redor deles fica com aspecto doentio com sua simples presença. E os únicos que podem parar esses vermes asquerosos são seres como nós, transfiguradores de quase todas as espécies. ' mantenho a última informação em mente pra questionar meu pai sobre isso mais tarde.

E resumindo posso ouvir meu desejo de matar essa coisa. Corro na direção que vem o cheiro repugnante. Não demoro muito pra localizar minha presa. O ser estava parado de costas pra mim espreitando algo a sua frente. Um predador que caça outro. O ser tinha um aspecto doente. Pele pálida quase macilenta com músculos esguios e secos proeminentes entre os ossos.

Tão silenciosa quanto possível pulo em suas costas derrubando-o e ao contrário do que fiz com Luca dessa vez cravei minhas presas no pescoço do ser e separei a cabeça do corpo jogando-a longe, abocanhei o que sobrou do corpo e o arremesso contra uma árvore que cede ao impacto caindo em seguida.

Não resisto ao impulso de levantar a cabeça uivando o anúncio a minha primeira morte... Por algum motivo, que só viria a entender mais tarde, não me senti nem um pouco mal por ter exterminado aquela existência podre.

'Tão perigosa quanto bela... ' quase que por puro reflexo ataquei Luca devido a adrenalina que ainda corria em minhas veias. 'Fiquei preocupado... você saiu em disparada na frente. Por um segundo esqueci suas habilidades' com o ataque derrubei-o no chão. Saio de cima dele e volto pra perto do cadaver para analiza-lo melhor...

'Eu escutei o uivo! O que aconteceu? Karol? você esta bem?' a voz forte e agitada do meu pai nos chama a atenção.

'Alfa! Você não faz ideia do quão poderosa sua filha é! Bastou que ela captasse o cheiro e por si só rastreou e matou o verme.' o pior é que eu sei que ele apenas relatou fatos. Encaro meu pai de frente preparada para qualquer coisa.

'Isso é verdade Karol?’ coloquei o peso do corpo na pata que ainda imobilizava o corpo quebrando uma porção de ossos no processo reivindicando o direito do meu troféu.

'Sim' respondi simplesmente.

'Então você está pronta pra se juntar a equipe de patrulha, e a matilha oficialmente' por mais que seu tom estivesse seco pude perceber em seu olhar que ele esta orgulhoso de mim. Acho que pra uma loba com menos de 2 meses de transformação dominar técnicas de ataque da forma como faço é algo raro de se ver.

No instante seguinte um uivo de alarme vindo da direção da minha casa. Minha respiração se fechou por um segundo e o aperto no meu peito é instantâneo.

'Carla!' agora é a vez da minha irmã 'Pai! Traga a Carla pra clareira que eu acordei! Estou indo direto pra lá! Ela não pode ver ninguém antes que eu fale com ela' enquanto falava eu mesma me dirigia pra clareira.

Se por algum acaso a Carla visse alguém, exceto eu, antes de entender pelo que ela esta passando ela surtaria. O problema será muito maior se isso acontecer...


Carla (horas antes)


O fato da Karol não me contar o que está acontecendo com ela está me atormentando profundamente... Já se passaram uns dois meses e meio desde o quase desmaio que eu tive por causa dela... E ainda assim... NADA!

Nós temos uma espécie de lista: “Coisas que ainda te obrigarei a me contar”, essa lista nunca passou mais que algumas horas com um item pendente. Pelo menos até agora, pois tem um item com um significado bem amplo que ainda não consegui riscar fora: O QUE RAIOS ACONTECEU COM VOCÊ NAQUELE DIA?

Desde esse dia ela tem treinado umas três vezes mais que o que ela já fazia comigo normalmente. Quando não são as meditações com a mamãe são treinamentos de luta com o pai.

Ele é outro que não me conta nada e vivo com a impressão que ele sempre nos escondeu algo grande que vai influenciar na vida de todos nós... Isso se não já o faz. Tenho um forte palpite que o que ele esconde é a mesma coisa que a K está escondendo.

Por isso tenho tanto medo... Foram incontáveis as vezes que fiquei sem sono ou acordei durante a noite e o encontrei quase literalmente destruído, largado no sofá que tem na garagem. Sempre que o vi assim esperei apenas o tempo que ele leva pra cair no sono e o socorria limpando-o e tendo certeza que ele não tinha quebrado nada.

Nesses momentos​ agradecia minha mãe mentalmente pelas aulas de primeiros socorros.

Eu via o sangue seco, encontrava alguns hematomas, mas nunca via uma ferida aberta que fosse...

Foi aí então que percebi que tinha algo de muito diferente com ele... Da primeira vez comentei com a mamãe e ela disse apenas que ele é assim desde sempre, que eles iam ao médico mas a ferida se curava antes que eles chegassem e me disse pra esquecer o que via... Que algum dia eu entenderia​...

Ou seja, ou ela também sabia ou não me contava. Cheguei a comentar com a K e ela também disse que eu deveria ouvir a mamãe...

Depois disso eu sempre acabava brigando com meu pai pra semanas ou até dias depois voltar a acontecer... 

Sou arrancada dos meus devaneios quando escuto a campainha tocar e me dou conta que já entardeceu. A essa hora se for quem acho que é posso enfim ficar em paz por pelo menos alguns minutos.

Quando chego ao andar de baixo vejo que minha mãe já atendeu a porta e parado à sua frente está meu ponto de paz desses últimos meses: Jason Wolf

Conhecemo-nos a mais ou menos 3 anos quando ele veio aqui em casa procurando pelo meu pai, como eu estava sozinha “fiz sala” pra ele até meu pai chegar. Conversamos e nos conhecemos e desde então somos amigos com benefícios, ficamos de vez em quando se rolar clima, claro que no que dependesse de mim já estaríamos namorando mas ele mesmo não quer relação séria... Ele nunca veio a festas ou coisas do gênero por conta disso... 

Ele é particularmente belo: Alto; Pele morena; Saudavelmente musculoso com ombros largos; Cabelo preto repicado e olhos azuis hipnotizantes. Seus olhos eram uma atração a parte... variam de acordo com a luz e seu humor, indo desde um azul esverdeado límpido de um lago calmo à um azul escuro como um mar revolto.

Mas o que realmente me atraiu nele foi o sorriso fácil de moleque e o ar confiante que ele inspira nas pessoas, e com o tempo descobri um amigo leal.

— Olá Elizabeth! A Carla está? — antes que minha mãe respondesse paro ao seu lado o puxando pra dentro e subindo com ele. Eles se conheceram pouco depois da primeira visita dele aqui em casa. A única que ainda não o conhece é a Karol.

Das escadas mesmo grito pra minha mãe:

— Vamos ficar lá em cima no quarto! — ouço algo como “Juizo vocês dois” e o solto quando já estamos dentro do meu quarto esse que divido com minha irmã.

Até que meu quarto é um cômodo bem simples, porém aconchegante... Duas camas Box de viúva, que é levemente maior que uma de solteiro normal, a da K que fica perto da porta com a estante dela ao lado e o mesmo pra mim, com a diferença que do meu lado do quarto fica porta pro banheiro, e de frente para ambas as camas nosso guarda-roupa. Espalhado pelas paredes do quarto pôsteres de bandas e fotos nossas. E entre as camas uma janela larga planejada como um sofá embutido na parede.

Me joguei de bruços na cama e senti Jay sentar ao meu lado encostado na cabeceira. Bufei alto chamando sua atenção.

— Ok já sei que você está aborrecida, mas você vai me contar o que está acontecendo ou vou ter que adivinhar o que a Karol fez dessa vez traduzindo sua linguagem de búfalo velho cansado? — me levanto e o encaro sem acreditar no que acabei de escutar e ele percebe — Ah você entendeu! Vai falando... — seu tom brincalhão me distraiu um pouco, mas quando pensei no que responder toda a raiva e frustração de mais cedo voltou com tudo...

— Tá tão na cara assim? — vejo ele concordando e suspiro pesado. 

— Você só fala disso a dias! de como sua irmã está mudada, de como estão distantes e coisas assim. — nossa... não percebi que tinha me afetado tanto.

— A K hoje... tive que acordar ela de um pesadelo bizarro e quando ela despertou me abraçou, como um náufrago agarra uma bóia em alto mar, quase me matando sufocada no processo... E quando vou questionar o que aconteceu pra ela estar forte ou agitada daquele jeito ela quase solta alguma coisa mas se corta no meio da frase! — durante a explicação, como já estava de pé, fiquei andando de um lado pro outro até terminar e me virar pra ele esperando seu comentário.

— E você ficou ainda mais irritada com ela desde então. — me largo novamente na cama mas dessa vez com as costas na cama. Suspirei um ‘É’ em resposta. — Você me contou que ela tá diferente desde antes do Natal quando você quase desmaiou porque ela mesma tava apagada. Não será que tem haver uma coisa com a outra?

— Pensei que já tivéssemos concordado que essa merda toda tá ligada de alguma forma! — o encarei e ele me observava com uma sobrancelha arqueada como quem diz: ‘só estou tentando ajudar’ e percebo que explodi com ele sem ele ter culpa — Ah Jay... Me perdoe. Essa droga toda que tá rolando entre mim e minha irmã tá acabando comigo!

— Vem cá. — ele disse abrindo os braços, engatinhei até ele me aninhando em seu colo. Senti ele fazendo carinho na minha cabeça e em um dos meus braços. Ele falava coisas tranquilizantes mas depois de um tempo parei de escutar...

Em um momento eu estava bem conversando com Jay e no outro sinto as mesmas dores que senti quando minha irmã desmaiou no outro dia.

Tento me manter consciente durante seja lá o que está acontecendo mas aos poucos as dores se tornam fortes de mais pra suportar e a última coisa que lembro é de um uivo desesperado e o Jay gritando meu nome.


Narradora


E agora tudo o que uma vez se passou com a mais velha das gêmeas se passa com a mais nova.

No entanto ao contrário do que aconteceu com a outra, essa se revelará um ser diferente.

Enquanto a mais velha é uma Alfa destinada a comandar uma Matilha, a mais nova é uma Ômega, menor e mais fraca, mas não por isso mais frágil ou incapaz. Por ter uma estatura menor Carla é mais ágil e mais veloz que todos os outros empatando apenas com a irmã Alfa.

As duas juntas fazem parte de um todo que, no devido tempo, encontrarão seus prometidos e então os quatro ficarão a frente de tudo.


Notas Finais


E então? Aplausos ou Pedradas?
Como já puderam perceber estou dando meu melhor pra deixar os capítulos o mais completos possível!
Dessa vez temos uma introdução não só aos "antagonistas" mas também ao Jay, o que antes não tinha...
Mas agora uma pergunta meio seria... Como vocês perceberam essa fic deixou de ter a categoria Original pra ser um Crossover de três ou quatro outras realidades...
Mais pra frente vocês gostariam de ver mais seres como os que aparecem nessas outas histórias ou me mantenho no rumo original e ficam apenas Transfiguradores vs Spectros?
Sua opinião pode dar um rumo diferente pro final da história e adoraria saber a opinião de vocês!
Obrigada a quem leu até aqui e até o próximo capítulo!
Kisus! :3
Ly.


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