História Vie Doux Amère - MiTw - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Mitw
Exibições 111
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cá estou eu postando mais um capítulo (um pouco atrasado) e rebolando ao som de Do I Wanna Know?

Boa leitura.

Capítulo 5 - Capítulo V.


Tarik

Acabei de arrumar minas coisas, e graças a Deus, eu consegui ter um quarto! Só pra mim! Eu tô dançando por dentro e berrando também. Eu sou louco o bastante pra sair gritando pelo apartamento, sério. Parei com a minha loucura e me joguei na minha cama; era tão bom saber que eu não vou ter que dormir com ninguém, que eu vou poder me mexer a votante sem ninguém me perturbar, e que eu vou poder ficar acordado até mais tarde, não exatamente isso, mas eu vou pelo menos poder fingir que eu estou dormindo.

Fechei meus olhos e meus pensamentos – por algum motivo – se focaram naquele garoto que eu vi horas atrás, por que? Eu não sei. Abri meus olhos um pouco assustado, me levantei e saí do meu quarto, indo até à sala. Faltava muita mobília ainda, mas por um primeiro dia está ótimo, e também chegamos agora, nada é perfeito.

Minha mãe estava no quarto dela, e a minha avó? Eu não faço ideia, quando chegamos aqui eu só arrumei o meu quarto, já que não queriam que eu atrapalhasse lá, então eu só arrumei o meu quarto. Não tenho quase nada, mas talvez eu compre mais coisas para decorar o quarto.

O Sr.Timbó estava fora da gaiolinha, e estava dormindo no sofá, ele deveria estar no meu quarto, mas né.

Ainda era oito e trinta e seis, então dava tempo de explorar o apartamento, só espero que não me briguem por sair a essa hora, mas eu saí mesmo assim, eu só esqueci de avisar a minha mãe, mas eu acho que tá tudo bem.

Estava com um certo medo, eu nunca morei em um apartamento na minha vida, e os corredores estavam vazios ‘’Claro, Tarik, olha que horas são, jamanta’’ .Saí um pouco de perto da porta onde eu morava e comecei a andar pelos corredores, até agora a única pessoa que eu ‘’conheço’’ foi aquele garoto de óculos que saiu, eu não sei se ele voltou ou ainda está fora daqui, e eu não sei porque eu estou tão interessado nisso, a vida dele não me interessa.

Eu acabei por ficar com fome durante esse ''passeio'', então eu voltei correndo para a minha 'casinha nova' e fui encher o saco da minha mãe. Adentrei no quarto dela e vi que ela estava se arrumando, e muito bem arrumada pro meu gosto...

- Mãe! Eu estou com fome – Digo e faço bico.

- Ah, Tarik.... Eu vou sair, mas eu posso te dar dinheiro pra você comprar algo pra comer. – Ela termina de passar seu batom e vai até a sua bolsa, tirando vinte reais dali e me entregando o dinheiro. - Tem um lanche perto daqui, é só segui reto à direita e você vai ver algumas mesas e cadeiras na calçada.

- O.k.... – Me viro e ela me chama atenção.

- Porém não fique na rua até essa hora, o.k? Comprou, recebeu e voltou, ouviu?

- Sim, mãe. – Saio do quarto dela e vou até esse tal lanche.

Mikhael

Soube que iria chegar pessoas novas por aqui, e por sorte eu consegui vê-los quando eu saia; eram duas mulheres, uma parecia ser mais velha e a outra mais nova, e tinha um garoto que aparenta ser da minha idade, ele era baixinho, tinha cabelos escuros e pele clara, até parecia que não saia de casa. Eu e ele ficamos nos encarando naquele momento, enquanto ele andava, eu o encarava. Ele tinha parado de me encarar porque já estava muito longe, a não ser que ele seja uma coruja e consiga virar a cabeça para trás, seria estranho.

Bom, isso aconteceu a horas atrás, eu ainda estava hora de casa, como minha mãe estava um pouco doente e não poderia fazer comida, ela me deu dinheiro pra poder eu comprar um lanche, e eu estava em um agora; não era tão longe do apartamento, era um pouco perto até. Eu estava esperando meu lanche enquanto mexia no celular, só o celular pra me entreter, porque eu tô com muita, mas muita fome, chega meu estômago está roncando.

Fiquei jogando joguinho aleatório até que meu lanche finalmente chega. Pago logo o moço que me entregou e ele me diz que iria pegar o troco, eu apenas balanço a cabeça num sinal positivo e começo a comer – mas claro que eu guardei meu celular antes -.

Enquanto comia, eu vi aquele garoto do apartamento, ele estava na ponta dos pés e com os braços no balcão de mármore. Ele é tão baixinho assim? Pensava que era só impressão minha, mas não, ele é baixo. Fiquei um tempo fitando ele que nem notei que estava olhando pra bunda do garoto, como? Por que eu estou olhado pra bunda de um garoto que nem eu conheço? Que só troquei olhares no apartamento? Eu nem sei o nome dele e já tô olhando pra bunda? Pelo amor.... Mas ele tem uma bunda grande pra um garoto, imagino as garotas tudo com inveja dessa bunda.

Balancei a cabeça, pisquei algumas vezes, voltei ao mundo normal e continuei comendo, o garoto se senta na mesa da frente, e de frente pra mim. Ele ficou olhando para baixo enquanto esperava, e eu? Fico encarando ele, Para, Mike, isso tá estranho, olhei para baixo também tentando não ter contato visual com o estranho.

Tomo um gole do meu suco de melancia e começo a pensar na vida, sempre que eu venho sozinho aqui eu começo a pensar, já que eu não tenho ninguém pra conversar, mas pra falar a verdade, nem com meus amigos eu converso quando lanchamos aqui, eu fico é segurando vela, isso sim. Eu tenho mais amigos gays que héteros, não é que eu esteja reclamando, eu não sou preconceituoso, eu sou totalmente mente aberta, aliás, eu sou Bisexual; que gosta de ambos dos sexos, mas eu não gosto de ficar de vela, sério, fica um clima totalmente meloso e enjoativo, eu nem consigo comer, perco o apetite por causa disso, é muito amor pra uma pessoas só.

Termino de comer e me levanto, eu já havia pagado então menos mal. No momento que eu me levanto, o lanche do garoto chega, e parece que ele vai levar para a viagem, pois o lanche estava em sacolas. O mesmo se levanta e me encara, ele parece assustado, e eu acho que ele corou. Tomo coragem e vou até ele, pelo menos eu posso ter um amigo mais próximo.

- Olá, meu nome é Mikhael. Você deve ser o morador novo – Sério, Mike? Jura que ele é o morador novo? – nós nos vimos mais cedo...

- .... O-olá.... Meu nome é Tarik.... – Ele fala um pouco baixo. Deve ser tímido, aliás, eu também sou, mas eu me esforço pra perder a timidez, e eu até que não sou tão tímido, graças ao tempo.

- Prazer, Tarik. Posso te acompanhar até o apartamento?

- Claro...

Saímos do lanche e fomos andando reto, sem trocar nenhuma palavra. Ele ficou olhando para o lado e as vezes para baixo, deu pra ver que eles estava um pouco corado, quem não iria ficar com vergonha com um estranho que resolve falar com você do nada? Pois é. Estava um pouco escuro por causa da iluminação, o clima estava bem tenso, por isso eu não saio de noite, pois dá um pouco de medo; a rua fica toda silencioso, todo mundo em suas casas e os imbecis ficam fora de casa à noite. Pera, eu acabei de chamar o Tarik de imbecil?

Meus pensamentos foram interrompidos por um barulho de música, um carro que passou com uma música tão alta que pode sangrar os ouvidos. Eu e Tarik tampamos os nossos ouvidos e correndo até o apartamento, entramos e tiramos as mãos dos ouvidos. Enquanto tentávamos recuperar a nossa respiração, vejo uma mulher vindo na nossa direção, ou melhor, na direção de Tarik.

- Tarik, filho, você já voltou? E vejo que fez um novo amigo. – Ela me olha e coloca um sorriso nos lábios avermelhados, que talvez seja batom. – Qual é o seu nome, querido?

- Mikhael Línnyker, moça. – Sorri um pouco envergonhado.

- Prazer, Mikhael, meu nome é Ivone, mas pode me tratar como Tia Ivone. Bem, eu tenho que ir. – A moça dá um beijo na bochecha corada do filho, que fico com a marca do batom, e ela beija a minha bochecha também, deixando a marca do batom. – Tchau, meninos. – Ela diz e saí do prédio.

- Sua mãe é legal. – Olho para Tarik, que está limpando a bochecha com a mão.

- Ah, s-sim...

- Vamos subir?

- Vamos....



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