História Vidas entre loucuras. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO, The GazettE
Exibições 14
Palavras 2.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - O começo


 

 

 

Janeiro de dois mil e oito.
 

Fukuoka

 

18:49PM

 

 

 Estava no inicio da noite e o tempo estava bastante rigoroso. Fora daquele prédio nevava intensamente, deixando as ruas coberta  por camadas e camadas de neve, as aulas da faculdade já haviam acabado a exatos quarenta e nove minutos atrás. Em certas partes do  grande prédio, não havia ninguém ou quase ninguém transitando entre os imensos corredores daquele lugar. E em um corredor do quinto andar um garoto andava a passos calmos, em um corredor completamente deserto. Além do garoto que andava lentamente em direção a uma sala em especial. Sua expressão demonstrava raiva, lágrimas e lágrimas caiam pelo seu rosto e em suas mãos um facão de cozinha.

 

Ele parou de frente de uma porta.

 

Era a sala de músicas daquele andar.

 

 

Um sorriso maldoso surgiu em seus lábios. E com calma ele abriu a porta, fechando em seguida, a pessoa alí dentro não se deu conta que estava com companhia. Naquela sala encontra uma linda moça, a jovem estava de costas para a porta tocando um belo piano de calda branca. Tal jovem era bela como a melodia que saia do piano, da onde vinha o único barulho daquele ambiente.  E os passos do garoto chamaram a atenção dela, que se assustou ao da de cara com aquele na qual conhecia muito bem, segurando uma facão.
 

– O que houve? Porque você está aqui? Você está bem? – perguntou tentando não demonstrar sua preocupação e medo.
 

E sem falar nada o garoto se aproximou da garota e levantou a faca desferindo um corte contra o rosto da mesma.
 

– Você pirou? Porque você está fazendo isso? – exclamou assustada.

 

E em resposta ganhou outro corte no rosto.
 

– Não faça isso. Não faça isso. – implorou ao ganhar uma facada na altura do seu seio direito.

 

E seus pedidos para que ele não fizesse aquilo, não foram escultados, suas clemencias foram completamente ignoradas, nada poderia deter aquele garoto. Os minutos que passavam e uma facada nova era desferida contra a garota já morta no chão.
 

A porta da sala foi aberta com certa brutalidade, e o loirinho que entrou ás pressas na sala encontrou o moreno com o facão nas mãos, encostado na parede, encarava o nada, como se desse conta do que acabou de fazer.

 

E o corpo da garota estava deitado em uma poça de sangue.
 

– PORQUE VOCÊ FEZ ISSO? – gritou com o moreno que se encolheu assustado ao notar a presença do loiro.
 

– NÃO GRITA COMIGO. NÃO GRITA COMIGO. – gritou de volta. – VOCÊ NUNCA GRITOU COMIGO! VOCÊ NUNCA GRITOU COMIGO! – respondeu no mesmo tom, começando a chorar descontroladamente.

 

– Desculpe. – pediu baixo se aproximando do moreno, e o abraçou fortemente sentindo o corpo do mesmo tremer violentamente..

 

O loirinho sabia que dia ou menos dia aquilo iria vim acontecer.
 

– Vamos sair daqui! Você acabou de matar uma pessoa e, não pode ser preso, não vou aguentar se você for preso. E você não irá ser preso. – afirmou. – Me da esse facão aqui, huh? – pegou o objeto da mão do moreno e tirou um dos casacos na qual vestia e enrolando o facão no casaco. – Olhe psra mim. – segurou o rosto do moreno com força. – Você vai morrer com esse segredo, ok? Da mesma forma que eu vou morrer com esse segredo.

 

– E a faca? – perguntou olhando a faca enroladas nos pés deles.
 

– Vamos viajar para minha casa do lago. E vamos enterrar ela por lá e jamais vão encontrar ela. Não agora, não iremos viajar agora vão desconfiar. – olhou suavemente para os olhos atormentados do moreno. – Eu vou esconder a faca comigo e daqui a um mês viajamos, ok? Iremos passar um tempo lá, ninguém pode desconfiar de você meu anjo. Precisamos esperar passar o enterro, o Aoi vai ficar arrasado com a morte da Namu e a Keiko tá orfá de mãe.
 

– Eu sou um monstro?
 

– Não. Você não é um monstro meu neném. – selou a testa do moreno. – Vamos para casa? Daqui a pouco o vigia da noite encontra o corpo e vai ser um completo escândalo.

 

– Certo.

 

Sorriu para o loirinho que lhe retribuiu o sorriso.
 

Uma hora e meia depois.
 

O vigia da noite notou que ainda existia uma sala com luz acesa. Esses jovens não sabem economizar energia?Pensou ao entrar na sala. E ao entrar na sala para apagar a luz, encontra um corpo esfaqueado na frente do piano. Corre para checa os sinais vitais tendo certeza do obvio. 

 

 Namu uma das melhores alunas daquela faculdade estava morta.

 

 

 

-x-

 

 

Oito anos depois.

 

Japão - Kyoto
 

Janeiro de dois mil e dezesseis

 

 

 

O dia estava ensolarado e o clima naquela mansão estava maravilhoso. Acontecia uma bela festa, para amigos e parentes mais próximos. Era o aniversário de Shiroyama Yuu ou mais conhecido pelo apelido de Aoi. O mais velho estava completando quarenta anos naquele dia. E havia uma festa para comemorar seu aniversário em grande estilo. Todos estavam espalhados pela sala aproveitando os comes e bebes oferecido pelo anfitrião da festa.

 

Anfitrião esse que estava perto da varanda conversando com seu afilhado Park Chanyeol; um dos vários  moradores daquela bela mansão.

 

– Quando você vai arrumar algo para fazer? – perguntou vendo o afilhado sorrir sapeca.

 

– Deixa de ser chato senhor Shiroyama to fazendo quarenta anos. – debochou, e acabou ganhando um tapinha na testa – Eu prometo que até o fim do mês eu irei arrumar um emprego, não quero voltar para Coréia e ser forçado a casar com alguém que não conheço.

 

– Do jeito que seus pais são é bem capaz deles te fazerem casar com a filha do Xihuan.

 

– Aquela chinesa magra? – Perguntou recebendo um aceno em positivo.

 

– Jesus me protega, Jesus me livre desse terrível carma. Deus me livre me casa com a Lin. Ela é magra de mais, parece até esse palito aqui. – amostrou o palito ao pegar um doce da bandeja; das mãos do garçom que passava perto dos dois.
 

E entre risos e brincadeiras eles conversavam.

 

Aquele dia era de descontração, uma tarde para deixar os problemas de lado e aproveitar a maravilhosa festa.
 

 

Dentro da cozinha aonde havia alguns garçons do buffet contratado pela Hideki esposa de Aoi. Havia um moreno de cabelos longos sentando na bancada enquanto comia alguns doces acompanhado por uma taça de vinho. Sabia que não podia beber, então aproveitou o momento de distração daquele que cuidava de sí, e se direcionou a cozinha pegando um pouco de vinho e alguns doces e se sentou na bancada observando o movimento da cozinha. Tentaria comer rapidamente e voltar o mais rápido possível para a festa. Antes que seu sumiço seja notado e acabasse levando uma bronca.

 

– Eu sabia! – uma voz se sobressaltou atrás do moreno que esbugalhou os olhos e se virou, encarando um loirinho que tinha uma feição levemente irritada.

 

 – Eu não estava fazendo nada de mais Reita. – fez uma carinha de cachorro pedido recebendo uma gargalhada em troca. 

 

– Nem adianta fazer essa carinha de cachorro que caiu da mudança Kai. Você sabe que não pode beber álcool. – pegou a taça em cima da bancada.

 

– Só essa tacinha por favor? – pediu e Reita o olhou e acabou por cair no truque da carinha de cachorro que caiu da mudança entregando a taça de volta para Kai.
 

 

Suzuki Akira e Tanabe Yutaka amigos desde infância.
 

Um sempre cuidando do outro. 

 

Suzuki conhecido por Reita é o melhor amigo de Tanabe conhecido pelo apelido de Kai.

 

Reita sempre cuidou - cuida - de  Kai. Devido a problemas de saúde descobertos na adolescência do mais novo. Reita fica de olho no seu amigo, cuidando, dando carinho e bronca também. Só que ás vezes aquele moreno consegue o que quiser de sí com uma extrema facilidade que ele não imagina.

 

O laço de amizade dos dois é tão grande como a imensidão do oceano.
 

 

No corredor do segundo andar da mansão duas pessoas discutiam;
 

Era uma pequena discussão, nada tão grandioso e assustador.
 

 

– Nada disso! Você está de castigo dona Sakura e você vai passar um mês com sua mãe nos Estados Unidos e não adianta discutir.

 

– Eu não me dou bem com a mãe. O senhor quer que a gente se mate? – perguntou a garota de cabelos esverdeados.

 

– Você não está muito grandinha para fazer birra?! – exclamou vendo a garota bufar e sair brava. Ou como se diz por aí; sair soltando fogo pela venta.

 

– Essa menina. – balançou a cabeça em negativo.

 

– Dia dificil? - ao olhar para trás o homem de cabelos acastanhados deu de cara com uma ruiva de cabelos curtos.

 

– Muito! Essa menina está me tirando do sério Aiko.

 

– De um tempo a ela Ruki. Com o tempo ela se acostuma com a ideia de passar uns dias com a Samantha.

 

– Porque você não está lá embaixo? – perguntou curioso.

 

– Me sinto enjoada. E com calafrios. – respondeu baixo.

 

Matsumoto Takanori conhecido por Ruki. Um excelente e famoso pianista, um ótimo homem, educado, gentil e inteligente. É conhecido por mãos de ouros por todo Japão. Tem uma filha de quinze anos com uma americana chamada Samantha. As duas nunca se deram bem e por isso Sakura mora com o pai desde que tinha doze anos de idade. E agora Samantha quer tentar se aproximar da filha por isso pediu ajuda a Ruki.
 

Aiko Saori conhecida somente por Aiko. É uma jornalista, esposa de Reita, se casaram ainda bastantes jovens. Ambos tinham apenas vinte anos quando se casaram e nunca tiveram filhos.  Aiko sempre quis ter uma menininha porém nunca conseguiram ter, ambos fizeram consultas no medico. Para descobrir se havia algum problema com algum deles e nada foi descoberto, ambos estavam bem e em perfeitas condições de terem um filho. Porém a vida ainda não queria conceder ao dois esse desejo.
 

 

– Você quer que eu chame o Reita?  – perguntou educadamente enquanto abria a porta do quarto para Aiko.

 

– Não. Eu só preciso me deitar um pouco.

 

–  Tudo bem. Eu vou descer então. -  observou a ruiva se deitando e saiu do quarto fechando a porta.
 

 

Ao fechar a porta e se virar acabou dando de cara com dois policiais, um oficial de justiça, Aoi e Uruha. 
 

 

–  O que houve Aoi? –  perguntou ao amigo sem entender o que estava acontecendo.

 

– Senhor Matsumoto Takanori? – o oficial de justiça se aproximou do mais novo.

 

– Sim. Sou eu!

 

– O senhor está preso pelo assassinato da cantora Kimi.

 

– Assassinato? Do que o senhor está falando? O que está acontecendo?

 

– O senhor tem o direito de permanecer calado. Qualquer coisa que disser será usada contra o senhor no tribunal. – E Ruki sentiu o policial colocando as algemas em sí. Não entedia o que estava se passando. Nunca teria coragem de tirar a vida de alguém, aquilo só poderia ser algum tipo de engano, uma brincadeira de mal gosto, tinha que ter uma boa explicação para aquilo.

 

– Iremos com você até a delegacia Ruki. Não se preocupe! – Uruha se pronunciou.

 

Uruha apelido de Takashima Koyou detetive da central de Kyoto. Um homem bastante quieto e centrado, dono de uma personalidade bastante misteriosa.

 

E em silêncio seguiram para fora da casa. Todos estavam chocados ao ver o pianista sendo preso. E enquanto passava pela sala Reita e Kai saiam da cozinha.

 

 – Por que tão levando o Ruki preso? – Kai se assustou ao ver o amigo algemado sendo conduzido por um policial.

 

– Calma! - Reita segurou gentilmente o braço de Kai, impedindo que o menor corresse até Ruki.
 

Após Ruki, Aoi e Uruha terem saido da casa. Hideki esposa de Aoi anunciou que a festa estava acabada por motivos óbvios. E após quinze minutos só havia os moradores da mansão reunidos na sala. E o buffet organizando a bagunça, para poderem ir embora.

 

– Agora você pode explicar o que houve? – Zisu irmão de Aiko perguntou a Hideki que reuniu os moradores da mansão na sala.

 

– O Ruki foi acusado de matar aquela cantora que foi encontrada esquartejada na sala do apartamento.

 

– A Nam Kimi? – perguntou Chanyeol.

 

– Ela mesmo. 

 

– Como isso é possível? Tem algo de errado! Meu pai não é um assassino. – Sakura exclamou tentando absorver toda a situação.

 

– Tem um video dele matando a cantora. Ele vai para a delegacia prestar depoimento, e depois será conduzido a um presidio para aguardar o julgamento.

 

Sakura que estava em pé, perdeu as forças sendo amparado por Sazaki filho de Kai, e o mais velho que começou a chorar sendo amparado por Reita. Enquanto os outros tentavam absorver todo aquele acontecimento. Era impossível Ruki ter matado alguém. O pianista era uma pessoa gentil, educada, transmitia paz para aqueles que chegavam perto de sí. Como isso foi acontecer? Como ele foi matar uma pessoa? Aquilo estava errado! Poderia ser um erro?. Tinha algo estranho alí.

 

 

Um mês depois. 

 

Estava tendo uma missa em uma pequena igreja. Perto da faculdade aonde Namu primeira esposa do Aoi foi assassinada. Já havia se passado oito anos desde o assassinato, e até hoje ninguém soube quem havia matado a jovem aluna, as investigações seguiram por um ano e meio. Por falta de evidências e testemunhas, as investigações foram canceladas, e o caso arquivado. Shiroyama ficou devastado com aquilo, e sabia que Namu iria querer que o moreno seguisse sua vida, e foi por isso que deu continuidade a ela. Criou sua filha e se casou três anos após a sua morte.

 

Com a Hideki, ambos não tiveram filhos e estão casados até hoje.

 

Alí presente estavam o Padre e seus ajudantes.  Aoi, Reita, Kai, Aiko, Jongin, Sehun, Chanyeol, Samantha - ex-esposa de Ruki- e alguns amigos de Namu e sua mãe e irmã. Havia exatamente vinte quatro pessoas naquela pequena e singela igreja. A missa seguia, quando de repente Jongin sentiu algo pigando em sua testa. Ignorou tal fato, de repente sentiu novamente algo pingando, tocou sua testa e ao olhar o que era, seus olhos se esbugalharam.

 

 

 Era sangue.

 

Assustado olhou para cima dando de cara com um corpo, não um corpo qualquer e sim o corpo do seu Sehun.
 

 

Havia um buraco na telha da igreja e um Sehun estava pendurado por uma corda. Um grito saiu por seus lábios assustando todos alí, que olharam para cima e choque foi geral ao se depararem com o corpo do Jovem  Sehun exposto daquela forma. Como se fosse um pedaço de carne exposta para o consumo. Chanyeol que estava ao lado de Jongin segurou o mais novo que começava a se desesperar.  A mãe da falecida Namu teve que ser socorrida ao ver aquela cena. 
 

Aoi e Reita subiram no telhado da pequena igreja e retiraram o corpo de Sehun, que estava apenas vestido com sua calça. E o que chamou atenção de Aoi e Reita foi o fato da pele de suas costas estarem cortada. Os cortes começavam de suas omoplatas e paravam no fim das suas costas, e a pele cortada não estava perto do corpo, não estava em canto nenhum. Jongin teve que ser trancado em uma salinha por conta do desespero que tomava conta de sí. O Padre deu uma manta para cobrir o corpo do jovem, que foi deitado em frente da igreja, até a policia chegar e começar a investigar a situação.

 

E Aoi olhava um ponto longe da pequena igreja.

 

Aonde o assassino olhava o desenrolar do seu espetáculo.

 

 

 

 

A pior de todas as traições é aquela que vem de encontro ao inesperado.

Rita Padoin


Notas Finais


Tô postando mais uma fanfic sim hahaha - tô loca me internem - mentira internem não - Se reclamar posto mais fanfic, vai ter fanfic aqui para dá, vender, distribuir lakslaklskal Não liguem para a autora que é meio, um tanto, muito, extra maluca. Na verdade já tinha postado ela, só não concluir, ou seja estou repostando essa fanfic. ( Como se alguém fosse se lembrar disso aqui, né ) Bem, não tenho muito o que dizer, nunca tenho ou sei o que falar. ┐(∵)┌


Eu tinha postado ela como presente de aniversário para uma grande amiga, que nesse momento se encontra internada em um hospital. Leiam esse jornal aqui e vocês entenderam um pouco da história; https://spiritfanfics.com/perfil/wustada/jornal/sobre-kresniki02-6764179

Espero que tenham gostado desse primeiro capítulo e acho que é isso aê ❤


E Sim! Antes de 2016 acabar vou postar o segundo capítulo, terceiro, quarto e assim vai. hahahahhaha (~˘▽˘)~


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