História Vienna - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~OffSongs

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Cora Mills, Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills, Swan Queen, Zelena Mills
Visualizações 57
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi amorinhos, eu sou a Bruna e eu tava pensando em escrever uma fanfic faz tempo, mas quem me conhece sabe que minha confiança é 0 e eu nunca estou satisfeita. Então eu to aqui, com a ultima tentativa de escrever algo e eu não queria que fosse uma fanfic clichê do tipo Regina rica e Emma pobre, então eu decidi fazer algo mais leve, mas abordando a insegurança da Regina e a relação dela com ansiedade, envolvimento social e etc. Talvez não tenha ficado tão claro, mas eu não quero que seja algo muito focado nisso também por ser um assunto delicado pra mim, já que alguns dos problemas dela, são na verdade, os meus. Então caso algumas coisas tenham passado batido, me falem e eu vou tentar esclarecer, sem envolver o meu emocional diretamente e acabar prejudicando tudo.


PS: Eu não estou escrevendo a fanfic sozinha, a Amanda é a co-autora e ela esta me ajudando muito, então as atualizações ficaram por minha conta e pela dela também! E ainda tem a Skye, que eu encho o saco dela e mando varias vezes a mesma coisa, só porque eu troquei alguma palavra e uso muitas as dicas dela. A Eve é outra que leu a fanfic e me ajudou bastante, então queria deixar os agradecimentos aqui de uma vez, antes que eu esqueça.

PS²: O nome da cidade é VieNa, mas o titulo é VieNNa por causa da musica!

Eu sei que eu falo demais, mas POR FAVOR leiam as notas finais! E escutem a musica do capitulo, o nome é Vienna - Billy Joel.

Capítulo 1 - Vienna


Vienna – Billy Joel

Minha mudança para a Viena transformou minha vida profissional e minha vida pessoal na mesma proporção. Desde que tomei a decisão de deixar Nova Iorque para trás junto com todo o clichê que envolve a cidade, o contato com as pessoas que eu costumava ter foi diminuindo. A principio, a minha solidão foi tomando proporções maiores e meu trabalho foi crescendo, afinal, eu estava em outra cidade e tinha um filho pequeno, que assim como eu sofreu as dificuldades de recomeçar num lugar completamente novo para nós. Viena é a cidade ideal para os amantes da arte, cheia de cultura por todos os lados, uma típica cidade austríaca onde pessoas do mundo inteiro vão para visitar e se livrar da rotina estressante do dia-dia. A arquitetura do lugar e o fato de ser a melhor cidade do mundo para se viver foram os principais motivos para que escolhesse refazer a minha vida ali, estudar a cidade que inspirava meus trabalhos arquitetônicos há muitos anos fez com que eles ficassem ainda mais ricos e desenvolvidos, causando uma boa impressão e aumentando a qualidade de tudo que eu já tinha desenvolvido e não tinha tirado do papel. Desde que consegui estabilizar minha vida por ali, o que não foi fácil nem para mim nem para Henry, minha rotina era basicamente trabalhar, cuidar para que ele tivesse uma boa educação e sair aos fins de semana com Isabella, que eu chamava de Tinker, a única pessoa que eu conhecia ali e desde o dia em que eu consegui um emprego no mesmo setor de arquitetura que ela, se tornou a pessoa responsável por me ajudar com tudo que envolvia Viena, incluindo passeios no fim de semana e o aprendizado da língua alemã que ainda era um pouco difícil para mim. Eu estava, finalmente, recomeçando e deixando de lado todo o passado complicado que tive ao lado da minha família em Nova Iorque, família essa que eu tenho noticias apenas pela minha irmã, que foi a única pessoa a apoiar minha difícil decisão de recomeçar. Após muitas conversas, medos, ansiedade e insegurança, eu me sentia pronta para me desfazer de tudo o que me ligava à aquela grande e intensa cidade e seguir em frente em um lugar leve e que sempre me chamou a atenção. Eu precisava superar a dor de perder meu pai, que inclusive, fora o responsável por meu encanto por Viena e sua cultura. A dor de perde-lo de uma forma repentina ainda era muito presente. Antes das minhas duas piores perdas - meu pai e meu noivo Daniel, pai de Henry - eu era apenas uma simples nova-iorquina. Nunca colecionei amores, minha vida neste sentido sempre fora bem básica. Eu amava minha mãe, mesmo com todos os problemas que nos cercavam e o abuso que era a nossa convivência; eu amava minha irmã, que foi a pessoa que esteve sempre ao meu lado, e  acompanhou minha vida simples e tranquila virar um caos; eu amava minha amiga, Kathryn, que era tão presente na minha vida quanto a minha irmã; eu amava meu filho, a pessoa mais importante pra mim e o motivo para que eu me esforce para ser uma pessoa melhor todos os dias; e eu amava meu pai e meu noivo, e perdê-los me tirou o chão e me afastou das poucas pessoas que eu ainda tinha contato, me transformou em uma mulher bagunçada e excluída, e cada vez que minha ansiedade me arrastava, meu filho e toda a minha família eram arrastados comigo, o que despertou um relacionamento abusivo entre mim e minha mãe, me deixando ainda mais sensível à convivência social. Eu estava no que as pessoas costumavam chamar de “fundo do poço”, então, depois de anos de terapia e motivada pela dor que eu estava causando no meu próprio filho, eu planejei, me esforcei, e finalmente consegui me mudar, e ir para a cidade que me lembrava meu pai, talvez assim eu me sentisse um pouco mais próxima à ele.

Eu estava me redescobrindo em Viena, e podia presenciar o meu filho fazendo o mesmo, deixando aos poucos a insegurança e se deixando envolver por aquele lugar. Viena era um lugar mágico, podemos dizer assim. Os pontos turísticos eram absurdos e me envolviam de uma maneira rara, a programação da cidade era esplendida e eu ficava cada vez mais encantada. Meus trabalhos na arquitetura estavam se desenvolvendo cada vez mais, e finalmente eu estava me livrando das amarras que me prendiam e me puxavam para trás toda vez que eu tentava dar um passo. Recomeçar não é algo fácil, sair da zona de conforto e ir para um lugar diferente era ainda mais complicado, principalmente quando você tem um filho e uma carga emocional pesada. Eu estava deixando meu casulo e ao mesmo tempo, estava voltando para ele. Eu estava refazendo a minha vida, tentando me desprender dos meus medos e renascendo, me abrindo para uma nova realidade e me apoiando na única pessoa que estava presente, Henry. Ele se apoiava em mim e eu me apoiava nele. O medo de decepcioná-lo, assim como eu decepcionei todos a minha volta era constante, mas não tinha mais volta e mesmo que tivesse, eu não seria capaz de retornar.

Eu estava em Viena e estava decidida a seguir com a minha vida daqui. Nos fins de semana, eu saia com Henry e com minha nova conhecida para andar pela cidade e explorar lugares novos. Nas ultimas semanas, o Teatro principal tinha roubado toda a atenção da cidade. Um grupo tinha acabado de chegar para uma temporada de apresentações e no fim de semana seria a estréia do espetáculo “Nós”¹, um teatro contemporâneo que envolve músicas e questões sociais importantes, e eu não era a única que estava ansiosa para assistir.  Henry era fascinado por teatro e eu não o culpava, afinal, ele sempre esteve muito envolvido na arte em geral e tinha um grande talento para tal, principalmente para músicas e desenhos, o que me deixa muito orgulhosa. Normalmente, eu não deixaria ele assistir uma peça com uma temática tão forte e uma classificação de dezesseis anos, mas desde que chegamos aqui, nós temos sempre a mesma rotina, então eu estava tranquila a respeito de deixá-lo ir. Tinker tinha ficado responsável pela compra dos ingressos e por sorte, nós conseguimos um lugar na primeira fileira, que apesar de não ser o lugar apropriado para assistir uma peça de teatro², foi escolhido a dedo, já que Henry teria dificuldades para enxergar se tivesse alguém sentado à sua frente.

A semana parecia se arrastar e Henry estava cada dia mais ansioso para o sábado. Os assuntos envolvendo a cidade e sua dificuldade com o idioma tinha diminuído e dado lugar a uma animação a respeito do nosso passeio. Henry sempre fora animado quando o assunto era sair comigo, e se fosse algo que eu não costumava deixa-lo fazer, como assistir a um espetáculo para maiores de dezesseis, a animação era dobrada e tudo que ele falava envolvia isso. Eu estava feliz por vê-lo tão animado e aberto para conhecer mais um pouco da nossa nova realidade, se acostumando com o lugar e sendo a criança bagunceira e falante que eu sempre desejei que ele fosse. Viena era o nosso novo lugar e aos poucos nós estávamos deixando para trás todo aquele clima intenso de Nova Iorque.

A Áustria estava nos abraçando e, aos poucos, nós estávamos sendo envolvidos pelo seu abraço.


Notas Finais


¹A referencia do espetáculo citado é o espetáculo “Nós” do Grupo Galpão. Vou deixar o teaser pra vocês verem e terem noção do quão incrível é, não é atoa que é o melhor grupo do Brasil! https : // www . youtube . com/watch?v=0S7kLfq2Z3o

² Não é errado sentar na frente pra assistir uma peça, mas quem vai sempre ao teatro e entende um pouco mais sobre o assunto, sabe o que o lugar ideal é o meio! A partir da 5º fileira, que engloba todo o palco.

A respeito da fanfic:

1: O motivo da cidade ser Viena, é que na verdade eu escrevi ouvindo a musica Vienna do Billy Joel e por ser uma das minhas musicas favoritas e me ajudar muito a relaxar e decorar meus textinhos, foi uma musica ótima que eu encontrei pra ouvir pra introdução da fanfic.

2: Eu faço teatro, então a minha visão com o teatro é boa, apesar de não ser profissional. Diferente da relação que eu tenho com arquitetura, que é ZERO e eu só escolhi arquitetura por não ser algo muito usado nas fanfics, pelo menos eu não leio muitas envolvendo arquitetura, então quem souber a respeito, chega em mim e da uma ajudinha, ok?? Obrigada!

3: Criei uma playlist no spotify especialmente pra fanfic, e a ordem vai ser as musicas que vou usar, então as musicas vão ser adicionadas conforme os capítulos vão sendo escritos, e as vezes vai ser mais que uma musica porque não quero capitulo pequeno. https : // open . spotify.com/user/brunasfsantos/playlist/5igB0ciuWSdkpLkhhURMDb

4: Podem ficar tranquilas, os capitulos não serão pequenos como esses! Foi só pra introduzir a Regina e a historia.

5: Por enquanto é só, meu twitter é @stanakatc e o da Amanda é @offsongs! Vocês podem me chamar lá caso tenham alguma duvida e podem me mandar mensagem aqui também e no Nyah. Não sei como serão as atualizações, talvez no fim de semana por conta dos meus estudos. Voces podem seguir as meninas que ajudaram no twitter tambem, é a Skye que voces ja conhecem e que escreve fanfics MARAVILHOSAS (@vulgoskye) e a Eve que ajudou bastante (@solosprincess).

É isso, beijinhos e espero que vocês me dêem a opinião de vocês porque vai ser muito importante pro desenvolvimento. Foi mal o falatório e até o próximo capitulo!


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