História Vida Sobrenatural - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Exibições 3
Palavras 948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Bem não são muitos que lên minha fanfic mais para que gosta esta mais uma para vocês

Capítulo 2 - Salva Por um Tris


Fanfic / Fanfiction Vida Sobrenatural - Capítulo 2 - Salva Por um Tris

Sentindo ele aperta mais seu pescoço Karol penetrava a unhas em sua pele fazendo sangrar tentando se desvencilhar das  mãos de seu agressor, começava a sentir a respiração falhar estava quase a ponto de desmaiar, quando ele finalmente vai soltando aos pouco talvez não agüentasse a dor  das  unhas rasgando a sua carne, a morena cai no chão ofegante passando a mão no pescoço.

- acorda, acorda, acorda - ela sussurrava para sí mesma levantando rapidamente vendo ele se aproxima.

-você não vai me atrapalhar, não desta vez , eu vou acabar com você aqui mesmo sua criança tola- ele ria virando a cabeça pro lado e podia se ouvir um pequeno estalo,ele voltava a se aproxima de Karol.

-Desta vez?!- A garota já entrava em desespero percebendo que este não era como seus outro sonhos, este era mais real e temia que se o seu agressor a mata-se em tal sonho poderia também ser morta na vida real.

Quando ele está perto o suficiente dela só consegue escapa um grito de sua garganta.

- ah!

Com o olhar maléfico de seu opressor estampado diante de seus olhos, sentindo um calafrio percorrer todo seu corpo Karol se levanta desajeitada, precisava correr, precisava lutar pela própria vida, não podia se entregar tão facilmente. Correndo sem direção correta.  Quando se percebe  se encontrava em um corredor escuro, com apenas uma fresta de luz no fundo emoldurando uma porta de ferro, ouvia-se pingos, como se um cano de água estivesse furado. As pegadas de Karol podiam ser ouvidas conforme corria pelo corredor úmido. Tentava alcança a porta, talvez aquela fosse sua única chance, talvez se chegasse à  aquele porta ela acordaria e podia fugir desse pesadelo escabroso.

"Eu preciso chegar lá"- Karol pensa aflita enquanto corre em direção a porta que parece ficar cada vez mais distante. Karol ouve passos atrás de sí, de imediato sabe que ele já estava perto, os passos fortes fazia à água fazer bastante barulho no corredor vazio e escuro. Karol então arrisca uma olhada para trás, mas se surpreende o quanto perto ele está. Quando alcança a porta, bate de frente com a mesma sendo jogada para trás, sentindo uma dor alucinante nos ombros, a água do chão molhando sua calça de moleton, Karol se levanta tentando se equilibrar, puxando a maçaneta da porta com força, mas aparentemente estava trancada.

- não! Não! Não!  Porque? -começa a se desesperar, conforme os passos ficam cada vez mais baixos, e seu agressor já havia a alcançado.
Sente a mão do mesmo encosta em seu ombro o seu coração acelera fecha os olhos esperando sua morte

- Karol?

A morena acordava do seu terrível pesadelo assustada vendo figura de uma mulher na sua frente, a visão ainda estava embaçada então ela esfregou os olhos e logo identificou que era sua irmã, ela nunca estaria tao aliviada que alguem interrompesse o seu sono

- a-ah Katarina? - ela bocejou se sentando no sofa aliviada dava um leve sorriso - oque faz aqui?!

- hoje é sexta-feira esqueceu, Lucas ficará com vocês esse fim de semana - ver ela aponta para seu sobrinho que estava sorrindo brincando com um carrinho totalmente branco

- ah! é mesmo eu Tinha me esquecido - Karol se levantou e deu um leve abraço tendo cuidado para não aperta demais pois sua irmã estava gravida - obrigada por me acorda, estava tendo terrível pesadelo

- eu percebi, você estava Alando dormindo "Não, Não, Por que isso tinha de acontecer" algo assim, você fez o almoço eu estou morrendo de fome

- a-ah er -karol colocava a mão atrás da cabeça meio sem graça - não, mais eu farei rapidinho por enquanto assiste o noticiário

a morena se levantou indo ate a cozinha, abriu a geladeira pegando oque era necessário para fazer o almoço, em menos de 30 minutos ela consegue aprontar o almoço e serve na mesa da sala

- prontinho venham comer  - ela sorriu gentilmente se sentando na cadeira da ponta esperando eles para que pudessem almoçar, diferente da escola a personalidade de Karol era totalmente diferente, não era grossa, ou chata, não ficava brava com facilidade parecia outra pessoa.

Após o almoço sua irmã foi embora, Karol arrumou a casa toda em instantes e brincou a tarde toda com seu sobrinho, sempre arranjava alguma coisa para brincar a imaginação dos dois é muito fertil. Ao fim do dia, após ter feito jantar ela dava banho e Lucas pois estava muito suado, cansado, teria gastado muita energia  na brincadeira, sorri terminando da banho nele e enxugar manda ele ir para o quarto se vestir enquanto ela tomar o banho, também estaria muita cansada manter uma criança ocupada e um pouco difícil.
Apos tomar seu banho veste a roupa que já teria trazido para banheiro e vai pro quarto, rir ao ver a cena dele vestindo a blusa contrario

- Não é assim venha cá deixa eu te ajudar - logo tirou a camisa dele e colocou de volta do jeito certo, pega sua escova de cabelo e começa a passa pelo seus longos cabelo cacheado o desembaraçado  com pouco de dificuldade, os cachorros começam a lati e se levanta indo até a porta já deduzindo que seu pais teriam chegado, ao abrir a porta tem a certeza que estava certa, eles adentram em casa aparentemente exaustos por mais um dia cansativo de trabalho, Karol logo serve o jantar a eles, ao seu sobrinho e a ela mesma, come no quarto  pois já era um costume após todo aquele dia cansativo  se deita na cama fechando os olhos com pouco de medo de dormir, e ter outro terrível pesadelo igual o de mais cedo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado bye ate a próxima


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