História Vie Doux Amère - MiTw - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Mitw
Exibições 133
Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi <3

Eu vou tentar trazer capítulos diários :3

Mas não se preocupe, as outras Fanfic's eu ainda vou atualizar assim que me der tempo.

E se a minha internet colaborar, porque ela tá muito lenta...

Enfim!

Boa leitura <3

Amo vocês :>

Capítulo 3 - Capítulo III.


Tarik

Já estava tudo pronto, só faltava sair daqui, porém minha mãe ainda não viu o apartamento que iremos ficar – pelo que eu sei -, eu tive que arrumar minhas coisas por mim mesmo, e ainda ajudar minha avó a guardar os pertences dela, é a vida. Após toda essa ‘’pressão’’ eu pude descansar um pouco, além de não fazer nada da vida, só estudar e ficar plantado em casa, ah, e ficar o dia todo no celular, essa é a vida de uma pessoa infeliz da vida, seja bem-vindo.

Fui cambaleando para o quarto – só um drama mesmo – e me joguei na cama, fechando os olhos em seguida. Eu sei, eu sei, eu sou um ator da globo. Minha mãe estava usando o meu notebook\laptop para procurar um apartamento por aqui, e a minha avó estava conversando com um advogado...? Acho que é isso, talvez seja por caso meu avô tente impedir a nossa mudança, ou tente agredir ela, tanto quanto fisicamente e verbalmente.  

- Olha, Tarik, achei um aqui!

- Hm? Mas já? Onde fica? – Me sentei ao lado dela.

- Fica o longe bastante daqui! E vamos se mudar é hoje.

- Hoje? Mas mãe...

- Sem; ‘mas mãe’, é hoje, sem choro.

Revirei os olhos e voltei a deitar, eu tinha acordado tarde, mas ficar ajudando o pessoal a guardar as coisas me deixou cansado. Resolvi dormi um pouco, se vamos nos mudar hoje, pelo menos eu já vou estar descansado para sofrer esperando o ônibus. Sim, não temos carro, isso que é o triste, mas eu não posso reclamar, pior que tá não fica, eu acho.

Talvez eu mude de escola, eu não sei, mas provavelmente eu vou mudar, e não sei se vou conseguir fazer novos amigos, eu sou muito tímido, eu sou horrível em fazer amigos. Esses amigos que eu tenho, eu conheço eles desde do segundo ano, somos como irmãos, foi difícil chegar onde chegamos, lembro que nós nos odiávamos, nem lembro o porquê.

Sempre que chegava um novato ou novata, eu sempre queria fazer amizade com ele(a), porém eu nem ia, eu só ficava olhando, eu ficava imaginado uma cena fictícia de como seria se eu fosse falar com a pessoa, e sempre me deixo levar pela imaginação, e não faço nada, eu prefiro imaginar como seria se eu fosse amigo daquela pessoas, foi tipo assim quando eu conheci a Luna, na verdade o nome dela é Luana, mas ela gosta que chamem ela de Luna, ela odeia o nome dela, e disse que talvez mude futuramente para outro nome, ou usar o apelido como nome.

Rafael foi meu primeiro amigo, ele que foi puxar assunto comigo quando eu cheguei na escola, ele é bem amigável no começo, mas logo começa a ficar insuportável, mas eu gosto dele. Confesso que já tive uma paixão por ele, mas foi só uma fase, pois o ‘’amor’’ que eu sentia por ele foi sumindo aos poucos, e agora eu só sinto amor de amigo, imagine se eu me declarasse para o Rafael? Que vergonhoso! Eu era uma criança, não sabia nem o que eu estava fazendo naquela escola. Também acho que não seriamos um ótimo casal.

Felipe é tipo o estudioso da sala, mas é um bagunceiro de carteirinha, ele não é o melhor aluno da sala, ele só é um aluno comum, ele bagunça, ele estuda, ele tem limites, ele sabe quando parar, e ele é o cara dos conselhos. Ele consolou todo mundo daquela sala se eu não me engano, além do pessoal pedir cola pra ele, Deus e o mundo já pediu cola pra esse garoto, e eu não fico de fora, porque eu já pedi ajuda dele, acho que não foi uma ‘cola’, foi mais um dica do que cola. Ele e o Rafael são mais amiguinhos, isso já me deixou com ciúmes, mas foi na época que eu gostava do Rafael, são momentos passados.

Lusca é o imbecil, é aquele cara palhaço da sala, ele que veio falar comigo, e eu lembro como se fosse ontem! Foi uma tortura, sério; esse menino é muito energético, ele me assustou de primeira, mas com um tempo eu vi que ele era um cara legal, e ainda é. Lusca anima aquela sala com o jeito único que ele tem, sem ele a sala fica sem graça, lembro que ele fez o garoto mais sério rir, mano, aquele dia foi tipo; o dia mais estranho, aquele garoto é tipo o gótico, não falava nada e ficava no canto, mas eu não sou amigo dele, então não vale a pena falar dele.

Tenho vários outros amigos, mas esses são os meus melhores amigos. Se eu me afastar deles, eu sei o que eu vou fazer, isso é demais pra minha cabeça, eu não queria me afastar deles, mas é preciso, se eu quiser ter uma vida ‘’melhor’’ eu tenho que colaborar com as escolhas que a vida me propõem, talvez eu consiga ver eles, mas não vai ser diariamente como na escola, pelo menos irei conversar com eles pelo WhatsApp, pelo menos isso.

[...]

Eu dormir por bastante tempo, resolvo acorda logo, senão eu posso perder as coisas que vão acontecer por aqui. Me levantei e saí do quarto. Ver os lugares vazio me deixam um pouco triste, eu nasci e vivi a minha vida toda nessa casa, eu não consigo acreditar que esse dia chegou, o dia que eu vou me mudar de casa, eu achava que iria morar aqui para sempre, e ia passar de geração a geração, mas eu me enganei.

Sr.Timbó ainda estava dormindo, só que em outro local, já que tivemos que tirar ele de vários lugares para poder arrumar aqui, ele dorme em qualquer lugar, nem para dormir na cama dele ele quer, ele gosta de dormir onde ele não cabe, por exemplo; caixas. Ele ama caixas, eu fiz uma caixa para ele, mas ele não fica lá, ele fica em outras caixas. Sacanagem, eu decorei aquela caixa com tanto amor e carinho.

Suspirei algumas vezes e fui pegar a gaiolinha dele, ele não é fã de ficar lá dentro, mas é preciso. Sempre tentamos enganar ele para poder levarmos ele no veterinário, e essa gaiola é essencial pra isso, já que eu tenho medo de levar ele no colo, que é mais perigoso na minha opinião.

Pego meu celular e o ligo, talvez o pessoal já me respondeu, ou sei lá. Tinha uma chamada perdida, e adivinha? Estava escrito ‘’mãe’’ ali. Me ferrei, vou preparar meus ouvidos. Liguei de volta e esperei a bomba ser lançada.

- Tarik Felipe, não me diga que você dormiu a tarde toda e só acordou agora?

- .... E-er.... S-sim, mãe... – Ouço ela murmurar um ‘’mereço’’.

- Se arrume e me espere, eu estou aqui com a sua avó resolvendo umas coisas.... Ah! E aproveite e deixei nossas malas na sala, já estamos indo te buscar, o.k?

- O.k, tchau.

- Tchau.

Meu celular estava em cem por cento, eu só fiz deixar na mesa e corri para o quarto para me arrumar. Como está um pouco frio, eu retirei da mala um moletom preto com estampa, uma calça também preta e um tênis cinza, uma camisa branca também. Deixei minhas roupas em cima da cama e fui para o banheiro tomar um banho rápido, sofri por causa da água, que estava muito fria, coloque fria nisso.

Terminei de banhar e fui para o quarto me vestir. Foi bem rápido, passei perfume, só para causar uma boa impressão, já que eu vou ser novo naquele lugar, eu quero tentar fazer novas amizades... Mesmo que eu não consiga, eu tenho que pelo menos ‘’dizer’’ que eu sou um garoto comportado, não quero ninguém me olhando torto, ou fofocando sobre mim.

Peguei as minhas malas e as da minha mãe e levei para a sala, fiz mesmo com as coisas da minha avó, no momento que eu fiz tudo isso, eu ouvi o barulho da porta, e barulho de pessoas subindo as escadas, são elas, na verdade só minha mãe. Fiquei com a gaiola do Sr.Timbó do meu lado, ele miava para sair, porém infelizmente ele não vai poder ficar solto agora.

- Está pronto, Tarik? – Perguntou minha mãe.

- Sim.... Acho que sim... – Olhei para baixo e fiquei fitando o chão.

- Ei, não fica assim... – Ela levanta meu rosto. – Você vai gostar, eu já fui lá e é lindo! Tem bastante espaço pro Timbó brincar e você pode ter seu próprio quarto. – Sorriu.

Ajudei ela com as malas e descemos as escadas. Já estava tudo pronto para ir. Olhei para trás mais um vez, e me seguirei para não chorar. Mesmo com tudo isso, eu ainda vou sentir saudades dessa casa, várias coisas aconteceram aí, várias lembranças.... Mas tenho que seguir em frente, ter uma vida nova, conhecer lugares novos, não ia ter nenhuma graça se eu continuasse morando aí, eu não saia de casa, sempre fiquei dentro dela, por isso que sou branco dessa maneira, quase não pegava sol.

- Adeus casa antiga....

 


Notas Finais


Eu escrevi esse capítulo ouvindo 'For Elise'(Eu gosto de músicas assim, me julguem)


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