História Vingança - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Exibições 31
Palavras 639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Hospital Psiquiátrico


Perdi as contas de quantos dias eu fiquei trancafiada em meu quarto, isolada do mundo, isolada de todos.

Minha mãe tenta me animar, me ajudar. Eu não acredito nela, eu nunca acreditei, se casar por dinheiro não é "amar" como ela diz, dar a luz não é "ser mãe".
Eu estava certa, eu descobri, ela só estava passando a imagem de boa mulher para o papai, ela me bateu, ela ME bateu.

Eu a matei.

Colocaram a desculpa em meu trauma e eu me livrei de ir para a prisão, porém, eu fui enviada ao hospício, digamos que uma opção pior, ainda preferia ir para a cadeia. Passei por tratamento pesados, coitados...

Tomava prometazina sempre para me acalmar e dormir, parecia mais alguém morto a alguém dormindo.

Lá conheci algumas pessoas, algumas que saíram de seus infernos, algumas que estavam presas á este mundo.

Pobres almas, imagino o que ocorreu para essas pessoas chegarem a este ponto...famílias as abandonaram, pessoas que foram torturadas, outras diziam ser perseguidas por demônios.

E no meio de tantos loucos, eu, não muito diferente deles.

O exterior era lindo, um lugar calmante eu diria, um lindo chafariz que emana paz e tranquilidade, um jardim cultivado pelas mais belas flores e plantas, um caminho trilhado levando à piscina de prática de exercícios. Lindo não? pena que é só por fora.
Entrando as coisas são as mais organizadas, tudo branco com detalhes minuciosos em tom de um dourado radiante.

Vamos nos aprofundar mais...creio que você saiba que cada um possui um quarto, certo?

Agora imagine, essas pessoas presas neles, sem qualquer permissão de saída, sem qualquer contato com suas salvações, é uma imagem horrível, torturante, falta coragem para eu ver novamente.

Elas se cortam, nas paredes vestígios do que se reconhece como sangue puro, desenhos que para eles são representações de seus traumas. Cortes profundos em seus corpos, alguns por um dos métodos dolorosos de isolamento da clínica psiquiátrica.

Eles já me isolaram, já me trancafiaram em um quarto, só por experiência, só por diversão...diversão, uma palavra que para uns é linda, porém, para mim é meu pior pesadelo.

Não posso dizer que perdi toda minha humanidade, por que ela ainda enciste em continuar presa em meu corpo, tedioso.

Aqui a única coisa que aprendi foi que eu sou louca e vou para o inferno, talvez eu já tenha recebido uma amostra grátis dele, talvez eu já tenha experiências, mais uma vez, obrigada vida por ser tão boa, sinceramente, eu quero causar dor, quero ver sangue, quero sentir o leve sangue dos meus piores inimigos escorrer pelas minhas mãos, quero o sangue dele.

~

O tempo passou, o tempo sempre passa, não adianta o apressar, isso só vai piorar sua vida.

Quatro anos, quatro longos anos se passaram, longos anos que marcaram a minha alma da pior maneira, a voz de socorro deles clamam por alguém que possam os tirar dali, eu já não ligo, irei morrer mesmo.

Devido ao meu bom comportamento eles me deixam sair do quarto, não vejo sentido em fugir, eu não tenho casa mesmo, aquela manhã estava radiante, às exatas dez horas o chafariz foi ligado, a água cristalina escorria por ele, os pássaros voando pelo exuberante céu azul que possuía nuvens e o deixando mais delicado.

Algumas pessoas foram liberadas para saírem, umas deitavam no chão, outras sentavam em bancos, eu via o quanto feliz elas estavam só por sentir o sol entrar e purificar seu poros, levando suas preocupações, seus problemas.

Me avisaram para ir à sala de visitas, sinceramente eu não esperava por essa, afinal, quem iria visitar uma louca presa?, alguém com muita coragem.

Uma simpática moça me direcionou até a devida sala e bateu na porta, pelo vidro viu algo e assentiu, a porta foi aberta.
A grande porta branca foi aberta, recordando meus piores pesadelos.

 

 


Notas Finais


○●○●○●○●○●○●○●○●○

Zoooooy, Bella voltou bolinhos :3
Confesso que não estou muito entusiasmada, mas, para aqueles que gostam dessa fic, um beijo seus deliças.


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