História Vingança - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Exibições 29
Palavras 898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sou uma boa pessoa e publiquei mais um hoje.
BRIGADINADA 😌🌼❤

Capítulo 3 - Casa


A grande porta de madeira branca foi aberta, meus neurônios queimaram, meu corpo ferve ao relembrar dele, eu não queria entrar, porém, fui forçada da pior maneira.

Quando finalmente estávamos a sós ele olhou seriamente para o fundo dos meus olhos, eu estava desconfortável, era para ele estar aqui, não eu.
Seus lábios foram contraídos em um leve sorriso e pude sentir a cômica ironia no ar, eu estou presa, não posso me levantar.
Seu corpo foi pendido para frente, assim ficamos a centímetros de distância, eu queria o bater, queria matá-lo ali mesmo, a sangue cru. Ele mudou a minha vida, me levou para um caminho ao qual eu não tenho a opção "voltar", pra mim as coisas sempre vão para um "Game over".

Eu fiquei parada, esperando que daquela boca fétida saísse algo desagradável, como sempre.

Ele me olhava, parecia querer gravar milimetricamente meu rosto, procurava minha sanidade guardada em meu interior.

Me desculpe garoto, eu não sou mais humana, você causou isso, e ainda vai sofrer.

Eu estava a fitar o chão quando escuto a sola dos seus belos sapatos de couro contra o chão de mármore bianco, ele para ao meu lado e leva sua mão esquerda ao meu queixo, forçando-me olhá-lo, ficou na altura do meu ouvido e cortou o resto da minha humanidade.

-Vamos meu amor, eu preciso levá-la para nossa casa.- Ele se levanta e vai até a porta, se comunicar com alguém.


"Nossa casa", minha mente trabalha em uma resposta plausível para àquela frase, é impossível, é impossivel imaginar o que estou pensando.
Não, por favor, não.


A adrenalina percorrendo meu corpo, fazia cada célula vibrar, meu corpo estava preparado para grandes esforços mentais, ela estimulou meu coração, elevou minha tensão arterial, relaxou certos músculos e contraiu outros, tudo isso enquanto minha mente borbulhava com a milhar probabilidade de convivência com Taehyung novamente.


Mitocôndrias! Eu preciso de açúcar.


Meus olhos vagavam ligeiramente pela sala,  eu estava sem chão, mais uma vez outro inferno começa.
Eu não aguento, não aguento!


A voz que tanto escutei de modo autoritário estava a soar levemente, mal sabem eles que ele é o real motivo para eu estar aqui.
Taehyung me olhou de canto e deu um sorriso, o que esse desgraçado quer afinal?


Assim que o mais velho se dirige para fora da sala dois funcionários da clínica vieram até mim, tiveram uma breve conversa me avisando que se eu ficasse queta eles não fariam nada, eu entendo, eu estou em um controle favorável dentro desta clínica, enquanto outros estariam se debatendo para sairem.


Tenho que ser calma, me levantei e os segui até o dormitório e adentrei no meu quarto, pelos anos de comportamento bom eu obtive alguns recursos, algumas funcionárias me davam presentes, e coisas para eu passar o tempo, elas são legais.
Eu olhava atentamente a parede em tom de pérola que tinha como decoração algumas armações de cores pastéis, tudo nele me fazia bem, suas cores calmas, tudo em um uma bela sincronia, me lembrava o chafariz.


Arrumei minhas poucas peças de roupas e alguns acessórios íntimos, passei meus olhos pelo quarto e dei um suspiro longo, adeus clínica.


Você deve me achar uma louca por ter adquirido afeto pelo local, mas esse foi o único lugar que me acolheu e ajudou a superar minhas crises devastadoras.
Calcei as sapatilhas brancas com detalhes em prata que estava à frente da minha porta e segui para o saguão da clínica.


Ele estava lá, seus dedos procurando alívio no bater da mesa, estava desconfortável eu diria. Assim que me viu se pôs em postura adequada e levantou vindo em minha direção.


Forcei o maxilar, um grande frio percorreu meu corpo.


As mãos que tanto socaram meu corpo segurou firme a minha e aproximou seu corpo me dando um abraço.
Eu estava estática, não me movi, eu não irei me abalar Taehyung, não por você.
Meus sentimentos não irão mudar.


Ele percebeu que eu não retribui, porém, continuou abraçado, eu senti o seu calor corporal e seu corpo um tanto quanto malhado em colapso com o meu, eu quero com todas as minhas forças ficar, ficar na clínica.


Eu queria vomitar, ele me dava ânsia, sempre me deu.
O que ele quer afinal?


Cena, ele está fazendo ceninha.


Ele sempre foi bom em atuar, eu tenho certeza que ele está metindo.
Fique longe de mim Kim.


Após passar por toda a papelada eu analisava o portão de saída, o cheiro da mata veio purificar minha alma.
Olho pra Kim Taehyung e ele me puxa grosseiramente até o carro.


Vamos relembrar os velhos tempos.


~


O caminho todo foi em pleno silêncio, um silêncio ensurdecedor para uns, porém, perfeito para mim, ele não falou nada tampouco eu fiz esforço.
Seja o que for, eu sei que não será algo bom vindo dele.


Eu relembrava cada detalhe do que eu passei na clínica, isso foi divido em partes.


1°: Sozinha: Era só eu e eu mesma, ninguém me ajudava, ninguém conversava comigo.


Creio que àqueles que não tem capacidade para se ajustarem psicologicamente, nunca sairão de lá.


2°: Silêncio: O silêncio virou meu melhor amigo.


Meus pensamentos preencheram todo o vazio ao meu redor, algo realmente agradável, isso facilitou minhas melhorias.


3°: Fim: Minhas crisas foram gradativamente caindo, até zerarem.


Eu não me responsabilizo pelo que acontecer, ele me tirou por vontade própria. E vai sofrer.





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