História Vingança por Sonserinos - Capítulo 74


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Categorias Harry Potter, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Barão Sangrento, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Dino Thomas, Draco Malfoy, Ernesto Macmillan, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lino Jordan, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Padma Patil, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Simas Finnigan, Theodore Nott, Vincent Crabbe
Tags Harry Potter Sonserinos Vingança Dramione
Exibições 39
Palavras 1.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pudinzinhos, eu volteiiiiii
Desculpas pela demora, mas esses trabalhos de hoje em dia basicamente nos matam. Dois teatros para mim fazer o roteiro, baseado em livros bem complicados...estou morta e sem voz rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs essa gente da minha sala é indomavel kkkkkkkk
Bom, agradeço novamente a todos que me acompanham, que favoritam e comentam, amo voces *-* Significa muito para mim *-*
AProveitemm

Capítulo 74 - Os Vampiros Que Se Mordam


                                                

                                        Vampiros Que Se Mordam

                                            Hermione----

 O assunto mais comentado do momento era o sumiço de Collins. Uma semana se passou e ela ainda estava na própria jaula, provando do próprio veneno. Agora a escola toda já sabia que ela estava na Sala Precisa porque misteriosas fotos amanheceram em todos os corredores. Fotos que eram nada misteriosas para a Sonserina. Tínhamos espalhado as fotos com magia durante a madrugada, quase colocando a missão por água a baixo por conta dos risos.

 Mas haviam outras coisas, como a estadia de Lucius Malfoy em Hogwarts e o principal: AS PROVAS. Cada dia elas estavam mais perto e virávamos as noites estudando. Eu estava exausta. Não só dos estudos, mas de ter que correr de Lucius. Minha vida estava um inferno, não importava pra onde eu fosse, Lucius estava lá. Me sentia perseguida e perturbada. Se eu soubesse que o preço por ter torrado a Lucy num caldeirão seria Lucius basicamente me seguindo eu não teria feito.

 Lidar somente com Lucy seria muito mais fácil.

  Saí da biblioteca vazia, devido a hora, já que passava das 23:00 horas. Apertei o livro contra meu corpo antes de qualquer coisa e então olhei para os dois lados no corredor. Seria mais fácil se eu tivesse o Mapa do Maroto, mas não, eu o esqueci na jaqueta, jogada ao lado do caldeirão fervendo do ovo do meu dragão. Merlin, que o Mapa não tenha pegado fogo.

 Ultimamente o Mapa do Maroto vem sendo minha salvação, meu único modo de garantir não trombar com Lucius por aí. Mas eu estava sem ele agora. Já podia até imaginar Lucius aparecendo naquele corredor, com a varinha numa mão e um facão na outra, o olhar sanguinário. Céus, eu terminei com Draco, fiz o que ele pediu, por que isso agora? É O MEU FIM. Eu estava em desespero, não aguentava mais.

 Mas isso não aconteceu, apenas o vento uivou pelas janelas imensas no fim do corredor, e eu chorei de alívio.

 Continuei andando, rumo á torre de astronomia para tirar dúvidas com a professora e meu coração quase parou no instante em que vi uma silhueta no fim do corredor. Recuei automaticamente, correndo por onde vim e trombei com alguma coisa. Me enrolei na hora de puxar minha varinha e me encolhi no chão, desesperada e esperei. Nada aconteceu.

 Quando abri meus olhos vi uma criatura sardenta, parecia humana, me encarando. Vampiro. Os vampiros de Hogwarts são inofensivos, não sugam sangue dos alunos. Respirei e repeti isso para mim mesma.

 Olhei em volta procurando meu livro e dei de cara com pés descalços assustadores, outro vampiro. Essa era a silhueta que vi segundos atrás que me botou pra correr. Acabei me pegando sorrindo, um pouco disso era pelo fato de eu estar aliviada. Encarei meu livro na mão dele e fiz uma careta. Só pode ser sacanagem, como vou tirar isso dele? Eu não iria arriscar acabar com presas no meu pescoço por um livro, não mesmo.

 Levantei e abaixei-me, batendo a poeira de minhas vestes e senti uma pancada na cabeça.

---Auu – Exclamei, levando as mãos ao local onde o vampiro deixou o livro cair e observando meu livro, agora no chão.

 Me ajeitei e encarei aquele maldito vampiro, agora ficando irritada. Ele encarava minha mão direita. Recuei e me virei dando de cara com o outro. Ele também encarava minha mão direita.

---Merlin só pode estar de brincadeira comigo. – levantei minha mão direita para ver o que tinha de errado e achei. O anel que Draco me deu. De novo esse anel. DE NOVO. – Por que está todo mundo obcecado por esse anel? O que há de errado?

 E então o vampiro com quem eu trombei se jogou em direção a minha mão e eu puxei-a  rapidamente. Ele era bem mais baixo que eu. O outro se jogou por trás e conseguiu agarrá-la, esse era quase do meu tamanho, mas muito magrelo. Chutei-o e esfreguei minha mão onde sua unhas se enfincaram. Por favor, que eu não vire uma deles por conta disso.

 Peguei meu livro do chão e saí correndo, só que eu só estava levando esse livro comigo por garantia de que teria alguma arma contra eles. Usar uma varia iria mata-los e me arranjar problemas. A diretora me chamaria de patética e eu não teria como provar nada.

---Por que... – perdi o folego - ...essas coisas só...acontecem...comigo...?

 Derrapei em um corredor , passando direto e dando de cara com a parede.  Mais que merda. Só podia ser uma brincadeira de muito mal gosto.

 Esfreguei meu rosto dolorido e dobrei outro corredor, outro a direita e dobrai mais dois pra esquerda. Parei atrás de uma estátua e escutei. Nada. Saí de trás da estátua e parei no meio do corredor, olhando para o corredor que eu tinha acabado de dobrar. Ainda nada.

 Suspirei, afrouxando os dedos que seguravam o livro e me virei. Ao mesmo tempo em que gritei um raio estralou lá fora. Eu tinha acabado de dar de cara com Cho. Seu rosto a centímetros do meu. Arregalei meus olhos, tentando conter as lágrimas.

 Sorri, engolindo em seco ao ver uma amiga.

---Estou tão feliz em te ver. Está rolando uma obcessão maluca pelo anel que Draco me deu. Vampiros, acredit...

 Ela agarrou meu braço direito e eu prendi a respiração. Encaramos o anel em minha mão por um instante.

--- Cho, solte, está me machucando. – pedi calmamente, enquanto tentava soltar meu braço.

 Ela segurava forte demais, firme demais, e eu estava em desespero.

--- Por favor, Cho. O que está fazendo? – supliquei, entrando em desespero.

 Ela só podia estar sob a influencia de Imperio. Novamente.

 Segurei o livro com a mão esquerda firmemente atrás de mim e então o lancei contra a cabeça dela. Ela o agarrou com a mão livre e eu arregacei ainda mais meus olhos. Como ela fez isso?

 Sem opções, dei uma cabeçada em sua testa, puxei meu braço e saí correndo para as escadas. Suas unhas haviam me cortado quando puxei meu braço e agora o sangue pingava. Ótimo, Hermione, você estava fugindo de vampiros que chupam sangue, mais não de alunos e agora está pingando sangue pelos corredores.

 Como previsto, lá estavam eles me encarando com sua palidez  mórbida. Passei em disparada pelo meio do corredor, sacando a varinha e gritando Lumos Solem. Eles gritaram por conta da quantidade de luminosidade e então eu tropecei escada abaixo, tentando não rolar.

 Corri em direção a porta do Salão de Entrada, minha última chance era me esconder em meio ao temporal lá fora. Poderia correr para a casa do Hagrid, me encolher em um canto, com medo, que era como eu estava vivendo os últimos dias.

 Escutei os passos atrás de mim e me virei com a varinha em mãos, encarando Dino Thomas. Fiquei em alerta, pronta para dar um Crucio.

---Uou, Hermione? Está sangrando? O que diabos está acontecendo? – ele perguntou se virando e encarando os vampiros que pulavam vários degraus enquanto desciam – Sangue. Vampiros. Mais que merda. Deixe-me enrolar isso, vamos sair daqui, rápido.

 Ele não apresentava nenhum sinal de estar sob a maldição imperdoável e como eu estava meio que sem saída aceitei sua ajuda. Ele rasgou um pedaço da minha camisa branca e passou pelo meu braço. Encarei os vampiros, vendo eles se aproximarem e então senti meu anel deslizando. Fechei minha mão e a puxei. Chutei Dino, e escutei meu anel tintilar no chão. Dino também está tentando roubá-lo.

 Droga, droga, droga. Cade essa porcaria? E lá fui eu, rastejar pelo chão para encontra-lo. O vampiro achou primeiro, pegou e correu. Lancei o Crucio que eu estava planejando para Dino e disparei até ele. Peguei o anel e corri em direção a porta, batendo com o ombro contra ela e a abrindo, porém, muito devagar.

 Dino me agarrou pela cintura e eu gritei, chutando o ar e me agitando. Ele me deixou cair e eu levantei com dificuldade, juntando minhas forças para correr. Passei pela fresta da porta, sentindo minhas costelas queimarem.

 A chuva borrou minha maquiagem em segundos. Os trovões me desorientavam. A chuva queimava meus olhos, ou seria as lágrimas? Aquilo era loucura.

 Mas eu corri, mesmo estando cortada, pingando sangue e água, toda roxa, sem folego e totalmente traumatizada. Afastei meus cabelos, pesados de água, do rosto e segui em frente. Não parei nem quando entrei na Ponte Coberta, apenas continuei correndo. E quando trombei com Lucius Malfoy no final da Ponte já estava quase desmaiando. Não tinha como alguém aguentar tanto. Se ele quisesse levar o anel agora, conseguiria. Ele era a única coisa que me sustentava em pé.

 Ele arregalou os olhos ouvindo os vampiros soltarem seus ruídos, um pouco distantes. Lucius não falou nada só me colocou de pé e saiu correndo na direção dos ruídos. Me senti perdida. Eu deveria estar viva ainda?

 Eu estava, então acho que deveria continuar. Manquei devagar, na chuva, morro a baixo. Caí tantas vezes no caminho... até que desabei na porta do Hagrid. Quando ele a abriu eu já estava no chão, aos prantos. Eu parecia mais uma criancinha.

--- Hermione, o que houve? – ele me segurou e levou para dentro.

 Logo eu estava aquecida, com Canino do meu lado, minha varinha e um facão do outro – como tinha imaginado que Lucius estaria quando viesse me matar mais cedo, mas acho que o que atormentaria meus pesadelos naquela noite seriam vampiros, amigas meio japas e o ex-namorado da minha ex-melhor amiga – enrolada em cobertores e com uma xícara de chá esquentando minhas mãos.

 Hagrid andava de um lado para o outro, com seu guarda-chuva em mãos e  uma besta –tipo arco e flecha – repousava na bancada mais próxima. Eu contara tudo a ele com certa dificuldade e ele me assegurara que falará com a diretora sobre isso e daremos um jeito nos vampiros.

 Agora só me restava ficar ali, encarando o ovo de dragão de Hagrid e desejando ter o calor do meu.

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                                                                        Autora

  A taça se estilhaçou contra a parede. Ela estava irritada demais. Dera tudo errado de novo e agora tinha suspeitas de que Hermione sabia sobre Celeste. E sobre a maldição Imperio que haviam lançado na Cho na Floresta Proibida.

 

---Cansei. CANSEIII – os olhos dela faiscavam em um vermelho vivo e seus cachos se separavam enquanto o vento e a chuva os agitavam, entrando pelas imensas janelas abertas.

 Ela olhou para baixo, em direção as janelas do corredor da biblioteca.

 A estúpida Rosinha do Alex não conseguiu fazer com que a Lunática limpasse a nossa barra, agora estamos ferrados e nem mesmo os vampiros e aqueles dois imbecis conseguiram o maldito anel. Hora de avançar com o plano. Hermione deveria ter se poupado.

 A garota estalou os dedos e uma nova taça de vinho apareceu, enquanto se sentava na janela com a chuva batendo no rosto, e sorria observando o espetáculo.

 E no meio da madrugada uma aluna se esquivava para fora da janela do corredor da biblioteca.

 E no meio da madrugada, uma aluna se jogou do parapeito.


Notas Finais


Pois é, isso foi meio bad, tortura, terror, mistério...tá, parei rsrsrsrs
Comentem pessoas, é importante para mim saber se estão gostando <3
Kisses da TiaSmurfMadu


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