História Vie Doux Amère - MiTw - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Mitw
Exibições 121
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sinto muito por não ter capítulo ontem, é que aconteceu tanta merda que eu perdi as contas, mas tá tudo bem (eu acho) e eu vou voltar com a Fanfic normalmente.

- Talvez eu poste um capítulo a mais por causa de ontem, mas eu vou ver se eu consigo postar antes de meia-noite -.

Enfim.

Boa leitura.

Capítulo 4 - Capítulo IV.


Tarik

Tínhamos acabado de chegar na parada de ônibus – sim, ônibus porque a vida não é um mar de rosas – e por nossa sorte o ônibus que precisávamos pegar já estava logo atrás de outro. Como sempre, eu e as meninas vamos correndo que nem retardados para o ônibus, isso é uma desvantagem de não ter carro, vou culpar a crise que é isso que todo mundo tá fazendo (Na verdade é porque eu não tenho o que culpar).

Adentramos no ônibus e mais uma desvantagem de não ter carro; sem lugar pra sentar, ótimo! Vou ficar em pé com malas e mochila, será que pode ‘melhorar’? Por algum motivo me veio várias lembranças de quando eu andava de ônibus quando pequeno, e quando eu ainda tinha uma família, agora minha família só são minha mãe e a minha avó, que é a minha segunda mãe. Meu pai? Tem outra família, já tem até uma filha, já é casado, ‘Pfft, nem sei porque eu estou citando ele, não é que eu tenha raiva dele.... É só um sentimento de esquecimento, eu fui esquecido por ele já que agora que ele tem uma filha, e tem outro, só que é filho da mulher dele aka minha madrasta, todo mundo odeia ela, por que? Eu não sei, ela nem me trata bem, mas eu não posso falar nada.

Lembro que as vezes que eu andava de ônibus e não tinha lugar, tinha algumas moças que deixavam eu sentar no colo delas, se eu achava estranho? Achava, mas isso era quando eu era menor, acho que com cinco ou seis anos. Bem que nessa idade eu não achava estranho, eu achava gentil da parte delas, mas agora que eu me toquei que aquilo era estranho sim, graças a Deus que nenhum homem foi ‘’gentil’’ comigo quando era pequeno, amém.

Estava nos meus pensamentos que nem notei que já havíamos chegado, porém não chegado no apartamento, e sim na outra parada. São dois ônibus ou três, eu sofro sem carro. Foi um ano para tirar as malas daquele ônibus, imagine colocar de novo e sair – de novo -.

Já estava anoitecendo, iríamos chegar naquele apartamento um pouco tarde, só espero que não seja MUITO tarde, porque eu odeio ficar na rua, eu quase não saia de casa, e nesse apartamento não vai ser diferente. O Sr.Timbó parou de miar, acho que ele dormiu, ele veio ao mundo para dormir, queria que a minha vida fosse como de um gato, falam que gato tem sete vidas, eu sempre fiquei em dúvida; será verdade? Se não for verdade? Se for uma mentira? Tem lugares que gatos tem mais vidas e outros que tem menos. Porra, onde tem gato imortal? Quero um pra mim.

- Tarik, você quer água? – Questionou minha mãe, com uma garrafinha de água em mãos.

- Quero.... Obrigado. – Peguei a garrafa e fiquei bebendo a água.

Sério, eu tenho vergonha até de pedir as coisas da minha mãe, e de agradecer.... O que sou eu?! Tem vezes que eu saio com ela e só falto morrer de vergonha pra pedir algo, tipo uma garrafa de água, isso não é normal, sério, acho que todo filho tem coragem de pedir um GARRAFA DE ÁGUA pra mãe, e eu não. Se existe pessoas como eu, nós precisamos ser estudamos, porque meu Deus, isso é estranho.

Depois de uma eternidade, o nosso ônibus finalmente chegou, e desta vez não corremos, pois ele parou bem perto de nós. Entramos com um pouco de dificuldade, já que tínhamos várias malas - nem era tanto assim – conosco. E por nossa sorte – de novo – tem lugares vazios, corri até o lugar maior (eu amo sentar nesses bancos que são mais altos, me juguem) e me sentei perto da janela e a minha mãe se sentou ao meu lado, minha avó se sentou no banco ao lado.

Tirei meu celular do bolso, fones de ouvidos e pluguei os fones no celular, coloquei Avicii – Wake Me Up para tocar. Gosto de me imaginar num clipe de música quando eu ando de ônibus, taxi, ah, é claro que eu só me sentia assim do lado da janela, senão a magia não acontece. Fiquei ouvindo a mesma música até enjoar e mudar para outra; Coloquei Sorry de Justin Bieber. Sério, eu gosto de algumas músicas novas dele, são boas, eu acho legal.

[...]

A viagem terminou com ColdPlay – Paradise. Eu gosto muito dessa música, além de ser de 2011. Tem certas músicas que são boas, e não precisam ser dá ‘nova geração’ para serem fodas.

De novo tivemos dificuldades para tirar as malas do ônibus, e eu estava com medo de receber qualquer tipo de ajuda, vai que a pessoa sai correndo com as nossas coisas? Pessimista? Eu? Eu só estou dando um palpite. Após tirar as malas, seguimos a minha mãe – que sabia onde ficava esse tal apartamento – que estava na nossa frente. Já havia anoitecido, e eu estava com medo, pois estava tudo silencioso, e éramos três pessoas com vários pertences no meio de um lugar deserto e silencioso, e com pouca iluminação, como não ter medo?

Havíamos chegado, foi rápido, mas pelo meu medo, pareceu horas e horas andando naquele silencio que com certeza não era de Deus. Vi minha mãe conversando com um cara, eu só ouvi um ‘’Está tudo certo’’, e logo depois eu, minha avó e a minha mãe pegamos o elevador. Esse apartamento tinha uns dez andares eu acho, o nosso era o cinco, bem no meio, é mais alto que a.... Deixa pra lá, eu tenho que esquecer aquela casa de uma vez por todas, isso parece uma assombração, não sai.

O elevador chegou no quinto andar, saímos e minha mãe passou logo na frente, nos guiando até nossa suposta ‘casa’. No caminho eu fiquei olhando ao redor, era bonito para um corredor cheio de portas.

Estava a olhar para as portas, porém eu olhei uma que estava sendo aberta, e de lá saiu um garoto, que parecia ter a minha idade. Nos encaramos por um tempo até que eu o perco de vista, olho para trás e o vejo indo na direção oposta da minha.

Por algum motivo esse garoto me intrigou, ele tinha a aparência de um garoto mais velho, ou da minha idade mesmo. Ele tinha a pele mais escura que a minha, e acho que tinha olhos castanhos, mas eu não consegui ver por causa dos seus óculos.

- Filho? – Sou ‘’acordado’’ pela minha mãe me chamando. Balanço a cabeça e olho pra ela.

- O-o quê?

- Você tá bem? Parecia pensativo....

- Sim.... Eu estou bem.

 Quando eu notei, já estávamos na frente da porta, olho para as duas, elas estavam esperando que eu abrisse, e como eu sou lerdo, eu não sabia que era que ia abrir, mas eu logo abri, fecho os olhos e depois abro, olha ao redor.

As duas entram primeiro que eu, e eu logo depois. Fecho a porta atrás de mim e me encosto na mesma, e fico olhando o cômodo.

- Olá nova casa... – Saio de trás da porta e vou explorar os locais, para poder não me perder, se for possível.

Talvez eu encontre aquele garoto de novo, eu espero. acho que eu possa fazer amizade com ele...


Notas Finais


Desculpa a demora. Meu navegador ficou travando e quase não consegui enviar o capítulo.


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