História Villainy - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~cecifrazier

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Bakugou, Boku No Hero, Deku, Izuku, Midoriya, Shoudeku, Shouto, Todobaku, Tododeku, Todoroki
Visualizações 221
Palavras 2.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OE GENTE AQUI É A CECI
Preparem o coração pra esse capítulo, okay? Ele tá muito louco

Usa e eu desejamos uma boa leitura! <3 <3

Capítulo 5 - Capítulo 4 - Por Um Triz


 

 

Midoriya realmente não sabia como se sentir após seu encontro com Todoroki. Talvez estivesse emocionalmente abalado por conta de Inko, sua mãe. Porém, tinha certeza que era algo mais, algo que não queria admitir. De certa forma, aquele garoto o tocou, pois realmente nunca ninguém havia o incentivado daquele jeito.  

 

Não! Isso está muito errado! Como Midoriya poderia fraquejar em uma hora tão crucial como essa? Tinha Todoroki em suas mãos, poderia fazer o que quisesse agora.  

 

— Vejo que todas essas semanas não foram jogadas fora. — All for One disse através do televisor. — Estou surpreso com o quanto tenha avançado, Midoriya. Ganhe a confiança dele, e quando você estiver completamente preparado para executar o que planejamos, tudo fluirá e finalmente teremos o que queremos.  

 

— Sim, chefe. — O esverdeado assentiu. — Mas não acha que já treinei o suficiente para receber meu poder?  

 

— Gosto da sua determinação, mas alguém ter duas individualidades é raro, e você que nasceu sem nenhuma deve se preparar inimaginavelmente mais.  

 

— Entendo. Mas e se os heróis resolverem agir antes de nós? All Might já está desaparecido há um bom tempo, está ficando cada vez mais difícil de agirmos.  

 

— Paciência, Midoriya... mesmo que algo chegue a acontecer, sempre estaremos a um passo à frente deles. 

 

 

 

 

Todoroki apertou a alça da mochila e suspirou ao sentir uma pressão no ombro. Apesar de sentir algo errado no ar, apenas deixou a sensação de lado e caminhou em direção a sala de aula.  

 

Abandonou a mochila sobre a mesa e deitou o rosto na canhota que firmava sobre a mesa, Shouto direcionou toda a atenção para a janela que nem ao menos percebeu quando Bakugou chegou e pôs as mãos sobre a mesa.  

 

— Katsuki, o que foi agora? — Perguntou um pouco aborrecido. — Vai discutir sobre ontem? 

 

— Desde quando conhece o Midoriya? — Ele o questionou, seriamente e irritado. 

 

— Não é da sua conta, Katsuki. — Ao perceber que esse era o assunto, Todoroki se acalmou. Pra quê falar de assuntos tão bobos assim? — Pensei que iria perguntar algo sério.  

 

Shouto suspirou de forma cansada e apertou levemente as mãos.  

 

— É minha vida pessoal, não há nada que precise saber. 

 

— Claro que eu preciso saber! — Bakugou exclamou, ainda mais estressado. — O Deku não é uma boa companhia, estou querendo te poupar!  

 

Katsuki sabia que havia algo errado com Midoriya, sempre soube, e não era apenas pelo fato dele não possuir individualidade. Algo nele emanava perigo, mesmo que ele não pudesse fazer nada muito grande. Porém, nunca na verdade Bakugou conseguira descobrir as verdadeiras intenções de Midoriya.  

 

 

Era um dia antes da prova de admissão da UA, todos estavam extremamente ansiosos e desejando a todo custo passar. Todos estudaram e treinaram, alguns mais e outros menos. Bakugou, com seu jeito confiante, garantia que seria o primeiro aluno daquela escola a passar.  

 

Algumas pessoas não conseguiam saber como ele havia se tornado representante, pois podia ser tão irritante e crianção quando queria. Após a aula terminar, Midoriya sorrateiramente foi até a mesa de Bakugou.  

 

— Quero falar com você por um minuto. — Disse para o loiro, com o semblante sério.  

 

— O que houve? — Perguntou educadamente. De fato, nunca gostara muito de Izuku, mas como aluno exemplar e representante, deveria ao menos ter boas maneiras.  

 

— Ei, Katsuki, você não vem com a gente? — Um de seus amigos o chamou.  

 

— Vão na frente, já encontro vocês. — Então, Bakugou esperou que a sala ficasse completamente vazia para voltar a encarar o esverdeado. — Seja breve.  

 

— Você acha que pode ser um herói? — Midoriya perguntou com um olhar vazio.  

 

— Que papo é esse agora, Midoriya? — Katsuki franziu as sobrancelhas. — Claro que eu posso, tenho potencial.  

 

— Mesmo sabendo dos perigos que isso te traz? Há tantos vilões por aí com poderes terríveis, e mesmo assim você corre atrás?  

 

— Um herói não se importa com o risco que se exponha. Se for para fazer o certo, então, eu farei. Agora, por que está me perguntando isso?  

 

— Porque talvez um dia haja algo que você não possa enfrentar. — Midoriya ergueu o olhar e sorriu torto. — O que vai fazer quanto a isso?  

 

— Escuta, Deku... — Bakugou se levantou com um ar de superioridade. — Você não consegue entender porque não tem isso dentro do seu coração. Você nunca será um herói, então não me venha com essas perguntas estúpidas.  

 

— Sim, você está certo, eu nunca serei um herói. — Ele alargou um sorriso. — Desculpe por tomar o seu tempo, era apenas isso.  

 

Midoriya pegou sua mochila, então saiu da sala, deixando Bakugou sozinho. 

 

 

— Está tudo bem, Bakugou. — Shouto levantou e tocou o ombro do rapaz, então sorriu fraco. — Não há porque se preocupar, caso sinta o mesmo que você, tem a minha palavra de que irei recuar. 

 

— Só tenha cuidado, ou se não eu mesmo vou te tirar disso. — Bakugou afirmou e se afastou, retornando para o seu lugar. 

 

Todoroki apenas voltou a sua carteira. Não demorou para que o professor Shota adentrasse na sala de aula com o mesmo olhar cansado de sempre. Ele encarou os alunos de forma sonolenta e apontou para Bakugou.  

 

— Não terminou o treino ontem, não é? Por quê não dão finalização há ele agora? 

 

— Não é necessário. — Respondeu, dando de ombros. — Já estava no final mesmo, e além do mais, atrasaríamos o treino dos outros alunos. 

 

— Concordo com Katsuki. — Shouto disse enquanto agora apoiava o rosto na canhota.  

 

Shota apenas os encarou por alguns instantes e assentiu; dando então início a aula.  

 

 

 

 

Midoriya se sentia como um cachorro preso implorando para ser solto. Tentara veemente convencer All for One de lhe conceder sua segunda individualidade, mas seu chefe não era muito de mudar de ideia. Se Izuku excedesse seus limites, seria bem provável que resultasse em um efeito contrário. Ou seja, ele apenas sofreria consequências ruins que sua falta de preparo causou.  

 

Obviamente, não queria perder o controle de seu corpo ou mente.  

 

Por isso, Midoriya decidiu que a partir daquele dia treinaria por conta própria. Infelizmente, as vacinas e injeções não poderiam ser aplicadas sem o acompanhamento médico, já que eram exclusivamente encontradas no laboratório daquele doutor louco que cuidava de AFO. 

 

Após sair do banho, Midoriya vestiu roupas confortáveis e pegou alguns livros para ler. Um deles falava sobre o controle da mente, um assunto que era muito de seu interesse, afinal, este seria seu segundo poder. 

 

Ouviu um 'bip' vindo de seu telefone e logo ergueu o rosto para o aparelho, desbloqueou a tela e viu algumas mensagens.  

 

>Todoroki: Quer ir até uma lanchonete comigo? Meu pai não pôde vir para o almoço, então minha mãe não vai fazer nada.  

>Todoroki: Se estiver sem tempo, tudo bem. 

 

Midoriya franziu as sobrancelhas. Aquela era uma ótima oportunidade para questioná-lo sobre algumas coisas, mas ainda assim, era estranho. Por que alguém iria querer se aproximar de um garoto problemático?  

 

>Midoriya Izuku: Quero sim, eu já ia comprar algo pra comer mesmo  

>Midoriya Izuku: Aonde vamos? 

>Todoroki: Estou com vontade de comer katsudon, uma senhora faz um bem gostoso perto do rinque de patinação.  

>Todoroki: Me encontra lá? 

>Midoriya Izuku: Claro  

>Midoriya Izuku: Vou trocar de roupa e sair de casa  

 

O esverdeado foi até seu armário para escolher uma roupa de sair. Enquanto remexia as peças, encontrou um vestido azul florido, pertencente a sua mãe. Suspirou tentando ignorar o sentimento, mas novamente como no dia anterior, se deixou levar pela tristeza, derramando lágrimas sofridas.  

 

Lembrou-se da época em que não havia um dia sequer que passasse sem chorar. Preferiria ter seu sangue completamente sugado por Himiko a essa dor insuportável.  

 

Decidiu esquecer por hora, então pegou uma peça de roupas e vestiu. Já sabia onde era o local no qual Todoroki lhe dissera, pois há três meses sequestrou junto com Kurogiri uma das pessoas na qual fazia manutenção no rinque. Ela tinha a individualidade de transformar a água em gelo, algo que All for One jugou ser útil.  

 

Midoriya pegou seu celular chaves, então saiu do apartamento. 

 

 

 

 

Não demorou para que chegasse ao local, pôde ver Todoroki sentado em uma das mesas, tomava o que parecia suco de maçã e via de forma atenta, o noticiário.  

 

— Todoroki. — Midoriya anunciou sua chegada, então o bicolor desviou o olhar para o mesmo e acenou.  

 

— Midoriya, como está? 

 

— Estou bem. — Ele sorriu, sentando-se na cadeira em frente a ele. — Te fiz esperar muito? 

 

— Não, não. — Todoroki apoiou o rosto na canhota. — Cheguei mais cedo, queria ver as notícias. 

 

— Ah, que bom. — Midoriya riu baixo e juntou as mãos, então olhou ao redor para observar o local. — Gostei daqui, e faz tempo que não como katsudon. 

 

— Tenho preferência por lugares mais tranquilos. — Ao ver a garçonete, Shouto fez um movimento com a mão e a garota prontamente veio lhe atender. — Dois katsudon. Vai beber algo, Midoriya? 

 

— Só um suco de maçã, por favor. — O esverdeado sorriu para a moça assim que desviou o olhar. 

 

— Anotado. — Ela exclamou sorridente e voltou para a cozinha.  

 

Todoroki fechou os olhos e apoiou o rosto sobre os braços.  

 

— Katsuki falou sobre você hoje cedo. 

 

— Sério? — Midoriya franziu levemente as sobrancelhas, se perguntando internamente o que aquele estúpido havia dito. — O que ele disse? 

 

— Sinceramente, não prestei atenção. — Shouto ergueu a mão e apertou levemente um dos guardanapos. — Não valia a pena. 

 

— Sei... — Murmurou, sabendo muito bem que Katsuki não falaria dele à toa. — Bakugou e eu nunca nos demos muito bem, talvez ele não goste de mim até hoje. 

 

— Ele é legal, só precisa ter... paciência. — Todoroki riu e mordeu o lábio ao ver o noticiário, mais um banco assaltado, cinco pessoas feridas. — Sinto falta do All Might. 

 

— A cada dia tudo fica pior sem ele. — Midoriya suspirou. — Mas sei que os heróis estão fazendo seu melhor. Seu pai é um deles, por exemplo. 

 

— ... Ele melhorou muito. — Shouto sussurrou e pela primeira vez, sorriu de forma franca. — Meus irmãos me diziam coisas horríveis de quando eu não era nascido, mas todos concordam que agora ele realmente é um herói. 

 

— Coisas horríveis? — Ele fez uma expressão confusa. Já estava na hora de saber alguma coisa. — Ah, desculpe, isso deve ser algo pessoal. 

 

— Ah, é que... — Todoroki foi interrompido quando a garçonete chegou com os pratos, logo agradeceu e pegou o hashi. — Então, vamos comer? 

 

— Uhum. — Midoriya suavizou as sobrancelhas antes franzidas, voltando a sorrir.  

 

Provou o tão aclamado prato feito com arroz, tonkatsu e ovos. Pelo o que lembrava, comera quando tinha por volta dos quatro ou cinco anos, ainda quando era amigo de Bakugou. Uma vez fora brincar em sua casa, pois aparentemente o loiro era seu único coleguinha, e por mais que o mesmo fosse irritante para Izuku, uma criança precisa de amigos e diversão, não? 

 

— Eu mal lembrava do gosto! — O menor disse após engolir, contemplando o sabor. — Vou voltar aqui sempre. 

 

— Não esqueça de me convidar. — Todoroki cortou um pedaço de seu almoço e comeu, deliciando-se com o sabor logo em seguida. 

 

Midoriya assentiu, então voltou a comer o prato. Por um segundo, lembrou-se que não via Dabi há vários dias e se perguntava o que aquela mula estava fazendo. Depois do incidente com Todoroki que eles mesmos causaram, Dabi se afastou um pouco da Aliança e Izuku até o ameaçou de expulsá-lo se continuasse com tal comportamento infantil. Nem mesmo Toga agia dessa forma. 

 

Entretanto, All for One não se importou muito com o comportamento dele, apenas lhe disse para não fazer nada imprudente durante sua ausência. E também, não era como se tivessem algo para fazer de fato, já que aquelas semanas serviram apenas para articular o plano que seria o seguinte: Midoriya focaria em seu treinamento psicológico, pois não somente seu corpo deveria estar preparado. Tudo isso por causa da segunda individualidade que receberia em breve, que justamente era o controle da mente.  

 

Ao receber o poder, já estando com um relacionamento de confiança com Todoroki, ele o faria contar tudo o que sabia sobre o que os heróis planejavam, pois, haviam descoberto que eles estavam envolvidos no plano de resgate a All Might. Entretanto, Midoriya era impaciente e queria tudo o mais breve possível, ainda mais agora que Todoroki confiava em si. Ou pelo menos aparentava, pois, o esverdeado era inteligente o bastante para saber que uma pessoa podia fingir muito bem se quisesse. Mas a julgar pelas ações do mesmo nesses poucos dias em que se conheciam, sentia que as intenções dele eram diferentes da sua. 

 

Não demorou para que terminassem a refeição, mas mesmo assim, passaram mais algum tempo conversando. Porém, quando perceberam que já estava um pouco tarde, Shouto pagou ambos os pratos, e então ao saírem do estabelecimento, o bicolor apenas bocejou e apontou para o céu.  

 

— Não tem estrelas, amanhã vai chover. 

 

— Eu gosto quando chove. — Midoriya murmurou. — Bom, eu já vou ind... 

 

— Izuku! — Ambos ouviram uma voz feminina gritar.  

 

Olharam para o lado e viram uma menina correr animada na direção deles. Ela tinha madeixas loiras que estavam soltas, trajava um vestido azul com um casaco branco e botas marrons. Tinha um sorriso amigável em seu rosto e assim que chegou perto do rapaz que citara o nome, o abraçou.  

 

Se Midoriya pudesse, mataria Toga ali mesmo, principalmente pelo fato de ela não ter assumido a forma de ninguém. Ao menos se deu o trabalho de mudar — e muito — o visual, mas pensando bem, Todoroki não a reconheceria, pois no dia em que fora atacado estava escuro e ela usava uma máscara. 

 

— Eu te mandei mensagem, por que não leu? — Ela fez bico, então desviou o olhar para Shouto. — Ai meu Deus! Você é Todoroki Shouto?! Não acredito! Izuku, por que não me contou que conhecia ele?!  

 

— Eu... 

 

— Eu sou Kayano Nagisa, muito prazer! — Toga abriu um largo sorriso, estendendo a mão para o bicolor. — Sabe, o Izuku é muito desatento, mandei ele ir me buscar no aeroporto, mas ele nem foi!  

 

— Mas eu não sabia que você estava voltando. — Midoriya franziu as sobrancelhas. — Desculpe, Todoroki. Essa é Nagisa, minha amiga do fundamental.  

 

Aquele cheiro... Shouto reconhecia bem aquele cheiro. Mas apenas fingiu um sorriso calmo e apertou a mão da mais baixa.  

 

— Muito prazer, Nagisa. — Todoroki encarou ambos por poucos instantes e logo apontou para a rua ao contrário. — Preciso ir, divirtam-se. 

 

Midoriya assentiu, então quando viu que Shouto estava longe o suficiente, respirou fundo e alto.  

 

— Eu quero explicações. Por que veio até aqui? 

 

— Desculpe, Izuku. — Toga riu baixo. Ambos passaram a caminhar em direção ao apartamento de Midoriya. — Sensei que me mandou vir, não tenho culpa. 

 

— Por que ele te mandaria aqui? Isso é arriscado demais, deu pra ver que o Todoroki percebeu alguma coisa! — Midoriya estava tão, mas tão chateado que era difícil esconder isso. 

 

— Ele não percebeu nada, amorzinho. Não precisa se preocupar, eu só vim ver como estavam as coisas. Sensei disse que queria saber o que você estava fazendo.  

 

— Eu não preciso de supervisão, principalmente de uma louca como você. Nagisa, hein? Que piada.  

 

— Não briga comigo! — Toga franziu o cenho, fazendo uma expressão de tristeza, porém, logo voltou a sorrir. — Ele disse que você podia se apegar, então eu deveria te seguir e fazer algo se percebesse alguma coisa. 

 

— E o que você percebeu, Toga? — Midoriya perguntou em um suspiro, se controlando para não gritar com ela no meio da rua. 

 

— Ué, sua cara de apaixonado! Posso ver que aquele menino é gentil, e tudo o que uma pessoa deprimida e sem ninguém na vida precisa, é de uma pessoa gentil. — Ela sorriu, como se estivesse falando a coisa mais óbvia do mundo. — Já te falei que eu sei como é estar apaixonada?  

 

— Não me diga que você me seguiu e pôs o plano em risco por um motivo banal desses. — O rapaz respirou fundo. — Escuta, caso Todoroki deixe de falar comigo, já estou avisando que a culpa é sua e exclusivamente sua. E outra, eu não estou apaixonado. Já ouviu falar de incorporar o personagem? Era exatamente isso que eu estava fazendo antes de você me atrapalhar. 

 

 


Notas Finais


Até eu mesma fiquei tensa com esse final, mas tudo depende da Usa, porque é ela que narra o Shouto.
(Perturbem ela aqui nos comentários, por favor qqq)

~Beijinhos com Flores de Maracujá da Usagi-chan~
♧E um abraço trevoso da CeciFrazier♧


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