História [Villainous] Mad Hatter - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 1.579
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii s2
Gente, desculpa a demora, como vocês sabem as aulas voltaram então isso atrasou um pouquinho o capítulo, mas vou tentar manter a frequência

Mais tarde eu edito a capa
ou não
sei lá

Capítulo 7 - I Love You


Fanfic / Fanfiction [Villainous] Mad Hatter - Capítulo 7 - I Love You

A tão prezada paz de Flug não durou muito tempo, Demencia irrompeu o laboratório, falando em um tom de voz alto e animado.

– BOM DIA, FLUG! 

– Bom dia, Demencia... – Bocejou.

– Aí, eu vi o Black Hat sair daqui do laboratório, o que ele queria? – Sussurrou, ainda de maneira inquieta.

– Café? – Oferece à ela enquanto lhe mostrava a garrafa de café, sem pressa para responder sua pergunta.

– Por favor!

– Sabe Demencia... – Começou, enquanto lhe servia o café quente. – Eu acho que a poção que você deu ao Black Hat fez com que ele mudasse não só com você.

– Como assim? – Inclinou a cabeça para o lado, com uma expressão confusa.

– A definição de "amor" também serve para o amor de amizade. O que significa que ele também mudou comigo! Não é incrível?

– É... – Disse, meio receosa.

– Se eu soubesse disso antes, teria feito a poção há muito mais tempo.

A garota cruzou os braços e arqueou uma das sobrancelhas, preferindo não adicionar nenhum comentário sobre esse interesse súbito do doutor na poção.

– Hm... – Resmungou.

– Agora... Poderia me deixar trabalhando em paz? – Pediu, um pouco sem jeito. – Você ainda não cumpriu sua parte da aposta...

– Oops! É mesmo! – Rapidamente rastejou como um lagarto até a saída do laboratório, óbvio que não sem antes pegar sua xícara de café. – Vou te deixar trabalhando em paz. Tchau tchau, Doutor Flug!

E acenando para o cientista, deixou o laboratório, fechando a porta assim que saiu.
Flug permaneceu calmo e imóvel, aproveitando sua tão sonhada paz. Suspirou e então bebericou mais um pouco do café, degustando a bebida e apreciando junto à ela, o silêncio confortante de sua sala. 

[ . . . ]

Depois do periodo matutino, havia uma pausa para o almoço e então os empregados da mansão voltariam ao trabalho. Mas hoje, Black Hat não havia parado para o almoço. Como o vilão não era humano, não tinha a necessidade de comer – embora pudesse, se desejasse. Porém, ficar sem se alimentar não afetaria o homem. – e ele aproveitava seu tempo livre para relaxar na cadeira de seu escritório. Enquanto tinha seus pés repousando sobre a própria mesa e seus olhos perdidos em algum lugar do teto, a mente de Black Hat refletia no que havia conversado com Flug e tudo que o cientista havia lhe dito. O homem precisava compreender, aprender a lidar com tudo isso dentro de si, já que não havia uma maneira de reverter aquele sentimento.
Vários minutos se passaram enquanto o homem pensava e pensava, quando finalmente ele decidiu passar tal tempo com Demencia e ver no que dava. Pela primeira vez não tinha um plano, uma idéia brilhante na cabeça ou parecido. estava completamente vulnerável naquela situação. Mas isso não seria problema para o mestre da vilania, não é mesmo...?

Black Hat levantou da cadeira e saiu de seu escritório, seguindo pelos corredores até o quarto de Demencia. Era um cômodo da mansão que ele mesmo não costumava visitar muito, mas isso não seria algo muito relevante agora.
Parou em frente a porta – e por sinal, uma porta toda decorada ao estilo adolescente rebelde, com algumas placas com o símbolo de perigo ou alguns avisos do tipo "Não entre" seguido de alguma ameaça. Ele ergueu a mão e bateu na madeira, esperando uma resposta. Havia uma batulheira absurda vinda de dentro do quarto, ela provavelmente não havia escutado a batida.

– Demencia? – Ele bateu outra vez, agora chamando por seu nome, mas sem resposta. – Demencia?! DEMENCIA?!

Ele chamou, agora gritando e socando a porta. Então, o barulho parou e alguns instantes depois a porta se abriu, revelando a garota lagarto por trás dela. Sorriu ao ver seu amado.

– Black Hat! – Exclamou, pulando no homem. Ele corou um pouco. – O que tá fazendo aqui?

– Eu estava pensando... Nós poderíamos passar um tempo juntos... Eu e você. – Engoliu em seco pelo nervosismo.

– Tipo... Só eu e você? – Demencia perguntou e ele respondeu em silêncio, assentindo com a cabeça. – YAY! Vem. entra!

A garota pulou de felicidade e entrou em seu próprio quarto, deixando que Black Hat entrasse em seguida, e ele o fez, extremamente nervoso por não saber lidar. Odiava pensar apenas no fato de deixar a garota vê-lo vulnerável naquele estado, pois era como se sentia, mas não havia jeito, ele não podia fugir - e nem iria, então nada a se fazer além de seguir o conselho de Flug.

– Eu tava tocando guitarra! 

– É, deu pra perceber... – Resmungou com um pouco de ironia. – Você é muito barulhenta!

– Hihi, desculpa! Mas é por causa do amplificador. – Apontou para uma espécie de caixa larga e preta, que deveria ser o amplificador. – Quer ouvir um pouco?

– Hmm... Tá legal, mas sem o amplificador. – Falou escorando na porta, fechando-a.

– Ok! 

Demência desconectou a guitarra do aparelho, e começou a tocar. Ela tocava de maneira agitada e dava uns pulinhos enquanto o fazia, a música que ela tocava era um estilo de rock, heavy metal talvez, e ela ria de excitação e felicidade. Era uma música boa sem os amplificadores, possível de ser apreciada.

Assim que encerrou seu solo de guitarra, sentou-se na cama e apoiou a guitarra em suas coxas, olhando cheia de expectativa para seu chefe.

– E aí? O que achou.

– Achei... legal. – Disse somente. Embora não parecesse, ele havia adorado, só não era de seu feitio elogiar muito, portanto nem sabia como fazê-lo. Para não parecer antipático, desviou logo o assunto para outro qualquer. – Ahm... você está... bonita.

– Você achou? – Falou, em seguida fazendo uma pausa, ligeiramente corada e desviou o olhar. – Valeu!

Ele se esforçou para procurar alguma palavra que servisse como um elogio descente, ao menos. Mas foi o suficiente para que a garota lagarto abrisse um sorriso enorme em seu rosto.

A roupa que a garota usava era diferente de sua casual, ela gostava de trajar-se com vestes diferentes quando ia tocar sua guitarra, era algo pessoal. Sentia-se como uma estrela do rock e isso a alegrava, agradava-lhe imaginar que era uma celebridade famosa e fazia um show lotado de pessoas. Talvez ela almejasse um pouco pela fama. Um sonho meio impossível, estilo adolescente.

– Eu tenho outras roupas iradas! Você quer ver? – Perguntou Demência.

– Por que não? – Se questionou em voz alta após alguns segundos em silêncio.

A garota entrou em seu closet e começou a experimentar diversas roupas, exibindo-se a Black Hat. Agora sentia-se como uma modelo, trajando-se em diversas vestes. Mostrou-lhe suas roupas favoritas. Desfilou nas casuais, – suas meias listradas e o capuz de lagarto – as suas de rock star, aquele vestido que havia usado no jantar com seu chefe, entre várias outras que adorava

Black Hat se esforçava como podia para elogiá-la, queria agradar a garota a qualquer custo. E Demencia, ela adorava ser o centro das atenções, principalmente quando a atenção vinha de Black Hat. Queria impressioná-lo, a qualquer custo.

Em um certo momento, uma idéia veio à mente da garota.

– Espere aí! – Foi tudo o que disse antes de retornar ao closet.

Demencia entrou lá e alguns minutos depois saiu, usando uma roupa semelhante à de Black Hat, feita sobre medida para a garota, aparentemente costurado a mão. Obviamente, não tão bela e elegante quando a do vilão, mas era mais como uma tentativa de reproduzir o terno, como um cosplay.

Black Hat arqueou as sobrancelhas, observando a menina lagarto. Ela fez uma careta, como se imitasse intencionalmente seu chefe.

– FLUG!! – Riu, imitando a voz de Black Hat quando ele implicava com o cientista. – Seu imprestável!

– Mas o que é isso? Eu não sou assim! – Ele, em resposta, fez uma cara insatisfeita.

– É sim... Rawr rawr rawr... – Demencia provocou, mas o homem continuou com a expressão mau humorada. – Ah, qual é? Você precisa de senso de humor, Black Hat! Rir mais, sabe...

Ela deu de ombros com um sorriso no rosto. Foi nesse instante que ele percebeu que garota não falava sério e fazia apenas uma brincadeira. Black Hat sorriu de canto e resolveu entrar na brincadeira.

– Você quer rir mais, é...? – Olhou-a com um olhar maléfico.

Black Hat agarrou-a pela cintura e jogou-a na cama. Por um instante Demencia corou um pouco pela atitude súbita, até o homem começar a distribuir cócegas por sua região abdominal, o que fez com que ela não pudesse se conter e caiu na gargalhada, não exatamente porque estava gostando, rir era um reflexo, além de se debater e tentar escapar. Tanto se debateu, que conseguiu inverter sua posição com o vilão, riram tanto até o ponto de não saber mais quem fazia cócegas em quem, naquela brincadeira.

Quando pararam, estavam ofegantes. O vilão permanecia deitado na cama da garota, e Demencia jogada por cima de Black Hat. Ela se acomodou, aninhou-se ao peito do homem e fechou os olhos, aos poucos recuperando o ritmo de seu coração.

Ao pararem por aqueles instante, havia dois pontos de vista; o de Demencia que nunca havia visto seu chefe rir daquela maneira, e o de Black Hat, que nunca havia se divertido tanto. Afinal, Flug tinha razão, um tempo perto da garota e deixar seus instintos te guiarem ajudaria muito sobre seus próprios sentimentos. Ele parou, observando o rosto da garota. Ele tinha um sentimento forte por ela. Fazia seu coração acelerar, seu rosto corar, e ele não só gostava de estar com ela, ele amava. Amava cada singelo detalhe da garota. Era intenso, era profundo. era inusitado. Era novo. E maravilhoso. Sorriu.

– Demencia... – O vilão chamou-a tão baixo que sua voz saiu como um sussurro.

– Quê...? – Ela respondeu no mesmo tom, se permitindo abrir apenas um dos olhos pela preguiça.

– Eu te amo.

[ CONTINUA... ]


Notas Finais


*música de suspense*


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