História Vidas cruzadas: Os dias que se passaram - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Tags Ladynoir, Marichat, Vanessa, Vidas Cruzadas
Visualizações 7
Palavras 1.646
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OMG, EU NÃO TÔ CRENDO NO QUE EU TÔ FAZENDO! 😲

Uí, respira…

Oi galera 👋, eu sou a Carla400; a autora da fic “Vidas cruzadas: Os dias que se passaram”, desde que eu baixei o Spirit Fanfics eu tô querendo fazer uma fic de miraculous (essa é minha segunda fic, só que é a primeira de miraculous), e agora eu finalmente consegui.

Vou começar com a visão da Marinette, depois com a visão do Adrian e depois a visão da Vanesa (a Vanesa a é uma heroína/personagem original).

AVISOS:
A história se passa no tempo da Cinderela, só que no Rio de Janeiro de Dom Pedro I.

Eles ainda vão ganhar os Miraculous, então não surtem

E lá vamos nós…

Aproveitem meus amores e boa leitura.

Capítulo 1 - Casamento não desejado


Fanfic / Fanfiction Vidas cruzadas: Os dias que se passaram - Capítulo 1 - Casamento não desejado

(Marinette/Ladybug)

Eu realmente sou grata a minha vida.

Vivo numa fazenda linda, tenho amigos maravilhosos e uma vida que realmente adoro, de acordo com meu pai, agora só falta um bom marido, só que eu não quero me casar com 17 anos.

Se você acha que não tenho do que reclamar está enganado.

Eu posso ter uma vida tranquila no campo, mais quero conhecer o mundo caótico da cidade, o mundo além das plantações de trigo da minha família, além dos bosques sombrios que tem ao redor de nossa propriedade, além dos muros de proteção invisívels que me pai construir ao meu redor.

Respirei fundo e sentei debaixo de uma árvore, a sombra fresca me ajudou a esquecer meus problemas e me concentrar no desenho do vestido que eu estou planejando tecer, os empregados do meu pai andavam de um lado para o outro alimentando os animais; limpando os estábulos; fazendo o almoço ou simplesmente curtindo a pausa para o café.

—Sozinha de novo Mari?—perguntou uma voz ao meu lado, me virei e vi Alya andando na minha direção

—É, pois é—

Eu e a Alya nos conhecíamos desde crianças, ela sabe de todos os meus segredos e me ajudou a passar por tudo: a morte da minha mãe; o sofrimento do meu pai e a volta por cima da nossa família.

Alya, seus pais e suas irmãs vivem e trabalham em nossa fazendo, a mãe de Alya trabalha na cozinha; seu pai cuida dos cavalos; Alya era minha criada/melhor amiga e suas irmãs… bem, por serem crianças, elas só ficam brincando pelas plantações de trigo.

Alya me olhou de cima a baixo e perguntou:

 —O que você tem?—

—Não é nada não—respondi sem ânimo

Alya cruzou os braços.

—Amiga, mentira e perfume francês falso eu reconheço a distância, tá?—disse ela

Dei uma risada.

—tá bom, senta aqui—

—O que foi?—falou ela depois que se sentou ao meu lado

—É que meu pai quer que eu me case logo—repondi

Meu pai dizia que para conseguir um bom marido era preciso começar a procurar cedo (abaixo dos 20 de preferência, porque os homens querem noivas maduras, mais jovens), eu não ligava, queria só me divertir e não pretendo entrar numa igreja com um vestido de noiva com 17 anos.

—Puxa, pensei que fosse a única—

—como assim?—

Alya suspirou.

—Meus pais também querem que eu me case, rápido, eles querem que eu aproveite minha beleza jovem pra ficar noiva—

—E com quem eles acham que você vai se casar?—olhei pra Alya—espera um pouco, você não está cogitando se casar com o Nino? Está?—disse e Alya corou

Alya, Nino e eu éramos melhores amigos desde crianças, ele e ela namoravam a dois anos (abrindo prechas entre é trabalho do Nino de cuidar dos cavalos e o trabalho de Alya como criada para criarem encontros), a há cerca de um mês, Nino tinha ido trabalhar no palácio com o intuito de voltar com bastante dinheiro para se casar com Alya, porém, Alya tinha comentado comigo que estava confusa em relação se ia ou não aceitar o pedido.

—Eu preciso fazer isso, Mari—disse Alya, tirando-me de meus devaneios—meus pais precisam de mim, minhas irmãs, Clara e Clarisse precisam de mim—

—Mas e quanto a você? Onde a sua felicidade entra nisso? Casamento é uma coisa muito séria, é pra vida toda—

—E você acha que eu não sei, estou tão assustada quanto parece, tudo bem que seria lindo entrar numa igreja vendo os rostos orgulhosos dos meus pais e a cara de felicidade do Nino mas…—ela passou a mão pelo cabelo e suspirou— é o meu dever Mari, eu sou a mais velha—

—Sim, mais…—

—Ei não quero falar sobre isso—disse ela ríspida

Suspirei.

—Pelo menos me deixe fazer o vestido?—perguntei e demos uma risada

—É, quem sabe um vestido feito da lã daquelas ovelhas?—ela apontou para o pequeno rebanho de ovelhas que andava lentamente para o pasto

—É, ficaria linda—

Alya abriu a boca pra falar, mais escutamos o inconfundível barulho de cascos de cavalo batendo no chão, então um cavalo castanho-claro enorme surgiu do bosque com uma garota loira montada nele, a garota estava agarrada ao cavalo que parou bruscamente na frente do rebanho, a menina voou por cima das ovelhas e caío com tudo no chão.

—Meu Deus! Mais que tombo!—disse Alya, a menina já havia se sentado gemendo e reclamado alguma coisa com o cavalo

—É melhor alguém ajuda-lá—levantei e corri para socorrer a garota—você está bem?—perguntei assim que cheguei

—Considerando que acabei de cair de um cavalo, sim estou bem—disse, ela olhou para o cavalo e exclamou—muito obrigada Flecha!—

—Seu cavalo se chama Flecha? Ah, esquece, qual é o seu nome?—

—Eu sou a La… Vanesa, meu nome é Vanesa—ela suspirou—quem é você?—

—Meu nome é Marinette—respondi

Mais fiquei confusa, Vanesa parecia que ia falar outra coisa mas deteve-se, eu ia perguntar mais meu pai chegou e ajudou Vanessa a se levantar.

—Meu Deus! Você está bem?—perguntou

—Sim eu estou bem—respondeu ela

—Graças a Deus—meu pai se virou pra mim é perguntou—querida, será que você pode dar uma roupa para ela? Talvez um vestido antigo da Alya?—

—Claro pai—falei

Andamos até minha casa e observei o vestido negro esfarrapado de Vanesa, a saia estava rasgada até o joelho, seu braço estava cheio de pequenos cortes que sangravam e elas estava usando botas de cavalgagem em vez de saltos, o look era no mínimo interessante.

Fomos até meu quarto, Vanesa tomou banho e vestiu um vestido cinza que a Alya não queria mas, botou também um avental branco e prendeu o cabelo em um coque, enquanto procurava um lenço para ela por no cabelo percebi que ela estava chorando.

—Ei, você está bem?—

Ela fugou.

—Eu… não, não estou bem—

Sentei-me ao seu lado.

—Pode me falar o que quiser, juro não contar a ninguém—

Ela suspirou.

—Eu não sou uma garota simples como você pensa que eu sou, eu na verdade sou a Lady Vanesa, aquela que estava recebendo pretendentes hoje—

—Você só pode está brincando, eu adoro a Lady Vanesa!—corri até meu baú e voltei com várias fotografias—seu pai é um Lorde certo? Ele tira fotos suas e às bublica em jornais, não é? Eu adoro o modo como você se veste, forte e bela ao mesmo tempo, tenho todas às fotografias que seu pai já tirou de você—mostrei todas as fotos que tinha dela, imagens que peguei de vários jornais, ela corou.

—Puxa, não sabia que gostava tanto do jeito que eu me vestia—

—Gostar? Eu simplesmente amo o seu estilo!—corri para o manequim onde o vestido rasgado de Vanesa estava é começei a falar—talvez eu possa costurar a saia do vestido, assim você pode voltar pra casa em grande estilo e…—

—Pare pare!—disse ela—por favor, pare, eu não vou voltar pra casa—

—Mais porque?—

—É que eu recusei todos os meus pretendentes, meu pai e minha madrasta cismam que eu tevo me casar para preservar o honra da família e blá-blá-blá, então eu os desafiei e me auto desertei—

—Então você não vai mais voltar pra casa?—

—Não, eu não vou não—

—Bem, que tal você trabalhar aqui na nossa fazenda?—

Vanesa sorriu.

—Mesmo que eu aceitasse, em que eu iria trabalhar? Caso você tenha esquecido, eu fui criada como uma princesa a minha vida toda, não sei nem sequer usar uma vassoura—

—Fica calma, você vai ser minha criada, vai me ajudar nas minhas tarefas e em troca vou te ensinar a trabalhar de verdade, vamos colocar uns calos nessas suas mãos de princesa—

—Ótimo, vou poder trabalhar de verdade, quando via os empregados da nossa casa fazer as tarefas que eu mesma podia fazer ficava tão envergonhado me sentia completamente inútil—

—Não é preocupe, vou ajudar você a não se matar com as facas na cozinha—começamos a rir então a porta se abriu e Alya entrou

—Bem, o que eu perdi?—disse Alya

—Vanesa vai trabalhar aqui—falei animada

—Você já falou com seu pai? Já sabe se ele aprova ou não isso?—

—Bom… não, mais vou falar com ele agora mesmo—

Fomos até o escritório do meu pai e o encontramos sentado em sua cadeira escrevendo vários telegramas.

—Toc-toc—disse, meu pai ergueu a cabeça, sorriu e disse:

—Olá minha querida, como está sua nova amiga?—(RIMOU, foi mal gente, me iguinorem)

—Ela está bem, mais preciso falar algo com o senhor—

—O que querida?—

—É que a Vanesa quer trabalhar como minha criada aqui na fazenda—

—Mais ela não tem que voltar pra casa dela?—

—Mais senhor, eu não tenho motivos para voltar pra casa, gostaria muito que me aceita-se como criada da sua filha, pois como ela me ajudou, desejo retribuir o favor—disse Vanessa

—Uma garota com princípios, achava que vocês meninas só queriam se casar e subir na vida, mais é claro que aceito você na nossa fazenda—disse meu pai

—Muito obrigada, senhor…?—

—Tom—disse ele—Tom Dupain-Cheng—

—Muito obrigada senhor Dupain-Cheng—disse Vanessa sorrindo

—Vem, quero te mostrar a casa—digo

Mostrei a casa inteira para Vanesa: a sala; a cozinha; a sala de jantar; mostrei também a plantação de trigo; o galinheiro; a padaria (meu pai fazia o pão pra vender)e por fim, mostrei os estábulos onde o cavalo de Vanesa estava.

—Olá Flecha—disse ela e então sussurrou algo no ouvido de Flecha, ele relinjou e ela o abraçou com afeto

—Você parece gostar muito dele—

—E gosto, eu cavalgo nele desde que era criança—

—Oláaaaaaa—Alya, aparecendo de repente—bem Vanesa, já que vamos trabalhar juntas é melhor esclarecer umas coisas, primeiro: a Mari é minha melhor amiga e de mais ninguém, entendeu?—

—Alya!—exclamei envergonhada

—Tudo bem Mari, eu também sou muito poçesiva em relação aos meus amigos, se eu tivesse algum—disse Vanesa

—Outra coisa—disse Alya—se quiser ser nossa amiga não pode ter um único segredo guardado da gente—

—Bem, se quer saber dos meus segredos é melhor sentar—falou Vanesa

Contamos tudo pra Alya, que Vanesa é na verdade uma Lady deserdada que fugiu da casa da família com o objetivo de não ter que se casar.

—Espera um pouco—disse Alya—você fugiu para não ter que se casar?—

—Sim, porque?—

—É porque a Mari e eu também estamos tendo problemas com essa coisa de casamento e tal—

—Parece que temos muito o que conversar—falei

Andamos pelo jardim e conversamos bastante, a Vanesa era gentil e elétrica ao mesmo tempo, mais ainda sim, Alya, eu e Vanesa tínhamos algo em comum: não queríamos, de forma alguma, entrar numa igreja para um casamento não desejado.


Notas Finais


“Amiga, mentira e perfume francês falso eu reconheço a distância, tá?” kkkkkkkkkkkkkkkkk adorei essa frase Alya, e vcs?

Bem, aqui está o primeiro capítulo da minha primeira fic de miraculous, se quiserem dar idéias pra história e só comentar, se quiserem fazer perguntas pra Vanesa e só comentar também.

No próximo próximo capítulo teremos a visão do nosso querido príncipe Adrian 😍 (aí meu core 💜), como eu sou uma pessoa boa eu vou dar a vcs um spoiler do próximo capítulo.

Lá vai…

(Adrian/Chat noir)

“Queria muito não ser príncipe, mais, literalmente, eu não tenho sorte.

Hoje meu pai vai novamente tentar arranjar uma esposa para mim, estava na carruagem com os meus dois criados/melhores amigos: Nino e Jack, meu pai não veio, como sempre, mais a Nathalie veio, mais só pra cuidar de mim como ela sempre fez.

Estávamos indo para a propriedade dos Adams onde eu e outros dois pretendentes íamos disputar pela mão da Lady Vanesa Adams, eu não a conheço é claro, só que eu fiquei sabendo que ela não queria nem que tivéssemos nascido, se uma dama pode falar isso sem que estivéssemos na sua presença, o que ela poderia dizer quando nos vir entrar pela porta da frente?

—Fica frio, aposto que ela vai cair dura assim que o vir—disse Nino ao meu lado—todas as garotas fazem isso—

—É, só reze para que ela não o mate logo que entrar, ouvi dizer que ela é durona—disse Jack no outro banco da carruagem—

—Obrigado, estou me sentindo muito melhor—falei

—Propriedade dos Adams, a frente!—gritou o cocheiro

Respirei fundo.

Agora eu tenho que enfrentar uma Lady”.

Então? Gostaram?
No próximo capítulo teremos isso e muito mais.

Tchau amores. 😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...